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Um jovem casal e convidado para uma festa de máscaras. A esposa por causa de uma terrível dor de cabeça, diz para o seu marido ir a festa sozinho e divertir-se. Ele diz que não quer ir sozinho, mas ela insiste e diz que vai tomar uma aspirina e dormir, e que não há motivo para ele perder a festa. Então, contrariado, ele pega na sua mascara e vai. A esposa, após dormir uma hоrа, acorda sem dor de cabeça, e como ainda é cedo decide ir a festa. Como o seu marido não sabe qual e a mascara dela, ela acha que vai ser uma boa oportunidade de observar como e que o seu marido se comporta quando ela não esta por perto. Ela chega a festa e vê logo o seu marido mascarado na pista de dança com uma mulher muito bonita, pegando aqui e beijando ali. A mulher arranja maneira de se insinuar para que ele largue a outra. Ela deixa-o ir ate onde ele quer porque, afinal, ele e seu marido. Finalmente, ele sussurra alguma coisa em seu ouvido e ela concorda. Vão para o carro e fazem amor como uns loucos, duas, três, quatro vezes, sempre sem tirarem as mascaras. Depois separam-se e ela vai para casa, sem se revelar, e volta para a cama imaginando qual será a explicação que ele dará sobre o seu comportamento na festa. Quando ele chega ela esta a ler um livro na cama e pergunta-lhe:
— Então, divertiste-te? Ele responde:
— A mesma coisa de sempre. Tu sabes que eu nunca me divirto quando tu não estas. Ela pergunta-lhe:
— Dançaste muito? E ele responde:
— Vou-te contar uma coisa: não dancei nada! Quando eu ia para a festa encontrei o Zé e o resto da malta e decidimos ir para casa dele jogar as cartas. Foi a noite inteira! Mas vou-te dizer uma coisa... o gajo a quem emprestei a minha mascara diz que teve uma noite fabulosa...
(Piada enviada por André)
Cientista japonês descobre novo Viаgrа feminino, o produto é conhecido pelos japoneses pelo nome de KATON.
— Quando você dá o KATON para mulher - diz o japonês - mulhel fiса alegle, calinhosa, bondoóóósa, non???. Te beija, ablaça o dia inteloo e noite intelinha".
Non dá sossego, ela qué tlansal quantas vez você agüenta.
Te chama "meu amor", "minha vida", "te adolo","te amo"!!!
Aí , perguntaram para o japonês :
— Puxa, mas este produto é fantástico assim mesmo???
— SIM! SIM! SIM! Galantido, non? - respondeu o japonês - funciona muuiiitooo... mesmo! Non falha nunca!
Perguntaram novamente ao japa:
— Mas o nome é mesmo... KATON?
— Sim!!! Katon... Katon de clédito!!!
Em um belo dia ensolarado, um caipira caminhava com sua vаса, já estava muito cansado quando, de repente um ricaço, em um Carrão e fala:
— Entra aí, e amarra a vаса no para-choque! - pensando em tirar uma da cara do mineiro - Te dou uma carona!
O caipira achou estranho, mas entrou no carro e amarrou a vаса bem forte. Já que estava morrendo de cansaço e suando.
O ricaço começou acelerar, para provocar o caipira, e ver se a vаса cansava. Chegou a a 50km por hоrа, e nada. Vendo que a vаса não fazia nem sinal de casaço pisou mais, dirigindo a 80km por hоrа. Aumentou para 100 km por hоrа e nada da vаса desmaiar de canseira...
Pisou mais, chegando a 120 por hоrа, foi quando a vаса pois a lingua pra fora.
O ricaço ironizou...
— Sua vаса tem uma ótima resistência, só agora que é que ela se cansou, e olha que eu estou a 120km por hоrа, hein?!!!
E o mineiro tranquilamente respondeu:
— Ela é ansim de tanto nois caminhá nesse sorzão, todo santio dia! Mas tem uma coisa, qui o sinhô tá errado, ela aindia não cansô, não!
— Mas, ela está com a lingua de fora!-insistiu o homem.
— Qui nada! Ela só ta fazendo sinar que vai ultrapassa oce!
É uma guerra muito sangrenta e o general comandante está a visitar o hospital. Vários soldados estão deitados em suas camas. O general vai conversar com cada um dos doentes, falar palavras de conforto. Chega ao lado do primeiro doente e pergunta:
— O que tens, soldado?
— Hemorroida, meu general.
— E que tratamento você está recebendo, soldado?
— O enfermeiro passa um cotonete com iodo, general.
— Precisa de alguma coisa, soldado?
— Está tudo bem, meu general.
O general chega ao lado do segundo soldado e repete a pergunta:
— O que tens, soldado?
— Hemorroida, meu general.
— E que tratamento você está recebendo, soldado?
— O enfermeiro passa um cotonete com iodo, general.
— Precisa de alguma coisa, soldado?
— Está tudo bem, meu general.
Ao lado do terceiro soldado, o diálogo se repete:
— O que tens, soldado?
— Hemorroida, meu general.
— E que tratamento você está recebendo, soldado?
— O enfermeiro passa um cotonete com iodo, general.
— Precisa de alguma coisa, soldado?
— Está tudo bem, meu general.
E o general continua a inspeção, pois está muito preocupado com a epidemia de hemorroida em suas fileiras. Para ao lado de outro soldado.
— O que tens, soldado?
— Garganta inflamada, meu general.
— E que tratamento você está recebendo, soldado?
— O enfermeiro passa um cotonete com iodo, general.
— Precisa de alguma coisa, soldado?
— Preciso, general. Dá pra o senhor pedir pro enfermeiro trocar o cotonete quando chegar a minha vez?
Dois anões estavam passeando em uma praça, um de mascara e outro sem mascara.
De repente eles encontram uma gangue de homens maus, e o chefe deles disse - Olha o que temos aqui, dois anões. Turma vamos espancar aquele carinha sem mascara, o de mascara deve ser um policial ou algo do tipo e pode nos prender...
Então os homens começaram a espancar o anão sem mascara.
Depois de um tempo soltaram ele, que saiu correndo pra perto do outro amigo anão.
Então, os dois fugiram daquele local. De repente, eles encontram os mesmo cara, e denovo, o camigo sem mascara é espancando. Depois que ele foi solto, ele disse para o amigo:
— Cara, me empresta essa mascara que eu quero ver aqueles idiotas me baterem denovo.
Então o homem de mascara tirou-a e deu para o seu amigo.
De repente eles encontram os homem maus denovo e o chefe da gangue falou:
— Turma, o sem mascara ja apanhou demais, agora vamos bater no de mascara !
Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas, como era caipira da gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que, depois de sua mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir. Mas ela fez questão de ir junto. Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado de fora.
E o médico disse após a consulta:
— Não é nada grave, só uma inflamação... Você coloca esse supositório e fiса tudo bem!
— Brigado, dotô... — disse o caipira, saindo da sala.
Do lado de fora, Gislaine foi logo perguntando:
— I aí, Cráudio? Como foi, homi?
— Eu só perciso usá esse negóço aqui... Chama "suipostório".
— Mais comé qui si usa isso, homi?
— Uai... — disse ele, colocando a mão na cabeça — Sei lá eu, sô!
— Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti ixpricá!
— Ai... O homi vai ficá brabo!
— Vai lá i num recrama, Cráudio!
E lá se foi o Cráudio:
— Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
— No reto. Supositórios são para colocar no reto.
— Brigado, dotô... — disse ele, saindo da sala.
— I aí, Cráudio — perguntou Gislaine.
— Eu perciso colocá isso aqui no reto! — disse ele.
— Mais onde é qui fiса esse negóço, Cráudio!
— Uai... Eu sei lá!
— Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
— Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine...
— Vai logo, Cráudio!
E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
— Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
— No reto — explicou o médico, calmamente — No final da coluna cervical...
— Brigado, dotô! — e saiu da sala.
— Pronto, Gislaine — explicou ele pra sua esposa — É só eu colocá no reto, qui fiса no finár da coluna cervicár!
— Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
— Ih, isso eu já num sei...
— Intão vorta lá, home!
E lá se foi ele mais uma vez.
— Dotô... Disculpa... Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
— No cu, Cráudio! No cu! Enfia no cu!
Cráudio saiu da sala do médico e comentou com a esposa:
— Viu, Gislaine... Eu num falei que o homi ia ficá bravo?
Num quarto de hospital, a enfermaria notou que todos os dias na hоrа da visita, o Srenhor Manoel, marido da paciente vinha com uma fita métrica e a media da cabeça até os pés. Todos os dias a mesma coisa. Ele media e acenava a cabeça desanimado. Certa vez, não se conteve e curiosa, foi falar com o lusitano:
— Meu senhor, por favor, me esclareça uma dúvida. Todos os dias o senhor vem com esta fita métrica e mede sua esposa. Posso saber o por quê?
— Bem, é que eu não vejo a hоrа que a minha mulher volte pra casa !
— Mas eu ainda não entendi por quê que o senhor a mede!
— Ora, mas não foi o médico que disse que ela só vai sair daqui quando tiver alta? Pois então, por enquanto continua do mesmo tamanho...