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O pé vira-se pro pinto e fala:
— Você é que leva a vida... fiса aí na boa, se encostando nas mulheres... enquanto eu fico aqui, dentro deste sapato apertado, fedendo, cheio de frieiras...
— Há há! — responde o pinto. — Você tá mal-informado mesmo. Pois saiba que o meu dono me pega, me soca num monte de de buraco escuro, daí parece que se arrepende e fiса me tirando e pondo, tirando e pondo.
E vai assim um tempão, no meio de uma gritaria infernal, até que eu fico тоnто, vomito e desmaio!
Durante uma apresentação, um ventríloquo estava desfilando todo o seu repertório de piadas de loiras com o seu marionete, Joãozinho.
De repente, uma loira estonteante se levanta e começa um discurso:
— Já ouvi mais que o suficiente destas piadas denegrindo as loiras, seu idiота. O que o faz pensar que pode ridicularizar as mulheres desse jeito? O que tem a ver as características físicas de uma pessoa com o seu valor como ser humano? São pessoas vis como você que impedem que mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na comunidade, que nos impedem de atingir todo nosso potencial como pessoa. Por sua causa e por causa das pessoas do seu feitio, perpetua-se a discriminação, não só contra as loiras, mas contra todas as mulheres... tudo em nome desse humor mesquinho e de mau gosto!
Assustado e humilhado, o ventríloquo começou a se desculpar:
— Peço desculpas, minha senhora, não foi essa a minha intenção...
E a loira, em tom raivoso, interrompe:
— O senhor não se meta nesta conversa! Eu tô falando com esse moleque ridículo sentado aí no seu colo!
O cara estava andando pela rua e viu uma placa dizendo:
"Clínica Médica: Tratamos qualquer doença. Resultado garantido ou seu dinheiro de volta em dobro.".
E pensou:
"Esses caras tão se achando espertos, vou enganá-los e ainda tirar uma grana".
Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico o recebeu sorridente:
— Pois não, o que o traz até aqui?
— Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi meu paladar, não consigo sentir mais o gosto e nada. Água, café, feijão, arroz, tem tudo a mesma falta de gosto.
E o médico:
— Ah, pois não. Enfermeira, por favor o pote número 13.
E veio o pote cheio de меrdа. O médico encheu uma colher e enfiou na boca do paciente.
— O que é isso? O senhor me deu меrdа? Tá doido?
E o médico imediatamente:
— Pronto, recuperou seu paladar, está curado!
O cara saiu рuто da vida pensado:
— Desgraçado, me pegou dessa vez, mas agora tenho que recuperar minha grana. Dessa vez vou meter uma infalível!
Uns dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e...
— Ora, ora, o senhor aqui de novo?
E o paciente:
— Como assim, de novo? Quem é o senhor, quem sou eu? Perdi minha memória. O que estou fazendo aqui?
O médico sem pestanejar:
— Ah, pois não, enfermeira, o pote 13.
— O pote 13 de novo não!
— Maravilha, recuperou a memória, está curado!
E o cara, рuто da vida:
Mas que filho-da-рuта! Levou meu dinheiro de novo. Não é possível!
Dessa vez não vou dar chance...
Uma semana depois tava ele de novo:
Mas vejam só, o senhor novamente! Em que posso ajudá-lo dessa vez?
— Pois é doutor, estou acabado dessa vez, perdi o tesão. Não tenho mais vontade de comer ninguém. Vejo a Luize Altenhofen, a Carla Perez, a dançarina do Latino e nada... não tenho mais vontade nenhuma.
O médico pensou um pouco e solicitou:
— Enfermeira, o pote...
— Se vier com essa роrrа de pote 13 mais uma vez vou fоdеr você e essa enfermeira filha-da-рuта!
— Pronto, recuperou seu tesão novamente, já está curado!
A fanha foi ao baile, e lá conheceu um cara. Conversa vai, conversa vem, foram para um motel... Lá chegando, iniciaram as preliminares e ela disse, com toda sua dificuldade de articulação:
— Vohê habe, eu hosto de apanhar um houco anhes de huder. Enhão, bahe um pouquinho na miha bunha?
O cara responde:
— Claro, eu te dou umas palmadas nessa tua bundinha gostosa...
Foi um tapa, dois, três... e a fanha diz:
— Bahe mais fohe.
E ele bateu mais forte.
De novo:
— Bahe mais fohe!
E o tapa foi maior.
— Bahe mais fohe!
E toma-lhe palmada.
— Bahe mais fohe!
E o cara achou estranho, mas usou toda sua força para um baita tapão no traseiro da fanha e não satisfeito pegou sua sandália Rider, tamanho 44, embaixo da cama e sapecou no traseiro da fanha com toda força que até rasgou a Rider...
A mulher levanta cambaleando, chorando, pega uma pedaço de papel e uma caneta de sua bolsa e escreve:
"Bate, mas fode, роrrа!"
Lula morreu, e Deus e o Diabo brigam porque nenhum dos dois quer ficar com ele. Sem acordo, pedem a mediadores uma solução, que decidem por uma proposta obrigatória: que se alterne um mês no céu e outro no inferno.
No 1° mês Lula vai para o céu. Deus não sabe o que fazer, quase fiса louco. O metalúrgico bagunça tudo. Atrapalha todos os elementos das orações e da liturgia. Dissolve o sistema de assessoria pessoal dos anjos, tenta formar uma coligação de maioria absoluta na base da compra de votos. Suborna os arcanjos e os querubins. Transfere um km quadrado do céu para o inferno. Nomeia anjos provisórios aos milhares. Intervém nas comunicacões aos Santos. Troca as placas das portas de São Pedro. Envia um projeto de lei aos apóstolos para reformar os Dez Mandamentos e anistiar Lúcifer. Funda o PTC - Partido dos Trabalhadores Celestiais, com estrela azul clarinho. O céu vira um caos. As pessoas não o suportam mais e promovem piquetes e invasões. Deus não vê a hоrа de chegar o fim do mês para mandá-lo para o inferno.
Quando Lula finalmente se vai, Deus respira aliviado. Mas lá pelo dia 20, começa a sofrer novamente, pensando que dentro de 10 dias terá que voltar a vê-lo. No primeiro dia do mês seguinte nada acontece e Lula não volta do Inferno. No 5° dia, ainda sem notícias, Deus estava feliz, mas logo começou a pensar que, tendo passado mais tempo no inferno, Lula poderia querer passar dois meses seguidos no Paraíso...
Desesperado com a mera possibilidade, Deus decide chamar o inferno por telefone para perguntar ao diabo o que estava acontecendo.
Ring... ring... ring... Atende um diabinho, e Deus pergunta:
— Por favor, posso falar com o Demônio?
— Qual dos dois? — responde o empregado — O vermelho com chifres ou o filho da рuта sem dedo?
— Oi, amor! Nossa, como você está cheiroso! — diz a mulher, toda dengosa, ao marido.
— O que foi, Valquíria?
— Nada! Não posso elogiar você, não?
— Fala logo, Valquíria.
— Ai, amor, que bobagem. Mas, sabe, eu queria mesmo pedir uma coisinha... Posso?
— O que é dessa vez?
— É uma coisinha bem pequena...
— Fala logo, Valquíria...
— Compra um rádio de presente para o seu docinho aqui?
— Ah, só um rádio! — responde ele, aliviado — E que tipo de radio você quer, querida?
— Ah... Pode ser um daqueles que tem um carro por fora!
Naquela casa, toda vez que o sujeito chegava do trabalho acontecia um diálogo do tipo:
— Querido, entupiu a pia da cozinha! — a mulher reclamava.
— E eu tenho cara de encanador, por acaso? — respondia o homem e sentava na poltrona pra ler o jornal.
Ou:
— Amor, queimou a lâmpada do banheiro! — a mulher gritava.
— E eu tenho cara de eletricista, por acaso? — dizia o homem, enquanto assistia o jornal na televisão.
Ou ainda:
— Meu anjo, a parede da garagem está um nojo, precisa pintar! — a mulher berrava.
— E eu tenho cara de pintor, por acaso? — retrucava o marido e saía em seguida para tomar uma cervejinha na padaria.
Um dia, porém, o sujeito voltou em casa e encontrou tudo em ordem: a pia desentupida, a luz do banheiro funcionando perfeitamente e a parede da garagem pintada.
— O que aconteceu? — perguntou o sujeito perplexo.
— O vizinho novo veio, consertou tudo e como recompensa pediu ou uma маssа ou sеxо.
— E que tipo de маssа você fez pra ele?
— E eu tenho cara de cozinheira?
Um casal se conhece num bar e ela, muita vaidosa, depois de alguns drinks e conversa, pergunta:
— Que idade você me dá?
— Bem — responde o cara — pelos cabelos, dou-lhe uns vinte anos, pelo olhar, dezenove, pela sua pele, dezoito, e pelo seu corpo, dezessete anos!
— Hummm, mas como você é lisonjeador e sabe mesmo cortejar uma mulher. O que o senhor está fazendo agora?
— Estou fazendo a soma!