Piadas recentes

Uma vez um homem viajava em um balão de ar quente quando descobriu que estava totalmente perdido. Visto que sua situação era desesperadora, resolveu diminuir velocidade, e a sua altitude para ver se conseguia se localizar quando avistou um homem andando tranqüilamente pelo campo. Então gritou para o homem:
— Olá, você pode me dizer onde estou?
E o homem respondeu:
— Mas e claro. Você esta num balão a uns dez metros de altura do solo.
Constrangido com a resposta, o homem retrucou de cima do balão:
— Você com certeza é estagiário, não é?
— Sou sim, como o senhor sabe?
— É que a informação que você me deu é tecnicamente perfeita, só que não serve para absolutamente nada.
— Bom logo vi... O senhor é gerente, não?
— Sou mesmo, como você adivinhou?
— Fácil! Fácil! É o seguinte: O senhor não sabe onde esta, nem muito menos para onde vai. Está perdido, ferrado e a primeira coisa que faz é botar a culpa num estagiário!
Um sujeito entra numa loja de peles com uma loira espetacular. Ele diz ao vendedor:
— Quero que você dê a esta moça a mais linda estola de pele que você tiver nesta loja.
O vendedor mostra algumas à moça, que acaba se decidindo por uma.
Discretamente, o vendedor diz ao sujeito:
— Esta daqui custa R$ 65.000,00.
— Sem problema! — diz o homem — Faço-lhe um cheque já.
O vendedor se desculpa:
— O senhor tem que entender que só posso lhe entregar a estola depois que o cheque for compensado.
Como hoje é sexta-feira, terá que ser segunda.
— Entendo perfeitamente... Venho pegá-la na segunda-feira.
Na segunda-feira o sujeito volta na loja.
O vendedor lhe diz:
— Sinto muito, senhor, mas seu cheque voltou por falta de fundos.
— Eu já sabia... Eu só vim agradecer-lhe pelo mais fabuloso fim-de-semana de minha vida!
Tarde tranquila. A mãe a costurar e a cantar uma terna canção de Roberto Carlos. Aqui, acolá ela corta um pedaço de pano. Corta e costura. Ao lado está a pequerrucha Mariazinha, filha única e mimada, entretida com papel e lápis a desenhar figuras. O tempo passa e passa. A certa altura, a mãe pede a Mariazinha que lhe mostre os desenhos. Ela mostra os desenhos e a mãe toma um grande susto. Um susto tremendo. O que a mãe vê lhe causa uma terrível decepção, um verdadeiro choque. Os desenhos retratam claramente o famoso passaralho ou, para os mais sensíveis, um falo, o símbolo da virilidade: duas bolas e, saindo dentre elas, uma haste. A mãe não acredita no que vê. Como é que uma criancinha tão inocente começa, de repente, a desenhar essas coisas? Ela se controla o mais que pode e pergunta:
— Onde é que você viu isso, Mariazinha?
— Na sua mão, mãezinha.
— O quê??? O que você anda aprontando sua...
A mãe perde o controle. Mulher virtuosa e conhecedora de seu papel de mãe, ela não admite comportamentos indecentes. Desde cedo tem de impor respeito e dignidade à família. Aplica uma bem merecida surra na Mariazinha. Surra, castigo em pé no canto da parede, uma semana sem ver televisão e sem a mesada.
— Quando seu pai chegar você vai ter uma conversinha com ele.
Pobre Mariazinha! Ela chora, soluça desconsolada sem entender direito a gravidade de seus estranhos desenhos. A tarde passa devagar. E a Mariazinha em pé, já cansadinha, a coitada. E chorando aquele triste choro entrecortado de soluços. Como a tarde passa devagar.
Chega finalmente a noite e o pai volta do trabalho. A mãe vai falar com ele e diz para ele ter uma conversa muito séria com a filha. Já é tempo. Envergonhada, não mostra sequer os desenhos: o pai que pergunte à filha.
— O que é que você estava desenhando, Mariazinha? — pergunta o pai.
— A tesoura da mamãe...