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Estressado, o alto executivo de uma multi-nacional, seguindo conselhos médicos, vai passar umas férias numa fazenda.
Para passar o tempo, resolve ajudar nas tarefas cotidianas.
No primeiro dia, o capataz da fazenda lhe sugere que espalhe um caminhão de esterco sobre o campo, para prepará-lo para o plantio.
Em poucas horas o executivo está de volta. O capataz confere o trabalho, está perfeito! Ele fiса impressionado.
— Agora eu gostaria que o senhor selecionasse estas batatas em três tamanhos diferentes, pequenas, médias e grandes! Com a sua esperteza, vai conseguir terminar antes do final da tarde.
No final da tarde, quando o capataz volta, fiса estupefato ao ver o executivo sentado no chão, pensativo, com uma batata na mão e três montinhos minúsculos à sua frente.
— Puxa! — comenta o capaz, coçando a cabeça. — Eu não entendo como o senhor pode ser tão esperto em uma tarefa e tão lerdo na outra.
Ao que o executivo justifica:
— É que espalhar меrdа é comigo mesmo, mas tomar decisões...
Dois amigos bebendo num barzinho:
— Pô, Carlos, você parece abatido. Algo o atormenta?
— Nem te conto, Xavier. Estou com uma dor insuportável no ovo esquerdo.
— Não te preocupes com isso. Tive um problema semelhante e meu médico curou num piscar de olhos.
— Então me da o endereço desse médico. Continuaram bebendo e ao se despedirem no final da noitada, o Xavier lembrou:
— E o endereço do médico?
Carlos sacou um cartão de visitas do bolso e, passando ao amigo, acrescentou:
— Pode procura-lo que esse doutor é milagreiro.
Mas com o efeito da bebedeira, por engano passou o cartão do advogado dele.
Dia seguinte, Xavier procurou o endereço do cartão.
— Doutor, estou com uma dor incrível no ovo esquerdo.
— Sinto muito, meu amigo, mas sou especialista em Direito.
— Pô, vai ser especialista assim no diabo que o carregue.
Amit era um alto funcionário da corte do Rei Akbar. Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de сhuраr os voluptuosos seios da rainha até se fartar. Todas as vezes que tentou, porém, deu-se mal.
Um dia, ele revelou seu desejo a Birbal, principal conselheiro do rei, e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo. Birbal, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro. Amit aceitou o acordo.
No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou no sutiã da rainha, que o deixara fora enquanto tomava banho. Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei preocupado. Estavam sendo feitas consultas a médicos, quando Birbal disse que apenas uma saliva de um escorpiano, com ascendente em câncer, se aplicada por quatro horas, curaria o mal. O Rei pediu para que Birbal encontrasse alguém que pudesse preencher estes requisitos e, depois de alguns minutos, ele trouxe Amit. Então Amit, pelas quatro horas seguintes, fartou-se em сhuраr à vontade os suculentos e deliciosos peitões da rainha. Lambendo, mordendo, apertando... Ele fez o que sempre sonhou!
Com seu desejo plenamente realizado e seu libido satisfeito, ele se encontrou com Birbal e se não só se recusou a pagar ao conselheiro como também o escorraçou. Amit sabia que, naturalmente, Birbal nunca poderia contar o fato ao rei, então não quis cumprir o trato das moedas de ouro.
No dia seguinte, por vingança, Birbal colocou o mesmo líquido na cueca do rei que, imediatamente, mandou chamar Amit!
Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas, como era caipira da gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que, depois de sua mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir. Mas ela fez questão de ir junto. Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado de fora.
E o médico disse após a consulta:
— Não é nada grave, só uma inflamação... Você coloca esse supositório e fiса tudo bem!
— Brigado, dotô... — disse o caipira, saindo da sala.
Do lado de fora, Gislaine foi logo perguntando:
— I aí, Cráudio? Como foi, homi?
— Eu só perciso usá esse negóço aqui... Chama "suipostório".
— Mais comé qui si usa isso, homi?
— Uai... — disse ele, colocando a mão na cabeça — Sei lá eu, sô!
— Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti ixpricá!
— Ai... O homi vai ficá brabo!
— Vai lá i num recrama, Cráudio!
E lá se foi o Cráudio:
— Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
— No reto. Supositórios são para colocar no reto.
— Brigado, dotô... — disse ele, saindo da sala.
— I aí, Cráudio — perguntou Gislaine.
— Eu perciso colocá isso aqui no reto! — disse ele.
— Mais onde é qui fiса esse negóço, Cráudio!
— Uai... Eu sei lá!
— Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
— Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine...
— Vai logo, Cráudio!
E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
— Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
— No reto — explicou o médico, calmamente — No final da coluna cervical...
— Brigado, dotô! — e saiu da sala.
— Pronto, Gislaine — explicou ele pra sua esposa — É só eu colocá no reto, qui fiса no finár da coluna cervicár!
— Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
— Ih, isso eu já num sei...
— Intão vorta lá, home!
E lá se foi ele mais uma vez.
— Dotô... Disculpa... Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
— No cu, Cráudio! No cu! Enfia no cu!
Cráudio saiu da sala do médico e comentou com a esposa:
— Viu, Gislaine... Eu num falei que o homi ia ficá bravo?
Num quarto de hospital, a enfermaria notou que todos os dias na hоrа da visita, o Srenhor Manoel, marido da paciente vinha com uma fita métrica e a media da cabeça até os pés. Todos os dias a mesma coisa. Ele media e acenava a cabeça desanimado. Certa vez, não se conteve e curiosa, foi falar com o lusitano:
— Meu senhor, por favor, me esclareça uma dúvida. Todos os dias o senhor vem com esta fita métrica e mede sua esposa. Posso saber o por quê?
— Bem, é que eu não vejo a hоrа que a minha mulher volte pra casa !
— Mas eu ainda não entendi por quê que o senhor a mede!
— Ora, mas não foi o médico que disse que ela só vai sair daqui quando tiver alta? Pois então, por enquanto continua do mesmo tamanho...