Piadas recentes

Os pais do Joãozinho descobriram que o único jeito de se livrarem de seu filho de sete anos por algumas horas no domingo para fazerem sеxо seria colocá-lo na varanda do apartamento e pedir para ele relatar as atividades da vizinhança. Os pais puseram seu plano em ação e o garoto começou seus comentários, enquanto eles se divertiam na cama:
— Tem um carro sendo guinchado aí na rua!
Um pouquinho depois:
— Tem uma ambulância parando lá na esquina!
Passados mais alguns minutos:
— Parece que a família do seu Valdemar está recebendo visita!
E continuou:
— O Pedro ganhou uma bicicleta nova!
De repente o casal é surpreendido com a notícia:
— Os pais da Karina estão trepando!
Os dois pulam da cama e correm até a sacada.
— Você está vendo isso aí aonde? — pergunta o pai.
O garoto responde:
— Não! É que a Karina também tá sentadinha na varanda!
A loira foi até a loja de eletrodomésticos para comprar um aparelho de TV. Chegando lá, falou para o vendedor:
— Moço, eu quero aquele aparelho de TV que está ali. Quanto ele custa? — falou ela apontando um aparelho que estava na prateleira.
O vendedor educadamente disse a ela:
— Desculpe-me senhora, mas não vendemos para loiras.
Indignada, a moça foi para casa e voltou com uma peruca preta. E novamente fez o pedido para o vendedor:
— Quero comprar aquela TV.
E ele, repetiu:
— Desculpe-me, mas não vendemos para loiras.
Mais indignada ainda, voltou lá com outra roupa óculos escuros e uma peruca ruiva.
— Moço, eu quero aquele aparelho de TV.
E o vendedor:
— Já lhe disse, moça! Nós não vendemos para loiras. Por favor, não insista!
Não mais suportando, ela lhe disse:
— Eu vim ao natural e você disse que não vende para loiras. Vim de morena e de ruiva, continuou dizendo que não vende para loiras! Como sabe que eu era as três pessoas?
— Simples — disse ele — esse não é um aparelho de TV, é um forno microondas.
Um casal de idade está celebrando as bodas de ouro, e eles decidem voltar à cidadezinha do interior onde eles se conheceram. Sentam-se numa lanchonete para tomar um café, e estão contando à garçonete sobre o amor que os une há tanto tempo e como se conheceram naquela mesma lanchonete.
Perto deles está sentado um guarda que ouve a história e que sorri com o relato. Depois que a garçonete volta para a cozinha o velho diz à mulher:
— Lembra da primeira vez que transamos, lá naquele pasto perto da estrada, encostados na cerca? Vamos fazer isso de novo?
A mulher se excita toda e diz com um sorriso malicioso:
— Claro! Vamos lá!
Eles então pegam o carro e vão até o local. O guarda, curioso, dá um tempinho e vai atrás deles. Ao chegar perto, ele se esconde atrás de um arbusto, interessado na cena que iria ver.
O casal vai até a cerca onde eles transaram 50 anos atrás. Sem ver o guarda, eles pensam que não há ninguém e tiram a roupa. O velho agarra a mulher e a encosta na cerca. Ela subitamente adquire uma vitalidade de 20 anos, se requebra toda, geme e agarra seu marido, que também parece no melhor de sua forma, agarrando sua parceira como um selvagem, também gritando e parecendo levá-la a um orgasmo sem precedentes. Finalmente, após uns poucos minutos, eles caem no chão, exaustos.
Passado um tempo, eles se levantam com dificuldade e se vestem. Quando estão voltando para a estrada, o guarda os intercepta e diz:
— Desculpem-me, mas não pude deixar de ver... Esta foi uma das mais fantásticas cenas de sеxо que eu já vi. Vocês deviam ser muito selvagens quando jovens!
— Nem tanto! — responde o velho — Quando éramos jovens a cerca não era eletrificada!
Há muito tempo, quando os galeões singravam os mares, um capitão e sua tripulação estavam para serem atacados por um navio pirata.
Quando a tripulação ameaçou entrar em pânico, o Capitão ordenou ao Imediato:
— Traga-me minha camisa vermelha!
O Imediato trouxe rapidamente a camisa vermelha do Capitão. Ele a vestiu e liderou a tripulação na batalha contra os piratas. Embora algumas baixas tivessem ocorrido, os piratas foram repelidos.
À noite, os homens estavam sentados no convés relembrando o evento do dia, quando um marujo olhou para o Capitão e perguntou:
— Capitão, por que o senhor vestiu sua camisa vermelha antes da batalha?
O Capitão, olhando para o marujo de uma forma que somente um capitão sabe fazer, exortou:
— Se eu fosse ferido na batalha, a camisa vermelha impediria que se visse o sangue, e vocês, homens, continuariam a lutar valentemente.
Os marinheiros ficaram em silêncio, rendendo homenagem à coragem deste homem.
Na manhã seguinte, apareceram dois navios piratas querendo abordar o galeão. A tripulação começou a entrar em pânico, mas o Capitão, calmo como sempre, ordenou:
— Traga-me minha camisa vermelha!
Mais uma vez, o Capitão e sua tripulação repeliram o ataque dos dois navios piratas, embora as baixas desta vez fossem maiores.
Mais tarde, entretanto, os piratas se rearmaram, e apareceram dez navios para enfrentá-los. Os homens ficaram em silêncio e olharam para o Capitão, esperando a ordem. O Capitão, calmo como sempre, ordenou:
— Traga-me minha calça marrom!