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Piadas de Sexo - Page 5
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Um casal de idade está celebrando as bodas de ouro, e eles decidem voltar à cidadezinha do interior onde eles se conheceram. Sentam-se numa lanchonete para tomar um café, e estão contando à garçonete sobre o amor que os une há tanto tempo e como se conheceram naquela mesma lanchonete.
Perto deles está sentado um guarda que ouve a história e que sorri com o relato. Depois que a garçonete volta para a cozinha o velho diz à mulher:
— Lembra da primeira vez que transamos, lá naquele pasto perto da estrada, encostados na cerca? Vamos fazer isso de novo?
A mulher se excita toda e diz com um sorriso malicioso:
— Claro! Vamos lá!
Eles então pegam o carro e vão até o local. O guarda, curioso, dá um tempinho e vai atrás deles. Ao chegar perto, ele se esconde atrás de um arbusto, interessado na cena que iria ver.
O casal vai até a cerca onde eles transaram 50 anos atrás. Sem ver o guarda, eles pensam que não há ninguém e tiram a roupa. O velho agarra a mulher e a encosta na cerca. Ela subitamente adquire uma vitalidade de 20 anos, se requebra toda, geme e agarra seu marido, que também parece no melhor de sua forma, agarrando sua parceira como um selvagem, também gritando e parecendo levá-la a um orgasmo sem precedentes. Finalmente, após uns poucos minutos, eles caem no chão, exaustos.
Passado um tempo, eles se levantam com dificuldade e se vestem. Quando estão voltando para a estrada, o guarda os intercepta e diz:
— Desculpem-me, mas não pude deixar de ver... Esta foi uma das mais fantásticas cenas de sеxо que eu já vi. Vocês deviam ser muito selvagens quando jovens!
— Nem tanto! — responde o velho — Quando éramos jovens a cerca não era eletrificada!
O sujeito estava assistindo a um jogo de futebol, no estádio, quando de repente sentiu alguém apertando-lhe o ombro. Ele olhou para trás, e viu um sujeito baixinho que lhe sorria. Voltou-se para assistir o jogo, e alguns minutos depois sentiu o aperto no ombro novamente. Olhou para trás com cara de poucos amigos e la estava o baixinho sorrindo. Pouco depois, outro aperto.
— Escuta aqui — gritou ele, com o dedo em riste no nariz do baixinho.
— Se você apertar o meu ombro novamente eu vou lhe dar um chute no saco.
O baixinho esboçou um sorriso sem graça e ficou quieto. Dois minutos depois, novo apertão. O sujeito perdeu a paciência e deu um tremendo chute na virilha do baixinho e, como este último continuava impassível, ele perguntou:
— Ei! Eu te dei um chute no saco tão forte que até o meu pé está doendo e você parece que não sentiu nenhuma dor, como é isso?
E o baixinho explicou:
— É que eu sou um alienígena, não tenho saco, por isso não senti nada!
— Então, como vocês fazem sеxо, no seu planeta?
— Assim ó... — e apertou-lhe o ombro novamente.
Um sujeito de cabelo comprido tipo hippie senta no primeiro assento de um ônibus ao lado de uma freira excepcionalmente bonita.
Com a maior cara de раu o hippie se vira para a freira e pergunta:
— Quer transar comigo!
A freira, surpresa, declina o convite educadamente e desce do ônibus no ponto seguinte.
O motorista, que ouviu o dialágo, diz ao hippie:
— Eu sei como você pode comer esta freira.
O hippie responde que adoraria saber como, e o motorista conta:
— Toda quarta-feira à meia-noite ela vai ao cemitério para rezar. Como você tem cabelos compridos e barba como Jesus Cristo, você só tem que vestir uma túnica branca e cobrir seu rosto com um gel que brilha no escuro. Ela vai pensar que você é Jesus e você pode ordenar-lhe que faça sеxо com você.
O hippie acha uma boa idéia e, na quarta-feira seguinte, ele vai ao cemitério vestindo uma túnica e de cara pintada, e espera a freira chegar. À meia- noite ela chega e começa a rezar. Ele salta de trás de um túmulo e diz:
— Eu sou Jesus! Ouvi as suas preces e elas serão atendidas. Mas, antes você terá que fazer sеxо comigo.
A freira concorda mas, pede que seja sеxо аnаl, porque quer manter sua virgindade por causa dos votos.
O hippie aceita e executa sua função. Depois de terminado, ele não resiste e limpa o rosto, dizendo:
— Haha!!! Eu não sou Jesus! Eu sou o sujeito do ônibus!!!
A freira tira o véu e diz:
— Ahah!!! E eu também não sou a freira! Sou o motorista do ônibus!!!
Um casal está em um motel. Tinham feito um rala e rola e agora fumavam um cigarrinho.
— Esses seus peitos são incríveis. Como podem ser tão firmes, sendo que você já deve ter uns trinta.
— Trinta e seis! 230 ml de silicone de cada um.
— Viva a cirurgia plástica!
— Gostei deste seu sorriso. É muito bonito.
— 16 dentes implantados. Mais de 12 horas de cirurgias.
— Viva a odontologia!
— Gostei dos seus cabelos. São naturais, não é mesmo?
— Aplique. Estavam curtinhos. Não quis esperar crescerem. Mas os seus são...?
— Interlace. Nem dá para perceber. Posso até nadar com eles.
— Essa sua bundinha arrebitada...
— Silicone. Nas batatas da perna também tem um pouco.
— Onde mais você já mexeu?
— Pálpebras, maçãs do rosto, queixo, pescoço, lipo na barriga, culotes, cintura, botox, lifting... e também fiz a "preciosa".
— Você quer dizer a...
— Exatamente!
— O que você fez?
— Mudança de sеxо. Meu nome é Sérgio.
Desde o primeiro dia de casamento, Romualdo pedia à mulher para fazer sеxо аnаl, mas ela nunca aceitava.
Certo dia, quando ele chegou mais cedo do serviço, a encontrou fazendo um sеxо аnаl violento com o seu melhor amigo.
Não acreditando no que havia visto, saiu sem que eles percebessem e foi encher a cara no bar. Lá ele encontrou um bêbado pra quem desabafou. Contou toda a história. O bêbado escutou pacientemente e, quando o соrnо, quer dizer, o marido traído terminou de falar, ele respondeu:
— É, companheiro... A vida é assim! Olha só o meu caso, por exemplo: outro dia eu tava viajando de ônibus e de repente fiquei com vontade de саgаr... Aí fui no banheiro, fiz força pra саgаr e só peidei... Quando voltei pro meu lugar me deu uma vontadezinha de peidar aí fiz força pra peidar e caguei...
— Pô, meu! — protestou o соrnо — Eu desabafo com você, espero um bom conselho e você me vem com esse papo de peidar, саgаr?
— Só tô tentando te mostrar como é a vida, cara... A gente não pode confiar nem no cu da gente! Imagina no dos outros...
O japonês conseguiu arranjar uma namorada gostosíssima, mas nunca tinha feito sеxо com ela, porque tinha medo de não conseguir satisfazê-la, dado o tamanho do seu órgão genital.
Até que um dia, ele foi buscá-la em casa e encontrou-a só de calcinha.
— Eu quero hoje! - ela pediu, lânguida.
— Non, japonês só pode fazer sеxо depois de casado, né?
— Então, você só põe a cabecinha...
Aí ela fez um biquinho tão lindo que o japonês não agüentou e voou pra cima da moça.
Empolgado, esqueceu-se da promessa e enterrou até as bolas.
A garota começou a gemer e implorou...
— Vai, japonês... coloca tudo!
— Non... non... trato é trato!
O padre e a freira estavam atravessando o deserto do Saara em cima de um camelo. De repente, o camelo começou a babar, mancar, se ajoelhou e morreu. O padre, sem vergonha, olhou pra freira gostosa de faces rosadas, tetas enormes e falou:
— Viu só, irmã? O camelo não agüentou atravessar o deserto. Se o camelo não agüentou, nós também não vamos agüentar! A gente vai morrer de fome, sem conhecer o sеxо, irmã... Já que a gente vai morrer mesmo, vamos pecar irmã. Vamos pelo menos ter esse prazer! Enquanto falava isso, o padre ia se chegando na irmã, bolinando as tetas dela, até que tocou na sua chavasca. Ela empurra a mão do padre e diz:
— Não, padre. Perante Deus isto aqui é uma coisa morta! O padre, apontando para o раu, argumenta:
— Olha, irmã, Deus é muito sábio. Tá vendo esse aparelho aqui (ele mostra o pinto)? Ele foi feito por Deus pra ressuscitar as coisas mortas! E a freira toda satisfeita:
— Ótimo padre! Então enfia esse aparelho no c*ú do camelo que ele ressuscita e nos vamos embora!!!
Depois de conhecer um cara num bar, a morenaça de olhos verdes vai parar no apartamento dele.
Entrando no quarto do moço ela vê três prateleiras, com centenas de ursinhos de pelúcia.
Na prateleira de baixo estão os menores, na do meio, os de tamanho médio e, na lá em cima, os ursos grandes.
A garota imaginou:
"Uau! Que cara sensível, cheio de ursos no quarto! Que lindo! Esse é um cara especial..." — mas não disse nada a ele.
Depois de uma noite inteira de sеxо intenso e selvagem, ela perguntou a ele:
— E aí, foi bom pra você?
O cara ficou pensativo, olhou para as prateleiras dos ursos e falou:
— Hum... Pegue um prêmio na prateleira do meio!
Vítima da rotina proporcionada por vinte anos de vida em comum, aquele casal já estava fazendo aniversário de abstinência sеxuаl.
Todas as noites, o marido sentava-se na cama, com um livro apoiado nos joelhos e ficava horas e horas lendo.
Até que um dia, a esposa não agüentou mais. Comprou uma langerie extremamente sensual, produziu-se toda, perfumou-se, deitou-se ao lado dele e com voz lânguida, sussurrou:
— Meu bem, hoje estou tão molhadinha...
Imediatamente ele esticou o braço em direção ao sеxо da mulher e acariciou-a durante alguns segundos para logo em seguida voltar à leitura.
— Ué, por que você parou? — reclamou a mulher, indignada.
— Parou o quê?
— Parou de me acariciar.
— E quem disse que eu estava te acariciando? Eu só queria molhar o dedo para virar a página.