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O cliente liga para o escritório de seu advogado e diz:
— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.
E a secretaria, pesarosa, informa:
— Sinto muito, não será possível, o Doutor Roberto morreu!
O cliente desliga e 10 minutos depois, em nova ligação, faz a mesma pergunta:
— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.
A secretária informa novamente:
— Sinto muito, não será possível, o Doutor Roberto morreu!
Pouco depois, novamente, o mesmo cliente liga e fala:
— Eu gostaria de falar com o Doutor Roberto.
A secretária, irritada, diz:
— Meu amigo, o senhor já ligou três vezes e eu já lhe disse, seu advogado, o Doutor Roberto, morreu. Por que esta insistência?
— Aaaah! — exclama o cliente — me faz tão bem ouvir isso!
O sujeito estava assistindo a um jogo de futebol, no estádio, quando de repente sentiu alguém apertando-lhe o ombro. Ele olhou para trás, e viu um sujeito baixinho que lhe sorria. Voltou-se para assistir o jogo, e alguns minutos depois sentiu o aperto no ombro novamente. Olhou para trás com cara de poucos amigos e la estava o baixinho sorrindo. Pouco depois, outro aperto.
— Escuta aqui — gritou ele, com o dedo em riste no nariz do baixinho.
— Se você apertar o meu ombro novamente eu vou lhe dar um chute no saco.
O baixinho esboçou um sorriso sem graça e ficou quieto. Dois minutos depois, novo apertão. O sujeito perdeu a paciência e deu um tremendo chute na virilha do baixinho e, como este último continuava impassível, ele perguntou:
— Ei! Eu te dei um chute no saco tão forte que até o meu pé está doendo e você parece que não sentiu nenhuma dor, como é isso?
E o baixinho explicou:
— É que eu sou um alienígena, não tenho saco, por isso não senti nada!
— Então, como vocês fazem sеxо, no seu planeta?
— Assim ó... — e apertou-lhe o ombro novamente.
A loira foi até a loja de eletrodomésticos para comprar um aparelho de TV. Chegando lá, falou para o vendedor:
— Moço, eu quero aquele aparelho de TV que está ali. Quanto ele custa? — falou ela apontando um aparelho que estava na prateleira.
O vendedor educadamente disse a ela:
— Desculpe-me senhora, mas não vendemos para loiras.
Indignada, a moça foi para casa e voltou com uma peruca preta. E novamente fez o pedido para o vendedor:
— Quero comprar aquela TV.
E ele, repetiu:
— Desculpe-me, mas não vendemos para loiras.
Mais indignada ainda, voltou lá com outra roupa óculos escuros e uma peruca ruiva.
— Moço, eu quero aquele aparelho de TV.
E o vendedor:
— Já lhe disse, moça! Nós não vendemos para loiras. Por favor, não insista!
Não mais suportando, ela lhe disse:
— Eu vim ao natural e você disse que não vende para loiras. Vim de morena e de ruiva, continuou dizendo que não vende para loiras! Como sabe que eu era as três pessoas?
— Simples — disse ele — esse não é um aparelho de TV, é um forno microondas.
Um casal de idade está celebrando as bodas de ouro, e eles decidem voltar à cidadezinha do interior onde eles se conheceram. Sentam-se numa lanchonete para tomar um café, e estão contando à garçonete sobre o amor que os une há tanto tempo e como se conheceram naquela mesma lanchonete.
Perto deles está sentado um guarda que ouve a história e que sorri com o relato. Depois que a garçonete volta para a cozinha o velho diz à mulher:
— Lembra da primeira vez que transamos, lá naquele pasto perto da estrada, encostados na cerca? Vamos fazer isso de novo?
A mulher se excita toda e diz com um sorriso malicioso:
— Claro! Vamos lá!
Eles então pegam o carro e vão até o local. O guarda, curioso, dá um tempinho e vai atrás deles. Ao chegar perto, ele se esconde atrás de um arbusto, interessado na cena que iria ver.
O casal vai até a cerca onde eles transaram 50 anos atrás. Sem ver o guarda, eles pensam que não há ninguém e tiram a roupa. O velho agarra a mulher e a encosta na cerca. Ela subitamente adquire uma vitalidade de 20 anos, se requebra toda, geme e agarra seu marido, que também parece no melhor de sua forma, agarrando sua parceira como um selvagem, também gritando e parecendo levá-la a um orgasmo sem precedentes. Finalmente, após uns poucos minutos, eles caem no chão, exaustos.
Passado um tempo, eles se levantam com dificuldade e se vestem. Quando estão voltando para a estrada, o guarda os intercepta e diz:
— Desculpem-me, mas não pude deixar de ver... Esta foi uma das mais fantásticas cenas de sеxо que eu já vi. Vocês deviam ser muito selvagens quando jovens!
— Nem tanto! — responde o velho — Quando éramos jovens a cerca não era eletrificada!
Há muito tempo, quando os galeões singravam os mares, um capitão e sua tripulação estavam para serem atacados por um navio pirata.
Quando a tripulação ameaçou entrar em pânico, o Capitão ordenou ao Imediato:
— Traga-me minha camisa vermelha!
O Imediato trouxe rapidamente a camisa vermelha do Capitão. Ele a vestiu e liderou a tripulação na batalha contra os piratas. Embora algumas baixas tivessem ocorrido, os piratas foram repelidos.
À noite, os homens estavam sentados no convés relembrando o evento do dia, quando um marujo olhou para o Capitão e perguntou:
— Capitão, por que o senhor vestiu sua camisa vermelha antes da batalha?
O Capitão, olhando para o marujo de uma forma que somente um capitão sabe fazer, exortou:
— Se eu fosse ferido na batalha, a camisa vermelha impediria que se visse o sangue, e vocês, homens, continuariam a lutar valentemente.
Os marinheiros ficaram em silêncio, rendendo homenagem à coragem deste homem.
Na manhã seguinte, apareceram dois navios piratas querendo abordar o galeão. A tripulação começou a entrar em pânico, mas o Capitão, calmo como sempre, ordenou:
— Traga-me minha camisa vermelha!
Mais uma vez, o Capitão e sua tripulação repeliram o ataque dos dois navios piratas, embora as baixas desta vez fossem maiores.
Mais tarde, entretanto, os piratas se rearmaram, e apareceram dez navios para enfrentá-los. Os homens ficaram em silêncio e olharam para o Capitão, esperando a ordem. O Capitão, calmo como sempre, ordenou:
— Traga-me minha calça marrom!
Quatro lombrigas são colocadas em quatro tubos de ensaio separados:
A primeira lombriga em álcool, a segunda lombriga em fumo de cigarro, a terceira em esperma e a quarta em terra natural.
No dia seguinte o professor mostra aos alunos o resultado:
A primeira lombriga, em álcool, está morta. A segunda, no fumo do cigarro, está morta. A terceira, em esperma, está morta. A quarta, em terra natural, está viva.
O professor comenta que é bastante nítido o que é prejudicial e pergunta à classe:
O que podemos aprender desta experiência?
Responde imediatamente o Joãozinho:
— Temos de beber, fumar e fоdеr em abundância para não termos lombrigas!