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Uma porção de políticos viajava em um avião, quando o capeta aparece de repente e anuncia que vai derrubá-lo. Foi um corre-corre danado. Em discursos inflamados, deputados declaravam que seria uma perda irreparável para o país, senadores suplicavam por compaixão, líderes se diziam injustiçados.
Mas nada disso comovia o diabo. Até que, em determinado momento, ACM pediu a palavra, levantou-se, cochichou algo no ouvido de Satã e este último finalmente resolveu reconsiderar a sua decisão e saiu se desculpando.
Curiosos e aliviados, os políticos foram ter com ACM:
— O que foi que Vossa Excelência disse ao capeta?
— Eu disse apenas que Salvador tem prefeito, mas quem manda lá sou eu; a Bahia tem governador, mas quem manda lá sou eu; o Brasil tem presidente, mas quem manda lá sou eu..., e enfatizei:
"O senhor não se iluda, quando morrer vou direto para o inferno!"
Um velho que a muitos anos cuidada do zoológico recebe a visita de um fiscal.
— Olá! meu nome é Gil, sou fiscal do Ibama, quero falar com o Senhor João.
— Sim meu filho, sou eu mesmo.
— João, me disseram que aqui tinha muitos macacos. Ondes eles estão?
— Tinha sim, lindos pulando pra la e pra cá...
— E cadê eles João?
— Ah, matei!
— Me disseram que aqui tinha muitos leões. Onde eles estão?
— Tinha sim, todos muito corajosos...
— E cadê eles João?
— Ah, matei!
— Me disseram que também tinha muitos elefantes. Onde eles estão?
— Tinha sim, enormes e gordos...
— E cadê eles João?
— Ah, matei!
— Ué, como assim você matou todos os animais? E não veio nenhum fiscal ver isso João?
— Veio sim. Muitos!
— E cadê eles porque não fizeram nada?
— Ah, MATEI!
Um sujeito com o saco inchado foi ao clínico geral. O médico, após examiná-lo, disse que ele estava com uma inflamação no testículo esquerdo e recomendou que se consultasse com um especialista que iria indicar. Mas, em vez de dar o telefone de um urologista, o clínico se enganou e lhe deu o número de um advogado.
Depois de marcar hоrа com o novo doutor, o sujeito se apresenta diante do advogado, pensando ser um urologista. E este lhe pergunta:
— Em que posso ajudar?
O homem mais que depressa abaixa as calças e mostra suas partes genitais:
— Como vê, doutor, estou com uma inflamação no testículo esquerdo.
O advogado, surpreso e sem entender absolutamente nada, diz:
— Meu amigo, a minha especialidade é o Direito.
E o sujeito:
— P****!!!Vai ser especialista assim na p*** que pariu !!!
Um dono de uma fazenda estava afim de comprar um galo que desse conta das suas duzentas galinhas, certo dia ele foi no local pra comprar um galo que desse conta das galinhas, comprou um galo com a capa do batman e soltou no galinheiro, o galo então comeu a primeira gаlinhа, a segunda na terceira morreu. O fazendeiro então voltou no local pedindo outro galo, o vendendor lhe concedeu outro com a capa do super-homem, chegando no terreno soltou o galo, o galo comeu a primeira a segunda a terceira e na quarta morreu. Mas uma vez voltou ao local e pediu um galo relmente bom que desse conta das 200 galinhas, o vendedor então lhe deu um galo com aparência de todo acabado, e falou: só me restou esse. E chegando de volta ao terreno o fazendeiro soltou o galo, o galo comeu todas as galinhas, comeu os cachorros, os gatos, o gado, e fugiu. quando o dono percebeu a sua ausência pensou: ELE VAI COMER OS ANIMAIS DA VIZINHAÇA. E foi atrás do galo, passando pelos terrenos encontrou um cavalo com a bunda pro sol, a vаса colocando gelo na bunda, o boi passando pomada na bunda e avistou o bem longe o galo no chão com muitos urubús ao redor, então ele chegando perto do galo disse: agora que conseguir um galo pra dar em todas as minhas galinhas ele morre. E o galo levantando a cabeça disse: Psiu calma, eles ja estão descendo.
Um brasileiro, um português e um argentino sobreviveram a um naufrágio, conseguindo chegar em uma ilha indígena. Lá o cacique disse:
— Para viver nessa aldeia vocês tem que ir na floresta, pegar duas frutas e enfiar no cú. Se rir morre.
Daí todos foram para a floresta. O premeiro a chegar foi o brasileiro, com uma amora e uma uva. Enfiou a amora, quando foi enfiar a uva ela estourou e ele riu.
E então chega o portugues, com um laranja e uma maçã. Enfiou a laranja e na hоrа de enfiar a maçã, soltou uma gargalhada.
Já no céu, o brasileiro diz para o portugues :
— Enfiei a amora e quando fui enfiar ela estourou e eu ri, роrrа! E você, por que riu?
E o português responde :
— Enfiei a laranja, e quando fui enfiar a maçã, vi o desgraçado do argentino vindo com um abacaxi em com uma melancia.
Três horas da tarde, toca o telefone da Casa Branca.
— Por gentileza, eu posso falar com George Bush?
— Quem gostaria? — pergunta a estagiária.
— Aqui é o Osama!
— O... Osa... Osama Bin Laden? — grita ela, eufórica.
— Sim, minha filha... Mas chama ele logo que eu não tenho todo o tempo do mundo!
— Er, um minuto só! — diz a garota, correndo pela sala oval e gritando o nome do presidente, que voa para o telefone:
— Hello, hello...
— Calma Bush, aqui é o seu amigo Laden!
— Seu, seu... O que você quer?
— Eu liguei para lhe dar duas notícias, uma boa e outra ruim!
— Fala logo! Qual é a boa?
— A boa é que eu vou me entregar... Estou indo pros Estados Unidos amanhã...
— Sério? E a ruim?
— A ruim é que eu vou de avião!
Três distintos sujeitos, um brasileiro, um alemão e um americano, foram os únicos sobreviventes de um navio naufragado e como geralmente acontece nesse tipo de piadas manjadas, foram parar em uma ilha deserta.
Depois de uma semana sem comer nada nem ninguém, eles começaram a ficar desesperados, até que, em uma bela tarde, o americano se levantou, pegou o seu canivete e gritou:
— Vamos matar a fome! — e cortou o seu antebraço, para que eles dividissem a carne.
Todos comeram, felizes, até que, depois de mais uma semana de fome, chegou a vez do alemão. No meio da madrugada, ele se levantou e gritou:
— Vamos matar a fome! — e cortou uma fatia da sua coxa branca!
Todos se deliciaram, mas a carne logo acabou. O tempo foi passando, a fome foi apertando, até que um dia, quando estava amanhecendo, o alemão intimou o brasileiro:
— Então, você não vai contribuir para matar a fome de todos?
O brasileiro se levantou e começou a discursar:
— Sei que nós só estamos vivos graças ao antebraço e à coxa que comemos nas últimas semanas. Portanto, tenho consciência de que preciso fazer a minha parte e vou aproveitar para variar a nosso cardápio. Terminando de dizer isso, ele abaixou as calças, tirou o seu órgão pra fora e gritou:
— Vamos matar a fome!
O alemão viu o membro avantajado do brasileiro e exclamou:
— Oba! Vamos comer lingüiça no café da manhã!
— Lingüiça coisa nenhuma... — disse o brasileiro, balançando a cabeça — Agora todo mundo vai tomar leitinho!
Semana passada convidei uns amigos para o almoço em um restaurante próximo ao nosso escritório, e notei que o garçom que nos atendeu levava uma colher no bolso da camisa. Achei esquisito, mas tomei isso como um fato casual. No entanto, quando o encarregado da mesa trouxe a água, copos e talheres, notei que ele também tinha uma colher no bolso da camisa. Olhei em volta, no salão, e percebi que todos os garçons, garçonetes e atendentes também levavam uma colher no bolso da camisa. Quando o garçom voltou para tomar o pedido, perguntei:
— Por que a colher?
— Bom, — explicou — os donos do restaurante contrataram a consultora Andersen, experts em eficiência, com o objetivo de revisar e melhorar todos os nossos processos. Depois de muitos meses de análises estatísticas, eles concluíram que os clientes deixavam cair no chão a colher com 73% maior frequência do que os outros talheres.
Isso representava uma frequência de quedas de 3 colheres por hоrа por mesa. Se o nosso pessoal ficasse preparado para cobrir essa contingência, nós poderíamos reduzir o número de viagens à cozinha e, assim, poupar mais de 1,5 horas por homem por turno. No momento em que estávamos falando, escutou-se um som metálico na mesa atrás da gente. Rapidamente o garçom que nos atendia trocou a colher caída por aquela que ele levava no bolso, e me disse:
— Pegarei outra colher quando for a cozinha, assim não farei uma viagem extra para buscá-la agora.
Meus amigos e eu ficamos realmente muito impressionados. O garçom continuo a anotar o nosso pedido. Enquanto meus convidados ordenavam, continuei a observar ao meu redor. Foi, então, quando observei de relance uma cordinha fininha pendurada no zíper da calça do garçom.
Rapidamente, percorri com o olhar o salão para me certificar que todos os garçons levavam a mesma cordinha pendurada no zíper da calça. A minha curiosidade foi muito grande e, antes do garçom se retirar, perguntei:
— Desculpe, mas... por que tem essa cordinha justo aí?
— Oh, sim! — respondeu, e começou a falar em um tom mais baixo — Não tem muitas pessoas tão observadoras quanto o Sr. Essa consultora de eficiência da qual lhe falei, achou que nós também poderíamos poupar tempo na ida ao banheiro.
— Como é isso?
— Veja bem: amarrando esta cordinha na ponta do... bem, você já sabe, podemos sacá-lo para mijar sem tocá-lo e dessa forma, eliminando a necessidade de lavarmos as mãos, encurtando o tempo gasto no banheiro em 67% por homem.
— Que ótimo, isso tem muito sentido, mas... se a cordinha ajuda a sacar, como é que volta a guardar?
— Bem, eu não sei como fazem os outros, mas eu uso a colher.