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Num ônibus, um padre senta ao lado de um sujeito completamente bêbado, que tenta, com muita dificuldade, ler o jornal.
Logo, com voz empastada, o bêbado pergunta ao padre:
— O senhor sabe o que é artrite?
Irritado, o ministro do Deus emendou:
— É uma doença provocada pelo excesso de consumo de álcool!
O bêbado calou-se e continuou com os olhos fixos no jornal. Alguns minutos depois, achando que tinha sido muito durо com o bêbado, o padre tenta amenizar:
— Há quanto tempo o senhor está com artrite?
— Eu? Eu não tenho isso não. Segundo esse jornal aqui, quem tem é o Papa!
No confessionário, chega um sujeito cabisbaixo e diz:
— Padre, o senhor soube que o Mário morreu?
— Que tristeza, filho... Mas o que aconteceu com ele?
— Ele estava dirigindo o seu carro esportivo em direção à minha casa a toda velocidade e quando ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se no poste. Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar!
— Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
— Não padre, ele sobreviveu. E então, no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro, ele tentou se levantar segurando na maçaneta do meu guarda-roupa, que é muito pesado e acabou desabando em cima dele, quebrando vários ossos de seu corpo.
— Pobre Mário! Que morte terrível!
— Não padre, isso machucou muito, mas não o matou! Com muito esforço, ele conseguiu sair debaixo do guarda-roupa, engatinhou até a escada, tentou se levantar apoiando-se no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou por toda a escada, ficando estatelado no chão com um ferro do corrimão fincado em sua barriga...
— Meu Deus... Mas que horror morrer assim!
— Não, padre, ele não morreu! Ele conseguiu arrancar o pedaço de ferro de sua barriga, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão, que também não agüentou o seu peso e caiu sobre o pobre coitado... E o pior de tudo é que eu tinha deixado um bolo assando no forno e ele não agüentou o calor, juntou todas as forças e jogou o forno contra os armários. Depois disso ele abriu a geladeira para aliviar as queimaduras com gelo, mas tropeçou e acabou caindo dentro dela, em cima dos comes e bebes, se machucando ainda mais com as prateleiras, e lá ficou, todo ensangüentado...
— Que morte sofrida, Nossa Senhora!
— Não, não! Ele conseguiu sobreviver a isso, padre! Alguns minutos depois ele acordou com muito frio, queimado e com inúmeros ferimentos, viu o telefone na parede e reuniu suas últimas forças para tentar pedir ajuda. Apoiou-se na parede tentou alcançá-lo, mas, ao invés do telefone ele pôs a mão na caixa de fusíveis e zap! Dez mil volts passaram por ele, fazendo-o cair durо...
— Ave Maria! Que fim terrível!
— Não, padre, isso não o matou. Ele se levantou e...
— Espere aí, meu filho! Afinal, como foi que ele morreu?
— Padre... Eu dei um tiro nele... Por isso estou aqui...
— Mas meu filho, você ficou maluco? Por que você atirou no pobre coitado do Mário?
— Ah padre, o cara estava destruindo a minha casa!
Para facilitar a confissão das mulheres que pulavam a cerca, o padre da pacata cidadezinha do interior acunhou uma expressão idiomática:
"Padre, eu caí no buraco".
Um dia, o velho padre bateu as botas. Logo no primeiro dia de trabalho, o seu sucessor se viu surpreendido com o fato de que várias mulheres fizessem sempre a mesma confissão:
"Padre, eu caí no buraco".
No sábado seguinte, durante um jantar que o Prefeito e sua esposa haviam preparado para lhe dar as boas vindas, o padre arriscou:
— Senhor Prefeito, eu acho que o senhor precisa cuidar um pouco mais das ruas da cidade! Muitas mulheres estão vindo reclamar para mim que toda hоrа estão caindo num buraco!
O Prefeito, que já sabia da história, caiu na gargalhada.
— E o senhor ainda ri? — se irritou o padre — Pois saiba que a sua esposa já caiu três vezes só nesta semana!
A barriga do padre de Реlотаs crescia cada vez mais. Descartada a hipótese de cirrose, os médicos concluíram que seria melhor realizar uma cirurgia exploratória, já que era preciso fazer alguma coisa.
A cirurgia mostrou que era um mero acúmulo de líquidos e gases, e o problema foi sanado. Porém, alguns estudantes de medicina resolveram aprontar e, quando o padre estava acordando da recuperação pós-cirúrgica, colocaram um bebê em seus braços. O padre, espantado, perguntou o que era aquilo e os rapazes disseram que era o que havia saído de sua barriga...
Passado o espanto e tomado de intensa ternura, o padre abraçou a criança e não quis mais se separar dela. Como se tratava do filho de uma mãe solteira que morrera durante o parto, os rapazes se empenharam para que o padre ficasse com a criança. Os anos se passaram e a criança se transformou num homem, que se formou em medicina.
Um dia, o padre já velhinho e sentindo que estava chegando sua hоrа de partir chamou o rapaz e disse:
— Meu filho! Tenho o maior segredo do mundo pra te contar, mas tenho medo que fique chocado.
O rapaz, que já havia intuído do que se tratava, disse, compreensivo:
— Já sei. Adivinhei há muito tempo. O senhor vai me dizer que é meu pai, né?
— Não, sou tua mãe! Teu pai é o bispo de Passo Fundo!
O padre morreu, chegou no céu e foi logo falando com os santos:
— Bom dia, São João!
Mas ele não respondia.
— Bom dia, Santo Agostinho!
E nada de resposta.
Até que ele foi se queixar com São Pedro:
— Poxa, São Pedro... Os santos são mal-educados assim mesmo? Não respondem quando a gente cumprimenta?
— É que aqui não se fala "Bom dia", seu padre. Aqui nós falamos "Ave".
Então o padre voltou e disse:
— Ave, São João!
E São Pedro respondeu.
— Ave, Santo Antônio!
E Santo Antônio acenou para ele.
Depois de passar por Adão, o padre levou uma baita surra.
Então São Pedro apareceu:
— Ah, esqueci de dizer! O Adão você pode cumprimentar com "Bom dia" mesmo, ok?
Uma garota exuberante, com um decote enorme, entrou na igreja, se ajoelhou e começou a rezar. Preocupado em manter a moral do seu rebanho, o padre se aproxima dela e diz:
— Senhorita, por favor, cubra os seus seios!
E voltou para rezar a missa.
Cinco minutos depois, percebendo que ela não tinha dado a minima para a sua ordem, ele voltou ate ela e disse:
— Senhorita, por favor, cubra os seios ou terei de coloca-la para fora da igreja.
Ai a garota se enfezou. colocou as mãos na cintura e disse:
— Padre, o senhor fique sabendo que eu tenho o direito divino...
— E o esquerdo também, mas se não se vestir adequadamente, vai ter de sair!
Uma freira para um táxi e entra nele. O motorista não para de a olhar. Até que ela, incomodada, não resiste e pergunta por que é ele a olha assim. Ele explica:
— Tenho uma coisa para lhe pedir mas não quero que fique ofendida.
Ela diz-lhe:
— Meu filho, dificilmente me pode ofender. Sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo. Com certeza não há nada que me possa dizer ou pedir que eu ache ofensivo.
— Sabe, é que sempre tive na cabeça esta fantasia de ser beijado por uma freira… Ela responde-lhe:
— Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você: 1º, tem que ser solteiro, e 2º, tem que ser Católico.
O taxista fiса entusiasmado:
— Sim, sou solteiro e até sou Católico também!
A freira diz-lhe:
— Então, pare o carro ali na próxima travessa.
E a freira satisfaz a velha fantasia do taxista. Mas, quando continuam para o destino, o taxista começa a chorar.
— Meu filho — diz a freira — Porque é que está chorando?
— Perdoe-me Irmã, mas confesso que menti: sou casado e não sou católico.
A freira conforta-o:
— Deixa pra lá, eu também. Estou a caminho de uma festa a fantasia, e me chamo Alberto.
Certo dia um padre de uma pequena cidadezinha vinha andando pela rua quando olhou em cima de uma árvore e viu uma menina de aproximadamente 14 anos, em cima dela, de saia e sem calcinha. O padre imediatamente disse:
— Ô minha filha não faça isso, é muito feio, desça desta árvore tome 10 reais. Vá comprar uma calcinha para você...
A menina então desceu pegou os dez reais e foi, chegando em casa ela disse para a mãe:
— Mãe eu tava em cima da árvore, aí o padre passou e meu deu 10 reais pra eu comprar uma calcinha...
A mãe ouviu aquilo meditou e, como estava na maior dureza, resolveu no outro dia subir na mesma árvore de saia e, também sem calcinha, ficar à espera do padre. E então, como de costume, o padre passou novamente olhou para cima e, vendo a cena, disse:
— Ô minha filha não faça isso, é muito feio, desça desta árvore e tome 1 real. Vá comprar um prestobarba para você...
O mais mulherengo e cafajeste de todos os homens da paróquia ajoelha-se no confessionário:
— Vim me confessar, seu padre.
— Quais são seus pecados, meu filho?
— Muitos, mas o mais recente é o caso que tive com uma senhora casada desta paróquia.
— Diga-me o nome dessa senhora, meu filho.
— Isso não seria direito, padre.
— Diga-me, não foi a esposa do farmacêutico, aquela loura?
— Não, não!
— Ah, meu filho. Então foi a mulher do promotor.
— Também não.
— Ah, já sei: só pode ter sido a irmã da Dona Julinha!
— Não. Nenhuma dessas, padre.
— Se você não me confessar quem foi, eu não poderei lhe dar a absolvição.
O pecador se zanga e sai bruscamente do confessionário. Na porta da igreja encontra um amigo que lhe pergunta:
— O padre o absolveu?
— Não, mas me deu três dicas sensacionais!
Em São Paulo, um cara passou mal no meio da rua, caiu, e foi levado para o setor de emergência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, e administrado totalmente por freiras.
Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado no coração, o que foi feito com êxito.
Quando acordou, a seu lado estava a freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:
— Caro senhor, sua operação foi bem sucedida e o senhor está salvo. Entretanto, um assunto precisa sua urgente atenção: como o senhor pretende pagar a conta do hospital? O senhor tem seguro-saúde?
— Não, Irmã.
— Tem cartão de crédito?
— Não, Irmã.
— Pode pagar em dinheiro?
— Não tenho dinheiro, Irmã.
— Em cheque, então?
— Também não, Irmã.
— Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
— Ah… Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.
E a freira:
— Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com Deus!
— Magnífico! Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!