Piadas recentes

Um homem voando num balão percebe que estava perdido.
Ao ver alguém lá embaixo, resolve descer um pouco para perguntar. Quando está suficientemente baixo, grita:
— Hei! Você ai! Pode me dizer onde estou?
— Sim! Você está num balão, a cerca de 5 metros do solo! - responde o outro que está no solo.
— Você é engenheiro, não é? - pergunta o balonista.
— Sim, sou! Como você sabe?
— Bem, diz o balonista, tudo o que você disse é tecnicamente correto, mas não me serviu para nada.
— E você é gerente, não é? - replica o engenheiro.
— Sim sou gerente! Mas como você adivinhou? - pergunta o balonista.
— Sei pelo fato de que você não sabe onde está, nem pra onde está indo, mas espera que eu te ajude. Você está na mesma situação em que estava antes de me encontrar, e agora quer colocar a culpa em mim!
Decidi matar um dia de serviço na empresa e fui jogar golfe. Quando estava escolhendo o taco para o segundo buraco, notei que havia uma rã perto dele. A rã coaxou:
— Croc-croc, taco nove.
Achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco sugerido e bati na bola. Qual não foi a minha surpresa ao ver que a bola parou a um palmo do buraco!
Eu exclamei para o batráquio:
— Uau, fantástico! Será que você é uma rã da sorte?.
A rã respondeu:
— Croc-croc, rã da sorte.
Resolvi levá-la comigo até o próximo buraco.
— O que você acha, rã?, perguntei.
— Croc-croc, madeira três, disse ela. Peguei o taco três e bati. Вuм! Direto no buraco! Fiquei espantado, sem fala. No fim do dia, tinha feito a maior pontuação em golfe de toda a minha vida. Aí, perguntei à rã:
— Legal. E agora? Ela respondeu:
— Croc-croc, Las Vegas!. Então, fomos para Las Vegas, e a rã sugeriu um novo jogo de roleta no elegante cassino do Caesar's Palace. Lá chegando, perguntei o que deveria apostar.
— Croc-croc, 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas.
Aquela aposta era alucinada , mas não hesitei. Pus todas as minhas fichas. E acertei na cabeça. Ganhei uma fortuna de milhões de dólares. Peguei toda aquela grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi a suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse:
— Rãzinha, não sei como lhe pagar tantos favores. Você me fez ganhar tanto dinheiro, que lhe serei grato para sempre.
A rã respondeu:
— Croc-croc, beije-me. Mas tem que ser na boca. A princípio, tive nojo, mas depois pensei em tudo o que ela tinha feito por mim e vi que a bichinha merecia qualquer sacrifício. Como o meu beijo demorou vários minutos, ela inacreditavelmente foi se transformando numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua e, sentada sobre mim, foi me empurrando bem devargarzinho para a banheira de espuma.
— Juro por Deus, meritíssimo!! Foi assim que esta menina foi parar no meu quarto.