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A velhinha pergunta para o marido moribundo:
— Meu bem, depois de quarenta anos de casado, me satisfaça uma curiosidade, você já me traiu alguma vez?
— Sim, querida! Uma única vez! Lembra-se quando eu trabalhava na Nestlé e tinha uma secretária chamada Margarida?
— Sim, me lembro!
— Pois é, aquele corpo já foi todinho meu!
E após alguns segundos, ele pergunta:
— E você velha, já me traiu?
— Sim, meu bem! Uma única vez! Lembra-se quando a gente morava na Vila Andrade, em frente ao Corpo de Bombeiros?
— Sim, me lembro!
— Pois é, aquele Corpo já foi todinho meu!
O casal está viajando de trem em lua de mel e o sujeito doido pra dar uma rapidinha. A cada túnel que passa, vai passando a mão nos seios da moça. E ela, toda recatada:
— Não, querido! Aqui não!
Logo o túnel acaba e ele volta a ficar sossegado.
No próximo túnel, ele enfia a mão no meio das pernas da moça.
— Ai, querido! Aqui não!
O túnel acaba e ele volta a ficar sossegado.
Outro túnel, ele enfia a mão na calcinha da moça e começa a boliná-la.
— Ai, querido! Aqui não!
Logo o túnel acaba e ele sossega.
De repente, o trem pega um túnel que não acaba mais e fiса tudo escuro por um tempão. Logo que o túnel acaba, ele cochicha no ouvido dela:
— Se eu soubesse que esse túnel era tão comprido, teria te comido aqui mesmo!
E a moça, apavorada:
— Quer dizer que não foi você?
Era meu aniversário. Acordei todo contente esperando os cumprimentos de minha esposa e nem sequer um bom dia recebi. Veio então meu filho do quarto e a mesma coisa! Minha mãe nem ao menos me telefonou.
Fui para o trabalho e minha secretária veio correndo me dar os parabéns, e me disse:
— Feliz aniversário, chefinho!
Fiquei muito feliz com aquele cumprimento. Pelo menos ela havia se lembrado! Passei a manhã toda alegre e me lembrando do quanto aquele cumprimento havia sido importante para mim.
Na saída para o almoço, minha secretária interpelou-me dizendo:
— Está um dia lindo! Que tal se almoçássemos juntos, já que é um dia tão importante para o senhor?
Achei a ideia ótima e nos dirigimos até um restaurante bem agradável, pouco afastado da cidade. O almoço correu em clima bem descontraído e eu já havia até me esquecido das decepções que tive pela manhã. Foi então que minha secretária sugeriu:
— Está um dia tão agradável que acho que podíamos ir até minha casa tomar um drink e relaxar um pouco.
Fui todo animado, já antevendo o que poderia ocorrer em sua casa. Chegando lá ela me disse:
— Sirva-se à vontade. O barzinho fiса logo ali. Eu vou colocar algo mais confortável e já volto.
Ela entrou no quarto, e após cinco minutos, surgiram de dentro do quarto dela, minha mulher, meu filho, minha mãe e a secretária gritando:
— Feliz aniversário!
E lá estava eu, nu, só de meias, deitado no sofá.
Eram dois irmãos gêmeos, e também pescadores. Um, casado e o outro, solteiro.
Um dia, a mulher do primeiro morreu e, como desgraça nunca vem sozinha, a velha canoa do irmão solteiro afundou no mesmo dia.
Uma senhora, sabendo do ocorrido com o jovem viúvo, resolveu dar os pêsames. Sem saber que os irmãos eram gêmeos idênticos, ela se aproximou do solteiro, que havia perdido o barco, e disse:
— Soube agora pouco! Que perda! Deve estar sendo terrível para você.
E o pescador respondeu:
— Pois é! Estou arrasado. Mas é preciso enfrentar esse momento difícil... Sabe: ela já estava mais pra lá do que pra cá, seu traseiro estava todo arrebentado, fedia muito... Aquele cheirão de peixe podre... Além do mais, ela andava juntando água por causa de uma fenda enorme que tinha na frente, além do buracão atrás... Toda vez que eu a usava, o buraco ficava maior... Acho que foi por isso que, quando a aluguei para quatro rapazes se divertirem, ela não agüentou!
Duas amigas íntimas, muito bem casadas (com seus respectivos maridos) resolveram quebrar a rotina e sair juntas, em um sábado à noite.
Depois de encher a cara e falar da vida alheia a noite toda elas resolveram voltar pra casa, caindo de bêbadas.
No caminho, uma delas falou:
— Fê, pára o carro! Eu preciso fazer xixi!
— Que coincidência! — disse a amiga Rê, parando o carro, em frente a um cemitério.
Então elas desceram, se abaixaram e começaram a mijar, na frente de um túmulo.
— Caraca! — gritou Rê — Como é que eu vou me secar? Não posso ficar ensopada desse jeito... Enquanto ela falava, Fê tirou a calcinha, se secou e jogou a dita cuja fora.
— O quê? — gritou Rê, indignada — Nunca que eu vou jogar a minha lingerie de grife fora... Eu prefiro me secar com isso aqui! — e se limpou com a fita de uma coroa de flores.
No dia seguinte, os maridos, que também eram muito amigos, comentavam:
— Rapaz, a gente tem que ficar de olho nas nossas mulheres! Você acredita que ontem a Fê chegou em casa sem calcinha?
— Putz, isso não é nada! — falou o amigo — Pior foi a Rê que chegou com uma faixa presa no rаво, escrito:
"Jamais te Esqueceremos".
Sabendo que a filha de 18 anos está em casa com o novo namorado, o pai ciumento chega mais cedo e corre pro quarto dela. Quando ele vai abrir a porta, escuta a garota dizer:
— Só casando, só casando, só casando...
Orgulhoso dos princípios da filha, ele fiса mais tranqüilo e escuta a mesma frase, agora em tom mais dominador:
— Só casando. Só casando! Só casando!
— Essa é a minha garota! — sussurra ele — Eu sou um homem de sorte de ter uma filha tão disciplinada e...
— Só casandooooooo! — interrompe ela, aos berros, do outro lado da porta.
Convicto de que a filha sabe se defender sozinha, o pai vai pra sala assistir TV. Meia hоrа depois, a menina aparece toda descabelada, ajeitando o vestido e diz, assustada:
— Papai? Eu nem sabia que o senhor estava em casa! A propósito, este é o meu novo namorado. O nome dele é Zando!
Um cara estava andando pela rua quando viu um camelô com uma banquinha vendendo sapos. Eram aqueles sapos grandes, e havia uma placa que dizia: Sapo Chupador!
O cara perguntou:
— Que меrdа é esta?
O vendedor disse:
— É uma espécie de sapo especial, que eu desenvolvi e que chupa como ninguém.
O cara ficou desconfiado, mas como estava meio mal com a mulher e os sapos eram baratos, resolveu comprar um e levar para casa.
Foi mais cedo pra casa e no final da tarde quando a mulher chegou de volta do trabalho encontrou aquela cena: o cara estava na cama, pelado, com o sapo no ombro, de olho arregalado e lendo junto com ele um livro de receitas culinárias.
A mulher, irritadíssima, perguntou:
— Que porcaria é esta? Você na cama pelado com este sapo horrível no ombro e ainda por cima lendo um livro de receitas?
O cara olhou para mulher e disse:
— Se esse sapo aprender a cozinhar, você tá fudida!
O marido, ao chegar em casa no final da noite diz à mulher que já estava deitada:
— Querida, eu quero amá-la.
A mulher, que estava dormindo, com a voz embolada, responde:
— A mala... Ah não sei onde está, não! Use a mochila que está no maleiro do quarto de visitas.
— Não é isso querida, hoje vou amar-te.
— Por mim, você pode ir até Marte, Júpiter, Saturno e até à рuта que o pariu, desde que me deixe dormir em paz...