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Piadas de Padres - Page 6
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Uma família inglesa foi passar as férias na Alemanha. Durante um de seus passeios, os membros da referida família, gostaram de uma pequena casa de verão que era alugada para temporadas. Falaram com o proprietário, um Pastor Protestante pediram-lhe que mostrasse a casa, a qual muito agradou aos visitantes. Combinaram então, alugá-la para o verão vindouro. Regressando à Inglaterra, discutiam os planos para as próximas férias, quando o chefe da família lembrou-se de não ter visto o banheiro. Confirmando o sentido prático dos ingleses, escreveu ao Pastor, para obter pormenores. A carta foi redigida assim:
"Sou membro da família que há pouco o visitou com a finalidade de alugar sua propriedade no próximo verão, mas como esquecemos de um importante detalhe, muito lhe agradeceríamos se nos informasse onde se encontra o W. C. Aguardando a sua resposta, etc, etc..."
O Pastor Protestante, não compreendendo o sentido exato da abreviatura W. C. mas julgando tratar-se da capelinha inglesa White Chapel, respondeu nos seguintes termos.
"Dear Sir, Recebi sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fiса a 12 Km da casa. Isto é muito incômodo, sobretudo para quem tem o hábito de ir lá diariamente. Neste caso é preferível levar comida e ficar o dia todo. Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e mais 100 em pé. Há ar condicionado para evitar os inconvenientes da aglomeração. Os assentos são de veludo.
Recomenda-se chegar cedo para conseguir lugar para sentar. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. Na entrada é fornecida uma folha de papel a cada pessoa, mas se alguém chegar depois, pede a do vizinho. Essa folha deve ser usada durante todo o mês. As crianças não recebem folhas, dado o número limitado das mesmas. Existem amplificadores de sons, de modo que, quem não entra, pode acompanhar os trabalhos lá de fora, pois se ouvem os mínimos sons.
Ali não há qualquer preconceito, pois todos se sentem irmanados, sem distinção de sеxо ou cor. Tudo o que se recolhe lá é para os pobres da região. Fotógrafos por vezes tiram fotografias para o jornal da cidade, para que todos possam ver seus semelhantes no cumprimento do dever humano."
Uma garota exuberante, com um decote enorme, entrou na igreja, se ajoelhou e começou a rezar.
Um pouco constrangido, mas sem deixar de olhar, o padre se aproxima e diz:
— Senhorita, cubra os seus seios ou vai ter que sair da igreja! Ela não deu bola.
O padre insistiu:
— Senhorita, por favor, cubra os seus seios ou terá que sair da igreja!
A garota se levantou, colocou as mãos na cintura e disse:
— Padre, eu tenho o direito divino!
E o padre,ainda observando o decote:
— E o esquerdo também, mas se não cobrir vai ter que sair!
Uma voz feminina sussura:
— Padre, perdoa-me porque pequei...
— Diga-me, filha, quais são os teus pecados?
— Padre, o demônio da tentação se apoderou de mim, uma pobre pecadora.
— Como é isso, filha?
— Quando eu falo com um homem tenho sensações no corpo que não sei descrever.
— Filha, apesar de padre, eu tambem sou um homem.
— Sim, padre, por isso vim confessar-me com o senhor.
— Bem, filha, como são essas sensações?
— Não sei bem como explicá-las... Neste momento meu corpo se recusa cair de joelhos e necessito ficar mais à vontade.
— Sério?
— Sim, padre, deseja relaxar... O melhor seria deitar-me...
— Como, filha?
— De costas para o piso, padre, até que passe a tensão.
— E que mais?
— É como um sofrimento, em que não encontro palavras para descrever, padre.
— Continue, minha filha.
— Talvez um pouco de calor me alivie.
— Calor?
— Calor, padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer.
— E com frequência é essa tentação?
— Permanente, padre. Por exemplo, neste momento imagino que suas mãos massageando a minha pele me daria muito alívio.
— Filha?
— Sim, padre, me perdoa, mas sinto necessidade de que alguém forte me estreite em seus braços e ne dê o alívio de que necessito.
— Por exemplo, eu?
— Sim, padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar.
— Perdoa-me, minha filha, mas preciso saber tua idade.
— Setenta e quatro, padre.
— Filha, vai em paz que o teu problema é reumatismo.
Num convento de freiras, daqueles bem ortodoxos, a Madre Superiora levanta da cama e exclama:
— Que noite linda! Hoje estou tão feliz que vou até tratar bem as freiras!
Então ela sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
— Bom dia, Irmã Josefa. Está com boa aparência. E que bela camisola está a tricotar!
— Obrigada, Madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A Madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, ela encontrou outra freira.
— Bom dia Irmã, Maria! Você parece muito bem! E seu bordado está ficando lindo! Parabéns!
— Obrigado, Madre. A senhora também está com bom aspecto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama!
A Madre Superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Porém, todas as freiras respondiam o mesmo. Assim, quando chegou à quinta freira já estava irritadíssima e resolveu tirar essa história a limpo.
— Bom dia, Irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
— Sim, Madre...
— E posso saber por quê?
— É que a senhora calçou as sandálias do Padre Antônio, Madre!
Zeca era o maior ladrão de galinhas de sua cidade. Certo dia, ele foi trabalhar, ou melhor, roubar, e tudo que ele encontrou foi um pinto.
— É a crise — resmungou ele — Vou levar esse pintinho mesmo! Daqui um tempo, o вiсhо cresce e eu faço um frango assado!
E pegou o pinto. Pra que ninguém testemunhasse sua decadência como ladrão, ele escondeu o вiсhо dentro da calça e pegou um ônibus de volta pra casa.
A certa altura do trajeto, ele adormeceu e duas freiras sentaram-se perto dele. O pintinho, que já estava quase sufocado, tanto fez que conseguiu tirar a cabecinha pra fora da braguilha, entreaberta.
Assustada, a freira mais nova perguntou para a mais experiente o que estava acontecendo.
— Eu não entendo nada disso, mas tenho quase certeza que um dos ovos dele quebrou!
Era uma vez um homem que tinha passado toda a sua vida trabalhando e que juntara todos os centavos que ganhava. Ele era realmente muito mão-de-vаса.
Antes de morrer, disse à mulher:
— Ouve-me bem! Quando eu morrer, quero que pegues todo o meu dinheiro e o coloques no caixão junto comigo. Eu quero levar todo o meu dinheiro para a minha próxima encarnação.
Dito isto, obrigou a mulher a prometer que, quando ele morresse, ela colocaria todo o seu dinheiro dentro do caixão junto dele.
Um dia o homem morre.
Foi colocado dentro do caixão, enquanto a mulher se mantinha sentada a seu lado, toda de preto, acompanhada pelos amigos mais chegados.
Quando terminou a cerimônia e antes de o padre se preparar para fechar o caixão, a mulher disse:
— Só um minuto! Tinha uma caixa de sapatos com ela. Aproximou-se e colocou-a dentro do caixão, juntamente com o corpo. Um amigo disse-lhe:
— Espero que não tenhas sido doida o suficiente para meteres todo aquele dinheiro dentro do caixão!
Ela respondeu:
— Claro que sim. Eu prometi-lhe que colocaria aquele dinheiro junto dele e foi exatamente o que fiz.
— Estás me dizendo que puseste todos os centavos que ele tinha dentro do caixão com ele?
— Claro que sim! — Respondeu a mulher. — Juntei todo o seu dinheiro, depositei-o na minha conta e passei-lhe um cheque nominal cruzado. Vai descontar lá no inferno!
Estavam todos no jardim de infância, cuidado por uma bondosa freira, lá pelas bandas da Irlanda! Pra começar uma brincadeira, a Irmã pede a cada uma das crianças que digam o que querem ser quando crescerem.
— Ah, eu quero ser médica.
— Ah, eu advogado.
— Ah, eu quero ser engenheira.
— Ah, eu quero ser padre.
— Ah, eu quero ser prostituta.
E a Freirinha:
— Minha filha, que coisa horrível, mas porque você quer ser isto?
— Ah, irmã, eu quero ser prostituta e pronto! Eu quero!
— Ah, minha filha, graças a Deus! Eu tinha entendido protestante.
O louro dado de presente ao padre, veio de um bar onde uma freguesia fanática reunia-se para ouvir jogos de futebol pelo rádio, enquanto tomavam suas cervejas.
O padre, muito satisfeito, colocou o novo hóspede numa coluna junto ao púlpito.
No domingo seguinte, começou seu sermão sob os olhares atentos dos fiéis e do papagaio:
— Meus irmãos! Cristo nasceu na Terra Santa, passou por Belém, passou por Nazareth, passou pela Galiléia, passou por Jerusalém, passou por...
— Рuта меrdа — interrompeu o papagaio — não tem um beque para segurar esse homem?
Esta aqui é aquela do cara que estava no alto de um edifício gritando que ia se matar. A razão era que ele havia perdido um dos braços num acidente. Mas um pastor que ia passando ouviu o desespero e disse:
— Meu irmão, não seja tão cruel com você mesmo, a vida pode ser feliz mesmo para você que não tem um braço. O sujeito nem ligou, disse que era conversa fiada. Mas de repente o pastor vê um homem que não possuía os dois braços e ia passando lá em baixo rebolando. O pastor aproveita e diz:
— Olha, meu filho, aquele nosso irmão perdeu os dois braços e ainda tem ânimo para andar dançando, alegre, vamos até lá para perguntar-lhe qual o motivo de tanta alegria.
Convencido, ambos descem e chegam no homem e perguntam:
— Meu filho, como você consegue não ter os dois braços e ainda andar pela rua dançando, cheio de alegria?
O homem irritado responde:
— Alegria? Dançando? Eu tô é com uma рuта de uma coceira no cu e não consigo coçar!
O padre está dirigindo o seu carro, voltando de um casamento quando de repente fiса com uma vontade incontrolável de tirar água do joelho. Rapidamente ele para o carro e, como padres não podem mijar nas ruas, entra no primeiro bar que vê. No bar as mulheres de mini-saia, os punks, clubbers e roqueiros param de dançar, olham assustados para o padre e ele pergunta:
— Pelo amor de Deus, onde fiса o toalete?
O barman cochicha para o sacerdote:
— Desculpe, seu Padre... Acho que é melhor o senhor não usar o nosso banheiro! Lá há uma estátua de uma mulher pelada com apenas uma folha de parreira cobrindo o sеxо. Isso com certeza não vai agradar o senhor...
— O que é isso! — diz o padre, aflito — Eu posso muito bem suportar este tipo de objeto pagão!
E então o padre se dirige até o banheiro e todos do bar ficam muito intrigados.
Quando ele volta todos estão dançando novamente e o cumprimentam, abraçam e chamam para dançar.
— O que significa isso? — perguntou o padre, abismado.
— Agora você é um dos nossos! — gritou um jovem, com uma garrafa na mão.
— Por quê? — perguntou o padre — Só porque eu fui no banheiro?
— Não exatamente! — intervém o barman — É que toda vez que alguém vai ao toalete e levanta a folha de parreira, todas as lâmpadas do bar se apagam e se acendem!
Um nordestino que morava em uma região muito pobre reclamava com um cumpadre do sofrimento que é a seca, a sede e, principalmente, a fome! O compadre, que era meio irresponsável, falou:
— Porque que você não vai para os Estados Unidos bichinho? Lá num tem seca nem fome e todo mundo é rico!
O nordestino perguntou:
— Mas cumu que eu vou prá lá?
E o cumpadre:
— Ora, arrume emprego em um navio que vá para lá!
O nordestino arrumou sua тrоuxа e se mandou para os Estados Unidos, matando-se de trabalhar em um navio cargueiro.
Chegando em Nova Iorque o nordestino além de fome começou a sofrer com o frio, porque não conseguia arrumar emprego pois não falava uma só palavra em inglês... Ele estava sentado em uma calçada, congelado e faminto, esperando pela morte, quando passou um mexicano e perguntou:
— O que acontece Muchacho? Queres ir para o meu circo?
O nordestino então, com dificuldade de andar foi até o circo, que era aquecido, onde tomou um banho quente, trocou de roupa, fez uma farta refeição e foi dormir para recuperar as forças. Quando acordou foi procurar o mexicano:
— O que posso fazer para recompensá-lo?
O mexicano respondeu:
— Quero que vistas uma pele de leão e entres no picadeiro para lutares com uma jiboia!
O nordestino recuou um passo, mas pensou que se não fosse o mexicano já estaria morto...
Na hоrа do espetáculo o mexicano anunciou:
— E agora, a sensacional luta do leão africano com a jiboia da amazônia!
O nordestino, vestido de leão, entrou no picadeiro urrando, mas quando viu a imensa cobra entrando do outro lado ajoelhou-se e disse:
— Meu padim padre Cícero, de Juazeiro no Ceará, não deixe essa cobra me matar!
A cobra colocou as mãos na cintura e disse:
— Ó chente bichinho, tu é de lá também?