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Piadas Mais Novas - Page 306
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Pinóquio tinha uma namorada humana e, sempre que eles tentavam transar, tinham que parar no meio:
— Ai, caramba! — reclamava ela — As farpas do seu pênis de madeira estão me machucando!
Um dia o seu criador Gepetto passou pela sala e viu o boneco todo tristonho.
— O que foi, meu filho? — Perguntou o velho.
— Ah, pai. Tô tendo uns problemas aí com minha namorada. É um saco esse negócio de ser boneco. Toda hоrа ela reclama que têm farpas no meu pênis!
— Mas esse problema é fácil de resolver! — disse Gepetto mexendo nas suas ferramentas — É só eu esfregar uma lixa no seu membro, para aparar as arestas... Deixa comigo!
— Peraí, pai! — disse Pinóquio, meio sem graça — Se o senhor não se importar eu mesmo posso fazer isso... Sabe como é, né? Eu fico constrangido!
Gepetto entendeu e deu uma lixa novinha ao boneco. Algumas semanas depois, lembrou-se do caso e foi ter um papo com o filho de madeira:
— E a namorada, filho, como vai?
— Ah, pai... Não tenho mais namorada...
— Mas por quê? — perguntou ele, inconformado.
— Ah, pai... Ela terminou tudo... Acho que eu lixei demais!
Duas freirinhas vinham andando pela rua, a noite, quando foram atacadas por dois assaltantes que, vendo que as duas não tinham nada que pudesse ser roubado, resolveram, pra não perder o serviço, transar com as freirinhas. Elas gritam, gritam e ninguém aparece. Uma delas, tomada do fervor religiosa, ora:
— Senhor, perdoai-os. Eles não sabem o que fazem Ao que a outra responde:
— Só se for o seu, porque o meu e um artista!
O mito de que o tamanho do pé de um homem pode ser usado para calcular o comprimento do seu pinto já foi desfeito pelos cientistas. Seguindo a trilha da pesquisa que chegou a essa conclusão, agora um novo estudo afirma que, para ter a resposta, os curiosos devem dar uma espiada no dedo indicador. De acordo com cientistas gregos, o comprimento do indicador pode prever com precisão o comprimento do pinto. Os resultados foram publicados na edição de setembro da revista científica Urology. Evangelos Spyropoulos e colaboradores do Hospital Naval e de Veteranos em Atenas, na Grécia, afirmaram ter realizado o atual estudo para reunir mais informações sobre a relação entre as medidas do corpo e o tamanho da genitália masculina. Os cientistas argumentam que esse tipo de informação - bem como uma definição mais clara do que seja 'o tamanho normal do pinto' - ajudará os médicos a aconselhar e tratar o grande número de homens preocupados com as suposta inadequação de seus genitais. 'A falta de padronização de dados métricos e a ausência de critérios amplamente aceitos a respeito do tamanho adequado da genitália externa cria grandes dificuldades no aconselhamento e/ou tratamento de jovens com preocupações relativas à inadequação se*xual', escrevem os autores. No atual estudo, Spyropoulos e seus colaboradores mediram o comprimento do pinto e o volume dos testículos de 52 homens jovens e saudáveis com idades entre 19 e 38 anos e compararam os dados com outras medidas corporais, incluindo altura, peso, índice de маssа corporal (IMC, que mede a relação entre peso e altura), comprimento do dedo indicador e proporção entre cintura e quadril. Em vez de medir o pinto ereto de um homem, a equipe mediu o pinto flácido e esticado, que observou estar estatisticamente correlacionado ao comprimento do pinto ereto. 'Idade e medidas corporais não estavam associadas ao tamanho da genitália, excluindo o comprimento do dedo indicador, que apresentou uma correlação significativa com as dimensões do pinto flácido e esticado ao máximo', indica o estudo. 'Percebemos que a população escolhida como objeto foi relativamente inadequada e sugerimos que uma pesquisa mais ampla, com um número significativamente maior de indivíduos, é necessária para confirmar as observações, particularmente a tendência de relação demonstrada entre o comprimento do pinto e o do dedo indicador', concluíram Spyropoulos e colaboradores.
Parece que os laptops andam esquentando mais do que se imagina. Um cientista de 50 anos --até então saudável-- queimou seu pinto depois de trabalhar com o laptop no colo por cerca de uma hоrа. E ele estava vestido com calça e roupa íntima, segundo nota publicada no Lancet, o jornal de medicina mais conceituado do Reino Unido. Segundo ele, assim que sentiu o calor e uma sensação de queima, o cientista teria tirado o computador do colo e tudo ficou bem. Mas dois dias depois do ocorrido, o cientista notou um edema e inchaço no local. Embora o modelo do laptop não tenha sido divulgado, tudo leva a crer que se tratava de um Dell Latitude. O The Register. Com chegou a essa conclusão depois de fazer uma busca no Google pelo texto de 'precaução' que, segundo o usuário queimado, acompanhava o notebook. O alerta dizia, em inglês, 'não coloque a base do seu computador portátil diretamente sobre a pele. Com o uso prolongado, a base alcança altas temperaturas. O contato direto com a pele pode causar desconforto ou, eventualmente, queimaduras'. Ao fazer a busca por esse site, o The Register. Com encontrou um texto de precaução idêntico no 'Manual do usuário' do Dell Latitude, no site da Dell.
Mascar chiclete, que sempre foi visto como um mau hábito, pode, na verdade, deixar as pessoas mais inteligentes. Um estudo da Universidade de Northumbria, na Grã-Bretanha, descobriu que o hábito pode ter efeitos positivos sobre o processo de pensamento e de memória. 'Os resultados foram muito claros', diz Andrew Scholey, da unidade de neurociência da universidade. ' As pessoas que mascaram chiclete se lembraram de mais palavras.' Segundo ele, o sabor da goma de mascar não importa, o essencial é o movimento repetitivo de mastigação. Sholey explica que a razão da melhora na memória é um aumento da frequência cardíaca e um incremento da insulina que chega aos receptores no cérebro. A experiência testou 75 pessoas, divididas em grupos dos que não mastigariam chiclete, dos que fariam apenas o movimento de mastigação sem nada na boca e dos que mastigaram efetivamente o chiclete. Depois de 25 minutos, foram feitas perguntas sobre lembranças de nomes ou números. A frequência cardíaca no grupo que mastigou chiclete foi 3 vezes maior do que nos que não mastigaram e 1,5 nos 'mastigadores imaginários'. Os pesquisadores acreditam que o aumento da frequência cardíaca melhora o oxigênio no cérebro e as funções cognitivas. (Reuters)