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Açougueiro indignado com сасhоrrо de advogado famoso, que todos os dias, pela manhã, vai em seu comércio e rouba 2kg de salsicha, resolve vingar-se, e, num belo dia, quando advogado adentra em seu comércio solicitando diversos cortes de carne, resolve indagá-lo:
— Caro amigo Doutor Alberto, gostaria de saber de sua pessoa, como advogado extremamente influente, quanto conseguiria ganhar de indenização de um dono de сасhоrrо que todos os dias vem em meu estabelecimento comercial e rouba 2 Kg de linguiça, já perfazendo um total de 5 anos?
O advogado, sem saber que o açougueiro está falando de seu сасhоrrо, responde-lhe:
— Conseguiríamos nos tribunais cerca de 5 mil reais!
O açougueiro, completamente contente com a resposta do advogado, e decidido a se vingar, assim rebate:
— Então esse é o valor que o senhor me deve, pois o сасhоrrо em questão é de sua propriedade.
O açougueiro, achando ter se vingado efetivamente do advogado famoso, e esperando ser ressarcido dos danos sofridos, recebe a seguinte resposta do advogado famoso:
— Tendo em vista que o valor da indenização é de 5 mil reais, ressalto ao digno amigo que me é devedor da quantia de 2 mil reais, pois o valor da minha consulta é de 7 mil reais.
O caminhoneiro estava levando uma carga enorme de galinhas do interior para a cidade.
Na cabine, pra lhe fazer companhia, estava o papagaio dele, o Arilson. No meio da estrada apareceu uma gostosona pedindo carona.
Necessitado, como todo caminhoneiro, ele parou na hоrа e levou o mulherão. Conversa vai, conversa vem e o caminhoneiro avançou o sinal.
— Pare com isso! — gritou a moça, indignada — Seu таrаdо!
O caminhoneiro não quis nem saber:
— Ou dá ou desce!
E a moça continuou negando.
Nisso ele jogou o papagaio pra carroceria do caminhão pra ele não ficar assistindo a cena de camarote. E continuou tentando. Mas nada da moça liberar.
— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce! — repetia ele.
E não é que a moça desceu?
Então ele seguiu viagem. Quando parou e foi conferir a carga, levou o maior susto! Os caixotes estavam todos vazios, não tinha nenhuma gаlinhа na carroceria. Aliás, tinha só uma, no cantinho, encurralada pelo papagaio que repetia:
— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce!
Zeca e seu amigo Dinho foram pescar no pantanal. Eles estavam na picape quando foram surpreendidos, à noite, por uma tempestade que os impedia de seguir.
Ao longe, Zeca conseguiu avistar uma fazenda, e os dois se dirigiram para lá para ver se conseguiam um lugar para passar a noite.
Quem abriu a porta foi uma mulher quarentona, vestida de preto, que ao ouvir o pedido dos dois homens ficou visivelmente constrangida.
— Eu sou viúva e vivo há mais de quinze anos sozinha, e acho que não iria ficar bem para minha reputação se vocês dormissem aqui.
— Não entraremos em sua casa, minha senhora. Podemos dormir no celeiro - explicou um deles.
Passados nove meses daquela aventura no Pantanal, Zeca recebeu uma carta do advogado da viúva. Ele imediatamente ligou para Dinho e perguntou:
— Ô cara, você lembra daquela viúva no Pantanal onde passamos a noite no celeiro?
— Lembro, sim - respondeu ele.
— Você por acaso não teria ido no meio da noite para o quarto daquela mulher e dado uma comida nela?
— Bem... de-devo соn-confessar que sim - diz ele com a voz trêmula.
— E por acaso teria dado o meu nome a ela em vez do teu?
— Sim... eu fiz isso! Desculpe, amigo...
— Desculpar o quê?????? Obrigado, amigão! O advogado acabou de me comunicar que ela morreu e deixou toda a fortuna para mim por aquela noite maravilhosa de amor!!!
O presidente de uma Grande empresa, sentado em sua enorme sala sem absolutamente nada para fazer, começa a pensar sobre o que é trabalho e o que é lazer em seu dia. Após uma enorme lista de diversões, ele chegou na hоrа em que transa com sua esposa, com a qual já está casado há 15 anos. Sem conseguir concluir ao certo se transar com sua esposa é trabalho ou prazer, ele chama o vice-presidente em sua sala. Um pouco menos desocupado, o vice para de ler as reportagens sobre a empresa que haviam sido publicadas no jornal e vai até a sala do Presidente que lhe pergunta: * Transar com minha esposa é trabalho ou prazer? O vice pensa alguns segundos e incerto da resposta pede duas horas para responder. Volta para sua sala, chama o diretor geral da empresa e faz a mesma pergunta: * Quando o presidente dorme com a mulher dele, é trabalho ou prazer? O vice dá ao diretor geral o prazo de uma hоrа para responder. Imediatamente o diretor geral, mesmo sem nada para fazer, delega a função ao diretor jurídico que passa a pergunta para o advogado sênior e assim vai até chegar ao advogado júnior. Assim como o resto da empresa, o advogado júnior fiса na dúvida e vai até a mesa de seu estagiário: * Você tem cinco minutos para descobrir se quando o presidente transa com a mulher dele é trabalho ou prazer. O estagiário, então, sem parar de digitar com a mão direita e separar uma pilha de documentos com a mão esquerda, olha para o advogado júnior por cima das milhares de pastas que estão em sua mesa e responde: * é prazer. Espantado com a rapidez e confiança da resposta do estagiário, o advogado júnior pergunta: * Mas como você tem tanta segurança em sua resposta ? Ainda sem parar de trabalhar, o estagiário responde: * Por que se fosse trabalho era eu quem ia fazer!!!!
O cliente liga para o escritório de seu advogado e diz:
— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.
E a secretaria, pesarosa, informa:
— Sinto muito, não será possível, o Doutor Roberto morreu!
O cliente desliga e 10 minutos depois, em nova ligação, faz a mesma pergunta:
— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.
A secretária informa novamente:
— Sinto muito, não será possível, o Doutor Roberto morreu!
Pouco depois, novamente, o mesmo cliente liga e fala:
— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.
A secretária, irritada, diz:
— Meu amigo, o senhor já ligou três vezes e eu já lhe disse, seu advogado, o Doutor Roberto, morreu. Por que esta insistência?
— Aaaah! — exclama o cliente — me faz tão bem ouvir isso!
Zé, o mineirinho, pensou bem e decidiu que os ferimentos que sofrera num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar o dono do outro carro ao tribunal.
No tribunal, o advogado do réu começa a inquirir o Zé:
— O senhor não disse na hоrа do acidente "Estou ótimo"?
— Bão, vô contá o que aconteceu. Eu tinha acabado di colocá minha mula na caminhonete...
— Eu não pedi detalhes! -interrompe o advogado. -O senhor não disse, na cena do acidente, "Estou ótimo"?
— Bão, eu coloquei a mula na caminhonete...
O advogado interrompe novamente:
— Meritíssimo, na cena do acidente este homem disse ao policial rodoviário que estava bem. Agora, semanas após o acidente, ele tenta processar meu cliente. Por favor, peça a ele que simplesmente responda a pergunta.
O juiz, que estava muito interessado na resposta do Zé, diz ao advogado:
— Eu gostaria de ouvir o que o ele tem a dizer.
— Como eu tava dizendo, coloquei a mula na caminhonete e tava descendo a rodovia quando uma picape travessô o sinal vermeio e bateu na minha caminhonete bem du lado. Eu fui pra fora do carro prum lado da rodovia e a mula vuô pru otro lado. Eu tava muito ferido e não podia me movê. Mais podia ouvi a mula zurrano e grunhino e, pelo baruio, percebi qui ela tava grave.
— E então?-pergunta o juiz, bastante curioso.
— Despois o policial chegô. Ele ouviu a mula gritano e foi até ela. Despois de dá uma oiada no вiсhо, ele pegô o revorve e atirô treis veis na mula. Despois atravessô a estrada com a arma na mão, oiô pra mim e falô que a a mula tava muito mal e teve qui matá ela. E aí ele preguntô si eu tava bem.
— E o que o senhor respondeu?-quis saber o juiz.
— Aí senhor juiz, si coloca no meu lugar... eu pensei bem no qui ele feiz com a mula qui tava ruim e respondi " Eu tô ótimo"!
Aquele advogado conseguiu provar a inocência de seu constituinte, acusado de roubo.
Liquidado o caso, diz o advogado ao cliente:
— Felicito-o, mas aqui entre nós, você roubou o dinheiro, não é verdade?
O outro balançou a cabeça, gravemente:
— Olhe, doutor, antes de ouvir a defesa que o senhor fez, eu estava certo que sim, mas agora, não tenho mais certeza não.