Dia 8 de abril, em um tribunal de São Paulo, uma velhinha começava a responder às perguntas:
— Qual o seu nome?
— Camila Vando.
— Idade?
— Tenho 67 anos.
— Dona Camila, onde a senhora estava há uma semana atrás? E diga-nos o que aconteceu.
— Eu estava sentada no banco de uma praça, dando comida aos pombos quando surgiu um jovem e se sentou ao meu lado.
— Você o conhecia?
— Não... Nunca tinha visto antes.
— O que ele fez?
— Ele começou a conversar comigo e logo acariciou a minha coxa.
— A senhora o deteve?
— Não.
— Por que não?
— Foi agradável... Ninguém nunca mais havia feito isso depois que o meu marido, que Deus o tenha, morreu.
— E depois? O que aconteceu?
— O levei para minha casa, o convidei para fazermos tricô, tomamos uns drinks, e então, ele começou a acariciar meus seios.
— A senhora tentou evitar?
— Não.
— Por que não?
— Porque me fez sentir excitada... Não me sentia assim há anos!
— O que aconteceu depois?
— Eu comecei a abrir as pernas suavemente, e disse:
"Me possua!"
— Ele a possuiu?
— Não... ele gritou:
"Primeiro de Abril"! Foi aí que eu abri a gaveta, puxei o revólver do falecido e dei o tiro nele!
Amit era um alto funcionário da corte do Rei Akbar. Há muito tempo, nutria um desejo incontrolável de сhuраr os voluptuosos seios da rainha até se fartar. Todas as vezes que tentou, porém, deu-se mal.
Um dia, ele revelou seu desejo a Birbal, principal conselheiro do rei, e pediu que ele fizesse algo para ajudá-lo. Birbal, depois de muito pensar, concordou, sob a condição de Amit lhe pagar mil moedas de ouro. Amit aceitou o acordo.
No dia seguinte, Birbal preparou um líquido que causava comichões e derramou no sutiã da rainha, que o deixara fora enquanto tomava banho. Logo a coceira começou e aumentou de intensidade, deixando o rei preocupado. Estavam sendo feitas consultas a médicos, quando Birbal disse que apenas uma saliva de um escorpiano, com ascendente em câncer, se aplicada por quatro horas, curaria o mal. O Rei pediu para que Birbal encontrasse alguém que pudesse preencher estes requisitos e, depois de alguns minutos, ele trouxe Amit. Então Amit, pelas quatro horas seguintes, fartou-se em сhuраr à vontade os suculentos e deliciosos peitões da rainha. Lambendo, mordendo, apertando... Ele fez o que sempre sonhou!
Com seu desejo plenamente realizado e seu libido satisfeito, ele se encontrou com Birbal e se não só se recusou a pagar ao conselheiro como também o escorraçou. Amit sabia que, naturalmente, Birbal nunca poderia contar o fato ao rei, então não quis cumprir o trato das moedas de ouro.
No dia seguinte, por vingança, Birbal colocou o mesmo líquido na cueca do rei que, imediatamente, mandou chamar Amit!
Um padre moderninho assumiu a paroquia da cidadezinha e resolveu informatiza-la: colocou micro no altar, no confessionário, na sacristia...
Implementou uma rede a 100 mbits com switch, servidores NT com raid-5 e mirroring, intranet baseada em NC e Oracle 8 com orientação a objetos, canal de dados/voz via satélite com o Vaticano...
Implantou o Sistema SAP R/3 que controla tudo como o estoque de hóstias, controle de casamentos, fluxo de caixa dos bingos, dizimo a receber, etc...
No dia em que o sistema SAP de calculo de penitencias do confessionário entrou em produção, o padre recebe uma garota para se confessar:
— Deus te abençoe minha filha, só um instante que estou me logando... pronto, pode falar, quais sao os teus pecados?
— Padre eu pequei... Foi com meu namorado... eu tentei resistir mas...
— Vamos filha, fale logo se não o sistema da time-out na conexão.
— Ta bom, padre... eu deixei meu namorado beijar meus seios e...
O padre interrompendo-a digita afobado:
— ... Bei-jar-os-sei-os e "enter". Ok, filha, reza duas ave maria e pronto.
— Próximo!
— Não padre, não acabei ainda...
— Então fale filha, antes que entre a proteção de tela.
— Bom padre, dai, ele me fez segurar seu bilau e...
— ... Se-gu-rar o pê-nis e "enter". Bom, então reza mais três pai nosso e tá perdoada.
— Próximo!
— Não padre, ainda tem mais...
— Então fale filha, que daqui a pouco o banco sai do ar para o back-up.
— Dai padre, ele tirou minha calcinha e colocou metade...
— ... Co-lo-cou me-ta-de e "enter"... opa! Deu "Erro-45"!
— Vou redigitar: co-lo-cou me-ta-de e "enter"... opa! Deu "Erro-45" de novo.
O padre pega a pasta com a documentação do sistema:
— Vamos ver: erro 40... 42... 43... 44... tá aqui: erro 45.
Apos ler a mensagem do erro, o padre pede para a garota:
— Filha, faz o seguinte: volta lá com o seu namorado e pede para ele enfiar tudo, porque nesse release o SAP não aceita fração.
A garota entra no consultório do Doutor Silva:
— Doutor, meus seios estão murchos e caídos...
— Não se preocupe! — diz o médico — Agora temos uma nova cirurgia, revolucionária e mais barata que a prótese tradicional, a senhorita vai adorar.
Entusiasmada, a garota faz a operação e fiса com os seios fartos e empinados, como queria.
Mas um dia, ao acordar, ela percebe que seus seios murcharam e caíram. Desesperada liga para o Doutor Silva:
— Meus peitos despencaram, doutor!
— Calma — diz ele — Eu disse que era um tratamento novo, e ainda está sujeito a alguns problemas. Às vezes isso acontece, mas é fácil de resolver.
— Como?
— Basta colocar as mãos sobre o peito e movimentar rápida e vigorosamente os braços para cima e para baixo por uns cinco minutos, e os seios voltarão ao lugar certo — responde o médico.
A garota faz o tal exercício e, de fato, os seios sobem novamente. Ela respira aliviada...
À noite, ela conhece um rapaz e os dois resolvem ir para um motel. Ele pede licença para ir ao banheiro.
Ela fiса sozinha no quarto, e, de repente, os seios começam a despencar...
— Oh, não, agora não! Desespera-se ela, e começa a sacudir vigorosamente os braços, até os peitos subirem de novo.
— Ufa, que susto!
Passam-se mais dez, quinze, vinte minutos e nada de o rapaz sair do banheiro... a garota fiса impaciente e resolve ir ver o que está havendo.
Quando abre a porta do banheiro, depara-se com o rapaz nu, sacudindo vigorosamente as pernas e olhando para o bilal murcho...
— Não me diga que você também é paciente do Doutor Silva!
O Globo, 28/06/2002, p. 33 Mulheres acreditam em trote e tiram roupa para fazer exame à distância Lisboa. A ciência tem avançado tão rapidamente que algumas pessoas começam a exagerar na credulidade em relação ao alcance da tecnologia. Em sua edição de ontem, o jornal português 'Correio da Manhã' disse que dezenas de mulheres de São Bartolomeu de Messines tiraram a parte de cima da roupa em quintais, varandas, janelas e até mesmo na rua para fazer exame de 'mamografia via satélite, pelo raio laser'. Em reportagem intitulada 'Mamas ao léu', o jornal garantiu que as portuguesas foram convencidas a tirar a roupa por uma mulher que, por telefone, se identificava como médica e elogiava as vantagens da 'nova tecnologia de mamografia por satélite'. Para que se submetessem ao novo exame, a suposta médica afirmava, segundo o 'Correio da Manhã', que elas precisavam apenas ficar 'num local visível', de onde o 'satélite as pudesse captar'. Uma das vítimas disse que chegou a ir para uma colina tirar a parte de cima da roupa. - Estava perto da estrada e quando passava um carro, escondia-me, para que não pensassem que estava maluca. Uma amiga minha ficou com os seios nus à porta de casa e outras puseram-se à janela - disse a mulher, segundo o jornal. Ela apresentou à polícia um folheto com desenhos de mulheres com os seios nus distribuído em Messines, anunciando a 'mamografia por satélite'. Essa não é a primeira vez que portuguesas caem no trote: há um ano, em Lisboa, mulheres exibiram os seios para fazer a suposta mamografia.
Meu leitor, minha leitora, se prepare para o que vai ler, pois essa história não é bonita, e você pode se ofender! Tudo começou num barzinho pequeno, mas sofisticado, onde toda vez que fui só, sempre voltei acompanhado! Eu já tinha bebido umas cinco, quando a vi sozinha numa mesa, tinha cabelos louros, olhos azuis, e o corpo era uma beleza! Usava um vestido preto, com um decote muito ousado, as costas ficavam de fora, e havia uma abertura do lado! Fiquei olhando para ela, como se a noite não tivesse fim, de repente nossos olhos se cruzam e ela sorri para mm! Olhando para os lábios carnudos, já comecei a pensar bobagem, entornei o copo de uísque, pois, precisava criar coragem! Levantei-me da banqueta e decidido, caminhei até a mesa, com os passos de um felino, para cercar minha presa! Parei diante dela acabrunhado, sem saber o que falar, com um gesto magnânimo, ela convidou-me a sentar! A conversa correu solta, e eu não parva de olhar, para o decote apertado, donde os seios queriam saltar! Quando começou a madrugada, eu já bastante embriagado, colei minhas coxas na dela, e dei-lhe um abraço apertado! Ao sentir as costas nuas, estremeci de satisfação, senti o meu раu se erguendo, pronto para entrar em ação! Segurando aquele queixo redondo, beijei os lábios daquela felina, e ao sentir sua língua quente, disparou minha adrenalina! Sem mais poder me conter, convencido de que iria aceitar, convidei-a para um motel, para a brincadeira começar! Ela olhou-me sem espanto sem se fazer de rogada, e num doce murmúrio, disse:
"Eu topo essa parada!"
Mal entramos no quarto do motel, ainda vestida, ela me começou a beijar, em seguida, tirou o meu раu para fora, e avidamente começou a me сhuраr! Ela possuía uma boca treinada, que mais parecia um furacão, logo pedi a ela que parasse, pois já não agüentava de tesão! Depois ela tirou a minha roupa, e começou a fazer-me uma massagem, naquelas mãos delicadas e experientes, viajei pelo reino da sасаnаgем! Quando eu estava a ponto de bala, ela levantou-se com leveza, começou a tirar o vestido e disse:
"Vou te fazer uma surpresa!"
Sensualmente começou a dançar, mexendo com o corpinho esguio, brincando com o vestido no corpo, até que por fim ele caiu! Meus olhos se arregalaram, quando ela tirou o corpete, pois do lugar de uma xana peluda, estendia-se um enorme cacetete! Criado numa família de gaúchos, e carregando a fama de machão, fiquei algum tempo pensando, como resolver aquela situação! No principio eu queria ir embora, fiz até menção de me levantar, mas logo ela me convenceu, de que eu deveria ao menos experimentar! Prostada de 4 na cama, o olhar convidativo a me sorrir, ao ver aquela bunda perfeita empinada, eu não pude resistir! Embevecido pelo desejo incontido, e afetado pelo efeito da bebida, tive a impressão de que naquela noite, eu daria a melhor fоdа da minha vida! Quando satisfeito, caí adormecido, e o relógio já diziam que eram três, Ela cochichou no meu ouvido:
"Vire-se, querido, agora é a minha vez!"