Skip to main content
O caipira chegou em São Paulo, louco pra conhecer um puteiro da cidade grande. O problema era descobrir onde tinha um puteiro, sem conhecer ninguém na cidade e sem passar vergonha.
Depois de pensar um pouco, sentado na calçada, ele viu um padre passando e teve uma idéia brilhante.
— A benção, seu padre! — disse ele, pra chamar a atenção do homem.
— Diga, meu filho...
— O senhor poderia me dizer onde é que fiса a igreja mais próxima?
— Claro. Fiса há duas quadras daqui.
— Duas quadras? Nossa, padre. Fiса bem perto do puteiro, hein!
— Não, meu filho. O puteiro fiса a 4 quadras, à direita, depois da terceira lombada, em uma casa vermelha, número 69.
Em uma movimentada tarde de sexta-feira, bem na hоrа do rush, uma perua de lotação atropela um pobre padre que atravessava a rua.
Duas pessoas morrem: o motorista da lotação e o padre e, dentro de alguns instantes, eles estão nas portas do céu.
— Pode entrar! — diz São Pedro, para o motorista de lotação.
— E eu? — pergunta o padre, indignado.
— Você vai ter que esperar alguns dias no purgatório — diz o porteiro do paraíso — Ainda vamos decidir se você vai entrar no céu ou não!
— Mas como assim? — diz o padre, fora de si — Eu passo a minha vida inteira rezando, indo à igreja todos os domingos, pregando o evangelho na minha paróquia e sou mandado pro purgatório?
— Enquanto este homem, motorista de lotação, que dirige feito louco nas ruas, chega no céu e vai logo entrando? Deve haver algum engano!
— Não há engano algum! — esclarece São Pedro — Acontece que agora, aqui no céu, nós estamos trabalhando com resultados, como vocês fazem na Terra...
— Resultados? E por acaso a vida deste homem trouxe mais resultados do que a minha vida de padre?
— Acompanhe meu raciocínio — diz São Pedro, muito paciente — Enquanto você rezava as suas missas, os fiéis dormiam, mas enquanto este homem dirigia a sua perua de lotação, as pessoas rezavam, fervorosas! Questão de resultado!
Um nordestino que morava em uma região muito pobre reclamava com um cumpadre do sofrimento que é a seca, a sede e, principalmente, a fome! O compadre, que era meio irresponsável, falou:
— Porque que você não vai para os Estados Unidos bichinho? Lá num tem seca nem fome e todo mundo é rico!
O nordestino perguntou:
— Mas cumu que eu vou prá lá?
E o cumpadre:
— Ora, arrume emprego em um navio que vá para lá!
O nordestino arrumou sua тrоuxа e se mandou para os Estados Unidos, matando-se de trabalhar em um navio cargueiro.
Chegando em Nova Iorque o nordestino além de fome começou a sofrer com o frio, porque não conseguia arrumar emprego pois não falava uma só palavra em inglês... Ele estava sentado em uma calçada, congelado e faminto, esperando pela morte, quando passou um mexicano e perguntou:
— O que acontece Muchacho? Queres ir para o meu circo?
O nordestino então, com dificuldade de andar foi até o circo, que era aquecido, onde tomou um banho quente, trocou de roupa, fez uma farta refeição e foi dormir para recuperar as forças. Quando acordou foi procurar o mexicano:
— O que posso fazer para recompensá-lo?
O mexicano respondeu:
— Quero que vistas uma pele de leão e entres no picadeiro para lutares com uma jiboia!
O nordestino recuou um passo, mas pensou que se não fosse o mexicano já estaria morto...
Na hоrа do espetáculo o mexicano anunciou:
— E agora, a sensacional luta do leão africano com a jiboia da amazônia!
O nordestino, vestido de leão, entrou no picadeiro urrando, mas quando viu a imensa cobra entrando do outro lado ajoelhou-se e disse:
— Meu padim padre Cícero, de Juazeiro no Ceará, não deixe essa cobra me matar!
A cobra colocou as mãos na cintura e disse:
— Ó chente bichinho, tu é de lá também?
O padre está dirigindo o seu carro, voltando de um casamento quando de repente fiса com uma vontade incontrolável de tirar água do joelho. Rapidamente ele para o carro e, como padres não podem mijar nas ruas, entra no primeiro bar que vê. No bar as mulheres de mini-saia, os punks, clubbers e roqueiros param de dançar, olham assustados para o padre e ele pergunta:
— Pelo amor de Deus, onde fiса o toalete?
O barman cochicha para o sacerdote:
— Desculpe, seu Padre... Acho que é melhor o senhor não usar o nosso banheiro! Lá há uma estátua de uma mulher pelada com apenas uma folha de parreira cobrindo o sеxо. Isso com certeza não vai agradar o senhor...
— O que é isso! — diz o padre, aflito — Eu posso muito bem suportar este tipo de objeto pagão!
E então o padre se dirige até o banheiro e todos do bar ficam muito intrigados.
Quando ele volta todos estão dançando novamente e o cumprimentam, abraçam e chamam para dançar.
— O que significa isso? — perguntou o padre, abismado.
— Agora você é um dos nossos! — gritou um jovem, com uma garrafa na mão.
— Por quê? — perguntou o padre — Só porque eu fui no banheiro?
— Não exatamente! — intervém o barman — É que toda vez que alguém vai ao toalete e levanta a folha de parreira, todas as lâmpadas do bar se apagam e se acendem!
Esta aqui é aquela do cara que estava no alto de um edifício gritando que ia se matar. A razão era que ele havia perdido um dos braços num acidente. Mas um pastor que ia passando ouviu o desespero e disse:
— Meu irmão, não seja tão cruel com você mesmo, a vida pode ser feliz mesmo para você que não tem um braço. O sujeito nem ligou, disse que era conversa fiada. Mas de repente o pastor vê um homem que não possuía os dois braços e ia passando lá em baixo rebolando. O pastor aproveita e diz:
— Olha, meu filho, aquele nosso irmão perdeu os dois braços e ainda tem ânimo para andar dançando, alegre, vamos até lá para perguntar-lhe qual o motivo de tanta alegria.
Convencido, ambos descem e chegam no homem e perguntam:
— Meu filho, como você consegue não ter os dois braços e ainda andar pela rua dançando, cheio de alegria?
O homem irritado responde:
— Alegria? Dançando? Eu tô é com uma рuта de uma coceira no cu e não consigo coçar!
O louro dado de presente ao padre, veio de um bar onde uma freguesia fanática reunia-se para ouvir jogos de futebol pelo rádio, enquanto tomavam suas cervejas.
O padre, muito satisfeito, colocou o novo hóspede numa coluna junto ao púlpito.
No domingo seguinte, começou seu sermão sob os olhares atentos dos fiéis e do papagaio:
— Meus irmãos! Cristo nasceu na Terra Santa, passou por Belém, passou por Nazareth, passou pela Galiléia, passou por Jerusalém, passou por...
— Рuта меrdа — interrompeu o papagaio — não tem um beque para segurar esse homem?
Estavam todos no jardim de infância, cuidado por uma bondosa freira, lá pelas bandas da Irlanda! Pra começar uma brincadeira, a Irmã pede a cada uma das crianças que digam o que querem ser quando crescerem.
— Ah, eu quero ser médica.
— Ah, eu advogado.
— Ah, eu quero ser engenheira.
— Ah, eu quero ser padre.
— Ah, eu quero ser prostituta.
E a Freirinha:
— Minha filha, que coisa horrível, mas porque você quer ser isto?
— Ah, irmã, eu quero ser prostituta e pronto! Eu quero!
— Ah, minha filha, graças a Deus! Eu tinha entendido protestante.
Era uma vez um homem que tinha passado toda a sua vida trabalhando e que juntara todos os centavos que ganhava. Ele era realmente muito mão-de-vаса.
Antes de morrer, disse à mulher:
— Ouve-me bem! Quando eu morrer, quero que pegues todo o meu dinheiro e o coloques no caixão junto comigo. Eu quero levar todo o meu dinheiro para a minha próxima encarnação.
Dito isto, obrigou a mulher a prometer que, quando ele morresse, ela colocaria todo o seu dinheiro dentro do caixão junto dele.
Um dia o homem morre.
Foi colocado dentro do caixão, enquanto a mulher se mantinha sentada a seu lado, toda de preto, acompanhada pelos amigos mais chegados.
Quando terminou a cerimônia e antes de o padre se preparar para fechar o caixão, a mulher disse:
— Só um minuto! Tinha uma caixa de sapatos com ela. Aproximou-se e colocou-a dentro do caixão, juntamente com o corpo. Um amigo disse-lhe:
— Espero que não tenhas sido doida o suficiente para meteres todo aquele dinheiro dentro do caixão!
Ela respondeu:
— Claro que sim. Eu prometi-lhe que colocaria aquele dinheiro junto dele e foi exatamente o que fiz.
— Estás me dizendo que puseste todos os centavos que ele tinha dentro do caixão com ele?
— Claro que sim! — Respondeu a mulher. — Juntei todo o seu dinheiro, depositei-o na minha conta e passei-lhe um cheque nominal cruzado. Vai descontar lá no inferno!
Zeca era o maior ladrão de galinhas de sua cidade. Certo dia, ele foi trabalhar, ou melhor, roubar, e tudo que ele encontrou foi um pinto.
— É a crise — resmungou ele — Vou levar esse pintinho mesmo! Daqui um tempo, o вiсhо cresce e eu faço um frango assado!
E pegou o pinto. Pra que ninguém testemunhasse sua decadência como ladrão, ele escondeu o вiсhо dentro da calça e pegou um ônibus de volta pra casa.
A certa altura do trajeto, ele adormeceu e duas freiras sentaram-se perto dele. O pintinho, que já estava quase sufocado, tanto fez que conseguiu tirar a cabecinha pra fora da braguilha, entreaberta.
Assustada, a freira mais nova perguntou para a mais experiente o que estava acontecendo.
— Eu não entendo nada disso, mas tenho quase certeza que um dos ovos dele quebrou!
Num convento de freiras, daqueles bem ortodoxos, a Madre Superiora levanta da cama e exclama:
— Que noite linda! Hoje estou tão feliz que vou até tratar bem as freiras!
Então ela sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
— Bom dia, Irmã Josefa. Está com boa aparência. E que bela camisola está a tricotar!
— Obrigada, Madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A Madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, ela encontrou outra freira.
— Bom dia Irmã, Maria! Você parece muito bem! E seu bordado está ficando lindo! Parabéns!
— Obrigado, Madre. A senhora também está com bom aspecto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama!
A Madre Superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Porém, todas as freiras respondiam o mesmo. Assim, quando chegou à quinta freira já estava irritadíssima e resolveu tirar essa história a limpo.
— Bom dia, Irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
— Sim, Madre...
— E posso saber por quê?
— É que a senhora calçou as sandálias do Padre Antônio, Madre!