if (!string.IsNullOrEmpty(Model.PrevPageFullUrl))
{
}
if (!string.IsNullOrEmpty(Model.NextPageFullUrl))
{
}
Melhores piadas - Page 163
Skip to main content
Alfredo e Juvenal eram grandes amigos desde a infância.
Quando Alfredo se casou, convidou Juvenal para padrinho e aí ele percebeu que a mulher do seu melhor amigo vivia arrastando suas asas para ele.
Em nome da amizade, ele sempre desconversava quando a garota lhe vinha com indiretas. Até que um dia, ele estava no trabalho e recebeu um telefonema dela:
— O Alfredo viajou e eu estou aqui em casa, na beira na piscina... me sentindo tão solitária... por que você não vem me fazer companhia?
Lealdade tem limites. Juvenal resolveu aceitar o convite.
Chegando lá, encontrou a porta aberta e foi entrando.
Andou pela casa inteira e não encontrou ninguém. Ao chegar na suíte, ouviu o ruído da água do chuveiro. Tirou a roupa e deitou-se na cama, aguardando ansiosamente a porta do banheiro se abrir.
Alguns minutos depois, a porta se abre e aparece o Alfredo.
— O que é isso Juvenal? O que você está fazendo aí pelado na minha cama?
E ele, sem perder o rebolado:
— Pois é, rapaz... Sexta-feira, eu estava lá no escritório sem nada para fazer, olhei para o relógio, eram duas e quinze da tarde, aí eu pensei:
"Quer saber de uma coisa? Vou dar a bunda para o Alfredo!"
Um japonês e um finlandês estavam em um bar. Em um momento eles começaram a discutir e eventualmente, decidiram sair e resolver as coisas como homens.
Dez minutos mais tarde, o homem finlandês retomou a consciência e se viu deitado no chão no beco atrás do bar. Ele se levantou, entrou no bar, e percebeu que o japonês ainda estava lá. Então se dirigiu até o japonês e perguntou:
— Que diabos foi aquilo?
— Uma coisa da minha terra natal, chamado de golpe de Karatê, - respondeu o japonês.
Ambos continuaram a beber e depois de algum tempo, eles mais uma vez tiveram uma discussão. Mais uma vez eles decidiram resolver as coisas do lado de fora. Momentos depois, o homem finlandês acorda no beco, como antes.
— Uma coisa da minha terra natal, chamado de golpe de Judô, - disse o japonês quando o homem finlandês voltou.
Eles continuaram a beber, e, para surpresa de ninguém, começaram a discutir novamente. E saíram para resolver as coisas. Mas desta vez, foi o japonês que se viu batido no beco. Quando ele voltou para dentro, o homem finlandês disse:
— Algo também da sua terra natal, chamado de golpe de Nokia 3310.
Certa vez, o Diabo fez um desafio a Jesus:
— Eu aposto que digito muito mais rápido do que você...
O desafio foi aceito. No dia marcado, Jesus de um lado com um XT 4.77Mhz e o diabo com um supercomputador.
Todos a postos. O diabo estala os dedos enquanto Jesus olha calmamente para o seu oponente. Inicia-se a competição. Aquele que digitasse mais texto em 30 minutos seria o vencedor.
O Diabo digita de maneira feroz, a uma base de 900 toques/minuto. Do outro lado da sala, Jesus digita usando apenas os dois dedos indicadores, no melhor estilo "Catador de milho de Jerusalém".
A platéia fiса, obviamente nervosa com a performance do Messias, e rói as unhas... Quinze minutos se passam. O diabo já digitou cerca de 10Mb de texto, sem erros, enquanto Jesus Ainda está na casa dos 5Kb. Os olhares se tornam mais nervosos.
Vinte e Cinco minutos passados, o diabo já anda pela casa dos 20Mb de texto. Jesus anda pêlos 8Kb... Vinte e nove minutos passados. De repente, PLUM... Cai a luz... Desespero geral, pânico, gritaria. Os juizes decidem terminar a competição pelo tamanho final do arquivo.
Tamanho final do arquivo de Jesus: 10 Kb Tamanho final do arquivo do diabo: 0 Kb — Mas não pode ser... — grita o diabo. — Isso é roubo, roubo...
Então os juizes respondem:
— Você esqueceu de algo muito importante:
"Só jesus salva!"
A professora Vera achou que os alunos já estavam bem grandinhos e os mandou cada um fazer uma redação sobre o tema sеxо ou assunto relacionado. No dia seguinte, cada aluno leu a sua redação:
A da Mariazinha era sobre métodos contraceptivos.
A do Gerson "falava" da masturbação.
A da Ana Lúcia escreveu sobre rituais sexuais antigos.
E chegou a vez do Joãozinho:
— Então Joãozinho, você fez a redação que eu pedi?
— Fiz sim, professora!
— Então, leia sua redação!
E o Joãozinho começou a ler alto:
"Era uma vez no pampa gaúcho, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam 18h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol já ofuscava o horizonte e tingia as nuvens de tons vermelhos. De súbito, recortou-se a silhueta de um cavaleiro. Lentamente, foi-se aproximando da cidade... Ao chegar à entrada, desmontou. O silêncio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava- se Malaquias! Vestia-se todo de preto, à exceção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que segurava os dois revólveres na cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante para uma poça de água... PUM!
O velho cavalo caiu morto com um buraco na testa. O cheiro da pólvora vinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Malaquias: Malaquias não gostava de cavalos desobedientes! Malaquias dirigiu-se para o bar. Quando estava subindo os três degraus, um mendigo que ali estava, tocou na perna de Malaquias e pediu uma esmola... PUM! PUM! O esmoleiro esvaiu-se em sangue: Malaquias não gostava que lhe tocassem!
Malaquias entrou no bar. Foi até o balcão, e pediu uma cerveja. O homem serviu-lhe a cerveja. Malaquias provou e fez uma careta PUM! PUM! PUM! Malaquias não gostava de cervejas mornas e detestava homens de bar relapsos. Outros cavaleiros que ali estavam olharam surpresos para Malaquias. PUM! PUM! PUM! PUM!
Ninguém sequer conseguiu reagir. Malaquias era rápido no gatilho: Malaquias não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar... Deslocou-se até o outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passou por ele um grupo de crianças a brincar e a correr, levantando uma nuvem de poeira... PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM!
Desta vez os dois revólveres foram empunhados: Malaquias não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o vendedor enganou-se no troco... PUM! PUM! PUM!
Malaquias não gostava que o enganassem no troco!Montou no novo cavalo e saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o sol já quase recolhido.
Todos aqueles mortos no chão. Até o silêncio era pesado. FIM"
Joãozinho sentou-se. A turma estava petrificada!
A professora chocada pergunta:
— Mas... Mas... Joãozinho... O que esta composição tem a ver com sеxо?
Joãozinho, com as mãos nos bolsos, responde:
— O Malaquias era fоdа!
Estava o casal no maior rala-e-rola quando a mulher ouve um barulho:
— Meu marido! Meu marido!
— Mas você não disse que ele só viaja?
— Pois é, acho que aconteceu alguma coisa! Mas tudo bem, eu tenho um plano: estes dias, como eu estava sozinha em casa, fui visitar os Oliveira e vi uma estátua na sala da casa deles que parecia real! Eu vou cobrir você de talco, coloco um lençol e pronto: Você fiса parecendo com aquela escultura!
Mais que depressa, enquanto o marido guardava o carro, brincava com os cachorros, subia a escada... etc., etc, preparam o disfarce. Quando ele entrou na sala, logo perguntou:
— Querida, o que é isso?
— Ah amor, esta é uma estátua que eu comprei. Não é linda? Feita toda em mármore!
— É. É perfeita mesmo.
— Ufa, esta foi por pouco. — suspira a esposa.
De madrugada, o marido desce, abre a geladeira, pega uma latinha de cerveja e diz para a "estátua":
— Toma rapaz, bebe ai! Enquanto eu estava na casa dos Oliveira, não me deram nem um copo de água!
O sujeito tinha quatro filhos, três bonitos, fortes e saudáveis e um, o mais novo, que se chamava Josias e era mirradinho, raquítico, todo estropiado. Viveu a vida toda, desconfiando da mulher, mas nunca tivera coragem de tocar no assunto, porém, já em seu leito de morte, desabafa:
— Meu amor... eu gostaria de saber se o Josias é realmente meu filho.
— Querido...
— Por favor, não minta pra mim. Se não for, não tem problema... eu te perdôo desde já. Eu só queria saber a verdade...
— Sim, querido. — responde a mulher. — Você é o pai de Josias sim, juro por tudo o que é mais sagrado...
— Puxa, que bom ouvir isso... — solta o seu último suspiro e morre.
E a esposa, aliviada:
— Ainda bem que ele não perguntou dos outros três!