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Uma bichinha comprou um fusquinha e ficou toda serelepe, mandou pintar o fusca de rosa e trocar a buzina. A buzina agora fazia "wuuuwuuuu". Logo ela foi chamar a Karlinha — outra bichinha — para passear de fusca, e a cada bofe que passava elas buzinavam.
Se divertiam até que um caminhoneiro, daqueles bem parrudos, veio em alta velocidade e bateu na traseira do fusquinha, provocando um grande estrago. As bichinhas saíram loucas:
— Ah não! Meus deuses! Meu fusquinha novinho... — e virando-se para o caminhoneiro — Escuta aqui, bruto, você vai ter que pagar o estrago.
— Que pagar nada! Fiса na sua! — respondeu áspero o caminhoneiro.
— Ai, vai pagar sim senhorrrrrr. Você bateu por trás e está erradíssimo. Vai ter que pagar.
Karlinha ajudava:
— Isso mesmo. Eu sou testemunha. Vai pagar, seu grosso!
O caminhoneiro era irredutível:
— Não vou pagar e pronto! Saia da frente!
A bichinha motorista não se conteve e mandou que Karlinha chamasse a polícia. E enquanto a outra ia chamar a polícia, a motorista insistia:
— Quero ver se você não vai pagar. Você vai pagar sim senhor!
O caminhoneiro engrossou:
— Vou pagar o сасете!
A bichinha voltou-se para Karlinha, já longe, e gritou:
— Karlinhaaaaaa. Volta, volta que ele quer negociar...
Dois amigos estavam fumando maconha e foram pegos pela polícia. No dia do julgamento o juiz, que estava de bom-humor, disse:
— Vocês parecem ser boas pessoas, por isso lhes darei uma segunda chance!
— Ao invés de irem pra cadeia, vocês terão que mostrar para as pessoas os terríveis males das drogas e convencê-las a largá-las!
— Compareçam ao tribunal daqui uma semana, pois eu quero saber quantas pessoas vocês convenceram!
Na semana seguinte os dois voltaram e o juiz perguntou para o primeiro homem:
— Como foi sua semana, rapaz?
— Bem, meritíssimo, eu convenci 17 pessoas a pararem de consumir drogas para sempre!
— 17 pessoas? — disse o juiz, satisfeito — Que maravilha. O que você disse para elas?
— Eu usei um diagrama, meritíssimo. Desenhei 2 círculos, um pequeno e um grande. Aí apontei pro círculo maior e disse:
"Este é o seu cérebro em tamanho normal... — e apontando pro menor — E este é o seu cérebro depois das drogas!"
— Muito bem! — aplaudiu o juiz, virando-se para o outro sujeito — E você? Como foi sua semana?
— Eu convenci 234 pessoas, meritíssimo!
— 234 pessoas? — exclamou o juiz, pulando da cadeira — Incrível! Como você conseguiu isso?
— Utilizei um método parecido com o do meu colega. Também desenhei 2 círculos, um pequeno e um grande. Mas eu apontei para o círculo menor e disse:
"Este é seu cu antes da prisão..."
Eu e minha vizinhança sofríamos de assaltos regularmente... eu já estava cheio disso! Então desativei meu sistema de alarme, deixei de pagar o guarda noturno e dispensei a vigilância do bairro.
No jardim de casa hasteei 3 bandeiras: Uma bandeira do Afeganistão, outra da Arábia Saudita e no meio a bandeira nеgrа do Estado Islâmico. Agora, somos vigiados pela Polícia local, Federal, pela Segurança Pública, Interpol, etc. 24 horas por dia, 7 dias por semana e 365 dias por ano. Meus filhos são seguidos quando vão para a escola, minha esposa quando sai de casa, e me seguem quando vou e volto do trabalho. Ninguém mexe com a gente. Nunca me senti tão seguro. Já me disseram que se eu botar uma de Cuba ainda ganho um dinheirinho da Dilma.
Em uma cidadezinha do interior havia um abacateiro carregado dentro do cemitério.
Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e pegar todos os abacates.
Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o "prêmio".
— Um pra mim, um pra você. Um pra mim, um pra você.
— Pô, você deixou dois caírem do lado de fora do muro!
— Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pegamos os outros dois.
— Então tá bom, mais um pra mim, um pra você.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de 'um pra mim e um pra você' e saiu correndo para a delegacia.
Chegando lá, virou para o policial:
— Seu guarda, vem comigo! Deus e o diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
— Ah, cala a boca bêbado.
— Juro que é verdade, vem comigo.
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a escutar...
— Um para mim, um para você...
O guarda assustado:
— É verdade! É o dia do apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?
De dentro do cemitério se ouve:
— Um para mim, um para você. Pronto, acabamos aqui. E agora?
— Agora a gente vai lá fora e pega os dois que estão do outro lado do muro...
— Coooooooooorreeeeeeeeeeeeeee!
O rapaz vai ao cinema com um amigo e, a certa altura, o desafia:
— Duvida eu dar um tapa na cabeça deste careca?
E o amigo, mais que depressa:
— Duvido!
O rapaz lasca um tapa no careca e diz:
— Ô Oliveira! Quanto tempo... puxa, que saudades!
E o careca:
— Que é isso, rapaz?! Eu não sou o Oliveira e não te conheço!
— Puxa, mil desculpas! É que o senhor é a cara do Oliveira.
Passados cinco minutos, o rapaz vira-se para o amigo novamente e diz:
— Duvida eu dar outro tapa na cabeça deste careca?
— Duvido!
O rapaz lasca um outro tapa no careca e diz:
— Ô Oliveira, deixa de frescura... eu sei que é você...
Aí o sujeito se enfeza, levanta-se e, com o dedo em riste, dispara:
— Escuta aqui, ô seu sujeitinho safado, se você tocar em mim novamente eu vou chamar a polícia!
— Pô, desculpa mesmo! É que o Oliveira é muito brincalhão e eu pensei que...
— Não me interessa o que você pensou! Me deixe em paz, senão vou chamar a polícia!
Então, o careca saiu e foi sentar lá na frente.
Aí o rapaz vira-se para o amigo e diz:
— Duvida eu dar outro tapa na cabeça deste careca?
— Duvido.
Ele vai lá, tasca um tremendo tapa na cabeça do coitado e diz:
— Ô Oliveira, você tá aqui! Puxa, te confundi com outro cara ali atrás e quase que eu apanho!
À medida em que as cidades vão se tornando metrópoles, os crimes vão se tornando mais frequentes, e a justiça vai tendo maior dificuldade em punir os malfeitores. Crimes acontecem todos os dias, com uma rapidez muito maior do que a capacidade que a justiça tem de resolvê-los, e de punir os criminosos. E assim é o dia a dia daqueles que têm a responsabilidade de cuidar do cumprimento das leis.
E tendo acontecido um сriме de homicídio, em uma determinada cidade, o delegado Ahirton Celsio foi destacado para instaurar, e acompanhar o devido inquérito policial. E apesar de muito trabalho já efetuado, na primeira semana do inquérito o delegado ainda não tinha chegado a nenhuma pista do assassino. Passados mais alguns dias, assim como de repente, apareceu uma testemunha que tinha presenciado o сriме, e que, devidamente protegido pela justiça, comprometeu-se a cooperar nas investigações. E o delegado ouviu essa testemunha, que o levou até o suspeito do сriме.
O delegado levou a testemunha à residência do suspeito, para reconhecimento, e aí ele se deparou com mais uma dificuldade: O suspeito apresentado pela testemunha tinha um irmão gêmeo, exatamente igual a ele. E como a testemunha não conseguiu apontar qual dois gêmeos era o autor do сriме, o delegado não teve outra saída, e prendeu os dois irmãos, que ficaram em celas separadas.
Após um mês da prisão dos gêmeos o inquérito ainda não apontava o autor do сriме, e o delegado resolveu fazer uma acareação com os dois irmãos. Durante o trabalho de acareação o delegado percebeu que um dos irmãos gêmeos tinha engordado visivelmente, e que o outro gêmeo continuava com o mesmo físico de quando ele tinha sido preso.
O delegado Ahirton mandou que pesassem os dois gêmeos, e foi constatado o que ele já tinha percebido: Um dos gêmeos tinha engordado quase vinte quilos, enquanto que o outro gêmeo não tinha engordado nem um quilo. O delegado analisou detalhadamente todas essas últimas informações, e resolveu soltar o irmão gêmeo gordo, e indiciar o irmão gêmeo magro, como autor do homicídio.
Os auxiliares do delegado Ahirton, preocupados com a apresentação de uma justificativa de indiciamento nos autos do processo, solicitaram que ele lhes apresentasse os motivos periciais e jurídicos para que o gêmeo gordo fosse liberado, e para que o gêmeo magro fosse indiciado. E o delegado lhes disse:
— Elementar, companheiros! Eu observei que um dos gêmeos tinha engordado. A partir daí eu concluí que o gêmeo que não engordou é o que matou, pois todos nós sabemos muito bem que "O que não mata, engorda"!