Piadas recentes

A mulher acabava de sair do banho e começou a se olhar na frente do espelho. Ela olha para o marido e comenta que acha seus seios pequenos demais.
O maridão, ao invés do esperado "imagina, não são não", ou de uma promessa de cirurgia, faz uma sugestão insólita:
— Sabe amor, pode parecer estranho, mas eu já vi funcionar... Para aumentar seus seios, pegue um pedaço de papel higiênico e esfregue-o entre eles durante alguns segundos.
Ela ficou surpresa com a simpatia sem qualquer fundamento científico. Mas como não custava nada tentar, pegou o papel e começou a esfregar o papel nos seios.
Depois de alguns minutos sem qualquer resultado, ela:
— Quanto tempo demora para funcionar?
— Claro que não é um negócio automático! Eles vão aumentar de tamanho ao longo de alguns anos. — responde o marido.
Se sentindo um tanto idiота, a mulher pergunta:
— Você realmente acha que esfregar um pedaço de papel higiênico entre meus seios todos os dias vai fazer aumentá-los em alguns anos?
Sem hesitar um segundo, ele responde:
— Funcionou com o seu traseiro, não funcionou?
Uma freira para um táxi e entra nele. O motorista não para de a olhar. Até que ela, incomodada, não resiste e pergunta por que é ele a olha assim. Ele explica:
— Tenho uma coisa para lhe pedir mas não quero que fique ofendida.
Ela diz-lhe:
— Meu filho, dificilmente me pode ofender. Sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo. Com certeza não há nada que me possa dizer ou pedir que eu ache ofensivo.
— Sabe, é que sempre tive na cabeça esta fantasia de ser beijado por uma freira… Ela responde-lhe:
— Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você: 1º, tem que ser solteiro, e 2º, tem que ser Católico.
O taxista fiса entusiasmado:
— Sim, sou solteiro e até sou Católico também!
A freira diz-lhe:
— Então, pare o carro ali na próxima travessa.
E a freira satisfaz a velha fantasia do taxista. Mas, quando continuam para o destino, o taxista começa a chorar.
— Meu filho — diz a freira — Porque é que está chorando?
— Perdoe-me Irmã, mas confesso que menti: sou casado e não sou católico.
A freira conforta-o:
— Deixa pra lá, eu também. Estou a caminho de uma festa a fantasia, e me chamo Alberto.