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O sujeito era gago e fanho. Não bastasse, ainda estava desempregado. Um belo dia, entretanto, ao andar à toa pela rua, o gaguinho vê uma grande loja de departamentos com o aviso de "Precisa-se de vendedor" à porta. Mais que imediatamente pensa:
— O-o-o-ba, t-t-t-t-tá prá mim...
Chegando à loja, o gaguinho dirije-se ao gerente e pede:
— Eu q-q-q-quero o empa-pa-pa-pa-prego de v-v-v-vended-d-d-dor.
O gerente, com um quê de complacência e piedade, olha pro gago e tenta destituí-lo da idéia:
— Meu senhor, não me leve a mal.... mas o senhor, além de gago, é fanho.... não dá pra ser vendedor...
No que o gago, resoluto, retruca:
— Eu ca-ca-ca-ca-consigo ssssim. Me dá uma cha-cha-chance só pra vvvvoce vvvver.... Eu tr-tr-tr-tr-trabalho de grrrrraça por uma sa-sa-sa-semana.
O gerente, com dó do pobre coitado, тора a parada, mas adverte o gaguinho:
— Olha, é de graça e é só por uma semana. Se vc. não vender, está fora, certo?
Pouco depois, entra um cliente na loja e o gaguinho vai logo chegando, com uma lata de minhocas na mão:
— Olha a ma-ma-ma-ma-minhoca.... bbbbbboa.... gggggorda.
O cliente gosta das minhocas e compra. O gaguinho continua:
— Se vvvvvvai pa-pa-pa-pescar, tttttem que comprrrrar a va-va-va-vara, né?
O sujeito compra a vara. O gaguinho não desiste:
— Ihn... pra pa-pa-pa-pescar, tttttem qqqque tttter anzzzzzol e linha....
O cara compra anzol e linha. O gaguinho continua no ataque:
— De qqqqq-que que adianta a ma-ma-minhoca, a va-va-va-vara, a li-linha e o anzzzol, sem o ma-ma-ma-mmolinete?
O cliente compra a molinete.
— Vvvvvvai fffficccar pa-pa-pa-pescando na bbbbeira do rrrrrrio? - mais uma vez o gago - Cccccompra um ba-ba-ba-ba-barrrcccco.
O sujeito compra o barco, mas o gaguinho não desiste:
— V-v-v-vai ficar lá igual b-b-b-bobo, ra-ra-ra-remando? Olha aqui este ma-ma-ma-motor de pa-pa-popa... qqqqquarente agá-gá-gá-pê... muito b-b-bom!
O cliente acaba comprado quase a loja inteira: barraca de camping, fogareiro, liquinho, saco de dormir, lampião, etc. e vai embora, feliz da vida.
O gerente, impressionadissímo com o que acabara de ver chega perto da gaguinho e diz, esfusiante:
— Você está contratado. É o melhor vendedor que eu já vi...
— Bri-bri-bri-gado...
O gerente, então, em voz mais baixa, pergunta para o gaguinho:
— Mas vem cá, me explica uma coisa. Me dá este macete de vendas. Como um sujeito vem a uma loja para comprar minhocas e você vende quase a loja inteira para ele?
— Ma-ma-ma-minhocas na-nada. Ele va-va-veio c-c-c-comprar ma-ma-ma-modess pra ma-mulher dele. Aí eu fa-falei: já qqque este f-f-f-fim de sa-sa-sa-semana num v-v-v-vai ter nheco-nheco, por-que vvvoce num va-vai pa-pa-pescar?
Um cara, desolado, que tinha tido um dia horrível estava no fundo de um barzinho pouco movimentado quando um bêbado chegou, arrancou o copo da mão do cara, bebeu metade e jogou o resto na cara dele.
— FALA DESGRAÇADO, FALA! O bêbado falou.
— Рuта меrdа... hoje eu estou tendo um dia horrível:
Eu acordei e saí de casa, entrei no carro e descobri que o tanque estava vazio; Depois de encher o tanque eu peguei um рuта trânsito para chegar no trabalho, e meu chefe me demitiu porque eu me atrasava muito; Eu cheguei em casa mais cedo e encontrei minha mulher com o amante, tentei bater no cara, mas ele me deu uma surra;
Como eu estava todo sujo de sangue, eu fui tomar um banho, mas como eu queria mudar a temperatura do chuveiro eu tomei um рuта choque;
E agora eu tô aqui, nesse bar, quase conseguindo me suicidar, mas aí vem um bêbado filho da рuта, pega meu copo e bebe todo meu veneno!!
Num certo dia o português,o brasileiro e o americano se encontram num cruzeiro.
No meio da viagem o cruzeiro afunda e só os três se salvam, e os três no meio do mar perdidos ficam desesperados,aí o português olha pra frente e diz:
— Terra a Vista.
O brasileiro logo se anima e diz:
— Vamos vamos lá tem muitas frutas para nós.
E os três vão nadando até chegar a ilha, chegando lá o americano diz:
— Nós estamos fudidos.
Aí o brasileiro:
— Estamos nada vamos procurar frutas.
E quando eles olharam pro lado viram canibais, rapidamente os canibais amarraram os três e levaram para o chefe deles.
Chegando no chefe, o chefe diz:
— Vocês vão ter que trazer uma fruta tropical cada.
Rapidamente cada um correu para um lado, o americano andou andou e achou uma maçã, aí ele voltou e foi entregar ao chefe e o chefe disse:
— Enfia na bunda se você rir morre.
E o americano ficou lá enfiando a maçã na bunda foi foi quando tava quase ele riu e o chefe mandou matar ele.
Aí apareceu o brasileiro com uma uva.
E o chefe tornou a dizer:
— Enfia na bunda se rir morre.
E o brasileiro começou a enfiar a uva na bunda du nada ele olhou pro lado e riu, o chefe também mandou matar ele.
Aí os dois mortos se encontram no céu e o brasileiro diz pro americano:
— Morreu com o que rapaz?
E o americano diz:
— Po sabe como é né eu tava lá com a maçã bem a beça aí do nada passou um mato na minha perna e fez eu rir.
E o americano pergunta ao brasileiro:
— E você rapaz morreu com o que?
E o brasileiro diz:
— Eu morri com uma uva.
E o americano:
— Po cara com uma uva? Uva é tão pequeno.
E o brasileiro diz:
— É é pequeno sim mais você sabe como é eu tava enfiando a uva na minha bunda, aí o português passou do meu lado com uma jaca aí eu rir!
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A Importância da Comunicação Do Presidente para o Diretor:
Na próxima sexta-feira, às 17 horas, o cometa Halley estará passando por esta área. Trata-se de um evento que ocorre a cada 78 anos. Assim, por favor, reúna os funcionários no pátio da fabricam, todos usando capacete de segurança, quando explicarei o fenômeno. Se chover, não veremos o raro espetáculo a olho nu.
Do Diretor para o Gerente:
A pedido do Presidente, na sexta-feira às 17 horas, o cometa Halley vai aparecer sobre a fábrica. Se chover, por favor, reúna os funcionários, todos de capacete e os encaminhe ao refeitório, onde o raro fenômeno terá lugar, o que ocorre a cada 78 anos a olho nu.
Do Gerente para o Supervisor:
A convite do nosso querido Presidente, o cientista Halley de 78 anos vai aparecer nu na fábrica, usando apenas capacete, quando irá explicar o fenômeno da chuva para os seguranças no pátio.
Do Supervisor ao Chefe:
Todo mundo nu, na próxima sexta, às 17 horas, pois o mandachuva do presidente, Sr. Halley, estará lá para mostrar o raro filme Dançando na Chuva. Caso comece a chover mesmo, o que ocorre a cada 78 anos, por motivo de segurança coloque o capacete.
Aviso para todos:
Nesta sexta-feira, o presidente fará 78 anos. A festa será às 17 horas no pátio da fábrica. Vão estar lá Bill Halley e seus cometas. Todo mundo deve estar nu e de capacete. O espetáculo vai rolar mesmo que chova, porque a banda é um fenômeno.
DILEMA DO EMPREGADO Se é atencioso, é puxa-saco Se não é, é arrogante Se chama o chefe de você, é folgado Se chama o chefe de senhor, é desambientado Se fiса depois da hоrа, está fazendo média Se sai na hоrа certa, é desinteressado Se cumpre estritamente as normas, não tem iniciativa Se questiona, é indisciplinado Se elogia, é gozador Se critica, é insubordinado Se diz-se satisfeito, é hipocrita Se diz-se insatisfeito, é ingrato Se não tem trabalho, é porque não procura Se tem muito trabalho, é porque é lerdo Se faz cursos, é aproveitador Se não os faz, não tem vontade de crescer Se procura conhecer outros serviços, é dispersivo Se só entende do seu, é bitolado Se não colabora, é mandado embora Se colabora, O CHEFE É PROMOVIDO!!!!
Aniversário de casamento e o marido chega em casa com uma caixa na mão. Presente para a esposa.
Ao abrir a caixa, ela retira um rádio e, com cara de insatisfeita, diz ao marido:
— Amor, já temos tantos rádios em casa, para que mais?
O marido responde:
— Mas este é muito especial! Foi meu chefe que o trouxe, a meu pedido, dos Estados Unidos! Você fala o tipo de música que deseja escutar e ele toca.
A mulher, para testar o rádio, o liga e diz:
— Pagode – começa a tocar (Fui no pagode na casa do gago...) - Gauchesca – começa a tocar (Não me pergunte onde fiса o Alegrete...
— Sertaneja – começa a tocar (Entre tapas e beijos é ódio é desejo...) A mulher fiса muito feliz, larga o rádio e vai dar um abraço no marido, no caminho ela tropeça e cai.
Muito brava ela grita: Меrdа!
E o rádio começa a tocar (Salve o Corinthians, campeão dos campeões...)
Joãozinho estava indo para a escola quando encontrou uma carta. Ele colocou a carta no bolso, sem ler, e seguiu o seu caminho para a escola.
Quando ele chegou na escola, sua professora viu que ele tinha algo no bolso e pediu para ver. Depois de ler a carta ela disse:
— O que é isso menino! Vai direto pra diretoria!!!
Quando Joãozinho chegou na diretoria, a diretora perguntou o que tinha acontecido. Então ele respondeu:
— É que quando eu estava vindo para a escola eu encontrei uma carta, a professora leu e me mandou pra cá.
E a diretora disse:
— Deixe eu ver essa carta Joãozinho.
Quando a diretora leu a carta ela disse:
— Que absurdo Joãozinho! Vai agora pra sua casa, você vai levar suspensão!
Joãozinho chegou em casa e sua mãe perguntou o que havia acontecido. Aí ele respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra cá.
— Deixe eu ver essa carta.
E depois de ler a carta, a mãe disse:
— Eu não acredito nisso! Vá embora daqui, você não é mais meu filho, vá morar debaixo da ponte!!
Debaixo da ponte Joãozinho encontrou um guarda que perguntou o que ele estava fazendo ali. E Joãozinho respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra cá.
O guarda pediu para ler a carta, e depois de ler disse:
— Não é possível! Vai agora pra cadeia!!!
Na cadeia Joãozinho encontrou um carcereiro que perguntou:
— O que você está fazendo aqui garoto?
Então ele respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra debaixo da ponte, um guarda leu e me mandou pra cá.
O carcereiro quis ler a carta e o menino deixou. Mas depois de ler o carcereiro falou:
— Ah!!! Você vai ter que ir para o tribunal!
No tribunal o juiz perguntou por que Joãozinho estava ali. E ele respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra debaixo da ponte, um guarda leu e me mandou pra cadeia, o carcereiro leu e me mandou pra cá.
E o juiz disse:
— Por favor, deixe-me ler essa carta.
Depois de ler a carta o juiz deu a sentença:
— Vai pra cadeira elétrica agora mesmo!!!
Joãozinho, morrendo de medo, teve que se submeter a isso. Depois de morrer eletrocutado, ele foi para o céu e Jesus perguntou o que ele estava fazendo ali tão cedo. E Joãozinho disse:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra debaixo da ponte, um guarda leu e me mandou pra cadeia, o carcereiro leu e me mandou pro tribunal, o juiz leu e me mandou pra cadeira elétrica, eu morri e agora estou aqui.
Então Jesus disse:
— Isso deve ser sério então. Deixe eu ler essa carta.
Depois de ler a carta Jesus disse:
— Que horror! Você não pode ficar aqui, vai agora pro inferno!!
No inferno Joãozinho encontrou o capeta, que perguntou:
— O que você está fazendo aqui pentelho?
O menino respondeu:
— É que quando eu estava indo pra escola eu encontrei uma carta. A professora leu e me mandou pra diretoria, a diretora leu e me mandou pra casa, minha mãe leu e me mandou pra debaixo da ponte, um guarda leu e me mandou pra cadeia, o carcereiro leu e me mandou pro tribunal, o juiz leu e me mandou pra cadeira elétrica, eu morri, fui pro céu, e Jesus me mandou pra cá.
Aí o diabo disse:
— Hum... Deixe eu ver essa carta... Deve ser bem interessante.
Mas como no inferno é muito quente a carta se queimou e ninguém nunca soube o que estava escrito nela!!!
Certo dia um homem viajou para uma reserva da África para caçar. De repente ele é surpreendido por uma tribo de índios. Os indios o amarraram no tronco de uma árvore, e o chefe perguntou a ele:
— Homem branco, tem duas escolhas: KARUNGA ou a morte?
O homem pensou:
— "KARUNGA ou a morte?!!! Eu não sei o que é KARUNGA, mas qualquer coisa deve ser melhor,, do que a morte...".
Então o homem respondeu auto e grosso:
— Karunga!!!
Em seguida, todos da tribo começaram a pular como se fosse uma festa e de repente aparece um negão do tamanho de um ármario que pegou o homem e foi para tráz de uma moita e CRAU! nele. E ele foi embora.
Depois daquele dia, ele não conseguiu mais dormir por muitas noites e decidiu procurar um psiquiátra.
O homem contou ao médico toda a história e então o doutor falou para ele:
— Tente esquecer disso. É só passado. Pense mais no futuro vá se divertir, praticar algum esporte.
Então o homem disse:
— Eu gosto muito de caçar...
— Taí, vai caçar e esqueça do que aconteceu.- respondeu o Doutor.
Então o homem foi caçar na mesma reserva da áfrica e foi surpreendido pela mesma tribo. Foi pendurado num tronco, então o chefe apareceu e lhe perguntou:
— Homem branco tem duas escolhas: KARUNGA ou a morte?
Daí o homem pensou:
— "Não vou conseguir suportar essa humilhação", e respondeu:
— A morte!
Então todos fizeram um grande silêncio e de repente apareceu aquele mesmo negão que fez CRAU nele. e o chefe disse:
— Homem branco tem muita coragem, então Chefe faz a vontade de homem branco... - e ordenou - KARUNGA até a morte!!!!