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Piadas de amor - Page 4
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Os melhores jogadores sul-americanos de todos os tempos estavam em um avião, indo para o Rio de Janeiro, mais precisamente no Maracanã, onde haveria o jogo do século.
Dentro desse avião estavam todas as estrelas latinas do futebol, e como acontece na maioria das piadas sem graça de aviões, ocorre uma pane que leva todos os atletas ao desespero.
A aeromoça avisa que o avião está perdendo altura por excesso de peso e vão ter que se livrar dos equipamentos e bagagens. Lá se vão os uniformes, bolas, chuteiras, malas, e tudo o que os jogadores levavam.
Instantes mais tarde, a aeromoça volta chorando e diz que com muita lástima, vidas humanas terão que ser sacrificadas, para que o avião não caia. Então os jogadores, sem escolha, fazem fila para pular.
O primeiro é Solano:
— Por amor ao Peru! — e pula.
Depois vai Salas:
— Por amor ao Chile! — e pula.
Aí vai Chilavert:
— Por amor ao Paraguai — pula.
Chega a vez do Pelé:
— Por amor ao Brasil! — e empurra o Maradona.
Um bêbado entra em um ônibus e encontra uma freirinha. Ele embebido em álcool não se contém e começa a fazer elogios ao corpo escultural da freira.
— Freira gostosa, cheirosa, vou te fazer mulher, esquecer a religião.
A freira se manteve indiferente durante toda a viajem.
Quando a freira desceu, o trocador, que observara aquela situação, dirigindo-se ao bêbado, lhe disse:
— Ficou interessado na freira? Mulherão né? Eu também já fiquei apaixonado. Se quiser alguma coisa, ela desce aqui todos os dias, às 19:00 e vai para frente do cemitério esperar que Jesus se revele a ela.
O bêbado no dia seguinte não pensou duas vezes.
Se vestiu a caráter e foi para a frente do cemitério, às 19:00. Chegando lá, a freirinha já estava esperando Jesus.
O bêbado se aproximou e se identificou:
— Freirinha, seus dias de espera terminaram. Estou aqui para purificar de seus pecados.
— Não acredito. Depois de tanto tempo me resguardando para você, finalmente me aparece. Mas como vou saber que é você mesmo?
O bêbado, maliciosamente responde:
— Você se lembra daquele bêbado que ontem lhe importunava? Pois é, foi eu quem evitou que ele lhe fizesse mal.
A freirinha não conteve de emoção. Declarou seu amor ao Jesus e se entregou.
O bêbado, cheio de si, fez a festa. Se entrelaçaram por duas horas. Quando terminou não se agüentava de rir.
— Freirinha burra. Você é muito inocente. Você se lembra do bêbado de ontem à noite? Pois é. Sou eu. Fiquei te esperando vestido de Jesus e você acreditou.
A freirinha emendando a risada do bêbado respondeu:
— Вurrо é tu. Eu não sou freira. Eu sou o trocador.
Uma missão da máfia internacional deu errado e foram detidos, em um presídio dos Estados Unidos, um alemão, um brasileiro e um português.
— Vocês ficarão em solitária por 30 anos! — disse o delegado, em voz alta — E tem direito a um único pedido! Vamos, digam o que vocês querem... Mas digam logo!
— Bem, eu quero ter uma biblioteca completa na minha cela! — disse o alemão — Eu não posso ficar sem estudar, sem pesquisar...
O brasileiro foi o segundo a se pronunciar:
— Eu quero uma mulher gostosa na minha cela! Eu não posso ficar sem mulher!
— E eu quero um caminhão de maços de cigarros! — disse o portuga — Eu não posso ficar sem fumar!
Os pedidos foram atendidos e as celas foram trancadas e, trinta anos depois, os policiais foram soltar os presidiários. Ao abrir a cela do alemão, eles o viram entretido em seus livros, cercado de centenas de formulações e teses científicas.
A segunda cela a ser aberta foi a do brasileiro. Ele estava relaxado, deitado no chão, cercado de filhos e a mulher já estava grávida de novo. Quando abriram a última cela, eles encontraram os maços de cigarro ainda fechados e o português com um cigarro na mão, dizendo:
— Fósforo! Fósforo! Pelo amor de Deus, alguém tem um palito de fósforo?
O homem volta para casa, depois de horas combatendo o fogo, doido para dar um bimbada com a esposa.
Tudo encontra-se na mais completa escuridão e a esposa está choramingando na cama, reclamando de dor de cabeça. Tira o uniforme no escuro mesmo, fazendo carinhos na mulher.
— Não, querido, hoje não. Estou para morrer de dor de cabeça. Nem acenda a luz, que qualquer luzinha me irrita.
— Então, querida, vou pegar um remedinho na sala.
— Nãão, amor. Não me acenda nenhuma luz, por favor. Vá até a farmácia do seu Zé e compra um remédio pra mim, vá.
O marido, assustado, veste-se no escuro mesmo e corre para a farmácia:
— Seu Zé, me vê um remédio para dor de cabeça, urgentemente, que minha mulher está para morrer, gemendo na cama.
— Tudo bem, mas me responda uma coisa: o senhor não é bombeiro?
— Sou, e daí?
— O que tá fazendo vestido de guarda?
Estava o casal no maior rala-e-rola quando a mulher ouve um barulho:
— Meu marido! Meu marido!
— Mas você não disse que ele só viaja?
— Pois é, acho que aconteceu alguma coisa! Mas tudo bem, eu tenho um plano: estes dias, como eu estava sozinha em casa, fui visitar os Oliveira e vi uma estátua na sala da casa deles que parecia real! Eu vou cobrir você de talco, coloco um lençol e pronto: Você fiса parecendo com aquela escultura!
Mais que depressa, enquanto o marido guardava o carro, brincava com os cachorros, subia a escada... etc., etc, preparam o disfarce. Quando ele entrou na sala, logo perguntou:
— Querida, o que é isso?
— Ah amor, esta é uma estátua que eu comprei. Não é linda? Feita toda em mármore!
— É. É perfeita mesmo.
— Ufa, esta foi por pouco. — suspira a esposa.
De madrugada, o marido desce, abre a geladeira, pega uma latinha de cerveja e diz para a "estátua":
— Toma rapaz, bebe ai! Enquanto eu estava na casa dos Oliveira, não me deram nem um copo de água!
O sujeito tinha quatro filhos, três bonitos, fortes e saudáveis e um, o mais novo, que se chamava Josias e era mirradinho, raquítico, todo estropiado. Viveu a vida toda, desconfiando da mulher, mas nunca tivera coragem de tocar no assunto, porém, já em seu leito de morte, desabafa:
— Meu amor... eu gostaria de saber se o Josias é realmente meu filho.
— Querido...
— Por favor, não minta pra mim. Se não for, não tem problema... eu te perdôo desde já. Eu só queria saber a verdade...
— Sim, querido. — responde a mulher. — Você é o pai de Josias sim, juro por tudo o que é mais sagrado...
— Puxa, que bom ouvir isso... — solta o seu último suspiro e morre.
E a esposa, aliviada:
— Ainda bem que ele não perguntou dos outros três!
O professor estava aplicando uma prova numa turma de ensino médio. Já perto de terminar o horário Joãozinho diz:
— Fessor, posso fazer uma pergunta?
— Se for sobre a prova, pode.
— Ah Fessor, não é sobre a prova não.
— Então, não pode.
— Ah Fessor, deixe aí vai...
Ele insistiu tanto que o professor concordou:
— Tá bom, Joãozinho, pergunte.
— Fessor, quando você faz amor, o senhor beija na boca?
Ele sem entender nada, repreendeu o aluno:
— Isso não é coisa que se fale, Joãozinho.
— Fessor, responda ai. É importante pra mim.
Percebendo que a turma toda estava atenta a conversa, ele resolveu responder a pergunta.
— Sim, Joãozinho. Quando eu faço amor eu beijo na boca.
— Fessor, me beije na boca!
E o professor ficou completamente encabulado:
— Que é isso, Joãozinho? Por que eu beijaria você?
— Ah Fessor, é que sua prova me fudeu todinho!
Afrodite, a deusa do amor, estava passando por uma praça quando viu estátuas de dois amantes, que quase se beijavam, mas não chegavam a fazê-lo. Comovida com a cena, ela disse:
— Esses dois devem estar nesta posição há mais de cem anos e nunca chegaram a se beijar. Preciso fazer algo por eles!
Então ela aproximou-se das estátuas e, usando seus poderes, as transformou em seres humanos e disse-lhes:
— Vocês têm uma hоrа como humanos para fazerem o que bem quiserem... Depois disso se transformarão em estátuas novamente. Por isso, aproveitem!
Afrodite viu, com satisfação, que os amantes foram correndo para a moita mais próxima e ficaram lá por dez, vinte, trinta minutos. A deusa do amor, então, não podendo se conter de curiosidade, foi até a moita para ver o que os dois estavam fazendo. Ao chegar lá, viu os dois agachados, cheios de entusiasmo. O homem, muito excitado, falava para a sua companheira:
— Vamos! Agora é a sua vez! Eu seguro o pombo e você caga em cima dele!
Ramon e Nilzecléia passeavam de mãos dadas pelo parque da cidade. Enquanto caminhavam, o rapaz sentia que algo fiса cada vez mais quente no meio de suas pernas. E não era o joelho... O desejo de Ramon aumentava enquanto caminhavam entre as grandes e sombrias árvores. Ramon já não aguenta mais de tesão e começa a agarrar a namorada.
No meio do amasso, Nilzecléia o interrompe, dizendo:
— Ai, amor! Pára, que eu quero fazer xixi!
Mesmo contrariado com o pedido, Ramon concorda:
— Tudo bem, Nilzecléia. Então vai ali, atrás daqueles arbustos.
Mas o safadão já não conseguia se controlar... Ele, nervoso e possuído pelo desejo, escuta o som erótico da calcinha deslizando pelas coxas grossas de Nilzecléia.
Incapaz de se conter, Ramon segue seus instintos animais e estende o braço até tocar a perna de Nilzecléia. Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até segurar algo grosso e quente, no meio das pernas dela!
Assustado, ele pergunta:
— Nilzecléia! Por Deus! Você mudou de sеxо?
Ela responde, gemendo:
— Não! Mudei de ideia... Estou fazendo cocô!
Aquela mulher feia, coitada, tão desengonçada que nunca tinha conseguido ter um namorado, vai pedir auxílio a uma vidente.
— Minha filha! Nessa vida, você não vai ser muito feliz no amor — prediz a mulher.
— Mas na próxima encarnação você será uma mulher lindíssima, muito cobiçada e todos os homens se arrastarão aos seus pés.
A mulher saiu dali muito feliz e ao passar por um viaduto, pensou:
"Quando mais cedo eu morrer, mais cedo começa a minha outra vida!" e atirou-se lá de cima.
Mas, por essas incríveis coincidências que só acontecem em sites de humor, ela não morreu porque caiu de costas em cima de um camião carregado de bananas e perdeu os sentidos.
Assim que se recuperou, ainda atordoada e sem saber onde estava, começou a apalpar em volta de si e quando sentiu a protuberância das bananas, murmurou com um sorriso nos lábios:
— Um de cada vez... por favor! Um de cada vez!