VINGANÇA FEMININA 1 > >Um homem sempre gozava de sua mulher. Um dia, ele passou na casa de seus >amigos para que eles o acompanhassem até o aeroporto, porque sua mulher ia >viajar. Ele disse na frente de todo mundo:
>- Amor, traz uma francesinha de Paris pra mim?
>Ela abaixou a cabeça e embarcou muito chateada. A mulher passou quinze dias >na França. O marido pediu que os amigos o acompanhassem novamente ao >aeroporto.
>Ao chegar lá, ele perguntou para a mulher:
>- E aí Amor, você trouxe minha francesinha??
>Ela disse:
>- Eu fiz o possível. Agora é só rezar para nascer menina!
> >VINGANÇA FEMININA 2 (A MELHOR) > >O casal está passeando pela praia, e ela pede que lhe compre um biquíni.
>Ele responde:
>- Com esse corpo de máquina de lavar? Nem pensar!"
>Continuam caminhando, e ela insiste:
>- Bom, então compra um vestido para mim?"
>Ele responde:
>- Com esse corpo de máquina de lavar? Nem pensar!!"
>Passa o dia. À noite, já n a cama, o marido vira para a esposa e pergunta:
>"E aí, mulher? Vamos botar a máquina de lavar para funcionar?"
>E a mulher, com ar de desprezo, responde:
>"Para lavar só esse paninho? Ah...! Lava na mão mesmo que dá menos >trabalho!"
> >VINGANÇA FEMININA 3 > >O marido estava em seu leito de mor te e chamou a mulher. Com voz rouca e já >fraca, disse-lhe:
>- Meu bem... chegue mais perto... Eu quero... lhe fazer uma confissão!
>- Não, não - respondeu a mulher. Sossegue e fique quietinho aí. Você não >pode fazer esforço.
>- Mas mulher - insistiu o marido. Eu preciso morrer... em paz! Eu quero te >confessar algo!
>- Está bem, está bem! Pode falar!
>- É o seguinte... Eu transei... com a sua irmã... com a sua mãe e... Sua >melhor amiga!
>- Eu sei, eu sei - disse a mulher. Foi por isso que eu te envenenei, seu >filho da рuта!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
>
Um caipira morador do interior da Bahia, criava uma canário Belga. O verdadeiro animal de estimação. Durante os domingos ele levava o animal na gaiola para passear. Certo dia, quando caminhava pela praça principal do bairro, onde morava ele percebeu uma movimentação diferente. Encostou na multidão e presenciou uma briga de canários. Logo recebeu um convite para colocar o seu animal de estimação para enfrentar um duelo. Inicialmente criou resistência, porém diante de tantos apelos aceitou o desafio. O combate não durou mais de 15 segundos, pois seu canário devorou o adversário rapidamente. Parecia que o animal já tinha sido treinado. Em seguida apareceu outro desafiante, que teve o mesmo destino. Considerando que a cada luta existiam apostas e que o canário vencedor levava um percentual, o caipira imediatamente ficou interessado. Assim, o animal que a principio era apenas um animal de estimação, tornou-se um ganhador de torneios. Com a fama, o caipira recebeu um convite para um torneio que aconteceria em São Paulo. Nesse momento ele ja havia se tornado um viciado, logo não poderia rejeitar tal convite. Ao embarcar no aeroporto de Salvador recebeu uam gaiola coberta para levar o passáro. Embarcou e sentou na poltrona, quando percebeu que ao seu lado existia um cidadão com uma gaiola coberta. Como o seu vicio era enorme, assim que a aeronave levantou vôo, ele questionou ao seu vizinho se ele também estava indo para o mesmo torneio. O cidadão respondeu que não. Contudo o caipira não se conteve e convidou para um combate. Assim, ele cuidadosamente retirou o canário da sua gaiola e colocou dentro da gaiola do vizinho de poltrona, sem retirar o pano de cobertura, pois os demais passageiros não poderiam presenciar o desafio. Não levou cinco segundos e todo o avião ouviu o grito de um passáro. Então o caipira acrescentou.
— Foi a luta mais rápida. O meu é Belga e o seu?
— Angorá....
O Filho:
— Mãe, vem acampar comigo!
— Acampar? De jeito nenhum! Você só tem 7 anos.
— Tenho 15, mãe!
— Mas já?! Não é possível! Tem certeza?
— Absoluta. É que nos meus últimos aniversários você estava trabalhando e esqueceu de ir.
— Esqueci, não. É que caíram em dia de semana. Se tivessem feito como eu sugeri...
— Você sugeriu que mudassem o dia do meu aniversário pra todo primeiro domingo de maio.
— Exato. Domingo eu nunca trabalho.
— Papai contou que vocês se casaram num domingo e você trabalhou... durante a cerimônia.
— Eu só assinei uns documentos enquanto o padre falava. Ele nem percebeu.
— E em vez do vovô... você entrou na Igreja de braço dado com o contador!
— Claro! O balanço da firma era para o dia seguinte!
— E a lua-de-mel...
— Tá. Eu não fui. Mas mandei o boy do escritório me representando. Seu pai no começo resistiu, mas acabou aceitando.
— E quando eu nasci? Qual é a desculpa?
— Desculpa por quê? Você nasceu como qualquer criança.
— Nasci numa mesa de reuniões!
— Era numa reunião de diretoria! Não podia sair assim, só porque a bolsa estourou. E você devia se orgulhar! Foi o presidente de uma grande multinacional que fez teu parto.
— Já sei. E a secretária cortou meu cordão umbilical com o clipe.
— E o rapaz do xerox te amamentou. Sorte que ele tinha muito colostro...
— Não вrinса. Fiquei traumatizado.
— Eu fiquei. Você nasceu em cima de uma papelada importante. Quase perdi o emprego...
— E quando você foi me pegar na escola pela primeira vez? A vergonha que eu passei...
— Eu só estava com medo de nao te reconhecer... Não te via fazia um tempinho...
— Tive que segurar um cartaz, que nem parente desconhecido em aeroporto, escrito:
"Eu sou o Thiago".
— Thiago? Foi esse o nome que eu te dei?
— Que a moça do cartório me deu!, quando completei 8 anos e consegui ir sozinho a um tabelião. Fiquei sem nome durante oito anos! Oito anos sendo chamado de pssit!!
— Pssit. Até que não é feio!
— Tudo por causa dessa porcaria do teu trabalho! Faz uma coisa. Pra provar que você quer mudar, vem acampar comigo.
— Por que nós não acampamos lá no meu escritório? Do lado do fax tem um espaçao. E umas samambaias artificiais.
Posso contratar algum estagiário para ficar coaxando pra gente.
— Pára de brincar. Larga tudo e vem comigo.
— Bom, se você tá insistindo tanto, eu... Então tá. Eu...
Tudo bem, eu vou.
— Jura? Otimo! Você vai adorar!
— Ah, difícil pensar em programa melhor. Aquelas árvores, aqueles macacos guinchando, aquelas aranhas bacanas.
— Então está tudo certo.
— Só preciso saber assim, de um detalhe. A respeito do mato. Uma besteira.
— O quê? Se o mato tem mosquito? Se tem cobra?
— Não. Se o mato tem tomada.