Piadas recentes

Um jovem casal e convidado para uma festa de máscaras. A esposa por causa de uma terrível dor de cabeça, diz para o seu marido ir a festa sozinho e divertir-se. Ele diz que não quer ir sozinho, mas ela insiste e diz que vai tomar uma aspirina e dormir, e que não há motivo para ele perder a festa. Então, contrariado, ele pega na sua mascara e vai. A esposa, após dormir uma hоrа, acorda sem dor de cabeça, e como ainda é cedo decide ir a festa. Como o seu marido não sabe qual e a mascara dela, ela acha que vai ser uma boa oportunidade de observar como e que o seu marido se comporta quando ela não esta por perto. Ela chega a festa e vê logo o seu marido mascarado na pista de dança com uma mulher muito bonita, pegando aqui e beijando ali. A mulher arranja maneira de se insinuar para que ele largue a outra. Ela deixa-o ir ate onde ele quer porque, afinal, ele e seu marido. Finalmente, ele sussurra alguma coisa em seu ouvido e ela concorda. Vão para o carro e fazem amor como uns loucos, duas, três, quatro vezes, sempre sem tirarem as mascaras. Depois separam-se e ela vai para casa, sem se revelar, e volta para a cama imaginando qual será a explicação que ele dará sobre o seu comportamento na festa. Quando ele chega ela esta a ler um livro na cama e pergunta-lhe:
— Então, divertiste-te? Ele responde:
— A mesma coisa de sempre. Tu sabes que eu nunca me divirto quando tu não estas. Ela pergunta-lhe:
— Dançaste muito? E ele responde:
— Vou-te contar uma coisa: não dancei nada! Quando eu ia para a festa encontrei o Zé e o resto da malta e decidimos ir para casa dele jogar as cartas. Foi a noite inteira! Mas vou-te dizer uma coisa... o gajo a quem emprestei a minha mascara diz que teve uma noite fabulosa...
(Piada enviada por André)
É uma guerra muito sangrenta e o general comandante está a visitar o hospital. Vários soldados estão deitados em suas camas. O general vai conversar com cada um dos doentes, falar palavras de conforto. Chega ao lado do primeiro doente e pergunta:
— O que tens, soldado?
— Hemorroida, meu general.
— E que tratamento você está recebendo, soldado?
— O enfermeiro passa um cotonete com iodo, general.
— Precisa de alguma coisa, soldado?
— Está tudo bem, meu general.
O general chega ao lado do segundo soldado e repete a pergunta:
— O que tens, soldado?
— Hemorroida, meu general.
— E que tratamento você está recebendo, soldado?
— O enfermeiro passa um cotonete com iodo, general.
— Precisa de alguma coisa, soldado?
— Está tudo bem, meu general.
Ao lado do terceiro soldado, o diálogo se repete:
— O que tens, soldado?
— Hemorroida, meu general.
— E que tratamento você está recebendo, soldado?
— O enfermeiro passa um cotonete com iodo, general.
— Precisa de alguma coisa, soldado?
— Está tudo bem, meu general.
E o general continua a inspeção, pois está muito preocupado com a epidemia de hemorroida em suas fileiras. Para ao lado de outro soldado.
— O que tens, soldado?
— Garganta inflamada, meu general.
— E que tratamento você está recebendo, soldado?
— O enfermeiro passa um cotonete com iodo, general.
— Precisa de alguma coisa, soldado?
— Preciso, general. Dá pra o senhor pedir pro enfermeiro trocar o cotonete quando chegar a minha vez?
Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas, como era caipira da gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que, depois de sua mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir. Mas ela fez questão de ir junto. Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado de fora.
E o médico disse após a consulta:
— Não é nada grave, só uma inflamação... Você coloca esse supositório e fiса tudo bem!
— Brigado, dotô... — disse o caipira, saindo da sala.
Do lado de fora, Gislaine foi logo perguntando:
— I aí, Cráudio? Como foi, homi?
— Eu só perciso usá esse negóço aqui... Chama "suipostório".
— Mais comé qui si usa isso, homi?
— Uai... — disse ele, colocando a mão na cabeça — Sei lá eu, sô!
— Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti ixpricá!
— Ai... O homi vai ficá brabo!
— Vai lá i num recrama, Cráudio!
E lá se foi o Cráudio:
— Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
— No reto. Supositórios são para colocar no reto.
— Brigado, dotô... — disse ele, saindo da sala.
— I aí, Cráudio — perguntou Gislaine.
— Eu perciso colocá isso aqui no reto! — disse ele.
— Mais onde é qui fiса esse negóço, Cráudio!
— Uai... Eu sei lá!
— Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
— Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine...
— Vai logo, Cráudio!
E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
— Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
— No reto — explicou o médico, calmamente — No final da coluna cervical...
— Brigado, dotô! — e saiu da sala.
— Pronto, Gislaine — explicou ele pra sua esposa — É só eu colocá no reto, qui fiса no finár da coluna cervicár!
— Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
— Ih, isso eu já num sei...
— Intão vorta lá, home!
E lá se foi ele mais uma vez.
— Dotô... Disculpa... Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
— No cu, Cráudio! No cu! Enfia no cu!
Cráudio saiu da sala do médico e comentou com a esposa:
— Viu, Gislaine... Eu num falei que o homi ia ficá bravo?