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Uma mulher ia se casar, mas seu noivo não sabia que ela não era mais virgem. Então, para não decepcioná-lo na lua de mel, resolve perguntar para uma amiga o que deveria fazer. E a amiga lhe dá uma sugestão:
— Antes de transar, você vai ao banheiro, com a desculpa de que vai se arrumar para ele, e nessa hоrа você coloca uma pequena bexiga no local do hímen.
Aceitando a sugestão, na lua de mel, na hоrа H, ela foi ao banheiro e fez o planejado. Voltou ao quarto e, lépida, se entregou ao marido. Rolou aquele aquecimento básico e o cara, já bem animado, partiu para cima. No momento do bem-bom ouve-se um pequeno estouro. Ele se assusta, interrompe o ato, olha para o pênis e fiса parado de boca aberta. Ela mais do que depressa pergunta:
— O que houve meu amor? Nunca viu um hímen?
O marido responde:
— Já, mas em nenhum estava escrito "Feliz Aniversário"!
O sujeito entra em um bar com um papagaio no ombro e muitas mulheres gostosas à sua volta.
— Garçom, me vê um Martini pra ruiva, uma tequila pra morena, uma cerveja pra loira e 10 cheesburgueres pro papagaio.
O garçom acha aquilo muito estranho, mas atende o pedido e assiste o papagaio comendo freneticamente.
No dia seguinte o mesmo sujeito aparece no bar com outras mulheres, o mesmo papagaio no ombro e repete o pedido. Novamente o garçom atende e assite a cena, abismado. No terceiro dia, o garçom não resiste e pergunta:
— Desculpe, amigo... Mas você pode me satisfazer uma curiosidade?
— Já sei... — adivinha o sujeito — Você quer saber por que o meu papagaio come tanto?
O garçom acena com a cabeça.
— Bom, um dia desses eu estava andando na rua e encontrei uma lâmpada mágica. Esfreguei e saiu um gênio que me disse pra fazer três pedidos. Primeiro eu pedi pra ser muito rico e hoje eu sou uma das pessoas mais ricas do país. Depois eu pedi pra viver cercado de mulheres maravilhosas e o gênio me mandou essas gatas que você está vendo. E, por último, eu pedi pra ter um passarinho insaciável. Aí o sacana me deu esse louro filho da рuта!
Após uma longa e caliente lua de mel o maridão todo cheio de nove horas diz para a esposa:
— Querida, nossa lua de mel foi uma maravilha, mas existem algumas regras que você deve saber e respeitar para termos o nosso casamento feliz.
— Ok. Querido! Quais são as regras?
— Bem, nas segundas e quartas, eu tenho um compromisso sagrado: eu saio para jogar futebol com os amigos. Eu já faço isso há anos com a mesma turma da faculdade, não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!
— Ok. Meu amor! Tudo bem!
— Bem, nas terças e quintas, eu tenho um outro compromisso sagrado: eu saio para ir a sauna com os amigos. Eu já faço isso há anos, com alguns amigos.
Não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!
— Ok. Meu amor! Tudo bem!
— Nas sextas-feiras eu tenho um compromisso quase profissional: eu saio para tomar cerveja com o pessoal do escritório. É o lado social do nosso trabalho... você sabe como é! Eu já faço isso há anos...
Não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!
— Ok. Meu amor! Tudo bem!
— Poxa! Que bom que você entendeu tudo direitinho!
Encontrei a mulher certa! A minha turma vai ficar morrendo de inveja da minha sorte!
— Vamos nos dar muito bem, querida...
Quando ela faz um aparte...
— Espere um pouquinho meu amor! Eu também tenho uma regra que eu quero continuar seguindo, é apenas uma, e depende muito de você!
— E qual é, meu amor?
— Todas as noites, com marido ou sem marido, eu transo!
Zezinho era muito conhecido na sua cidade, todos que passavam diziam:
— E aí Zezinho, beleza?
Em outros lugares a mesma coisa:
— E aí Zezinho, tranquilo?
E era assim todos os dias, sempre muito cumprimentado. Um amigo seu achou inacreditável e decidiu fazer uma aposta com Zezinho, garantindo que ele não era conhecido na Europa. E chegando lá:
— E aí Zezinho, beleza?
— Não é possível,todo mundo conhece ele! — dizia o amigo.
Sem dar-se por vencido levou Zezinho ao Vaticano.
— Se liga, vai lá no palco e acena para a multidão do lado do papa.
E Zezinho foi. Ao chegar lá, Zezinho ficou ao lado do papa, botou a mão no ombro dele e acenou para a multidão.
Lá de baixo seu amigo, contando vitória, chegou para um fiel e perguntou:
— Aí, você conhece aquele cara ali no palco?
E o fiel:
— Quem, aquele que está do lado do Zezinho?
Em uma floresta da Colômbia, os animais tinham o estranho costume de usar todos os tipos de drogas. Certo dia, a girafa estava fumando um baseado, quando apareceu um coelho correndo, com alguns animais o seguindo e lhe disse:
— Girafa amiga, não fume isso... Venha correr comigo pra ficar em forma!
A girafa ficou sensibilizada com a atitude do pequeno coelho, jogou o cigarro fora e seguiu o coelho.
De repente eles viram um elefante cheirando cocaína e o coelho voltou a defender os seus costumes:
— Elefante amigo, pare de cheirar isso! Venha correr conosco e perca alguns quilinhos!
O elefante decidiu pensar na sua saúde, jogou o pó pro alto e começou a fazer cooper com o novo amigo.
Então eles correram mais alguns quilômetros até que encontraram um leão usando lança-perfume. O coelho se apressou em dar seus conselhos:
— Leão amigo, pare de cheirar essa droga! Venha correr com a gente e viver uma vida saudável.
O leão largou o pano molhado em cima de um tronco, se aproximou do coelho e lhe deu uma patada violenta, que arrancou a sua cabeça.
A girafa, o elefante e todos os adeptos da geração saúde ficaram enfurecidos com a atitude do rei da selva, até que o elefante tomou a frente e disse:
— Leão, por que você fez isso com o pobre coelho?
O leão, impiedoso, respondeu:
— Esse cara me obriga a ficar correndo por aí toda vez que toma ecstasy!
O pai estava bebendo cerveja, comendo amendoim e vendo TV na sala, vigiando a filhinha que namorava na varanda. Sono chegando, cerveja fazendo efeito, ouvido começa a coçar e o ваваса começa cutucar o ouvido com um amendoim até que a casca do amendoim quebra e o caroço de amendoim entala no ouvido.
Ele fiса desesperado, começa a tentar tirar o amendoim com o dedo e empurra mais prá dentro. Pega uma tampinha de caneta Bic e меrdа, o amendoim entrou mais ainda. Nisso o sujeito já estava louco, gritando, chamando a mulher, que veio correndo, que apavorou e já queria levar o maridão bêbado para o hospital, mas ele não queria.
— Sou um cara de posição, não posso me expor ao ridículo, etc...
A filha e o namorado entram na sala pra ver o que estava acontecendo.
— Pai, que é isso! Que vergonha!
O namorado da filha diz:
— Calma, que eu dou um jeito! Quando era escoteiro, era eu que socorria os amigos!
O entalado, que estava sem graça, apavorado, e agora рuто com aquele sujeitinho dando palpite, acabou aceitando ajuda.
O sujeitinho mete dois dedos no nariz do sogrão, e diz:
— Fecha a boca e sopra pelo nariz com bastante força!
E não é que o маldiто amendoim saiu do ouvido? O namoradinho sai todo convencido, a filha toda apaixonada, e a mulher encantada com o eficientíssimo rapaz, diz pro maridão:
— Viu que gracinha? Tão calmo, tão controlado nas emergências. O que será que ele vai ser?
E o maridão responde:
— Pelo cheiro dos dedos dele, vai ser ginecologista!
Um brasileiro entra na polícia em plena Caxias do Sul e dirige-se ao xerife:
— Vim entregar-me. Cometi um сriме e desde então não consigo viver em paz.
— Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia.
— Atropelei um argentino na estrada ao sul de Caxias.
— Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes argentinos atravessam as ruas e as estradas a todo o momento?
— Mas ele estava no acostamento.
— Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer.
— Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula!
— Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular, passeata, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.
— Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.
— O senhor é um grande humanista, enterrar um argentino, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubus e outros animais, provavelmente até hienas.
— Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava : Estoy vivo, estoy vivo!
— Tudo mentira, esses argentinos mentem muito!
Um construtor árabe sabendo que a mão de obra em Portugal era muito barata, resolveu ir a Portugal para poder encontrar alguns homens para trabalhar em sua construção, e com isso conseguiu encher um avião de portugueses.
Mas no meio da viajem, passando por cima de um deserto, aconteceu um problema no avião, e para não assustar os portugueses o árabe disse apenas que a turbulência era devido eles estarem chegando, ao local da obra.
E com isso pousaram o avião no meio do deserto, nisso, os portugueses desembarcaram, e começaram a analisar, olharam para frente só viram areia, olharam para trás só viram areia, olharam para os lados e só viram areia, de repente um português com a cara meio assustada, se vira e fala para seu amigo:
— Manoel, quando chega o cimento nóis ta fudido!
Certo dia Manoel estava em seu escritório, quando de repente entrou um fiscal do imposto de renda. O fiscal começou a falar:
— Seu Manoel, estou aqui porque tem algo de errado com sua declaração de renda. O senhor não tem emprego nenhum, não investe em nada, não tem imóveis, e mesmo assim teve uma renda enorme no ano passado. De onde é que veio sua renda? Nós da receita estamos desconfiados de envolvimento com drogas, pois esse dinheiro todo não aparece do nada.
— Que drogas nada meu amigo — respondeu Manoel. — Eu ganho meu dinheiro fazendo apostas.
— Fazendo apostas? Como é que você pode ganhar todo esse dinheirão somente fazendo apostas? Quem aposta um dia perde outro dia ganha...
— Pois é, mas eu só faço apostas que sei que ganho.
— Ah, isso é impossível. Sempre tem uma aposta que se perde.
— Ah é? Pois então vou fazer uma aposta com você. Aposto 10 dólares que consigo morder meu olho esquerdo!
— Morder seu próprio olho? Isso é impossível! Nisso eu aposto, pois sei que você não pode morder seu próprio olho.
— Então tá apostado?
— Apostado.
E o Manoel tira seu olho esquerdo, que era de vidro, e da uma mordida. E o fiscal, estupefato, responde:
— Ta, tudo bem, você mordeu seu olho esquerdo e ganho a aposta, mas mesmo assim, se fizer as contas, isso seria muito pouco para que você tivesse toda a renda que tem por ano. Nem que apostasse de 5 em cinco minutos.
Ao que o Manuel replica:
— Ora, então vamos fazer outra aposta. Aposto que consigo morder meu olho direito!
— Ah, isso sei que você não consegue. Afinal, você não é cego, e o olho esquerdo é de vidro. Portanto o olho direito não pode ser de vidro. Aposto 50 dólares que você não consegue!
— Apostado.
E o Manuel tira sua dentadura e da uma mordida no olho direito. O fiscal já estava рuто, pois tinha perdido nessa brincadeira 60 dólares, e agora estava disposto a fazer qualquer coisa para provar que o português estava envolvido em algo ilegal, que não somente apostas.
Até que, sem esperar, ele ouve o Manuel falar:
— Você quer saber como é que ganho todo esse dinheiro? Não é com apostas pequenas como essa, não. É com apostas grandes. Por exemplo, aposto 10 mil dólares como você tem hemorroidas!
— Ah, não. Dessa vez eu tenho certeza absoluta. Não tenho mesmo hemorroidas. Isso não tem jeito. Dessa vez você perdeu 10 mil dólares. Apostado.
— Bem, então tenho que comprovar que você tem hemorroidas. Você tem que ficar de quatro nessa mesa, com as calcas arriadas, para eu fazer o теsте.
O fiscal então, mesmo não gostando muito da ideia — mas pelos dez mil dólares-, arriou as calcas e ficou de quatro na mesa. Nesse meio tempo o português enfiou o dedo no ânus do fiscal, cutucou para um lado, cutucou pro outro, e disse:
— É, você tem razão: Você não tem hemorroidas!
— Tá vendo! Agora me explica: como é que você pode ter todo esse dinheiro se você acabou de perder uma aposta de 10 mil dólares? Agora você vai em cana!
— Calma. Explico. Perdi sua aposta de 10 mil, sim, não nego. Mas tá vendo aqueles cinco caras na janela do prédio do outro lado? Apostei cem mil dólares com cada um que se o fiscal do imposto de renda viesse aqui eu enfiava o dedo no cu dele!
O português, louco por caçada, foi com seus amigos para os Estados Unidos abater alguns animais em solo norte-americano. Chegando lá, combinaram que cada um ficaria o dia todo na mata e depois se reuniriam pra exibir seus "Troféus". Chegando a noite, todos reunidos e começaram a narrar suas aventuras:
— Eu consegui abater um alce americano, cara, foi demais!
— Isso não é nada! Precisa ver o urso que eu matei!
— E você Manoel, caçou algo:
— Olha, rapaz, eu atireis em alguns prisnôs!
— Prisnô? Que raio de вiсhо é esse? Como ele é?
— Bom, tava escuro, eu não consegui ver direito, mas na hоrа em que eu mirava eles gritavam:
"Pris! Nô!"
No confessionário, chega José e confessa:
— Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
— És tu, José?
— Sou, Sr. Padre, sou eu.
— E com quem estivestes tu?
— Padre, eu já disse o meu pecado... Ela que confesse o dela.
— Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora!... Foi a Isabel Fonseca?
— Os meus lábios estão selados, disse José.
— A Maria Gomes?
— Por mim, jamais o saberá...
— Ah! A Emengarda?
— Não direi nunca!
— A Rosa do Carmo?
— Padre, não insista!
— Então foi a Catarina da pastelaria, não?
— Padre, isto não faz sentido.
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
— És um cabeça dura, José, mas no fundo do coração admiro a tua reserva. Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus, meu filho...
José sai do confessionário e vai para os bancos da igreja. O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe:
— E então? Conseguiu a lista?
— Consegui. Já tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo.