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Um caboclo tinha como único patrimônio um touro, que era o maior reprodutor da região. Os fazendeiros locais alugavam o вiсhо parar "cobrir" suas vacas. Maravilhados com a eficiência do animal, decidiram comprá-lo, mas o caboclo pediu uma grana absurda.
Os fazendeiros não aceitaram a proposta e foram se queixar ao prefeito da cidade. Este, sensibilizado com o problema, resolveu comprar o animal com o dinheiro da prefeitura, pagando uma fortuna, e registrá-lo como patrimônio municipal.
Para comemorar, os fazendeiros e a prefeitura fizeram uma festa imensa na cidade. Chamaram autoridades do estado, técnicos do governo, especialistas em pecuária e trouxeram suas vacas para o touro cobrir.
Tudo pronto, colocaram o вiсhо num curral especial e trouxeram a primeira vаса. O touro se aproximou preguiçosamente, deu uma cheirada e virou-se para o outro lado.
— Deve ser culpa da vаса — disse um fazendeiro. — Ela é muito magrinha! Na outra ele vai mandar ver...
Trouxeram outra vаса, uma holandesa, a mais bonita da região. O touro cheirou a vаса e nada. Preocupado, o prefeito chamou o caboclo e lhe perguntou o que estava acontecendo.
— Não sei... — disse o caboclo. — Ele nunca fez isso antes! Deixa eu conversar com o touro...
E o caboclo, aproximando-se do вiсhо, perguntou:
— O que há com você? Não tá mais a fim de trabalhar?
E o touro, dando uma espreguiçada:
— Ahhhh, não enche o saco! Agora sou funcionário público!
Eram dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um вiсhо para o pai. O homem comprou um pastor alemão.
Papo de vizinho:
— Mas ele vai comer o meu coelho.
— De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de вiсhо. Problema nenhum.
E parece que o dono do сасhоrrо tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Era normal ver o coelho no quintal do сасhоrrо e vice-versa. As crianças, felizes.
Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. Isso na sexta-feira.
No domingo, de tardinha, o dono do сасhоrrо e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Pasmo. Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra e, claro, morto.
— O vizinho estava certo. E agora?
— E agora eu quero ver!
A primeira providência foi bater no сасhоrrо, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa vizinhança. Claro, só podia dar nisso. Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O сасhоrrо chorando lá fora, lambendo as pancadas.
— Já pensaram como vão ficar as crianças?
— Cala a boca! Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível.
— Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador da sua mãe e o colocamos na casinha dele no quintal.
Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim fizeram. Até perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convém a um coelho cardíaco. Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Notam os gritos das crianças. Descobriram! Não deram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
— O que foi? Que cara é essa?
— O coelho... O coelho...
— O que que tem o coelho?
— Morreu!
— Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem...
— Morreu na sexta-feira!
Ao perceber que o touro reprodutor do seu patrão está indisposto para reproduzir, o tratador vai até o veterinário e explica o problema. O doutor recomenda o medicamento:
— Carlos, encha esse tudo com esse pó branco. Depois é só colocar nas narinas do touro e soprar. Isso aqui é como se fosse um Viаgrа, só que em maiores proporções, pra fazer efeito em вiсhо grande! Você vai ver, amanhã o danado tá cheio de disposição. No dia seguinte o Calos volta ao consultório do veterinário.
— E então, Carlos? O remédio...
— Doutor, doutor! — interrompe o tratador, afoito — O senhor sabe onde tem um puteiro por aqui, doutor?
— Puteiro? — estranhou ele — Mas pra que puteiro, Carlos? Tá louco?
— É que ontem eu coloquei o pó no tubo, fui soprar no nariz do touro... E o filho da mãe soprou primeiro!
Um homem, na companhia de um сасhоrrо, pede dinheiro na rua e carrega uma placa onde está escrita e seguinte frase:
"Dê esmola ao pobre ceguinho, pelo amor de Deus."
Um ladrão vê o mendigo e fiса observando-o durante um bom tempo. Quando percebe que a caixinha do homem já está cheia de dinheiro, decide roubá-la. Sem medo de ser notado pelo cego, o malandro vai em direção a ele e, no momento em que vai pôr as mãos na grana, é surpreendido pelo sujeito, que começa a lhe dar uma tremenda surra.
O ladrão, então, grita indignado:
— Mas você não é cego?
— Não, cego é o сасhоrrо!
O sujeito entra no bar com um macaquinho no ombro, vai até o balcão e pede uma bebida. O macaquinho, muito esperto, fiса pulando de mesa em mesa. Primeiro, ele pega umas azeitonas, examina bem de perto e engole. Depois, pega umas fatias de limão e come também. De repente, pula na mesa de sinuca, fiса analisando as bolas coloridas e, pra surpresa de todos, engole também! O dono do bar se assusta:
— Você viu o que o seu macaco fez? Ele engoliu a bola de sinuca inteira!
O dono do macaquinho não se assustou.
— Ah, não liga, não. Ele come tudo que vê. Não se preocupe que eu pago.
Duas semanas depois, lá vem o mesmo homem com o mesmo macaquinho no ombro. E mais uma vez, o macaquinho, muito esperto, sai pulando de mesa em mesa, mexendo em tudo que encontra. De repente, ele vê algumas cerejas, pensa um pouco, pega uma delas, enfia no rаво, pega de volta e come! O dono do bar não se conforma:
— Mas o que é isso? Você viu o que o seu macaco fez agora?
— Não. O que foi? — pergunta o dono do macaquinho.
— Ele enfiou uma cereja no rаво, tirou e depois comeu!
O homem explicou:
— Ah, não liga, não. Desde que ele engoliu aquela bola de sinuca, ele mede tudo antes de comer!
O novo promotor, recém-concursado, um jovem boa-pinta, ainda no frescor dos seus 25 anos, fora transferido para trabalhar numa cidadezinha bem distante no sertão nordestino. Há uma semana hospedado no único hotel da cidade ele notou que em todos este dias não tinha visto nenhuma mulher nas cidade. Curioso, perguntou para um morador:
— Amigo, desculpe a curiosidade, mas eu ainda não conheci nenhuma senhorita nesta cidade...
— Ah doutor, aqui tem tempo que não nasce mulher não!
— Mas e vocês não sentem necessidade de um namoro, algum aconchego?
— Bom doutor, quando a gente com aquela vontade a gente vai até a beira do rio, né? Lá tem uma mulinha que ajuda a quebrar o galho!
— O quê? Mula? Que absurdo! Não acredito nisto!
E saiu o jovem promotor, indignado.
Passados alguns meses os hormônios falaram mais alto e o rapaz começou até a achar coerente se consolar com a mulinha. Foi até a beira do rio e chegando lá, usando de sua autoridade:
— Com licença, com licença, eu sou o promotor eu vou primeiro!
E abaixando as calças, tacou ferro na coitada.
Ohhhh! Espanto geral, quando, do fundo, alguém grita:
— Ô Doutor, a zona é do outro lado, a mula é só pra atravessar o rio!
Um dia decidi sair do trabalho mais cedo e fui jogar golfe! Quando estava escolhendo o taco, notei que havia uma rã perto dele. A rã disse:
— Croc-croc! Taco de ferro, número nove!
Eu achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco que ela sugeriu e bati na bola. Para a minha surpresa a bola parou a um metro do buraco!
— Uau! — gritei eu, me virando para a rã — Será que você é minha rã da sorte?
Então resolvi levá-la comigo até o buraco.
— O que você acha, rã da sorte?
— Croc-croc! Taco de madeira, número três!
Peguei o taco 3 e bati. Вuм! Direto no buraco!
Dali em diante acertei todas as tacadas e acabei fazendo a maior pontuação da minha vida!
Resolvi levar a rã pra casa e, no caminho, ela falou:
— Croc-croc! Las Vegas!
Mudei o caminho e fui direto para o aeroporto! Nem avisei minha mulher! Chegando em Las Vegas a rã disse:
— Croc-croc! Cassino, roleta!
Evidentemente, obedeci a rã, que logo sugeriu:
— Croc-croc! 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas.
Era loucura fazer aquela aposta, mas não hesitei. A rã já tinha credibilidade.
Coloquei todas as minhas fichas e deu na cabeça! Ganhei milhões! Peguei toda a grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi uma suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse:
— Rãzinha querida! Não sei como lhe pagar todos esses favores! Você me fez ganhar tanto dinheiro que lhe serei grato para sempre!
E a rã replicou:
— Croc-croc! Me dê um beijo! Mas tem que ser na boca!
— Tive um pouco de nojo, mas pensei em tudo que ela me fez e mandei ver! No momento que eu beijei a rã ela se transformou numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua. Sentada sobre mim, ela foi me empurrando bem devargarzinho para a banheira de espuma... Juro por Deus, Meritíssimo! Foi assim que essa menina foi parar no meu quarto!