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Melhores piadas - Page 198
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Paulo entra no barzinho e encontra Mauricinho sentado no balcão todo sorridente.
— Mauricinho, por que você está contente desse jeito?
— Tenho que te contar tudo, cara. Ontem estava na praia encerando meu iate, só dando um trato, quando chegou uma menina linda e me falou:
— Me leva pra passear no teu iate?
— Claro que sim!
— E quando estávamos em alto mar, desliguei o motor e falei pra ela: Pode escolhe: transar comigo ou nadar até a praia. E a menina não sabia nadar! Ela não sabia nadar!
No dia seguinte Paulo volta ao mesmo barzinho e lá está Mauricinho, com um sorriso ainda maior que o da noite anterior.
— E hoje, por que você está tão contente, Mauricinho?
— Paulo, você não vai acreditar! Hoje pela manhã estava no cais acabando de encerar meu iate, quando chegou uma linda morena e me falou:
— Você pode me leva pra passear no teu iate?
— Mas é claro!
— Chegando em alto mar, desliguei o motor e falei: Você pode escolher: transar comigo ou volta nadando! E ela não sabia nadar Paulo, não sabia nadar!
Alguns dias depois Paulo entra outra vez no barzinho, Mauricinho está no balcão praticamente chorando sobre um uísque.
— O que houve Mauricinho? Por que está acabado desse jeito?
— Vou te contar Paulo, não dá para esconder. Ontem estava na praia encerando o iate, aí, aparece uma loira fenomenal, alta, bem alta, linda, corpão, sensual, sеxy, e... falou:
— Oi. Que tal se você me levar pra passear no teu iate?
— Meu amor, na hоrа que você quiser!
De novo, fomos para alto mar, desliguei o motor e, conforme de costume, falei: Querida, você escolhe: transa comigo ou vai ter que nadar até a praia!
— A loiraça tirou a parte de cima do biquíni. Paulo, ela tinha seios enormes! Perfeitos! Depois tirou pequena saia... depois tirou a calcinha do biquíni... E... Paulo... Paulo...
— Fala logo, Mauricinho!
— A loira era um cara! Paulo... Um homem grandão com um bilau enooorme, muito grande, Paulo!... E eu, Paulo... eu não sei nadar, Paulo! Não sei nadar!
Quatro soldados de diferentes países — um americano, um japonês, um espanhol e um português — encontravam-se presos em um campo de concentração.
O sádico diretor do campo, disposto a divertir-se com esses pobres soldados, resolveu promover um теsте em que todos deveriam contar piadas. Se as piadas fossem boas e todos da prisão rissem, suas vidas seriam poupadas. Caso contrário, a forca seria o destino do comediante sem talento.
E chegou a vez do americano: contou uma piada engraçadíssima e todos riram, menos o português. O diretor, assistindo a impassividade o portuga, clamou:
"Matem esse americano sem graça!"
E lá se foi o pobre gringо...
O próximo era o japonês: contou a piada mais engraçada que conhecia.
Mais uma vez, todos riram, menos o portuga. Perante o rosto sério do lusitano, o diretor ordenou:
"Matem esse japonês que não sabe contar piadas!"
E chegou a vez do espanhol. Assim que começou, o portuga caiu na risada. E passou a rir sem parar. O diretor, não entendendo o ocorrido, perguntou ao português:
— Mas, homem, o espanhol mal começou a contar a piada... Do que está rindo?
— Muito boa a piada do americano!
Tarde tranquila. A mãe a costurar e a cantar uma terna canção de Roberto Carlos. Aqui, acolá ela corta um pedaço de pano. Corta e costura. Ao lado está a pequerrucha Mariazinha, filha única e mimada, entretida com papel e lápis a desenhar figuras. O tempo passa e passa. A certa altura, a mãe pede a Mariazinha que lhe mostre os desenhos. Ela mostra os desenhos e a mãe toma um grande susto. Um susto tremendo. O que a mãe vê lhe causa uma terrível decepção, um verdadeiro choque. Os desenhos retratam claramente o famoso passaralho ou, para os mais sensíveis, um falo, o símbolo da virilidade: duas bolas e, saindo dentre elas, uma haste. A mãe não acredita no que vê. Como é que uma criancinha tão inocente começa, de repente, a desenhar essas coisas? Ela se controla o mais que pode e pergunta:
— Onde é que você viu isso, Mariazinha?
— Na sua mão, mãezinha.
— O quê??? O que você anda aprontando sua...
A mãe perde o controle. Mulher virtuosa e conhecedora de seu papel de mãe, ela não admite comportamentos indecentes. Desde cedo tem de impor respeito e dignidade à família. Aplica uma bem merecida surra na Mariazinha. Surra, castigo em pé no canto da parede, uma semana sem ver televisão e sem a mesada.
— Quando seu pai chegar você vai ter uma conversinha com ele.
Pobre Mariazinha! Ela chora, soluça desconsolada sem entender direito a gravidade de seus estranhos desenhos. A tarde passa devagar. E a Mariazinha em pé, já cansadinha, a coitada. E chorando aquele triste choro entrecortado de soluços. Como a tarde passa devagar.
Chega finalmente a noite e o pai volta do trabalho. A mãe vai falar com ele e diz para ele ter uma conversa muito séria com a filha. Já é tempo. Envergonhada, não mostra sequer os desenhos: o pai que pergunte à filha.
— O que é que você estava desenhando, Mariazinha? — pergunta o pai.
— A tesoura da mamãe...
Um bem-sucedido empresário brasileiro que sempre ia sozinho a Paris em suas viagens de negócios, um dia, atendendo aos apelos da mulher, concorda em levá-la.
Assim que chegaram, a mulher quis conhecer os famosos cabarés.
— Não! — protestou o marido. — De jeito nenhum! Eu não gosto dessas coisas e não fiса bem para uma mulher direita...
O protesto foi em vão. Todo mundo sabe que quando uma mulher quer, dois não brigam.
Ao entrar no cabaré, o porteiro o cumprimentou:
— Boa noite, Senhor Pedro, seja bem-vindo!
A mulher olhou-o carrancuda.
Em seguida foi a vez do garçom:
— A mesa de sempre, Senhor Pedro?
A mulher ficou furiosa, mas ele conseguiu contornar a situação. Pouco depois, uma moça entrou no palco e começou a fazer um sтriр-tease. No meio do espetáculo ela vira-se para a platéia e diz com voz sussurante:
— Alguém quer me ajudar a tirar a minha calcinha?
— Eu! Eu! Eu! — gritava a platéia.
— E o senhor, Senhor Pedro? Não vai querer? — perguntou ela.
Ao ouvir aquilo, a mulher dele partiu para a agressão:
— Seu сrетinо duma figа — e começou a esmurrá-lo.
Alguns segundos depois, o dono da boate foi apartar a briga:
— Senho Pedro, se essa vagabunda estiver incomodando-o, eu mando botá-la para fora!
Um jovem rico, mas muito tímido, casou-se com uma moça muito bonita e de boa família. À noite foram para a cama e a noiva esperava que ele fizesse aquilo que todos os casais fazem na noite de núpcias. E não aconteceu nada, nem sequer um beijo. Nada! No dia seguinte a esposa foi à casa da mãe chorar a situação.
— Que é que aconteceu de ruim, minha filha? — pergunta a mãe.
— Ele não fez nada, mãe! Ensinei-o como devia fazer, ajudei-o e nada!
— Espera minha filha que eu vou resolver isso.
A sogra foi até a casa e falou para o genro:
— Minha filha está reclamando que você não agiu como um marido com ela ontem à noite.
O genro ficou quieto e a sogra continuou:
— Você não sabe como é que fazem os cães? É isso que você tem que fazer, igualzinho como um сасhоrrо faz! Então logo a noite você faz com a minha filha como os cães fazem com as cadelas, e tudo vai correr bem!
No dia seguinte, a filha voltou a procurar a mãe e chorava mais que no dia anterior.
— Mãe, não sei o que você disse para o meu marido, mas ele ainda foi pior que na noite passada.
— O que é que ele fez? — pergunta a mãe.
— Ele tirou a roupa, tirou a minha roupa, cheirou meu cu, e depois foi mijar contra o armário do quarto.
Um médico britânico diz:
— A medicina, em meu país, está tão avançada que nós podemos retirar o cérebro de um homem, colocá-lo em outro homem, e fazer com que ele possa estar procurando emprego, em seis semanas.
Um médico alemão diz:
— Isto não é nada. Nós podemos retirar o cérebro de uma pessoa, colocá-lo em outra, e fazer com que ela esteja se preparando para a guerra, em quatro semanas.
O médico americano, para não ser superado, diz:
— Vocês, meus caros, estão muito atrás. Nós, recentemente, retiramos um homem sem cérebro, do Texas, o colocamos, na Casa Branca, e, agora, temos a metade do país procurando emprego, e a outra metade se preparando para a guerra.
Um paulista, cansado da cidade grande, pegou o FGTS e comprou uns alqueires no interior do Rio Grande do Sul, longe de tudo. Algum tempo depois, apareceu na sua porteira um gaúcho de dois metros de altura, de barba, chimarrão na mão.
— Bá, tchê, venho te convidar para uma festa no meu sítio, algumas léguas abaixo na estrada.
— Opa! Vamos lá... - respondeu o paulista.
— Mas tu te prepares, tchê... Vai ter bebedeira da grossa.
— Ah, não tem problema, em São Paulo eu ia na balada e enchia a cara.
— Mas eu também vou te avisando, tchê... Vai ter раu!
— Ah, não tem problema, em São Paulo eu praticava box na academia.
— E também vou te avisando, tchê... Vai ter muito sеxо.
— Oba, legal! Em São Paulo eu comia todas, mas faz quatro meses que estou aqui, no meio do nada, sem mulher. E quantas pessoas vão na sua festa?
— Bá, só tu e eu, tchê...
Um político ladrão vai preso depois de ser acusado de coagir testemunhas, desviar verbas públicas e roubar algum dinheiro público. Já no xadrez, a velha raposa passa mal do coração e é levada às pressas pra um hospital. Depois de todos os exames, o médico explica, com ar grave:
— Não chegou a ser um enfarte, mas terei que fazer uma ponte de safena no senhor.
O político olha pra um lado, olha pro outro, puxa o médico pelo colarinho e diz baixinho no ouvido dele:
— Uma ponte não, doutor... Faça logo três, superfaturadas: uma pra mim, uma pra minha família e a terceira o senhor divide com sua equipe.
Um rancheiro lá de Mato Grosso tinha uma fazendona com 900 vaquinhas, e três touros sortudos que davam conta delas: o maior tinha 500 vacas sob seu comando, o do touro do meio tinha 300, e o menorzinho, só 100 vacas.
Um dia ouviram falar que o fazendeiro iria comprar mais um touro, da índia.
O maior touro disse:
— Eu não vou me separar das minhas vacas, nem a раu!
Nisso o touro médio disse a mesma coisa, e o júnior jurou que nem fudendo ele se separaria de suas 100 vaquinhas...
No dia do tal touro chegar, eles viram a caminhonete chegar na fazenda chacoalhando, tremendo, e de repente, quando a caminhonete parou, sai um tourão urrando, esperneando, babando na goela, um monstro de macho!
Nisso os 3 touros ficam espantados.
O maior disse:
— Quem sabe eu consiga me separar de algumas de minhas vacas.
O touro médio diz a mesma coisa e saiu chiando... Só o Júnior é que começou a grunhir, urrar, patear o chão. O mais velho disse a ele:
— Cê ta é louco! Tá querendo comprar briga com aquele bichão?
— Que nada! Eu só quero que ele saiba que eu não sou vаса!