if (!string.IsNullOrEmpty(Model.PrevPageFullUrl))
{
}
if (!string.IsNullOrEmpty(Model.NextPageFullUrl))
{
}
Piadas de Padres - Page 5
Skip to main content
Ainda novo, um rabino falece tragicamente em um acidente. Como ele vivia em uma comunidade pequena, todos se conhecem e, depois de algum tempo, acabam aconselhando à jovem esposa para que ela volte a se casar.
Na comunidade havia somente um candidato disponível e era um mecânico, simpático mas de pouca educação formal. Embora relutasse muito no início, pois era habituada a viver com uma pessoa erudita, a viúva finalmente aceita. Após o casamento, na sexta-feira, véspera de Shabat, após o banho ritual no mikve, o mecânico fala para sua nova esposa:
— Minha mãe sempre falou que era uma boa ação praticar sеxо antes de ir para a sinagoga.
E foi dito e feito.
Voltando da sinagoga ele fala:
— Segundo meu pai, é uma santa obrigação fazer sеxо antes de acender as velas de Shabat.
Foi dito e feito, de novo.
Pouco antes de irem dormir, o mecânico volta:
— Meu avô sempre disse que é costume fazer sеxо no Shabat.
E mais uma vez fazem sеxо.
Amanhecendo o dia seguinte ele diz:
— Minha tia Sara, muito religiosa, me disse certa vez que um bom judeu não começa a manhã de Shabat sem ter sеxо.
E novamente fazem sеxо.
A viúva, já no domingo, sai para fazer compras. No mercado encontra com várias amigas, que perguntam:
— E aí? Que tal é o novo marido?
— Bom. — responde ela — ele não é letrado como o falecido rabino, mas vem de uma família maaaaaaaa-raaaaaa-vilhooooosa!
Durante a Revolução Francesa milhares de pessoas foram guilhotinadas. Um dia três homens estão esperando sua execução, um advogado, um médico e um engenheiro. O advogado vai ser executado primeiro. Ele é levado à guilhotina, o padre o abençoa, e ele coloca o pescoço no cadafalso. O carrasco solta a lâmina, que cai e pára na metade do percurso. O padre, aproveitando a oportunidade, diz imediatamente:
— Senhores, Deus não quis que este homem morresse. Temos que libertá-lo.
O carrasco concorda e o advogado é solto. O médico é o segundo. Mesmo ritual, e quando a lâmina é solta, ela também pára na metade do percurso. O padre, mais do que depressa, pede para libertá-lo e o carrasco também o atende.
Enfim, a vez do engenheiro. O padre o abençoa mas o engenheiro, ao colocar a cabeça no cadafalso, dá uma olhada para cima e diz:
— Ah! Já descobri qual é o problema!
Em meio a um projeto inter-religioso, criado para que Sacerdotes de cultos diferentes se conheçam e estreitem amizade, um Padre Católico, um Rabino e uma Sacerdotisa Wiccaniana foram pescar em um lago. Já estavam no barco há algumas horas quando a Bruxa disse:
— Desculpem, já volto, preciso ir ao banheiro.
Se aproximou da borda do bote, fez um gesto com as mãos, pronunciou algumas palavras e saiu calmamente andando sobre a superfície do lago, foi à cabana que tinha o banheiro e voltou da mesma forma. O Padre ficou espantadíssimo. O Rabino nem esboçou surpresa. Logo em seguida, o Rabino disse:
— Deixei nosso almoço lá na cabana, vou buscar.
Foi até a borda do bote, murmurou alguma coisa e saiu, tranquilamente andando sobre as águas do lago também. O Padre ficou espantadíssimo e pensou:
— Se esses dois inféis conseguem isso, eu também conseguirei!
Foi à borda do bote, rezou um pai-nosso e deu um passo... imediatamente caindo no lago. Enquanto salvavam o Padre, o rabino cochichou para a bruxa:
— Tallvez fosse melhor termos contado a ele sobre as pedras do lago.
E a bruxa respondeu:
— Que pedras?
Eram dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um вiсhо para o pai. O homem comprou um pastor alemão.
Papo de vizinho:
— Mas ele vai comer o meu coelho.
— De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de вiсhо. Problema nenhum.
E parece que o dono do сасhоrrо tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Era normal ver o coelho no quintal do сасhоrrо e vice-versa. As crianças, felizes.
Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. Isso na sexta-feira.
No domingo, de tardinha, o dono do сасhоrrо e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Pasmo. Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra e, claro, morto.
— O vizinho estava certo. E agora?
— E agora eu quero ver!
A primeira providência foi bater no сасhоrrо, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa vizinhança. Claro, só podia dar nisso. Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O сасhоrrо chorando lá fora, lambendo as pancadas.
— Já pensaram como vão ficar as crianças?
— Cala a boca! Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível.
— Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador da sua mãe e o colocamos na casinha dele no quintal.
Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim fizeram. Até perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convém a um coelho cardíaco. Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Notam os gritos das crianças. Descobriram! Não deram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
— O que foi? Que cara é essa?
— O coelho... O coelho...
— O que que tem o coelho?
— Morreu!
— Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem...
— Morreu na sexta-feira!
O sacristão avisa que tem uma mulher querendo falar com o padre. Ele vai atender e dá de cara com uma morena muito bonita, corpo escultural e minissaia.
— Me disseram que o senhor está procurando empregada...
— Claro, minha filha... Fale-me de suas qualidades!
— Sei fazer muqueca de peixe, sei fazer arroz e feijão, sei fazer doces...
— Que mais?
— Sei fazer maria-mole, pudim de leite condensado, frango assado e leitão assado, também!
— Só?
— Tem um problema, seu padre… Eu sou estéril.
— Mulher de Deus, por que não disse isso logo? Vai entrando, minha filha…
Três casais, um casal ancião, um casal de meia-idade e um casal recém casado quis se juntar a uma igreja. O pastor no dia da iniciação disse:
— Nós temos exigências especiais para paroquianos novos. Vocês tem que se privar de ter sеxо durante duas semanas.
Os pares concordaram e voltaram ao término de duas semanas. O pastor foi para o casal ancião e perguntou:
— Você foi capaz se privar de sеxо por duas semanas?
O homem velho respondeu:
— Nenhum problema, pastor.
— Parabéns! Bem-vindo à igreja! — disse o pastor.
O pastor foi para o casal de meia-idade e perguntou:
— Bem, você foi capaz se privar de sеxо durante as duas semanas?
O homem respondeu:
— A primeira semana não estava muito ruim. A segunda semana para conseguir eu tive de dormir no sofá durante um par de noites mas, sim nós conseguimos.
— Parabéns! Bem-vindo à igreja! — disse o pastor.
O pastor então foi para o casal de recém casado e perguntou:
— Bem, vocês foram capazes se privar de sеxо durante duas semanas?
— Não, pastor, nós não pudemos ficar sem sеxо pelas duas semanas — o homem jovem respondeu tristemente.
— O que aconteceu? — indagou o pastor.
— Bem, lá pelo meio da primeira semana, minha esposa estava alcançando uma lata de milho no topo da prateleira e derrubou-a. Quando ela se agachou para apanhar, eu fui tomado pela luxúria e a possuí ali mesmo.
— Você entende, claro, que isto significa você não será bem-vindo dentro da nosso igreja, não ? — declarou o pastor.
— Nós sabemos. Depois disto, nós não somos bem-vindos no supermercado ali perto de casa também.
Um dia um padre e uma freira estavam cruzando o deserto como missionários de uma igreja, que atende os pobres. De repente o cavalo em que eles estavam cai morto no meio do deserto, e depois de dias perdidos no deserto sem água os dois entram em desespero:
— Padre e agora, estamos sem cavalo e sem água perdidos a dias, o que vamos fazer?
— O jeito é confessarmo-nos antes de morrer, nossos desejos de vida.
— É mesmo! E qual é o seu desejo padre?
— Sabe, eu nunca vi uma freira sem as vestes, eu gostaria de ver uma agora!
A freira para atender o pedido do padre fez um último sacrifício e tirou toda suas vestes e ficou completamente nua. E o padre só olhando e fala:
— Hum! E você irmã qual o seu desejo?
— Eu também nunca vi um padre pelado, eu gostaria de ver um agora!
E o padre retirou a suas vestes todo empolgado, e com seu membro erguido. A freira olha o meio das pernas do padre espantada e fala:
— Padre! O que é esse negócio grande no meio de suas pernas?
— Irmã, isso é um membro viril e que introduzido num buraco gera uma vida!
A freira toda empolgada:
— Então, o que está esperando, enfia logo no cu do cavalo, pra ver se ele ressuscita e tira agente daqui!
Um jovem vai à igreja se confessar:
— Padre, eu toquei nos seios de minha namorada.
— Você tocou por cima ou por baixo da blusa dela?
— Por cima, padre.
— Da próxima vez passa a mão por baixo, pois a penitência é a mesma.
*** No confessionário:
— Padre,ontem eu dormi com meu namorado.
— Filha, isso é pecado, e pecado mortal! Como penitência, reze cinco Pai-Nosso.
A jovem fiса mais um tempo ajoelhada, pensa um pouco, e pergunta:
— Se eu rezar dez Pai-Nosso, posso dormir com ele hoje de novo?
Um padre e uma freira estão viajando pelo interior do Canadá, e acabam ficando presos numa tempestade de neve. Ali perto há uma cabana, onde eles param para descansar. Eles estão exaustos e com muito sono. Na cabana há uma pilha de cobertores, um saco de dormir e apenas uma cama. Quando vão se preparar para dormir, o padre diz para a freira:
— Irmã, pode dormir na cama. Eu durmo no chão, dentro do saco.
Assim que ele fecha o zíper a freira diz:
— Padre, estou com frio.
Ele abre o saco, levanta, pega um cobertor e o coloca sobre a freira. E mais uma vez ele se enfia no saco, puxa o zíper e se prepara para dormir, quando a freira volta a falar:
— Padre, estou com muito frio.
Ele levanta, pega um outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a tentar dormir. Apenas seus olhos se fecham e a freira se lamenta mais uma vez:
— Padre, estou com muuuuito frio...
Desta vez, ele permanece deitado e diz:
— Irmã, eu tenho uma ideia. Nós estamos aqui perdidos em algum ponto do Canadá, onde nunca ninguém vai saber o que aconteceu. Vamos fingir que somos casados?
A freira, toda animadinha, responde:
— Por mim, está bem!
Então o padre berra:
— Роrrа, mulher, te levanta de uma vez, pega essa меrdа de cobertor e não me enche o saco!
Um padre tinha ido evangelizar na África Nеgrа, há alguns anos...
Um dia, ele encontra uma aldeia tão atrasada que os habitantes nunca haviam visto um homem branco. Ele decide então fixar-se ali para pregar a Palavra Divina. Os indígenas, muito receptivos, prestam-se muito bem ao cristianismo.
Tudo vai muito bem até o dia em que nasce o enésimo filho do chefe da aldeia: ele é café-com-leite! Nada feito, o chefe volta aos bons métodos tradicionais, manda seus homens apanharem o culpado e as mulheres preparam o caldeirão...
O infeliz padre, vendo descascar os legumes, começa a lamentar-se por sua fraqueza, mas decide tentar apelar para os sentimentos cristãos do chefe:
— Meu filho, os caminhos do Senhor são impenetráveis! Por que culpar-me pelo nascimento desta criança, quando ele é o símbolo da aliança de teu povo com a civilização?
— Padre, posso ser um selvagem, mas o senhor é o único branco que tenhamos visto nesta aldeia. Se a criança é meio-a-meio, é óbvio que é um branco que contribuiu para sua concepção. Portanto: caldeirão...
Então o padre percebe que chegou sua última hоrа, mas assim mesmo tenta a última cartada: se o nível de suas explicações é muito esotérico para o chefe, o melhor talvez seja tentar algo mais chão...
— Meu filho, vou te dar um exemplo da vontade divina: olhe os rebanhos de cabras da aldeia. Elas são todas brancas, mas às vezes, nasce uma preta... Então, é essa a vontade do Senhor: não se deve tentar entender, apenas aceitar!
Ao ouvir estas palavras o chefe pensa um momento, pede para todos saírem da oca, pega um facão e aproxima-se do missionário com o instrumento contundente levantado. O padre está prestes a berrar quando o chefe corta as cordas e lhe pede, implorando:
— Certo, padre, entendi. O senhor ganhou. Não direi nada sobre a criança, eu juro, mas, por favor, não diga nada aos outros sobre as cabras...