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O homem volta para casa, depois de horas combatendo o fogo, doido para dar um bimbada com a esposa.
Tudo encontra-se na mais completa escuridão e a esposa está choramingando na cama, reclamando de dor de cabeça. Tira o uniforme no escuro mesmo, fazendo carinhos na mulher.
— Não, querido, hoje não. Estou para morrer de dor de cabeça. Nem acenda a luz, que qualquer luzinha me irrita.
— Então, querida, vou pegar um remedinho na sala.
— Nãão, amor. Não me acenda nenhuma luz, por favor. Vá até a farmácia do seu Zé e compra um remédio pra mim, vá.
O marido, assustado, veste-se no escuro mesmo e corre para a farmácia:
— Seu Zé, me vê um remédio para dor de cabeça, urgentemente, que minha mulher está para morrer, gemendo na cama.
— Tudo bem, mas me responda uma coisa: o senhor não é bombeiro?
— Sou, e daí?
— O que tá fazendo vestido de guarda?
Mesmo antes do Maracanã, os dois já iam juntos ao futebol. Sem falar nas peladas de sábado, que jogavam desde os tempos de universidade.
A amizade de tantos anos, as emoções do esporte estavam acabando ali, com a morte do companheiro.
— Zé, vou sentir uma falta de você, Zé. Mas ainda te peço um último favor, mesmo depois de você morrer. Eu preciso saber se tem futebol nesta tal vida depois da morte, Zé, você me conta?
— Está bem, prometo que assim que morrer volto e te conto.
Quinze dias depois de Zé morrer, Jorge é acordado por uma luz brilhante no meio da noite:
— Zé, é você?
— Sou eu sim, Jorge.
— Então, Zé, tem futebol na vida eterna?
— Bem, tenho boas e más notícias do Além.
— Quais são as boas?
— Bem, existe futebol na vida eterna.
— Ótimo, que bom. E quais são as más notícias?
— Te escalaram na ponta-direita pro domingo que vem.
Duas amigas íntimas, muito bem casadas (com seus respectivos maridos) resolveram quebrar a rotina e sair juntas, em um sábado à noite.
Depois de encher a cara e falar da vida alheia a noite toda elas resolveram voltar pra casa, caindo de bêbadas.
No caminho, uma delas falou:
— Fê, pára o carro! Eu preciso fazer xixi!
— Que coincidência! — disse a amiga Rê, parando o carro, em frente a um cemitério.
Então elas desceram, se abaixaram e começaram a mijar, na frente de um túmulo.
— Caraca! — gritou Rê — Como é que eu vou me secar? Não posso ficar ensopada desse jeito... Enquanto ela falava, Fê tirou a calcinha, se secou e jogou a dita cuja fora.
— O quê? — gritou Rê, indignada — Nunca que eu vou jogar a minha lingerie de grife fora... Eu prefiro me secar com isso aqui! — e se limpou com a fita de uma coroa de flores.
No dia seguinte, os maridos, que também eram muito amigos, comentavam:
— Rapaz, a gente tem que ficar de olho nas nossas mulheres! Você acredita que ontem a Fê chegou em casa sem calcinha?
— Putz, isso não é nada! — falou o amigo — Pior foi a Rê que chegou com uma faixa presa no rаво, escrito:
"Jamais te Esqueceremos".
Tudo começou quando a turma de Direito da faculdade resolveu transformar uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus. A turma fez a seguinte frase:
"Seu namorado faz Direito? Vem cá que eu faço!"
Aí o pessoal de Medicina resolveu provocar:
"Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu."
O pessoal de Administração não deixou por menos:
"Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem!"
E a Turma de Agronomia mandou esta:
"Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!"
E não termina por aí!
Depois foi o pessoal de Publicidade:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca se depois não puder contar pra todo mundo?"
Logo veio a turma da Engenharia participar também da brincadeira:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer varias vezes?"
Mas a frase campeã foi realmente a da Economia:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro?"
Certo dia eu estava viajando por uma rodovia e parei em um posto de serviços para abastecer o veículo e tomar um café. Então, aproveitei para ir ao banheiro e, lá chegando, no sanitário ao lado havia outra pessoa. Foi então, que ouvi:
— Oi, como vai?
Não costumo conversar com desconhecidos, principalmente em banheiros públicos, mas na condição de viajante anônimo e por educação respondi a ele:
— Eu vou bem, obrigado!
— Por onde você tem andado?
A pergunta me pareceu estúpida, mas mesmo assim respondi:
— Acredito que igual a você, estou viajando!
— Posso saber para onde vai?
Embora me sentindo incomodado com a pergunta, novamente respondi:
— Sim, claro, estou indo a São Paulo e posteriormente, ao Rio!
— Suponho que vais atrás de um bom negócio!
Totalmente arrependido de ter dado sequência à conversa, ainda respondi:
— Sim, vou! Espero que o resultado seja positivo!
— Olha, logo eu volto a te ligar, é que a bateria do meu celular está no fim e, além disso, tem um idiота aqui ao lado que responde tudo que eu te pergunto!
De passagem por Tóquio, mesmo sem saber uma só palavra em japonês, o executivo brasileiro ainda assim conseguiu levar para o hotel uma garota que, por sua vez, só falava japonês.
Na cama, o orgulho do nosso herói cresceu ainda mais, pois a garota não parou de exclamar durante a noite:
— Machigai ana!
No dia seguinte, jogando golfe com um executivo local, quando este acertou um buraco de uma só tacada, o executivo resolveu surpreendê-lo com a expressão que havia aprendido:
— Machigai ana! Machigai ana! — berrou.
Ao que o industrial japonês retrucou, intrigado e em excelente português:
— Buraco errado? Por quê?
Um policial está na estrada, chegando no Posto Rodoviário onde trabalha e avista um carro andando em baixíssima velocidade. Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista. Aliás, a motorista. É uma velhinha acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
— Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! — adverte o guarda.
— Mas, seu guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! Será possível que hoje em dia, só porque ninguém respeita a sinalização...
— Um minuto, senhora! — interrompe o policial — Posso saber que sinalização a senhora está respeitando?
A velhinha não diz nada. Só aponta uma placa onde está escrito "BR-050".
— Mas, minha senhora... Aquela placa não indica o limite de velocidade e sim o número da estrada, BR-050... Olha, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
— Tá certo... Tá certo...
— Só mais uma coisa — torna o guarda — As demais senhoras estão passando bem? Elas parecem tão assustadas...
— Elas já vão melhorar! — responde a velhinha — É que nós acabamos de sair da BR-262...
O dono do bar já estava de saco cheio com o bêbado, que todo dia vinha ali encher a cara. Numa daquelas, quando o bêbado pediu Bota mais uma, ele despejou ácido no copo. O bêbado tomou, fez uma careta, disse:
— Esta é forte, hein?
E saiu, cambaleando. Passaram-se vários dias e o bêbado não apareceu mais. O dono do bar ate ficou preocupado, pensando que tinha matado o infeliz.
Uma noite, o bêbado reaparece, já trocando as pernas, e pede uma pinga. O dono do bar serve a cachaça, o bêbado toma, faz careta, e diz:
— Esta não, eu quero é aquela que quando a gente faz xixi, enche a calçada de buraquinho.