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Sofia, a garota mais fofoqueira do colégio, chega ofegante para contar uma novidade e tanto para a amiga:
— Dani, Dani... Você não sabe da última!
— Não sei mesmo — responde a amiga, indiferente — Mas se você contar, eu vou ficar sabendo!
— Então, sabe a Lúcia? Aquela loira, de olhos azuis, do terceiro ano?
— Aquela metida? — pergunta Dani, despeitada — O que tem ela?
— Você não vai acreditar... — continua Sofia — Ela ficou grávida!
— Ah, isso não me surpreende... — responde a amiga, com naturalidade — E eu sei muito bem de quem é o filho!
— Sabe mesmo? — pergunta Sofia, curiosa.
— Sei! E tenho certeza absoluta!
— Ah, então vamos ligar pra Lúcia agora mesmo! A coitada tá louquinha pra saber!
Claudinei era casado com uma mulher loira, de olhos azuis, um corpão... Uma mulher de parar o quarteirão. E o pai de Claudinei, Seu Alcides, tinha a maior fama de velho таrаdо.
Certo dia Seu Alcides foi até a casa do filho e a mulher atendeu a porta vestindo uma camisola transparente. O velho ficou louco e, pra completar, Claudinei não estava em casa.
— É hoje — pensou ele.
Depois de insistir por alguns minutos ele estava na cama com a nora. Ela estava se sentia um pouco culpada, mas o velho era bom no xaveco.
Pra tirar e culpa ele ficava repetindo, enquanto fazia o trabalho:
— Dentro e fora... Não faz mal que é minha nora... Dentro e fora... Não faz mal que é minha nora!
Ele estava empolgadíssimo e cada vez repetia com mais vontade:
— Dentro e fora! Não faz mal que é minha nora! Dentro e fora! Não faz mal que é minha nora!
E assim foi se repetindo, até que Claudinei surpreendeu Seu Alcides, por trás, dizendo:
— Entra e sai! Não faz mal que é meu pai! Entra e sai! Não faz mal que é meu pai!
Muito bonita e gostosa, a loira entra pela porta do cassino. Vai ao caixa, troca cinco mil dólares por fichas e segue para mesa da roleta. Para espanto de todos que estavam jogando, ela avisa que vai apostar todo o seu dinheiro e que vai acertar na primeira. Olhando para os funcionários que cuidavam da roleta, diz também:
— Desculpem, espero que vocês não se importem, mas tenho mais sorte quando estou todinha nua.
Por isso, foi logo se despindo e colocou as fichas todas sobre a mesa. Completamente assustado, o croupier girou a roleta. Enquanto a bolinha rolava pelos números, a loura, rebolando nua em frente a mesa, dizia em voz alta sem parar:
— Mamãezinha preciso comprar roupas novas. Preciso de um sapato novo. Um vestido novo. Mamãezinha preciso comprar roupas novas. Preciso de um sapato novo. Um vestido novo.
Assim que a roleta parou, ela pulou em cima da mesa e começou a gritar:
— Ganhei! Ganhei! Ganhei! Ganhei! Ganhei!
Abraçou e beijou cada um dos croupiers. Em seguida debruçou-se sobre a mesa e recolheu todo o dinheiro e as fichas. Vestiu-se rapidamente e foi-se embora. Os croupiers ficaram se olhando com cara de bobos. Finalmente, um deles, voltando a si perguntou:
— Em que número é que ela apostou?
E o outro:
— Sei lá? Pensei que você estivesse olhando.
Uma loira decidiu ir pescar no gelo, depois de ler muitos livros e artigos sobre o assunto. Checando sua lista, ela prepara todas as ferramentas necessárias. Ao chegar ao gelo, nossa jovem amiga encontra uma pequena área que lhe parece promissora, posiciona suas ferramentas e começa a fazer um corte circular no gelo... De repente... do alto... vem uma voz bem forte:
— Não há peixe embaixo desse gelo!
Assustada, a loira moveu-se mais para a frente, no gelo, despejou um café da sua garrafa térmica e começou a cortar outro buraco no gelo. De novo, dos céus, a voz baixou:
— Não há peixe embaixo desse gelo!
A loira, agora bastante preocupada, mudou-se para a outra ponta do gelo, preparou seu equipamento e tentou ainda mais uma vez cortar o buraco. A voz veio novamente, mas agora com um tom irritado:
— Não há peixe embaixo desse gelo! Роrrа!!!
Ela parou, olhou para cima e disse:
— O senhor é Deus?
E a voz respondeu:
— Não! Aqui é o gerente do rinque de patinação!!!
O cara era louco pra levar aquela loira gostosona pra cama. E por mais que ele insistisse ela nada. Depois de pedir umas mil vezes, ela aceita, mas impôs uma condição:
— Só se você fizer um exame e prove que não tem AIDS.
O cara se animou todo. Primeiro, porque sabia que não tinha, segundo por saber que a mina, além de gostosa, se preocupava com a saúde.
Ele correu ao laboratório e, após terem tido a comprovação concreta de que o cara não tinha AIDS, foram a um motel.
Depois de cerca de duas horas de sеxо maravilhoso e selvagem, que ele se deu ao luxo de fazer sem culpa e sem camisinha, a loira agradeceu:
— Desculpe por ter pedido que você fizesse o exame... É que eu morro de medo de pegar AIDS de novo!
A loira foi ao gabinete do chefe e o encontrou absorto em seu trabalho. Ela notou que ele estava iniciando seu computador e resolveu dar uma espiada pra ver se conseguia descobrir a senha do chefe, afinal, se ela descobrisse, o pessoal do escritório não iria mais chamá-la de burra!
Quando o chefe colocou sua senha, a loira saiu em disparada porta afora, gritando pra todos os colegas:
— Descobri, descobri, descobri!!! Agora eu sei a senha do chefe!
Todos:
— Oba !!!
Nisto, uma amiga mais atenta pergunta:
— E qual é a senha?
A loira, toda faceira, responde:
— ******
Semana de Carnaval, o turista chega ao Rio de Janeiro, sedento para conhecer de perto os encantos da mulher brasileira. Depois de deixar a bagagem no hotel, toma um táxi e pede para o motorista levá-lo no melhor puteiro da cidade.
Quinze minutos depois, está na ante-sala de um prédio simples, diante de uma recepcionista exuberante que lhe cobra 500 pratas. Ele paga, em seguida, ela lhe indica uma porta e faz sinal para ele entrar.
Assim que ele entra, dá de cara com duas outras portas: Loiras diz uma, Morenas, a outra. Abre a porta das morenas e dá de cara com mais duas portas: Cheinhas diz uma, Magricelas, a outra. Entra pela porta das cheinhas e de novo fiса diante de duas portas: Ninfetas e Experientes.
Pára, pensa um pouco, decisão difícil. Por fim escolhe as ninfetas. Abre a porta e dá de cara com uma escadaria enorme, com uma seta apontando para baixo. Desce a escadaria, ansioso, lá embaixo encontra um cubículo com vários cabides e uma placa: Tire a Roupa. Ele tira a roupa, pendura-as num cabide, segue pelo corredor e se depara com mais duas portas: Dominadoras e Submissas, pára um instante para recuperar o fôlego e por fim escolhe as submissas. Morena, cheinha, ninfeta e submissa, a mulher perfeita!
Entra e dá de cara com outras duas portas: Pouca Sасаnаgем e Рuта Sасаnаgем. Já arrependido por não ter escolhido um puteiro mais simples, ele abre a segunda porta e percebe que está numa calçada. Olha para a placa na esquina e lê: Av. Copacabana.
Balança a cabeça, desanimado:
— Рuта sасаnаgем!