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O caipira estava pescando no rio com a vara de pescar na mão e uma folhinha de capim na boca. De repente chega uma velhinha numa cadeira de rodas, se aproxima dele e puxa conversa.
Conversa vai, conversa vem até que a velhinha diz:
— Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui abraçada.
O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um abraço na velha e depois volta pra pescaria.
Depois de algum tempo a velha torna a dizer:
— Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui beijada.
O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um beijo na velha e depois volta pra pescaria.
Depois de mais algum tempo a velha diz:
— Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui amassada.
O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, dá um amasso na velha e depois volta pra pescaria.
Passou-se mais um tempo e a velha diz:
Olha pra mim, meu filho, eu nunca fui fodida.
O caipira coloca a vara no chão, tira a folhinha de capim da boca, coloca a velha na grama, quebra a cadeira de rodas, a joga no rio e diz pra velha:
— Agora a senhora tá fodida! Quero ver a senhora voltar a pé.
Chegando de viagem, um senhor muito elegante, toma um táxi no aeroporto e pede ao motorista para levá-lo para casa.
No caminho, vê uma senhora com um vestido bem decotado, entrando numa boate. O senhor começa a reparar na mulher e a reconhece.
Então, ele pede ao taxista que retorne à porta da boate. Tira do bolso um maço de notas e diz a ele:
— Aqui estão dois mil reais. São seus se você tirar de dentro desse "Clube das Mulheres" aquela vestida de vermelho que acaba de entrar. Mas vá tirando e cobrindo de pancadas, sem pena, porque aquela desgraçada é minha esposa.
O taxista, que andava durо, aceita de cara e entra na boate. Cinco minutos depois ele sai, arrastando uma mulher pelos cabelos, com o rosto sangrando.
O senhor no táxi vê a cena e percebe, horrorizado, que a mulher está vestida de verde e sai correndo para alertar o taxista do erro:
— Pare! Esta não é a minha mulher! O vestido dela é verde! O senhor é daltônico?
O taxista retruca:
— Fique tranquilo... Esta é a minha... Já volto lá pra pegar a sua!
O sujeito estava tranquilo na barraca de feira, vendendo melancias e gritando:
— Olha a melancia, boa e barata, apenas 20 reais cada.
Nisso, encosta um homem enorme de quase dois metros de altura, tipo 4x4, e diz:
— Ô meu amigo, 20 reais tá muito caro... não quero nem saber... só vou levar a metade, pode ir cortando aí.
O coitado, apavorado diz ao homem:
— Olha senhor, eu não sou o dono da barraca e não posso cortar... mas o senhor aguarde um instante que o patrão está em outra barraca ali na frente e eu vou falar com ele. Se ele autorizar, eu corto a melancia pro senhor.
Disse isso e foi falar com o patrão, só que ele não notou que o homem foi atrás dele. Chegando lá ele falou pro patrão:
— Ô patrão, tem um fi da égua aí, querendo compra só a metade da melancia...
Quando ele olhou pra trás e viu o homem, complementou.
— E esse cavalheiro aqui, vai levar a outra metade.
Mariazinha, a irmã mais velha do Joãozinho, estava tendo a sua primeira menstruação. Apavorada, sem saber a razão de todo aquele sangue, corre pelos corredores a procura do irmão.
— Joãozinho, Joãozinho, socorro, me ajuda!
— Calma, calma, o que foi?
— Olha só! Estou sangrando! O que será isso Joãozinho?
Joãozinho sentiu-se embaraçado no primeiro momento, pensou um pouco. Usou toda a sua experiência de seus sete anos, levantou o vestido da irmã, abaixou a calcinha, analisou todas as possibilidades, e finalmente concluiu:
— Olha. Eu não entendo muito bem disso, mas acho que arrancaram o seu saco.
João tinha uma namorada, a Mariazinha, e resolveu se casar com ela.
Estavam todos contentes com os preparativos do casamento. A mãe de João, decidiu fazer um pijama para ele usar na lua de mel. No outro dia, joão e sua mãe, foram até uma loja escolher o pano para fazer o tal pijama e escolheram logo dois metros de pano. Escolhido o pano a mãe de João voltou para casa para começar a costurar o tal presente. Ela então chamou: João meu filho venha cá. Eu preciso de você para medir o tamanho do pijama João todo empolgado foi correndo. A mãe de João então fez o formato do pijama, só que ela só havia feito algumas pregas no pijama e ainda não havia costurado, mesmo assim João estava ansioso para mostrar o presente para Mariazinha. Ele sabia que toda tarde ela estava no rio, então ele saiu correndo, vestido no pijama, para mostrar a ela. Nessa correria João não percebeu que as pregas da calça se haviam soltado, deixando seu dote à mostra. Chegando na beira do rio ele gritou: Mariazinha, olha o que eu vou usar na nossa lua de mel! Mariazinha ficou admirada com o tamanho do dote de João e então ela disse :
— Nossa é muito grande. Então ele disse a ela:
— Isso aqui é só a metade, tem mais um metro em casa.
Um sádico, um masoquista, um assassino, um necrófilo, um zoófilo e um pirómano estão sentados num banco de jardim dentro de um sanatório, sem saber como ocupar o tempo. Diz o zoófilo:
'Vamos pegar um gato!'
Diz o sádico:
'Vamos pegar um gato e torturá-lo!'
Diz o assassino:
'Vamos pegar um gato, torturá-lo e matá-lo!'
Diz o necrófilo:
'Vamos pegar um gato, torturá-lo, matá-lo e violá-lo!'
Diz o pirómano:
'Vamos pegar um gato, torturá-lo, matá-lo, violá-lo e atear-lhe fogo!'
Diz o masoquista:
'Miau!' 0 mesmo doido planejava fugir do hospício com um parceiro. Chegou pra ele e disse:
— Vamos fugir de noite pelo buraco da fechadura! De noite, os dois saíram de fininho, chegaram na porta, aí o doido disse:
— Ih, pode desistir, não vai dar mais pra fugir.
— Por que?
— Esqueceram a chave na fechadura.
Durante um grande comício em Salvador, certo candidato a governador do Estado empolga-se e começa a prometer mundos e fundos:
— Se eleito for, prometo construir outro HGE, farei mais um aeroporto, construirei novas estradas, instalarei uma dezena de novas fábricas, barragens, aguadas, prometo mais duas universidades federais, mais cem escolas de ensino médio e duzentas de ensino fundamental. E sabem o que isso significa, meu povo? Trabalho! Sim, isso mesmo! Trabalho e mais trabalho, empregos e mais empregos para todos os baianos...
Num canto da praça um dos ouvintes que assistia ao comício, desesperado, iniciou uma macumba das fortes com toda sorte de produtos infalíveis e dentro jogou inúmeros santinhos daquele candidato contra a sua vitória!
— Mas o que é isso rapaz, não gosta do candidato? - inquiriu alguém que passava perto.
— Gostar eu gosto, mas vai que esse desgraçado ganha.... Melhor prevenir do que remediar!