Três distintos sujeitos, um brasileiro, um alemão e um americano, foram os únicos sobreviventes de um navio naufragado e como geralmente acontece nesse tipo de piadas manjadas, foram parar em uma ilha deserta.
Depois de uma semana sem comer nada nem ninguém, eles começaram a ficar desesperados, até que, em uma bela tarde, o americano se levantou, pegou o seu canivete e gritou:
— Vamos matar a fome! — e cortou o seu antebraço, para que eles dividissem a carne.
Todos comeram, felizes, até que, depois de mais uma semana de fome, chegou a vez do alemão. No meio da madrugada, ele se levantou e gritou:
— Vamos matar a fome! — e cortou uma fatia da sua coxa branca!
Todos se deliciaram, mas a carne logo acabou. O tempo foi passando, a fome foi apertando, até que um dia, quando estava amanhecendo, o alemão intimou o brasileiro:
— Então, você não vai contribuir para matar a fome de todos?
O brasileiro se levantou e começou a discursar:
— Sei que nós só estamos vivos graças ao antebraço e à coxa que comemos nas últimas semanas. Portanto, tenho consciência de que preciso fazer a minha parte e vou aproveitar para variar a nosso cardápio. Terminando de dizer isso, ele abaixou as calças, tirou o seu órgão pra fora e gritou:
— Vamos matar a fome!
O alemão viu o membro avantajado do brasileiro e exclamou:
— Oba! Vamos comer lingüiça no café da manhã!
— Lingüiça coisa nenhuma... — disse o brasileiro, balançando a cabeça — Agora todo mundo vai tomar leitinho!
Lula na Inglaterra, pergunta à rainha:
— Senhora rainha, como consegue escolher tantos ministro tão maravilhosos?
Sua majestade responde:
— Eu apenas faço uma pergunta inteligente. Se a pessoa souber responder ela é capacitada a ser ministro. Vou lhe dar um exemplo.
A rainha manda chamar Tony Blair e pergunta:
— Mr. Blair, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem é ele?
Tony Blair responde:
— Majestade, esse bebê sou eu!
Ela vira pra Lula:
— Viu só? Mereceu ser ministro.
Lula, maravilhado com a tática, volta ao Brasil. Chama a ministra Dilma Rousseff e a pergunta:
— Companheira Dilma, seu pai e sua mãe têm um bebê. Ele não é seu irmão nem sua irmã. Quem ele é?
A ministra responde:
— Senhor presidente, vou consultar nossos assessores e a base aliada e lhe trago a resposta.
Então ela vai em busca da resposta, mas ninguém sabe. Aconselham perguntar ao presidente americano.
Dilma liga para Obama:
— Obama, aqui é a Dilma Roussef. Tenho uma pergunta pra você. Se seu pai e sua mãe têm um bebê e esse bebê não é seu irmão nem sua irmã, quem é esse bebê?
O presidente americano responde imediatamente:
— Ora senhora ministra, é lógico que esse bebê sou eu.
A ministra vai correndo levar a resposta ao Lula:
— Sr. Presidente, se meu pai e minha mãe têm um bebê e esse bebê não é meu irmão e nem minha irmã, é lógico que ele só pode ser o Obama.
Lula dá seu sorrisinho sabido e diz:
— Te peguei, companheira Dilma. Sua resposta está completamente errada. O bebê é o Tony Blair.
Um americano, com sua Ferrari possante, estava a se mostrar pelas ruas de Nova Iorque. Sem mais nem menos passa um japonês do seu lado a uns 200 km/h. Olha-o profundamente e grita:
— Conhece moto Kawasaki?
E o ultrapassa. Furioso o americano não se conforma:
— Quem esse japa pensa que é? Ele vai ver só!
Rapidamente, acelera ao máximo, mas não consegue alcança-lo a tempo. Volta e pega seu Porche...
— Agora ele vai ver! Não se вrinса assim comigo...
Logo localiza o japonês pelo retrovisor, mais que rápido acelera para alcançar sua velocidade, mas o japonês o ultrapassa com firmeza e grita:
— Conhece moto Kawasaki?
Inconformado olha o japa que some no infinito... Volta para casa e pega sua Mitsubishi. Agora nunca, ninguém poderá o ultrapassar! (pelo mesmo é o que pensa.) Mas que depressa volta para sua rota, procura mas nada de encontrar aquele japa atrevido. Até que vê ele muito mais veloz que antes. Confiante ele afunda o pé no acelerador. Chega bem perto do japonês, que ao vê-lo começa a acenar. O americano olha-o e consegue alcançar. Então o japa olha o americano e grita:
— Conhece moto Kawasaki?
E o ultrapassa novamente. O americano já de saco cheio, não acredita que uma “motico” consiga deixar sua Mitsubishi para trás e insiste. Acelera e vê o japonês fazendo a curva, mas some... Insiste. Pisa fundo e chega na curva. Quando a completa vê que o japonês esta na pista estirado, todo “arrebentado” e a moto irreconhecível. Não acreditando pára o carro, dá ré pra ver o que aconteceu. Chega no japa estiradão no acostamento, todo esfolado, pára, desce do carro e desesperado com a situação vai logo perguntando o que aconteceu. O japonês quase imóvel faz uma força tremenda, mais responde:
— Conhece moto Kawasaki?
— Sim. E daí? – responde o americano — Então me diz onde fiса o freio.