Após uma longa e caliente lua de mel o maridão todo cheio de nove horas diz para a esposa:
— Querida, nossa lua de mel foi uma maravilha, mas existem algumas regras que você deve saber e respeitar para termos o nosso casamento feliz.
— Ok. Querido! Quais são as regras?
— Bem, nas segundas e quartas, eu tenho um compromisso sagrado: eu saio para jogar futebol com os amigos. Eu já faço isso há anos com a mesma turma da faculdade, não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!
— Ok. Meu amor! Tudo bem!
— Bem, nas terças e quintas, eu tenho um outro compromisso sagrado: eu saio para ir a sauna com os amigos. Eu já faço isso há anos, com alguns amigos.
Não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!
— Ok. Meu amor! Tudo bem!
— Nas sextas-feiras eu tenho um compromisso quase profissional: eu saio para tomar cerveja com o pessoal do escritório. É o lado social do nosso trabalho... você sabe como é! Eu já faço isso há anos...
Não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!
— Ok. Meu amor! Tudo bem!
— Poxa! Que bom que você entendeu tudo direitinho!
Encontrei a mulher certa! A minha turma vai ficar morrendo de inveja da minha sorte!
— Vamos nos dar muito bem, querida...
Quando ela faz um aparte...
— Espere um pouquinho meu amor! Eu também tenho uma regra que eu quero continuar seguindo, é apenas uma, e depende muito de você!
— E qual é, meu amor?
— Todas as noites, com marido ou sem marido, eu transo!
Os melhores jogadores sul-americanos de todos os tempos estavam em um avião, indo para o Rio de Janeiro, mais precisamente no Maracanã, onde haveria o jogo do século.
Dentro desse avião estavam todas as estrelas latinas do futebol, e como acontece na maioria das piadas sem graça de aviões, ocorre uma pane que leva todos os atletas ao desespero.
A aeromoça avisa que o avião está perdendo altura por excesso de peso e vão ter que se livrar dos equipamentos e bagagens. Lá se vão os uniformes, bolas, chuteiras, malas, e tudo o que os jogadores levavam.
Instantes mais tarde, a aeromoça volta chorando e diz que com muita lástima, vidas humanas terão que ser sacrificadas, para que o avião não caia. Então os jogadores, sem escolha, fazem fila para pular.
O primeiro é Solano:
— Por amor ao Peru! — e pula.
Depois vai Salas:
— Por amor ao Chile! — e pula.
Aí vai Chilavert:
— Por amor ao Paraguai — pula.
Chega a vez do Pelé:
— Por amor ao Brasil! — e empurra o Maradona.
O Fernando Henrique vai na festa do 145º aniversário do Roberto Marinho. Mas ao chegar na entrada da supermansão, percebeu que tinha esquecido a sua carteira.
— Desculpe, mas sem convite não posso deixá-lo entrar — alegou o porteiro, todo educado.
— Mas, eu sou o Fernando Henrique Cardoso, sociólogo e presidente da República!
— Então, me mostre seus documentos!
— É que também não tenho documentos, esqueci a minha carteira!
— Desculpe-me, mas não vou poder deixar o senhor entrar!
— O que é isso? O senhor nunca me viu na TV? Olha bem para a minha cara!
— De fato, o senhor é muito parecido com o presidente, mas sabe como é... existem muitos sósias seu por aí... o senhor vai ter de provar que é o senhor mesmo!
— Mas o que você quer que eu faça?
— Não sei! O Pelé também se esqueceu dos documentos, aí eu lhe dei uma bola de futebol e ele fez uma demonstração que logo me convenceu. O Oscar também esqueceu os documentos e eu lhe dei uma bola de basquete e ele fez uma demonstração e provou que era o grande Oscar.
— Pô, mas eu não sei fazer nada!
— Ok! Pode entrar!
Depois de um mês de casamento, o marido pergunta à esposa:
— Amorzinho, me diga a verdade... Com quantos homens você já se deitou?
— Ah, querido, não vamos falar disso agora...
— Pode falar, amor... Eu não vou ficar chateado.
— Você Jura?
— Claro, meu bem. Fale a verdade pra mim!
— Tudo bem — diz a mulher, contando nos dedos — Vamos lá... Tem o meu primeiro homem, depois aquele gordinho, aqueles dois amigos da faculdade, o filho do meu chefe, depois aquele jogador de futebol, aquele pagodeiro, os dois vizinhos da Eunice... Bom, acho que foram nove!
— Ah, então eu sou o seu décimo homem? — perguntou o marido, decepcionado.
— Não, seu bobo... Você foi o primeiro!
O louro dado de presente ao padre, veio de um bar onde uma freguesia fanática reunia-se para ouvir jogos de futebol pelo rádio, enquanto tomavam suas cervejas.
O padre, muito satisfeito, colocou o novo hóspede numa coluna junto ao púlpito.
No domingo seguinte, começou seu sermão sob os olhares atentos dos fiéis e do papagaio:
— Meus irmãos! Cristo nasceu na Terra Santa, passou por Belém, passou por Nazareth, passou pela Galiléia, passou por Jerusalém, passou por...
— Рuта меrdа — interrompeu o papagaio — não tem um beque para segurar esse homem?