if (!string.IsNullOrEmpty(Model.PrevPageFullUrl))
{
}
if (!string.IsNullOrEmpty(Model.NextPageFullUrl))
{
}
Piadas de Padres - Page 3
Skip to main content
Um pároco de uma igreja no interior de Minas tinha fama de ser bravo e de dar tiro se encontrasse ladrões roubando a igreja. Todo mundo temia o padre. Certo dia dois ladrõezinhos resolveram roubar o cofre da igreja, mesmo sabendo da fama do padre. Entraram bem devagarinho andando em ponta de pés e se enfiaram pelo altar, onde ficava o cofre. O padre, ouvindo barulho, foi ver o que estava acontecendo, já de espingarda na mão, pronto pra dar tiro.
— Quem está ai? Vou atirar, pode ir saindo de mãos pro alto.
— Não atira não, seu padre, que nóis e anjo, só visitando a igreja...
— Anjo? Deixa disso, pode ir saindo - se o seis são anjo, então avua!
— Nóis ainda num sabe avua, padre, nóis ainda e fiote.
A loira no confessionário:
— Padre, na semana passada eu cometi um pecado muito grave. Assim que saí da casa do meu noivo, encontrei um ex-colega de faculdade e depois de algum tempo conversando, acabamos na cama... Sabe, seu padre, eu sou tão volátil...
— Volúvel, minha filha.
— No dia seguinte, assim que saí da casa do meu noivo, encontrei um outro amigo, com quem havia trabalhado há alguns anos e depois de algum tempo conversando, acabamos na cama... É que eu sou tão volátil...
— Volúvel, minha filha, volúvel.
— E ontem, seu padre, eu ia saindo da casa do meu noivo, aí um cara bem bonitão me ofereceu carona, eu topei e depois de algum tempo conversando, ele acabou me levando para um motel. Eu sou tão vo... como é mesmo a palavra, seu padre?
— Рuта, minha filha, рuта!
Um padre de uma pequena cidade fiса desapontado ao descobrir que alguém roubou sua bicicleta. É uma cidade pequena e como ele não possui um carro, utilizava a bicicleta para chegar em todos os lugares. O mais preocupante é o fato de ele conhecer todos na cidade, já que todos são membros da sua congregação, e mesmo assim ele não consegue descobrir quem teria roubado seu bem mais valioso. Ele ainda reclamava sobre isso durante a reunião da igreja, quando um de seus diáconos vem com uma sugestão:
— Este domingo é uma grande oportunidade para pregar sobre os Dez Mandamentos, e quando chegar ao mandamento "Não roubarás" colocar uma maior ênfase, assim, o ladrão vai se consumir de culpa, se arrepender do pecado e devolver a sua bicicleta.
Todos concordam que é um grande plano, e no domingo com a igreja cheia ele começa a execução. Ele está forte, na metade do sermão sobre os mandamentos, mas muda de assunto e começa a pregar sobre o perdão. Depois que toda a missa se acaba e todos saíram da igreja, o diácono que ofereceu a ideia, questiona o padre:
— O que aconteceu? Eu pensei que você iria pregar fortemente contra roubar, para encontrar o ladrão.
E o padre responde:
— Bem, eu estava preparando para isso, mas quando cheguei no mandamento "Não cometerás adultério", de repente me lembrei onde deixei minha bicicleta.
No confessionário, chega José e confessa:
— Padre, eu pequei. Fui seduzido por uma mulher casada que se diz séria.
— És tu, José?
— Sou, Sr. Padre, sou eu.
— E com quem estivestes tu?
— Padre, eu já disse o meu pecado... Ela que confesse o dela.
— Olha, mais cedo ou mais tarde eu vou saber, assim é melhor que me digas agora!... Foi a Isabel Fonseca?
— Os meus lábios estão selados, disse José.
— A Maria Gomes?
— Por mim, jamais o saberá...
— Ah! A Emengarda?
— Não direi nunca!
— A Rosa do Carmo?
— Padre, não insista!
— Então foi a Catarina da pastelaria, não?
— Padre, isto não faz sentido.
O Padre rói as unhas desesperado e diz-lhe então:
— És um cabeça dura, José, mas no fundo do coração admiro a tua reserva. Vai rezar vinte Pais-Nossos e dez Ave-Marias... Vai com Deus, meu filho...
José sai do confessionário e vai para os bancos da igreja. O seu amigo Maneco desliza para junto dele e sussurra-lhe:
— E então? Conseguiu a lista?
— Consegui. Já tenho cinco nomes de mulheres casadas que dão para todo mundo.
Um pai de família passando por sérias dificuldades, que morava numa casinha muito pequena e com muitos filhos, foi pedir ajuda ao pároco da sua cidade. Após escutar seu drama, o padre lhe deu um bode com a recomendação de que, durante uma semana, o homem mantivesse o mesmo na sua sala. Após este prazo, o pobre coitado deveria então retornar a igreja. Passada uma semana, o cidadão retornou.
O padre perguntou:
— E então? As coisas melhoraram?
— Não, seu padre. Não melhorou nada… O bode está nos atrapalhando bastante.
— Então, devolva o bode e volte daqui a uma semana. Disse o padre.
O sujeito devolveu o bode e uma semana depois retornou.
Novamente o padre perguntou:
— E então? As coisas melhoraram?
— Agora sim, seu padre, a minha vida nunca foi tão maravilhosa. Sem o bode a gente tem espaço na sala e não tem mais aquele mau cheiro.
E lá foi o feliz homem de volta à sua casa, agradecido a Deus pela vida que levava.
Um fabricante de pregos, de nome Garcia, decidiu publicitar a sua marca. Dirigiu-se então a uma agência de publicidade e disse que queria um anúncio, algo relacionado com a religião. No domingo seguinte, quando foi à missa, ouviu da boca do padre:
— Garcia deves ser excomungado!
— Por quê? - perguntou o homem.
— Vai lá fora ver - respondeu o padre. Garcia foi e viu um grande anúncio mostrando Jesus pregado na cruz. Em baixo dizia:
"Com pregos Garcia, dois mil anos de garantia!"
De imediato, Garcia foi à agência de publicidade pedir que mudassem o anúncio. No domingo seguinte, o padre, mais zangado ainda, disse de novo:
— Garcia vais ser excomungado!
— Por quê? - disse Garcia.
— Vai lá fora ver!
Desta vez, Garcia encontrou um anúncio que mostrava a cruz bem levantada e Jesus caído no chão, e em baixo dizia:
"Com pregos Garcia, nada disto acontecia!"
E mais uma vez Garcia pediu à agência que fizesse o anúncio sem a imagem de Jesus. No domingo seguinte, o padre, já fora de si, gritava:
— Excomungado sejas, Garcia!
Sem precisar de mais palavras, Garcia foi ver o seu novo anúncio. Este, desta vez, mostrava a cruz bem levantada e alguns pregos no chão. Em baixo dizia:
"Com pregos Garcia, ele não fugia!"
Muito decepcionada com as atitudes do filho, Dona Antônia, uma mulher muito religiosa, foi pedir auxílio ao padre da paróquia que freqüentava.
— Ai, padre! Eu não sei mais o que eu faço com o meu Joãozinho! Ele anda falando muitos nomes feios!
— Hum... Acho que tenho uma solução, Dona Antônia! A senhora anota em um bloquinho todos os palavrões que ele disser e, no final do mês, faça ele doar para a igreja dez centavos por cada palavrão! Assim ele vai aprender a se controlar...
— Ótima idéia, padre! — disse ela, animada — Vou começar hoje mesmo!
E voltou para casa, confiante.
Um mês depois o padre foi até a casa dela e perguntou:
— Então, Dona Antônia? O garoto falou muitos nomes feios?
— Bastante, padre... Eu até já fiz as contas e deu nove reais e noventa centavos.
Então Joãozinho apareceu com cara de poucos amigos, tirou uma nota de dez reais da carteira e entregou ao padre, que disse:
— Muito bem... Mas infelizmente eu não tenho 10 centavos pra te dar de troco agora, Joãozinho...
— Ah, então o senhor vai tomar no cu e fiса tudo certo!
Chegaram juntos ao céu um advogado e um papa. São Pedro mandou o advogado se instalar em uma bela mansão de 800 metros quadrados, no alto de uma colina, com pomar, piscina, etc...
O papa, que vinha logo atrás, pensou que seria contemplado com um palacete, mas ficou pasmo quando São Pedro disse que ele deveria morar numa kitinete na periferia. Irritado o santo padre observou:
— Não estou entendendo mais nada! Um sujeitinho medíocre como esse, simples advogado, recebe uma mansão daquela e eu, Pontífice da Igreja do Senhor, vou morar nessa espelunca!
Ao que São Pedro respondeu:
— Espero que Sua Santidade compreenda! De papa o céu esta cheio, mas advogado, esse é o primeiro que recebemos!
Estava o Gaudério em sua estância trabalhando, quando olhou para o relógio e exclamou assustado!
— A las frescas! To mais atrasado que tartaruga em desfile de lebre! O fandango começa daqui a pouco, tche!
Apressadíssimo, o Gaudério correu para a casa e no caminho falou pro guri que trabalhava na fazenda:
— Piá! Encilha ligeiro um animal pra mim que eu to lосо de atrasado pro baile!
E o menino nem bem acabou e o Gaudério montou e se mandou correndo para chegar em tempo ao baile. No caminho resolveu pegar um atalho que, diziam, tinha assombração. Mesmo assim ele não quis saber. De repente, no meio do mato, surgiu o diabo, o capeta em pessoa. O Gaudério, mais branco que lenço de padre, tremia todo:
— Coisa ruim! Por favor não me mate, tchê!
— Calma gaúcho — respondeu o tristonho — Pelo contrário, vou te conceder três pedidos. Peça o que quiser.
— Ah, é assim? Pois então, quero ter um rosto de galã de cinema, que minha guaiaca fique cheia de dinheiro, e um órgão sеxuаl igual ao deste animal que estou montando!
— Pode ir pro baile — disse o demo — vou te atender a todos teus desejos.
E o Gaudério chegou no fandango, atiçado. Foi pro banheiro conferir o resultado dos pedidos. Primeiro olhou no espelho e tava com o rosto do Tom Cruise. Depois abriu a guaiaca e era dinheiro que não cabia mais. Finalmente baixou a calça pra conferir o terceiro pedido:
— Piá de меrdа! O menino me encilhou a égua!
Um casal tinha dois filhos muito bagunceiros. Eles sabiam que se alguma coisa acontecesse onde moravam, era culpa deles. Um dia, a mãe dos garotos ouviu falar de um padre que sabia como acalmá-los. Ela foi até ele e pediu:
— Seu padre, você pode dar um jeito nesses meus filhos?
E o padre responde:
— Posso sim, mas quero vê-los em horários diferentes na minha igreja.
De manhã, o mais novo vai para a igreja. Chegando lá, senta num banco e aparece o padre, que pergunta:
— Onde está Deus?
O menino começa a suar. Olha pra um lado, pro outro, e o padre repete a pergunta, só que num tom mais severo:
— Onde está Deus?
O garoto começa a suar frio e o padre fala numa voz mais severa ainda:
— Onde está Deus?
O menino apavorado corre pra casa, passa direto pela mãe e se tranca no quarto. O irmão mais velho pergunta pela porta:
— O que aconteceu lá na igreja?
E o mais novo:
— Estamos fodidos. Deus sumiu e acham que foi a gente!