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Piadas de Cornos - Page 8
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O garoto pergunta pro pai:
— Pai, o que é compensação?
— É uma coisa que compensa a outra, filho. Que substitui, que anula a outra, entendeu?
— Não!
— Eu vou dar um exemplo... Se a sua mãe transa com o padeiro, com o carteiro, com o açougueiro, com o vizinho... O que acontece?
— Ah, pai... Aí você é um соrnо!
— É... Mas, em compensação, você é um filho da рuта!
De partida para a guerra, um soldado muito ciumento resolveu colocar um cinto de castidade na esposa, temendo ser traído.
— Não é justo, posso morrer na guerra e minha mulher é muito jovem. Já sei, darei a chave ao meu amigo de confiança, e se algo acontecer comigo, ele poderá soltá-la.
No dia da partida, mal tinha cavalgado 200 metros, ouviu a voz do amigo, que corria desesperadamente em seu encalço.
— Que aconteceu amigo, o que houve?
— Companheiro! — disse o outro, totalmente sem fôlego. — Você deixou a chave errada!
O caipira desconfiava que sua namorada, a mulher mais gostosa da cidade, andava pulando a cerca. Certo dia ele resolveu seguí-la. Ela saiu de casa com um vestido bem leve e foi até o bosque.
O marido desconfiado ficou olhando bem de longe, pra não dar bandeira. Sua namorada andava na direção de um homem, que estava comendo manga debaixo de uma enorme mangueira.
— Você vai morrer! Você vai morrer! — gritava ele, desesperado.
Quando foi chegando mais perto, viu que o cara era um negão de uns 2 metros de altura e 1 de largura. O negão, que estava chupando os peitões da caipirinha, se levantou e disse:
— E quem é que vai me matar? Você, seu baixinho magrelo?
— Não senhor — disse o caipira — É que o senhor chupou manga e agora tá tomando leite. Isso aí mata, viu?
O português, dono da barbearia, comprou um carro e chegou em casa excitadíssimo:
— Mulher, mulher — foi logo dizendo. — Você não acredita, fui dar uma voltinha de carro e descobri que a cidade inteira me conhece!
— Oh, Joaquim, como você quer que eu acredite, se moramos numa cidade tão grande!
— Então, venha dar um passeio comigo!
E foram os dois. O português dirigia mal pra сасете e vira e mexe dava uma fechada em algum sujeito.
— Barbeiro! — gritava o sujeito irritado!
— Viu, Maria! Como eu não estava mentindo — dizia Joaquim acenando para o outro motorista.
Mais adiante outra fechada!
— Seu Barbeiro!
— Tudo bem? — cumprimentava Joaquim!
De repente ele deu uma fechada feia em um outro carro e por pouco não bateu:
— Seu Barbeiro, filho da рuта! — xingou o motorista.
— Esse daí — comentou Maria — conhece até a sua mãe!
O pintor de parede era таrаdо pela mulher do vizinho. E pelo jeito ela também. Rolava um clima, uma troca de olhares, mas a coisa nunca rolava, porque o marido era um tremendo ciumento e trancava a mulher dentro de casa quando saía pro trabalho. Determinado em arrumar um jeito de se aproximar, o pintor teve uma ideia.
— Sabe como é, Adolfo — disse ele, pro vizinho — A gente é vizinho há anos... Eu ando com um tempo sobrando, então estava pensando... Você não quer que eu pinte sua casa de graça?
— Claro, amigão! — Agradeceu ele — Aparece aqui amanhã de manhã que você já começa!
Na manhã seguinte o pintor chega todo animado, lata de tinta numa mão, pincel na outra. E o marido ciumento diz:
— Se você não se importa, vou trancar a porta. Não gosto que minha mulher fique dando voltinhas por aí.
— Claro, Adolfo. Você é quem sabe!
Foi só o marido sair para o trabalho que eles começaram os amassos. Depois de alguns minutos, quando a coisa estava esquentando, ouve-se um barulho de porta. Era o marido!
— E agora? — disse a mulher, aflita.
O pintor só teve tempo de pegar o pincel e começar a pintar, com um jeito bem distraído.
O que é isso? — pergunta o marido, assustado — Você pede pra pintar minha casa e fiса pelado na frente da minha mulher?
— Pô, eu tô pintando de graça e você ainda quer que eu suje a minha roupa?
— Ah... E esse pinto durо? — Diz ele, apontando para o dito cujo do pintor, que estava em ponto de bala.
E o pintor responde com a maior naturalidade:
— E onde é que você queria que eu pendurasse a lata?
O marido chega mais cedo do trabalho e surpreende a mulher com o seu melhor amigo, em pleno ato sеxuаl, na sua própria cama.
— Cláudia, minha esposa querida, como você pode fazer isso comigo? Eu que durante todos esses anos, sempre fui um marido fiel, te amei como ninguém. Dediquei toda a minha vida para te fazer feliz. E você, Gustavo, a quem eu considerava como um irmão, a quem sempre amparei nos momentos difíceis, eu que sempre te admirei, você era um exemplo de... ei... vocês querem parar de тrераr e prestar atenção no que eu estou dizendo?
Era uma tarde quente e a Bety estava gozando do único prazer isento de taxas. Escutou um barulho na porta da frente, deixou o amante na cama, enfiou uma roupa e correu para o andar de baixo. Vendo o marido que entrava, perguntou:
— Carlos, você não devia estar no trabalho?
Ouvindo isso, o amante se fechou no armário. Desconfiado, Carlos começou a subir a escada e a Bety continuou bem alto para que o amante ouvisse:
— Benzinho, essas traças estão me deixando louca. Eu liguei para a prefeitura e eles mandaram o homem do controle de insetos!
Ainda mais desconfiado, Carlos sobe a escada, entra no quarto, abre o armário e vê um homem nú no meio dos vestidos da Bety.
— Quem é você? — Perguntou ameaçador.
— Agente de controle de insetos ao seu dispor, gaguejou o amante.
— O que você está fazendo pelado dentro do armário?
— Pelado? Роrrа! Essas traças!
O Mineiro estava cansado de ouvir rumores de que sua esposa o traia. Um dia, saiu de casa no horario de sempre para o trabalho. Após a esposa dar adeus e fechar a porta, ele rapidamente sobe até o alto de uma mangueira frondosa em frente a sua casa e resolve passar o dia ali observando o entra e sai de sua casa. Logo depois, aparece um cidadão, mulato forte, fiса em pé justamente embaixo da mangueira como se esperasse alguém. Pega uma manga no chão, chupaa, ..., outra..., etc. E o Mineiro la no alto só sacando. Nisso abre a porta de sua casa e sua esposa grita:
— Vem, meu amor, meu marido ja foi embora! Nisso o moreno joga a última manga no chão e corre pra dentro da casa do Mineiro. O Mineiro desce da mangueira, furioso:
— Hoje pego os dois no flagra! Vou mata-los! Vai no armario de ferramentas, pega um facão, entra na casa e se depara com o mulato com a boca nos seios de sua esposa a se deliciar. Grita o mineiro com a faca na mão:
— NEGO, OCÊ VAI MORRÊ! Nisso o Ricardão tira da sua capanga, um trezoitão e aponta para o mineiro:
— Morrer porquê? E o mineiro:
— Você tava chupando manga e agora ta tomando leite, uai! Faz Mal!!!