Melhores piadas

A mulher era formada em administração e ocupava um cargo de executiva de planejamento em uma grande empresa multinacional. Certo dia descobre que está sendo traída pelo marido e, momentaneamente, se desespera. Para decidir o que iria fazer, resolve ir passear num parque perto da empresa, onde havia um riacho. Lá chegando vê um sapo preso em uns galhos do riacho pedindo socorro. Quando chega perto, o sapo diz:
— Me salve que eu realizo três desejos teus, mas como sei do seu problema e não posso interferir nisto, tudo que eu der a você, seu marido receberá dez vezes mais.
Habituada com situações de pressão, ela medita um pouco e diz estar pronta para fazer os desejo.
Como primeiro desejo ela pede:
— Quero ser muito, mas muito rica.
— Está bem, mas lembro-lhe que seu marido será dez vezes mais rico.
— Não tem importância, tudo que é meu é dele, e tudo que é dele é meu... E ela se tornou muito rica.
Como segundo desejo ela pede:
— Quero ser linda, extremamente bonita.
— Tudo bem! Mas a mulherada vai cair em cima do seu marido porque ele vai ser dez vezes mais belo que você. Mulher: Isto não é problema... E ela se tornou, além de rica, linda e maravilhosa. E o marido dez vezes mais.
É chegada a hоrа do Terceiro Desejo, e o sapo já está na expectativa. Afinal, o que mais ela poderia querer?
E como terceiro desejo ela pede:
— Quero ter um enfarte do coração, fraquinho, só um décimo desses que matam!
O sujeito entra no bar com um macaquinho no ombro, vai até o balcão e pede uma bebida. O macaquinho, muito esperto, fiса pulando de mesa em mesa. Primeiro, ele pega umas azeitonas, examina bem de perto e engole. Depois, pega umas fatias de limão e come também. De repente, pula na mesa de sinuca, fiса analisando as bolas coloridas e, pra surpresa de todos, engole também! O dono do bar se assusta:
— Você viu o que o seu macaco fez? Ele engoliu a bola de sinuca inteira!
O dono do macaquinho não se assustou.
— Ah, não liga, não. Ele come tudo que vê. Não se preocupe que eu pago.
Duas semanas depois, lá vem o mesmo homem com o mesmo macaquinho no ombro. E mais uma vez, o macaquinho, muito esperto, sai pulando de mesa em mesa, mexendo em tudo que encontra. De repente, ele vê algumas cerejas, pensa um pouco, pega uma delas, enfia no rаво, pega de volta e come! O dono do bar não se conforma:
— Mas o que é isso? Você viu o que o seu macaco fez agora?
— Não. O que foi? — pergunta o dono do macaquinho.
— Ele enfiou uma cereja no rаво, tirou e depois comeu!
O homem explicou:
— Ah, não liga, não. Desde que ele engoliu aquela bola de sinuca, ele mede tudo antes de comer!
Em um avião indo para Nova York, a comissária se dirige a uma loira sentada na divisão reservada para a primeira classe e pede para que ela se mude para a classe econômica, pois ela não tinha a passagem para a primeira classe.
A loira replicou dizendo:
— Eu sou loira, eu sou bonita, estou indo para Nova York e eu não vou sair.
Não querendo argumentar com a passageira, a comissária pede para o co-piloto para falar com ela. Ele foi falar com a mulher pedindo que ela fizesse a gentileza de sair da primeira classe. Novamente, a loira respondeu:
— Eu sou loira, eu sou bonita, estou indo para Nova York e eu não vou sair.
O co-piloto voltou para a cabine de comando e perguntou para o piloto o que ele deveria fazer. O piloto disse:
— Eu sou casado com uma loira e sei como lidar com isso. Ele foi para a primeira classe e sussurrou no ouvido da loira... Ela imediatamente pulou da cadeira e correu para o setor econômico resmungando para si:
— Por que ninguém me disse antes?
Surpresos, a comissária e o co-piloto perguntaram o que ele havia dito para a loira que a convenceu a sair. Ele responde:
— Eu disse a ela que a primeira classe não estava indo para Nova York!
Um camarada estava morrendo de fome e entrou no primeiro restaurante que viu pela frente. Ao chegar ele desesperado chama o garçom, que lhe entrega o menu e lhe fala:
— O senhor deseja alguma coisa de entrada?
— Sim, eu gostaria de uma sopa.
Passam-se alguns minutos e lá vem o garçom com a sopa. Mas com um detalhe: para carregar o prato o garçom enfiava o dedão dentro da sopa. O cara ao ver isso achou estranho, mas resolveu não comentar, pois afinal era a primeira vez e ele não estava com muito saco de reclamar.
Depois de algum tempo o camarada terminou a sopa e pediu pro garçom uma feijoada de almoço. Passado algum tempo lá vem o garçom com a feijoada. E lá veio o garçom com o dedão dentro do feijão. O camarada ao ver isso ficou рuто, mas como estava com muita fome resolveu não reclamar e comer a feijoada assim mesmo, que era para não comprar briga com o garçom.
Terminada a feijoada o garçom pergunta se ele quer alguma sobremesa, ao que ele responde que não, mas que gostaria de um cafezinho. E lá vem o garçom com o cafezinho, e mais uma vez com o dedão dentro do cafezinho... A essa altura, fome já saciada, o cara não se agüentou:
— Роrrа cara, porque é que sempre quando eu te peço alguma coisa você tem que trazer com seu dedão enfiado dentro?
— Eu explico doutor. E que esse dedão daqui, que enfiei na sua comida, está com uma tremenda frieira. O meu médico disse então que eu deveria sempre mantê-lo num lugar quente...
— Se você quer lugar quente, porque é que não enfia no seu cu?
— Pois é doutor, o dedo estava lá, mas tive que tirar porque o senhor me chamou para te servir...
— Doutor, estou sofrendo demais com estas constantes crises de hemorroidas. Fico privado das melhores iguarias da comida baiana, que adoro. Qualquer dose de whisky me faz mal. Nem caipirinha posso tomar. Estou desesperado.
Após o exame do médico:
— Seu caso realmente e bem grave. Não ha nenhuma esperança de resolve-lo com medicação. Só uma cirurgia de transplante resolveria em definitivo. O senhor estaria disposto a tentar? Existem 99% de chance de cura total.
— Faço qualquer coisa, doutor. Podemos fazer hoje mesmo?
— Hoje não. O transplante necessita de um doador jovem, pois de nada adiantaria o senhor receber um órgão já cansado e sujeito ao aparecimento das hemorroidas. Alem disto, o doador não pode ser uma pessoa viva, por motivos óbvios. Mas não se preocupe. Trabalho em um hospital onde eventualmente falecem jovens vitimas de acidentes e assim que eu encontrar um ânus em condições marco o transplante.
Alguns dias depois, nosso amigo foi chamado pelo médico e submetido ao transplante.
Três meses depois, apos um exame de controle de transplante.
— Acho que posso lhe dar alta. O resultado me parece magnífico. O senhor esta satisfeito?
— Ah doutor, que maravilha! A vida agora tem significado para mim. Tenho comido em restaurantes baianos quase todos os dias, muito vatapá, muita pimenta, muita cachaça, tenho mesmo abusado. Nunca mais tive qualquer problema de hemorroidas. O rаво esta novinho. Beleza pura!
— Mas, hummm, o senhor não esta estranhando nada? Esta tudo 100% mesmo?
— Bem, tem uma coisinha acontecendo, nem sei se vale a pena comentar.
— Fale.
— Bem, e que de vez em quando me da uma agonia, uma coceirinha estranha, uma vontade de dar...
— Eu tinha medo disto. Não quis lhe dizer antes, mas depois que fiz o transplante, soube que o rapaz que morreu naquele acidente e de quem aproveitamos o ânus era gаy. Não pensei contudo que o fato iria ter qualquer influencia. Mas diga-me uma coisa, o que o senhor faz quando acontece essa coisa estranha?
— Ora doutor, já que o rаво não e meu mesmo, eu dou, né?