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Uma vez um homem viajava em um balão de ar quente quando descobriu que estava totalmente perdido. Visto que sua situação era desesperadora, resolveu diminuir velocidade, e a sua altitude para ver se conseguia se localizar quando avistou um homem andando tranqüilamente pelo campo. Então gritou para o homem:
— Olá, você pode me dizer onde estou?
E o homem respondeu:
— Mas e claro. Você esta num balão a uns dez metros de altura do solo.
Constrangido com a resposta, o homem retrucou de cima do balão:
— Você com certeza é estagiário, não é?
— Sou sim, como o senhor sabe?
— É que a informação que você me deu é tecnicamente perfeita, só que não serve para absolutamente nada.
— Bom logo vi... O senhor é gerente, não?
— Sou mesmo, como você adivinhou?
— Fácil! Fácil! É o seguinte: O senhor não sabe onde esta, nem muito menos para onde vai. Está perdido, ferrado e a primeira coisa que faz é botar a culpa num estagiário!
O manda-chuva chama um dos seus funcionários e fala:
— Eu quero dizer que você tem demonstrado grande capacidade e competência no desempenho de suas funções. Veja que você entrou aqui como escriturário, não faz nem um ano. E tudo isso, apesar de sua pouca idade, pois sequer completou 18 anos, você teve uma rápida ascensão. Apenas dois meses depois de chegar, você logo foi promovido a supervisor. Mais 3 meses e você foi designado chefe de sua secção. Não demorou nem 3 meses e logo recebeu outra promoção: foi designado chefe do departamento. Hoje, apenas 2 meses depois e você já é um de nossos diretores. O mais influente deles. Como eu gosto de saber a opinião de nossos colaboradores, eu pergunto: você está satisfeito conosco, com suas atividades, com suas promoções por merecimento e com o seu salário?
— Estou sim, papai.
Depois de um mês de casamento, o marido pergunta à esposa:
— Amorzinho, me diga a verdade... Com quantos homens você já se deitou?
— Ah, querido, não vamos falar disso agora...
— Pode falar, amor... Eu não vou ficar chateado.
— Você Jura?
— Claro, meu bem. Fale a verdade pra mim!
— Tudo bem — diz a mulher, contando nos dedos — Vamos lá... Tem o meu primeiro homem, depois aquele gordinho, aqueles dois amigos da faculdade, o filho do meu chefe, depois aquele jogador de futebol, aquele pagodeiro, os dois vizinhos da Eunice... Bom, acho que foram nove!
— Ah, então eu sou o seu décimo homem? — perguntou o marido, decepcionado.
— Não, seu bobo... Você foi o primeiro!
A Irmã Gertrudes, uma freira muito dedicada, morre e, surpreendentemente, vai parar no Inferno.
— Só pode ser um erro! — dizia ela para o chifrudo — Como eu faço pra entrar em contato com o céu?
— Ah, o telefone deles é 7777-7777... Mas só usamos pra passar trote!
— Deixa eu ligar, senhor diabo? Serei rápida...
— Há, há, há! Eu sou o ser mais maléfico que existe! Acha que vou deixar uma freirinha indefesa e desesperada ligar pro paraíso? Eu quero mais é que você queime aqui comigo! Há, há, há!
A freira começou a ficar desesperada, mas lembrou que ainda estava com o seu celular! Então foi dar uma volta pelo Inferno e ligou para o céu. Ela chegou a conclusão que tudo foi um grande equívoco de São Pedro.
— Me dê 24 horas! — disse o porteiro do céu — Vou mandar um anjo para buscá-la.
A Irmã aguardou ansiosa, perambulando horrorizada pelo Inferno. No outro dia, São Pedro ainda não havia mandado ninguém. Então ela ligou novamente:
— São Pedro! Marcaram uma orgia sеxuаl para hoje à noite aqui no Inferno. E todos vão ter que participar! Pelo amor do seu chefe! Mande alguém logo para me buscar!
— Tudo bem! — disse São Pedro — Vou mandar um anjo hoje... Sem falta!
Mas São Pedro é meio desorganizado e se esquece mais uma vez da freira.
No dia seguinte o telefone toca e ele se lembra. "Vou tomar uma bronca daquelas!" pensa ele. E atende o telefone:
— Alôuuu — diz uma voz doce, do outro lado da linha — Pedrinhô! Aqui é a Gegê, lembra de mim?
— Gegê? – pergunta ele, confuso.
— É, a Gertrudes... A freira... Eu só liguei pra te avisar... Sabe aquele negócio de mandar alguém pra me buscar? Pode esquecer, tá?
Um sujeito tinha acabado de ser contratado como o novo CEO de uma grande empresa de alta tecnologia. O CEO que estava deixando o cargo se reuniu com ele em particular e lhe presenteou com três envelopes numerados. "Abra estes se você deparar com um problema que você não acha que pode resolver", disse ele.
As coisas correram no início muito bem, mas seis meses depois, as vendas têm uma queda e ele estava começando a ser cobrado pelos acionistas. No auge da sua sagacidade, ele lembrou-se dos envelopes. Ele abriu a gaveta e tirou o primeiro envelope. A mensagem dizia:
"Culpe o seu predecessor."
O novo CEO convocou uma conferência de imprensa e com muito tato colocou a culpa no CEO anterior. Satisfeito com seus comentários, a imprensa respondeu positivamente, as vendas começaram a aumentar e o problema ficou para trás.
Cerca de um ano depois, a empresa estava novamente enfrentando uma ligeira queda nas vendas, combinado com problemas sérios de produtos. Tendo aprendido com sua experiência anterior, o CEO rapidamente abriu o segundo envelope. A mensagem dizia:
"Culpe o mercado."
Ele convoca uma conferência e convence a todos que a situação da empresa é reflexo das más condições do mercado, mas que tudo será resolvido se houver compreensão. A resposta é novamente positiva e com o tempo ganho a empresa volta a ter resultados positivos, fazendo com que o problema ficasse para trás.
Depois de vários trimestres rentáveis consecutivos, a empresa mais uma vez caiu em tempos difíceis. O CEO foi para o seu escritório, fechou a porta e abriu o terceiro envelope.
A mensagem dizia:
"Prepare três envelopes."
Joaquim chega ao Brasil em busca de trabalho e o que ele encontra é essa situação de desemprego, tudo consequência dessa tal de globalização neo-liberal. Procura, procura e só aparece um serviço numa dessas quadrilhas de, digamos, varejo de substâncias etc e tal. Mas, o que fazer? A crise é braba e tem de ser enfrentada com criatividade.
E o nosso querido Joaquim recebe o primeiro serviço: levar a um país vizinho uma carreta roubada, com uma carga roubada e trocar toda a mercadoria por droga. O chefe da quad..., perdão, o Supervisor de Operações dá as instruções: como ele deve fazer ao encontrar barreiras policiais, postos de fiscalização, quais as estradas alternativas e tudo o mais. E o Supervisor de Operações finaliza:
— Troque tudo por coca.
— Eu cuido disso, chefe— diz ele. — Não há por que te preocupares.
E lá se vai o Joaquim. Segue as instruções, provê os incentivos adequados a cada momento da viagem, segue pelas estradas alternativas etc etc. E não é que o gajo até que está se saindo muito bem?
Ao voltar ao Brasil, ele vai direto à Central de Operações da quad..., que coisa! perdão mais uma vez, o Joaquim vai direto à Central de Operações da Organização e apresenta-se ao Supervisor de Operações.
— Missão cumprida, senhoire — diz o Joaquim.
— Fez tudo conforme as instruções? — pergunta o supervisor.
— Tudo perfeito, chefe. Só houve um pequeno probleminha. Lá onde entreguei a mercadoria, não havia coca. Aí eu trouxe pepsi mesmo.
Uma família inglesa foi passar as férias na Alemanha. Durante um de seus passeios, os membros da referida família, gostaram de uma pequena casa de verão que era alugada para temporadas. Falaram com o proprietário, um Pastor Protestante pediram-lhe que mostrasse a casa, a qual muito agradou aos visitantes. Combinaram então, alugá-la para o verão vindouro. Regressando à Inglaterra, discutiam os planos para as próximas férias, quando o chefe da família lembrou-se de não ter visto o banheiro. Confirmando o sentido prático dos ingleses, escreveu ao Pastor, para obter pormenores. A carta foi redigida assim:
"Sou membro da família que há pouco o visitou com a finalidade de alugar sua propriedade no próximo verão, mas como esquecemos de um importante detalhe, muito lhe agradeceríamos se nos informasse onde se encontra o W. C. Aguardando a sua resposta, etc, etc..."
O Pastor Protestante, não compreendendo o sentido exato da abreviatura W. C. mas julgando tratar-se da capelinha inglesa White Chapel, respondeu nos seguintes termos.
"Dear Sir, Recebi sua carta e tenho o prazer de comunicar-lhe que o local a que se refere fiса a 12 Km da casa. Isto é muito incômodo, sobretudo para quem tem o hábito de ir lá diariamente. Neste caso é preferível levar comida e ficar o dia todo. Alguns vão a pé, outros de bicicleta. Há lugar para 400 pessoas sentadas e mais 100 em pé. Há ar condicionado para evitar os inconvenientes da aglomeração. Os assentos são de veludo.
Recomenda-se chegar cedo para conseguir lugar para sentar. As crianças sentam-se ao lado dos adultos e todos cantam em coro. Na entrada é fornecida uma folha de papel a cada pessoa, mas se alguém chegar depois, pede a do vizinho. Essa folha deve ser usada durante todo o mês. As crianças não recebem folhas, dado o número limitado das mesmas. Existem amplificadores de sons, de modo que, quem não entra, pode acompanhar os trabalhos lá de fora, pois se ouvem os mínimos sons.
Ali não há qualquer preconceito, pois todos se sentem irmanados, sem distinção de sеxо ou cor. Tudo o que se recolhe lá é para os pobres da região. Fotógrafos por vezes tiram fotografias para o jornal da cidade, para que todos possam ver seus semelhantes no cumprimento do dever humano."
Um presidente de empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida se transar com a mulher dele, depois de tanto tempo, é trabalho ou prazer.
Na dúvida, liga pro diretor geral e pergunta.
— Para eu transar com minha mulher depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?
O diretor liga pro vice-diretor e faz a mesma pergunta.
— Para o presidente, transar com a mulher dele depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?
O vice-diretor liga para gerente geral e pede para que responda se é trabalho ou prazer quando o presidente da empresa transa com a mulher dele, depois de 25 anos de casado...
E assim segue a corrente de ligações, até que a pergunta chega no jurídico e o advogado chefe, pergunta para o estagiário que está todo afobado, fazendo mil coisas ao mesmo tempo:
— Rapaz, você tem um minuto para responder; quando o presidente da empresa transa com a mulher dele, depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?
O rapaz imediatamente, com convicção, responde:
— É prazer!
O advogado chefe, impressionado pela agilidade e convicção da resposta do rapaz, indaga.
— Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança?
O rapaz, que é estagiário, diz:
— É que se fosse trabalho já tinham mandado eu fazer.
Um padre tinha ido evangelizar na África Nеgrа, há alguns anos...
Um dia, ele encontra uma aldeia tão atrasada que os habitantes nunca haviam visto um homem branco. Ele decide então fixar-se ali para pregar a Palavra Divina. Os indígenas, muito receptivos, prestam-se muito bem ao cristianismo.
Tudo vai muito bem até o dia em que nasce o enésimo filho do chefe da aldeia: ele é café-com-leite! Nada feito, o chefe volta aos bons métodos tradicionais, manda seus homens apanharem o culpado e as mulheres preparam o caldeirão...
O infeliz padre, vendo descascar os legumes, começa a lamentar-se por sua fraqueza, mas decide tentar apelar para os sentimentos cristãos do chefe:
— Meu filho, os caminhos do Senhor são impenetráveis! Por que culpar-me pelo nascimento desta criança, quando ele é o símbolo da aliança de teu povo com a civilização?
— Padre, posso ser um selvagem, mas o senhor é o único branco que tenhamos visto nesta aldeia. Se a criança é meio-a-meio, é óbvio que é um branco que contribuiu para sua concepção. Portanto: caldeirão...
Então o padre percebe que chegou sua última hоrа, mas assim mesmo tenta a última cartada: se o nível de suas explicações é muito esotérico para o chefe, o melhor talvez seja tentar algo mais chão...
— Meu filho, vou te dar um exemplo da vontade divina: olhe os rebanhos de cabras da aldeia. Elas são todas brancas, mas às vezes, nasce uma preta... Então, é essa a vontade do Senhor: não se deve tentar entender, apenas aceitar!
Ao ouvir estas palavras o chefe pensa um momento, pede para todos saírem da oca, pega um facão e aproxima-se do missionário com o instrumento contundente levantado. O padre está prestes a berrar quando o chefe corta as cordas e lhe pede, implorando:
— Certo, padre, entendi. O senhor ganhou. Não direi nada sobre a criança, eu juro, mas, por favor, não diga nada aos outros sobre as cabras...
Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Ceará, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.
Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.
Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.
Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens; o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota. Não contendo a curiosidade, perguntou:
— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!
O calejado senhor respondeu:
— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!
Steve, que nasceu sem orelhas, precisava contratar um novo gerente. Num belo dia, ele marcou três entrevistas. O primeiro candidato era ótimo. Conhecia tudo que precisava e era muito interessado. Porém, ao final da entrevista Steve lhe perguntou:
— Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
E o cavalheiro respondeu:
— Sim, eu não pude evitar de reparar que o senhor não tem orelhas.
Steve não apreciou sua franqueza e mandou-o embora.
O segundo entrevistado era uma mulher, e ela era bem melhor do que o primeiro candidato. Porém, ele fez a ela a mesma pergunta:
— Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
Ela respondeu:
— Bem, você não tem orelhas.
Steve novamente se zangou e mandou-a embora.
O terceiro e último entrevistado foi o melhor dos três.
Era um jovem recém-saído da faculdade. Era inteligente, boa pinta e parecia ser melhor do que os dois primeiros juntos. Steve estava tão ansioso, que foi logo fazendo a pergunta de sempre:
— Você percebeu alguma coisa diferente em mim?
Para sua surpresa, o jovem respondeu:
— Sim, você usa lentes de contato.
Steve ficou chocado e disse:
— Que observador incrível você é! Como é possível você saber disso?
E o entrevistado com uma cara séria responde:
— Bem, é um pouco difícil usar óculos sem as orelhas!