Skip to main content
Um sujeito tava no bar e quando olhou o relogio, começou a ficar desesperado:
— Meu Deus, ja sao meia noite e eu to aqui ainda, minha mulher vai me matar por chegar bebado a uma hоrа dessas.
Entao o amigo ja experiente no assunto de chegar tarde deu o conselho . .
— Faz igual eu faço com a minha patroa. Chega de mansinho, tira os sapatos e entra sem fazer barulho, ai entra embaixo do cobertor e vai logo tirando a parte de baixo do pijama dela e cai de boca, faz um boquete pra ela delicioso, quando terminar ela vai estar feliz e cansada, entao vai virar pro lado e nao vai nem notar o horario nem falar que voce chegou tarde, alem de ficar supercontente no outro dia.
Entao o cara foi pra casa, entrou devagar, abriu a porta do quarto sem fazer barulho, se dirigiu a cama e se meteu debaixo do lençol. Subiu o pijama e caiu de boca . . . . . Se atracou com a mulher e deixou ela louca, ela gemia baixinho e de repente adormeceu.
Crente do bom trabalho que tinha feito e feliz sabendo que nao ia apanhar, foi ao banheiro tomar um banho. Quando chegou la viu um bilhete pendurado no espelho . . . . .
"Querido....... Nao faça barulho!!! A mamae veio nos visitar e esta dormindo em nossa cama!!! Quando chegar, va dormir no quarto das crianças"
O cara chegou no bar ainda sóbrio, e foi até o balcão:
— Ai me da a bebida mais forte que você tiver ai.
Ai o dono do bar deu pinga pro cara. O cara bebeu e resmungou:
— Роrrа isso é o mais forte que você tem?
Ai o dono intimidado deu uma mistura fortissíma.
— Mas que меrdа hein, isso é bebida pra criança! Resmungou o cara de novo Ai o dono do bar já tava рuто. Foi nos fundos do bar abriu o capô do seu fuscão 69, tirou óleo, água do radiador, gasolina, pôs ácido, pólvora e ainda colocou uma bala de 38.
Enquanto isso lá tava o bêbado bebendo e enchendo o saco de todo mundo.
Então volta o dono do bar com aquela mistura:
— Agora eu quero ver você beber isso e reclamar que é fraca.
O cara já torto bebou, esperou um pouco, pagou a conta e foi embora sem falar nada.
No outro dia volta o cara ao mesmo bar, chega no balcão e diz pro dono do bar:
— Роrrа, aquela última de ontem é do саrаlhо mesmo,hein. Me vê outro copo daquilo, mas por favor sem a bala de 38, pois ontem eu dei um реidо e matei minha sogra.
É durо ser homem.. É durо ter que suportar, sem demonstrar:
— A dor física e moral de uma bolada no saco.
— O incômodo de uma cotovelada no gogó.
— A tortura de usar terno no verão.
— O suplício de fazer a barba todo dia.
— O desespero de uma cueca apertada.
— O prazer adolescente de soltar um bom arroto.
— A loucura que é fingir indiferença diante de uma mulher sem sutiã.
— Viver sobre o permanente risco de ter que entrar numa briga.
— Pilotar a churrasqueira.
— Ter que resolver os problemas do computador.
— Ter que reparar a roupa nova dela.
— Ter que reparar que ela trocou o perfume.
— Ter que reparar que ela trocou a tintura do cabelo de Imédia 713 louro cendre natural para 731 louro bege.
— Ter que jamais reparar que ela tem um pouco de celulite.
— A importância de uma decisão de campeonato para a humanidade.
— Ter que conversar sobre aplicações, debêntures, dólares, commodities, marcos, CDBs e RDBs, mesmo que o seu salário mal dá para chegar ao final do mês.
— Trabalhar pra сасете em prol de uma família que reclama que ele trabalha para сасете!
— Desviar os olhos do decote da secretária, que se faz de distraída e deixa a blusa desabotoada até o umbigo.
— Trabalhar com mulher!!! aqui para nós, diga se é possível discutir a sério um assunto de trabalho com alguém que use batom vermelho, perfume atrás da orelha, cabelos soltos que balançam ao vento e saia justa? E quando ela cruza as pernas?...
— Ter a obrigação de ser um atleta sеxuаl..
— Ter pavor de broxar na hоrа H.
— Ter a suspeita que ela, com todos aqueles suspiros e gemidos, só está tentando nos incentivar.
— Ouvir um NÃO, virar conformado para o lado e dormir tranqüilo, apesar da vontade de quebrar todo o quarto e fazer um escândalo.
— Ter que ouvi-la dizer que não tem uma única roupa.
— Parar para comer frango no domingo na casa dos sogros, discutir política com aquele coroa reacionário, tratar bem os sobrinhos e se controlar para não dar na cara do irmão cara de раu dela, que veio pedir dinheiro emprestado de novo!!!
.... Depois elas ainda acham que é fácil, só porque nós não menstruamos??!!!
Era uma vez um homem que tinha uma paixão terrível:
Feijões cozidos com bacon.
Ele os adorava, mas eles provocavam muitos gases, criando uma situação um pouco embaraçosa ao homem. Um dia, ele conheceu uma garota e se apaixonou.
Quando estava aparente que eles iriam se casar, ele pensou:
— Ela nunca vai se casar comigo se eu continuar desse jeito.
Então, ele fez um supremo sacrifício e largou os feijões.
Pouco depois eles se casaram...
Alguns meses depois, ao sair em serviço, o carro dele quebrou e, como eles viviam fora da cidade, ele telefonou para sua esposa dizendo a ela que chegaria atrasado porque teria de voltar a pé.
No caminho de volta para casa, ele passou por um pequeno restaurante, que exalava um maravilhoso e inebriante aroma de feijões cozidos com bacon.
Como ainda tinha que andar alguns quilômetros até em casa, ele pensou que qualquer efeito negativo passaria muito antes de chegar.
Não teve dúvidas, entrou e pediu, babando, duas porções caprichadas de feijões. Já retornando para casa, sua volta foi marcada por estrondosos e contínuos gases, os quais, sem o menor constrangimento ou inibição, ele soltava com um misto de prazer e realização.
Chegando em casa, sentiu-se bem aliviado e seguro. Sua esposa o encontrou na porta e, parecendo bastante excitada, lhe disse:
— Querido, eu tenho a maior surpresa para você no jantar de hoje! Coloque essa venda para não estragá-la.
Vendado, ela o guiou até a cadeira na cabeceira da mesa de jantar. O fez sentar-se e prometer que não olharia em hipótese nenhuma.
Neste ponto, ele sentiu que havia um enorme flato a caminho. Um suor frio percorreu-lhe a coluna, ao segurar aquilo que lhe pareceu ser todo o gás de um Zeppelin. Mas ele o segurou brava e heroicamente.
Quando sua esposa estava prestes a remover a venda, o telefone tocou.
Ela, novamente, o fez prometer que não ia olhar até que ela voltasse e saiu para atender o telefone. Enquanto ela estava fora, ele aproveitou a oportunidade.
Jogou seu peso para apenas uma perna e soltou um que, não apenas saiu alto, como tinha o som daqueles apitos de marinheiro embarcando.
Tendo em vista a dificuldade para respirar, devido ao mau cheiro, ele procurou pelo guardanapo e começou a abanar o ar em volta de si. Estava começando a se sentir melhor quando outro surgiu a toda força.
Levantou a perna e RRRIIIPPPPP! Soou como um motor a diesel pegando e, agora, fedeu mais ainda. Parecia com o fedor de animal morto, mas com carniça de toda uma parelha de cavalos!
Esperando que aquele nausebundo odor se dissipasse, começou a sacudir os braços loucamente.
As coisas começavam a voltar ao normal quando sentiu os loucos ímpetos de mais um. Levantou uma perna, igual a um lutador de sumô, e mandou ver...
O barulho foi como se tivessem tocado os trombones do inferno.
Esse foi um legítimo merecedor de uma medalha de ouro.
Seis graus na escala Richter!!! Nem um tiro do canhão Bertha da Primeira Guerra (que atingia Paris a 60 km de distância) era igual em decibéis.
As janelas vibraram, a louça na mesa sacudiu e, setenta segundos depois, a rosa sobre a mesa feneceu.
Após noventa, morreu sequinha! Enquanto ficava com um ouvido atento à conversa da mulher no telefone e mantendo a sua promessa de não tirar a venda, ele manteve uma cadência de fogo cerrado.
Uma barragem de artilharia, mesmo! Quase seis minutos dando tiros e abanando-se ora com os braços, ora com o guardanapo.
Quando ouviu a mulher despedir-se no telefone, suavemente depositou o guardanapo no colo e cruzou por sobre ele suas mãos.
Um sorriso, um misto de marotice e inocência, marcava a expressão angelical da sua cara, quando sua esposa entrou pedindo desculpas por haver demorando tanto.
Perguntou-lhe se havia olhado a mesa de jantar, o que ele negou, veementemente. Certificando-se de que não a enganara, a esposa, retirou sua venda e gritou:
— Surpresa!!!
Para seu choque e horror estavam doze convidados, com caras que iam do espanto incrédulo ao horror tragicômico, sentados na mesa, ao seu redor, para a festa surpresa do seu ANIVERSÁRIO.
Collor morre, e como todos já imaginavam, bate na porta do inferno:
Toc-toc-toc... O Diabo em pessoa abre a porta:
— Estávamos a sua espera! Como você enganou todo mundo lá no Brasil, você está condenado a passar a eternidade neste quarto cheio de меrdа atolado até o pescoço!
Estava o Collor no quarto com меrdа até o pescoço, quando olhando para o fundo do quarto, perto da parede, vê o Maluf atolado só até os joelhos.
Intrigado, Collor pergunta:
— Maluf, como pode você, que roubou muito mais do que eu em toda a sua vida, estar com меrdа só até os joelhos, enquanto eu estou aqui atolado até o pescoço?
E o Maluf:
— É que eu estou em cima dos ombros do Quércia...
Um Palmeirense vira pro amigo e fala:
— Sabe, acho que meu сасhоrrо é Palmeirense!
— Sério? - Pergunta o outro. - E por que !?
Daí o Palmeirense explica:
— Ah, em 2002, quando o Santos foi campeão, ele ficou chorando, na casinha, triste. Em 2005 quando o Corinthians foi campeão, ele ficou assim. Em 2006, com o São Paulo, a mesma coisa.
— É !? E quando o Palmeiras é campeão !?
— Ah, não sei, só tenho o сасhоrrо desde 2000.