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Um casal estava se preparando para ir a uma festa, à noite. A mulher, então, deu ao James, seu mordomo, a noite de folga, dizendo que eles voltariam muito tarde. Como a esposa não estava se divertindo, resolveu voltar para casa sozinha. Quando a mulher entrou em casa, encontrou o James sozinho na sala de jantar. Ela o chamou até o quarto, e virou para ele usando um tom que ele sabia que deveria obedecer:
— James, eu quero que você tire meu vestido.
Ele tirou, suas mãos tremiam, e colocou o vestido cuidadosamente sobre a cadeira.
— James, agora tire minhas meias e minha cinta-liga.
Mais uma vez, ele silenciosamente obedeceu.
— Agora, James, eu quero que você tire meu sutiã e minha calcinha.
Olhar cabisbaixo, James obedeceu. Ambos respiravam profundamente, a tensão entre os dois aumentava.
Ela então olhou com severidade para ele e disse:
— James, se eu pegar você mais uma vez usando minhas roupas, você está despedido!
No confessionário, chega José e confessa:
— Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
— És tu, José?
— Sou, Sr. Padre, sou eu.
— E com quem estivestes tu?
— Padre, eu já disse o meu pecado... Ela que confesse o dela.
— Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora!... Foi a Isabel Fonseca?
— Os meus lábios estão selados, disse José.
— A Maria Gomes?
— Por mim, jamais o saberá...
— Ah! A Emengarda?
— Não direi nunca!
— A Rosa do Carmo?
— Padre, não insista!
— Então foi a Catarina da pastelaria, não?
— Padre, isto não faz sentido.
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
— És um cabeça dura, José, mas no fundo do coração admiro a tua reserva. Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus, meu filho...
José sai do confessionário e vai para os bancos da igreja. O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe:
— E então? Conseguiu a lista?
— Consegui. Já tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo.
Um homem estava sentido uma forte dor no braço direito e resolveu ir ao médico. Chegando lá, o médico anunciou:
— Estou fazendo uso de uma técnica revolucionária, utilizando um computador de última geração que dá o diagnóstico de qualquer doença pelo exame de urina, que é colocado em um dispositivo da máquina.
O paciente olhou para o médico rindo e disse:
— O senhor me desculpe Doutor, mas eu sou analista de sistemas e nunca ouvi falar nesta nova máquina. Mas, para todos os efeitos, vamos fazer o exame.
O paciente entrou para o banheiro do consultório, e trouxe um vidrinho com a amostra da urina. O médico calmamente colocou uma pequena porção na máquina e em 30 segundos saiu uma fita da impressora com o resultado, que o médico leu em alta voz:
— João da Silva, analista de sistemas, artrite no braço direito.
O paciente espantado disse:
— Mas eu nem lhe disse o meu nome... Não é possível... Não estou acreditando neste exame. Gostaria de repeti-lo com uma nova amostra.
O paciente colheu a amostra novamente, passou para o médico que colocou no computador e este deu novamente o resultado. "João da Silva, analista de sistemas, artrite no braço direito."
O paciente virou para o médico e disse:
— Doutor, o Senhor não me leve a mal, mas eu gostaria de fazer o exame novamente, mas trazer a urina coletada após o jejum.
O médico concordou e combinou encontrá-lo no dia seguinte, naquele mesmo horário.
Chegando em casa, o paciente pegou o potinho de urina, pediu a esposa para colocar um pouquinho da sua urina no pote, pediu também à filha, pegou um pouquinho do óleo do motor do carro, bateu uma punhetinha e misturou tudo.
Foi para o consultório do médico rindo e pensando:
— Agora eu quero ver se este computador funciona mesmo. Heh, heh, heh, heh!
Ao chegar, o médico pegou a amostra, colocou na máquina e então o resultado demorou um pouquinho mais para sair, cerca de 45 segundos.
O médico então leu calmamente:
— João da Silva, 34 anos, analista de sistemas, соrnо, filha grávida de 3 meses, o carro vai pifar e da próxima vez que bater рunhета, bata com o braço esquerdo, porque o direito está com artrite.
O português, louco por caçada, foi com seus amigos para os Estados Unidos abater alguns animais em solo norte-americano. Chegando lá, combinaram que cada um ficaria o dia todo na mata e depois se reuniriam pra exibir seus "Troféus". Chegando a noite, todos reunidos e começaram a narrar suas aventuras:
— Eu consegui abater um alce americano, cara, foi demais!
— Isso não é nada! Precisa ver o urso que eu matei!
— E você Manoel, caçou algo:
— Olha, rapaz, eu atireis em alguns prisnôs!
— Prisnô? Que raio de вiсhо é esse? Como ele é?
— Bom, tava escuro, eu não consegui ver direito, mas na hоrа em que eu mirava eles gritavam:
"Pris! Nô!"
Acompanhado de uma belíssima mulher, o sujeito entrou na joalheria e mandou que ela escolhesse a joia que quisesse, sem se preocupar com o preço. Examina daqui, experimenta uma, depois outra, ela finalmente decide por um colar de ouro com diamantes e rubis. Preço: R$ 38.000,00.
Ele manda embrulhar, saca um talão de cheques e começa preencher. Assina, destaca e ao estendê-lo, percebe a fisionomia constrangida e preocupada do vendedor examinando o cheque. O cliente, então num gesto de gentleman, toma a iniciativa:
— Vejo que você está pensando que o cheque pode não ter fundos. É natural, eu também desconfiaria, afinal, uma quantia tão grande. Tudo bem. Façamos o seguinte: Hoje é sexta-feira e o banco já fechou. Você fiса com o cheque e com a joia. Na segunda-feira, você vai ao banco, pega o dinheiro e manda entregar a joia na casa dela, ok?
Cheio de mesuras e agradecimentos pela compreensão o vendedor encaminha o casal até a saída, desejando-lhes um bom fim de semana.
Na segunda-feira, o vendedor ligou para o cliente para dizer-lhe que, infelizmente, deve ter havido algum equívoco do banco, mas o cheque não tinha fundos. Ouviu, então, uma voz meio sonolenta:
— Sem problema. Pode rasgar o cheque. Já comi!
João convidou sua mãe para o jantar. Durante a refeição, sua mãe não pôde deixar de notar o quanto a empregada era atraente e sensual. Após o jantar, ela começou a imaginar se havia mais alguma coisa entre seu filho e a empregada. Lendo os pensamentos da mãe, João disse:
— Eu sei o que você deve estar pensando mãe, mas te asseguro que meu relacionamento com a empregada é duramente profissional.
Uma semana depois, a empregada disse para o João:
— Desde que sua mãe veio para jantar, a concha de sopa de prata sumiu.
— Você não acha que ela levou, acha?
João disse:
— Bem, eu duvido, mas mesmo assim vou escrever um e-mail para ela, só para ter certeza.
Então ele sentou-se e escreveu:
— Querida mamãe, eu não estou querendo dizer que você pegou a concha de sopa da minha casa, e não estou querendo dizer que você não pegou a concha de sopa. Mas o fato é que ela sumiu desde o dia que você esteve aqui para o jantar.
No dia seguinte, João recebeu a resposta do e-mail onde sua mãe dizia:
— Querido filho, eu não estou querendo dizer que você dorme com a empregada, e não estou querendo dizer que você não dorme com a empregada, mas, o fato é que, se ela estivesse dormindo na própria cama dela, já teria achado a concha de sopa que eu coloquei lá. Com amor, sua mãe.
Um amigo encontra outro no bar completamente bêbado e chorando. Espantado, indaga ao companheiro o que lhe aconteceu. Este por sua vez, responde:
— Tem coisas nesta vida que não se explica.
— Como assim? — retruca o outro.
— E que eu estava ordenhando minha cabra de estimação, e quando o balde estava praticamente cheio ela virou o balde com a perna esquerda.
— E dai? — questionou o amigo.
— Tem coisas nessa vida que não se explica, falou o outro. Daí eu amarrei a perna esquerda no poste esquerdo e comecei a ordenhá-la novamente. Só que quando o balde estava pela metade ela tornou a virar o balde, desta vez com a perna direita.
— É por isso que você está assim? — perguntou o amigo.
— Tem coisas nessa vida que não se explica, falou novamente o outro. Então eu amarrei a perna direita no poste direito, e tornei a ordenhar minha cabrita e quando já tinha quase outro balde a safada virou o balde com o rаво.
— Foi por isso que você ficou neste estado, então? — arriscou o amigo.
— Tem coisas nessa vida que não se explica — disse novamente o infeliz.
— Como eu não tinha mais corda, tirei o cinto e amarrei o rаво da cabra ao teto, nesta hоrа minha calça foi ao chão e minha mulher chegou....
— Tem coisas nessa vida que não se explica...