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Piadas sobre filmes e atores - Page 5
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Piadas sobre filmes e atores
Prezado Pedro, meu futuro genro.
Não consigo dormir desde que prejudiquei o seu namoro com minha filha...
Estou escrevendo esta carta na esperança de que você esqueça o que eu disse e me perdoe.
Quando o vi pela primeira vez, fiquei surpreso com suas tatuagens e piercings, mas hoje vejo que isso não é assim tão importante.
Vejo, também, que andar de moto em alta velocidade e sem capacete não é assim tão perigoso, desde que seja tomado cuidado com os demais veículos do trânsito.
Vejo, também, que a minha reação ao fato de você nunca ter trabalhado foi bastante inadequada e demasiadamente radical e injusta.
Estou bastante convicto de que muita gente boa e capacitada também deve viver sob pontes e dormindo nos parques.
Agora entendo, também, que o fato de minha filha ter apenas 17 anos e querer se casar com você, em vez de estudar em uma boa Universidade é simplesmente uma alternativa para a sua formação, já que nem tudo na vida se aprende nos livros e na escola.
Às vezes eu percebo quão retrógrado eu posso estar sendo quando interfiro em assuntos dessa natureza e reconheço que estava errado.
Fui um tolo em ser contra o namoro de vocês e gostaria de me redimir dizendo que o abençôo para se casar com minha filha.
Um forte abraço!
Seu futuro sogro.
P. S.: Parabéns pelo acerto na Mega-Sena!
O caminhoneiro estava levando uma carga enorme de galinhas do interior para a cidade.
Na cabine, pra lhe fazer companhia, estava o papagaio dele, o Arilson. No meio da estrada apareceu uma gostosona pedindo carona.
Necessitado, como todo caminhoneiro, ele parou na hоrа e levou o mulherão. Conversa vai, conversa vem e o caminhoneiro avançou o sinal.
— Pare com isso! — gritou a moça, indignada — Seu таrаdо!
O caminhoneiro não quis nem saber:
— Ou dá ou desce!
E a moça continuou negando.
Nisso ele jogou o papagaio pra carroceria do caminhão pra ele não ficar assistindo a cena de camarote. E continuou tentando. Mas nada da moça liberar.
— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce! — repetia ele.
E não é que a moça desceu?
Então ele seguiu viagem. Quando parou e foi conferir a carga, levou o maior susto! Os caixotes estavam todos vazios, não tinha nenhuma gаlinhа na carroceria. Aliás, tinha só uma, no cantinho, encurralada pelo papagaio que repetia:
— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce!
Certo dia um padre de uma pequena cidadezinha vinha andando pela rua quando olhou em cima de uma árvore e viu uma menina de aproximadamente 14 anos, em cima dela, de saia e sem calcinha. O padre imediatamente disse:
— Ô minha filha não faça isso, é muito feio, desça desta árvore tome 10 reais. Vá comprar uma calcinha para você...
A menina então desceu pegou os dez reais e foi, chegando em casa ela disse para a mãe:
— Mãe eu tava em cima da árvore, aí o padre passou e meu deu 10 reais pra eu comprar uma calcinha...
A mãe ouviu aquilo meditou e, como estava na maior dureza, resolveu no outro dia subir na mesma árvore de saia e, também sem calcinha, ficar à espera do padre. E então, como de costume, o padre passou novamente olhou para cima e, vendo a cena, disse:
— Ô minha filha não faça isso, é muito feio, desça desta árvore e tome 1 real. Vá comprar um prestobarba para você...
A mulher estava em coma na UTI, e duas enfermeiras lhe davam banho com todo o cuidado. Uma delas lavava a vаginа, quando ambas notaram uma pequena reação no gráfico do monitor de sinais vitais.
Foram então ao marido, e lhe disseram:
— Pode parecer loucura, mas, talvez um pouco de sеxо оrаl, possa incentivá-la e trazê-la de volta do coma, quem sabe...
O marido permanecia cético, mas elas tanto insistiram em que a tese tinha fundamento científico e podia funcionar, que ele, finalmente, se deixou convencer.
As enfermeiras o levaram até o quarto da esposa e explicaram que os deixariam a sós, para que tivessem mais privacidade, mas permaneceriam monitorando os aparelhos para acompanhar a reação da paciente.
Após alguns minutos, soou o alarme do monitor dos sinais vitais da mulher, e o gráfico tornou-se uma reta: nada de pulso, nada de batidas do coração. As enfermeiras correram para o quarto, desesperadas, e perguntaram ao marido:
— O que aconteceu?
E o marido:
— Não sei... Acho que ela engasgou!
O rapaz vai ao médico:
— Doutor, sempre que vou tentar comer algo, não desce, não sei o que faço.
O doutor indica:
— Hum... acho que posso resolver seu problema. A partir de hoje você comerá tudo pelo cu, e daqui três meses, você volta aqui.
— Ok então, doutor.
Três meses se passaram. Chega o caro rapaz, todo sorridente, rebolando na porta do consultório. O doutor vendo aquela cena, fiса curioso e pergunta:
— E aí? Resolveu o seu problema?
O rapaz responde:
— Que nada, doutor. Só estou mascando um chicletinho!
Na esquina havia um loro com batom no bico e as penas do rаво arrepiadas e ruivas. Numa cena típica de qualquer cidade, ele andava rebolando e rodando uma bolsinha. Foi quando outro papagaio, conhecido seu, o avistou e, chegando bem pertinho, perguntou:
— Chicão? É você mesmo?
— Sim. Agora sou Chiquinha, por favor. – responde o travestido.
— Que é isso, cara? Que viadagem é essa?
— O que foi, loro? Nunca viu não? É opção sеxuаl!
— Você ficou louco? Batom no bico, penas tingidas de ruivo...
— Você gostou, né?
— Meu! Tá horrível! Virou bichinha? Dá pra explicar o que aconteceu com você?
— Quer saber mesmo? Eu caaaansei! Cansei dessa coisa de ficar dando só pé!
Casado com uma mulher que era uma verdadeira bruxa de tão ruim, e tremendamente infeliz com o seu casamento, o português resolve pedir o divórcio de uma vez. A mulher, ruim como ela só, além de dizer que não daria, promete azucrinar o coitado para o resto da vida. Sem outra saída, e inspirado por um filme que assistira na televisão, Manoel resolve se livrar da mulher. Planeja todo o сriме, passo-a-passo e, enquanto ela dormia, dá-lhe algumas facadas, arrasta o corpo até a sala, faz um buraco no chão e enterra o cadáver. Quinze minutos depois, no momento exato que terminava de limpar toda a sujeira, arrombam a porta.
— O senhor está preso! — diz em alto e bom som o policial.
Sem esboçar nenhum gesto de defesa, ele se entrega. No tribunal, diante do juiz, intrigado com a esperteza dos policiais, ele pergunta:
— Mais, me diga uma coisa, ó sinhoire juiz. Como foi que vocês fizeram para descobrir tão rápido o сriме, me diga? Pois no filme que eu vi pela TV, o gajo fez a mesma coisa e só descobriram 30 anos depois!
Ao que o juiz responde:
— Foi muito fácil. Certamente o cara morava numa casa e não num apartamento como o senhor...