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Uma certa vez, um cara, desconfiado que estava sendo traído pela mulher, chegou em casa mais cedo e encontrou a mulher deitada na cama. O malandro viu os lençóis todos amarrotados e a mulher pelada. Correu logo para a janela do prédio, e vê em baixo, um cara saindo do prédio ajeitando a gravata. Enfurecido, o marido nem pensou, jogou o armário em cima do coitado. Dias depois ele ficou sabendo que o homem era inocente. Entrou em desespero e se matou.
La na porta do céu, o anjo encarregado do portão perguntou:
— Meu filho, o que houve com você, que lhe trouxe aqui?
— Olha, seu anjo, eu não sei não. Eu estava apenas saindo atrasado de casa para o trabalho, mas estava tão atrasado que não deu tempo nem de me arrumar direito e quando saia do prédio em direção ao ponto de ônibus, ainda ajeitando a gravata, caiu um guarda roupas na minha cabeça e eu vim parar aqui.
O anjo, nem pensou e disse :
— Pode entrar meu filho!
Daqui a pouco chega outro cara, e o anjo pergunta:
— E então, meu filho, o que você fez pra parar aqui?
O cara respondeu :
— Poxa, seu anjo, achei que estava sendo traído e joguei um armário num sujeito.
Fiquei arrependido e me matei.
O anjo botou a mão no queixo, coçou a cabeça e respondeu :
— Pode entrar meu filho!
Dali a pouco chega outro cara e o anjo pergunta:
— E então meu filho, o que você fez que o trouxe aqui?
O cara respondeu :
— Sei lá seu anjo, eu estava dentro de um armário, quando de repente vim parar aqui!
Um homem chega do trabalho e logo em seguida seu filho entra na sala assustado gritando:
— Papai, eu ouvi um barulho no guarda roupa, acho que tem alguem lá, vai ver papai.
O homem tirou o paletó e foi para o quarto, abriu a porta do guarda roupa e disse :
— Viu filho, não tem ninguém aqui, só o Cardoso... Cardoso?
O homem quase teve um treco e tremendo disse:
— Não acredito Cardoso, você é meu melhor amigo, não pode ser. Você não pode fazer isso, meu companheiro, meu colega, você é quase um irmão pra mim. Não posso acreditar... Se esconder no meu guarda roupa só pra assustar meu filho! Francamente Cardoso.
Naquela casa, toda vez que o sujeito chegava do trabalho acontecia um diálogo do tipo:
— Querido, entupiu a pia da cozinha! — a mulher reclamava.
— E eu tenho cara de encanador, por acaso? — respondia o homem e sentava na poltrona pra ler o jornal.
Ou:
— Amor, queimou a lâmpada do banheiro! — a mulher gritava.
— E eu tenho cara de eletricista, por acaso? — dizia o homem, enquanto assistia o jornal na televisão.
Ou ainda:
— Meu anjo, a parede da garagem está um nojo, precisa pintar! — a mulher berrava.
— E eu tenho cara de pintor, por acaso? — retrucava o marido e saía em seguida para tomar uma cervejinha na padaria.
Um dia, porém, o sujeito voltou em casa e encontrou tudo em ordem: a pia desentupida, a luz do banheiro funcionando perfeitamente e a parede da garagem pintada.
— O que aconteceu? — perguntou o sujeito perplexo.
— O vizinho novo veio, consertou tudo e como recompensa pediu ou uma маssа ou sеxо.
— E que tipo de маssа você fez pra ele?
— E eu tenho cara de cozinheira?
Certa noite, um homem entra num restaurante, vai até ao balcão e pede uma cerveja.
— Com certeza, senhor!
— Quanto é?
— 20 centavos!
— 20 centavos? — grita o homem, sem querer acreditar.
— Sim, é verdade, 20 centavos — responde o barman.
Então o homem resolve olhar para o menu, e pede:
— Olhe, pode me trazer um bife de filet mignon a cavalo, com fritas, arroz e uma saladinha de tomates, cebolas e ervilhas .
— Com certeza, senhor — responde o barman — Mas isso é um prato que custa muito caro...
— Caro? Quanto? — pergunta o homem, desconfiado.
— Dois reais! — responde o barman.
— Dois Reais? — exclama o homem, não querendo acreditar...
— Onde é que está o dono deste bar?
— Oh, está lá em cima com a minha mulher! — responde o barman.
Espantado, o homem pergunta:
— E o que é que ele está fazendo com a sua mulher?
Resposta do Barman:
— O mesmo que eu estou fazendo com o restaurante dele...
A velhinha pergunta para o marido moribundo:
— Meu bem, depois de quarenta anos de casado, me satisfaça uma curiosidade, você já me traiu alguma vez?
— Sim, querida! Uma única vez! Lembra-se quando eu trabalhava na Nestlé e tinha uma secretária chamada Margarida?
— Sim, me lembro!
— Pois é, aquele corpo já foi todinho meu!
E após alguns segundos, ele pergunta:
— E você velha, já me traiu?
— Sim, meu bem! Uma única vez! Lembra-se quando a gente morava na Vila Andrade, em frente ao Corpo de Bombeiros?
— Sim, me lembro!
— Pois é, aquele Corpo já foi todinho meu!
O indivíduo surpreende a mulher em sua cama com outro. Tirou o revólver da cintura, armou o gatilho e já ia metendo bala nos dois, quando parou pra pensar e foi percebendo como a sua vida de casado havia melhorado nos últimos tempos. A esposa já não pedia dinheiro pra comprar carne, aliás, nem para comprar vestidos, joias e sapatos, apesar de todos os dias aparecer com um vestido novo, uma joia nova ou uma sandalinha da moda. Os meninos mudaram na escola pública do bairro para um cursinho super-chique, na zona Sul. Sem contar que a mulher trocou de carro, apesar dele estar há quatro anos sem aumento e ter cortado a mesada dela. E o mercado então, nem se fala, eles nunca tiveram tanta fartura quanto nos últimos meses. E as contas de luz, água, telefone, internet, celular e cartão de crédito, fazia tempo que ele nem ouvia falar delas. O caso é que a mulher dele era mesmo um avião, uma mistura de Tiazinha com Vera Fisher, temperada no caldo da Feiticeira. Coisa de louco.
Guardou a arma na cintura e foi saindo devagar, para não atrapalhar os dois.
Parou na porta da sala e disse pra si mesmo:
— O cara paga o aluguel, o supermercado, a escola das crianças, as contas da casa, o carro, o shopping, todas as despesas e eu ainda vou pra cama com ela todos os dias...
E fechando a porta atrás de si, concluiu:
— Pô, o соrnо é ele!
O sujeito tinha quatro filhos, três bonitos, fortes e saudáveis e um, o mais novo, que se chamava Josias e era mirradinho, raquítico, todo estropiado. Viveu a vida toda, desconfiando da mulher, mas nunca tivera coragem de tocar no assunto, porém, já em seu leito de morte, desabafa:
— Meu amor... eu gostaria de saber se o Josias é realmente meu filho.
— Querido...
— Por favor, não minta pra mim. Se não for, não tem problema... eu te perdôo desde já. Eu só queria saber a verdade...
— Sim, querido. — responde a mulher. — Você é o pai de Josias sim, juro por tudo o que é mais sagrado...
— Puxa, que bom ouvir isso... — solta o seu último suspiro e morre.
E a esposa, aliviada:
— Ainda bem que ele não perguntou dos outros três!
Estava o casal no maior rala-e-rola quando a mulher ouve um barulho:
— Meu marido! Meu marido!
— Mas você não disse que ele só viaja?
— Pois é, acho que aconteceu alguma coisa! Mas tudo bem, eu tenho um plano: estes dias, como eu estava sozinha em casa, fui visitar os Oliveira e vi uma estátua na sala da casa deles que parecia real! Eu vou cobrir você de talco, coloco um lençol e pronto: Você fiса parecendo com aquela escultura!
Mais que depressa, enquanto o marido guardava o carro, brincava com os cachorros, subia a escada... etc., etc, preparam o disfarce. Quando ele entrou na sala, logo perguntou:
— Querida, o que é isso?
— Ah amor, esta é uma estátua que eu comprei. Não é linda? Feita toda em mármore!
— É. É perfeita mesmo.
— Ufa, esta foi por pouco. — suspira a esposa.
De madrugada, o marido desce, abre a geladeira, pega uma latinha de cerveja e diz para a "estátua":
— Toma rapaz, bebe ai! Enquanto eu estava na casa dos Oliveira, não me deram nem um copo de água!
O homem volta para casa, depois de horas combatendo o fogo, doido para dar um bimbada com a esposa.
Tudo encontra-se na mais completa escuridão e a esposa está choramingando na cama, reclamando de dor de cabeça. Tira o uniforme no escuro mesmo, fazendo carinhos na mulher.
— Não, querido, hoje não. Estou para morrer de dor de cabeça. Nem acenda a luz, que qualquer luzinha me irrita.
— Então, querida, vou pegar um remedinho na sala.
— Nãão, amor. Não me acenda nenhuma luz, por favor. Vá até a farmácia do seu Zé e compra um remédio pra mim, vá.
O marido, assustado, veste-se no escuro mesmo e corre para a farmácia:
— Seu Zé, me vê um remédio para dor de cabeça, urgentemente, que minha mulher está para morrer, gemendo na cama.
— Tudo bem, mas me responda uma coisa: o senhor não é bombeiro?
— Sou, e daí?
— O que tá fazendo vestido de guarda?