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Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços. Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.
— Djalmão, o chefe mandou você comer o cu desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.
— Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.
Quando o pessoal sai o rapaz diz:
— O seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus!
— Cala a boca e fiса quieto aí!
Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara:
— Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.
— Deixa ele aí que eu já resolvo.
Daí a pouco chega outro pobre coitado:
— Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!
— Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.
Mais alguns minutos entra outro:
— Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.
Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixinha, baixinha:
— Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: O cara do cu sou eu, tá?
Moral da História: Conforme a gente vai conhecendo os problemas dos outros, percebemos que o nosso nem é assim, um grande problema.
Num bar de Belo Horizonte, estavam quatro amigos, um carioca, um paulista, um mineiro e um gaúcho, este último já estava de saco cheio por causa das piadinhas de gaúcho que os outros três estavam contando, quando chegou a vez dele de contar a piada, ele mandou:
— Na verdade isto não é uma piada, é um fato real, quando eu morava em Porto Alegre, cheguei mais cedo em casa e peguei minha mulher na cama com outro, matei o amante, peguei a mulher e o filho, botei os dois no carro e caí na estrada, larguei a mulher em São Paulo porque lá é terra de рuта, larguei o menino do Rio de Janeiro porque lá é terra de filho da рuта e vim pra Minas porque é terra de соrnо!
Certa tarde, um bem sucedido advogado estava sendo conduzido em sua limusine para seu sítio, quando observou dois homens maltrapilhos comendo grama ao lado da estrada.
Ele ordenou imediatamente ao motorista que parasse, saiu do veículo e perguntou:
— Por que vocês estão comendo grama?
— Porque nós não temos dinheiro para comprar comida - respondeu um dos homens.
— Bem, você pode vir comigo para o sítio disse o advogado.
— Senhor, eu tenho uma esposa e três filhos aqui.
— Traga-os também replicou o advogado.
— E quanto ao meu amigo?
O advogado virou-se para o outro homem e disse:
— Você pode vir conosco também.
— Mas, senhor eu também tenho esposa e seis filhos, disse o segundo homem.
— Eles podem nos acompanhar também, disse o advogado enquanto se dirigia de volta à limusine. Todos se acomodaram como puderam na limusine, e quando já estavam a caminho, um dos acompanhantes disse:
— O senhor é muito gentil. Obrigado por levar-nos a todos com o senhor.
O advogado respondeu:
— De nada! Vocês irão adorar meu sítio. A grama esta com quase um palmo de altura.
O cara era muito, muito gordo e descobriu um spa que garantia resultados realmente rápidos. Chegando lá, pediu informações sobre o preço:
— Bem, nós temos dois pacotes – explicou o gerente. – No primeiro, você paga cem reais e perde 10 quilos em dois dias. No segundo, o preço é maior: mil reais. Mas você perde 30 quilos no mesmo tempo.
Ele se decidiu pelo plano mais barato e foi para seu quarto desfazer as malas. De repente, entra em seu quarto uma loira maravilhosa que diz:
— Se você me pegar, você me come!
Ele saiu feito louco atrás da loira, correu pelo spa inteiro e nada de conseguir alcançá-la. Depois de meia hоrа correndo, descobriu que já tinha perdido 2 quilos! Ele pensou e concluiu que, se por cem reais tinham mandado um loira daquelas, imagine se pagasse os mil reais! Pensou mais um pouco e resolveu que valia a pena. Já pensou? Um morena, uma ruiva, depois outra loira... Pagou os mil reais e foi pro quarto esperar. Minutos depois, entra pela porta um negão, que vai logo avisando:
— Se eu te pegar, te como!
Um homem escapou da prisão, onde tinha estado por 15 anos. Ele entrou numa casa à procura de dinheiro e armas e encontra um casal jovem deitado na cama. Ele então ordena ao marido que saia da cama e o amarra em uma cadeira.
Em seguida, amarrou a mulher à cama, subiu para cima dela, beijou o seu pescoço, se levantou e foi para o banheiro. Com o criminoso ausente, o marido diz para a mulher:
— Escute, este homem deve ser um fugitivo, olhe as roupas dele. Provavelmente passou muito tempo na cadeia e não vê uma mulher há anos. Eu vi como ele beijou o seu pescoço. Se ele quiser sеxо, não resista, faça tudo o que ele disser. Satisfaça as suas vontades, por mais que te dê repulsa. Ele deve ser muito perigoso, e se ficar irritado, provavelmente vai nos matar. Seja forte, minha querida. Eu te amo.
E a sua mulher responde:
— Ele não estava beijando o meu pescoço. Ele estava sussurrando no meu ouvido. Ele disse-me que era gаy, que te achou atraente, e perguntou se tínhamos vaselina ou lubrificante para poder usar com você. E eu lhe disse que estava no banheiro. Seja forte, querido. Eu também te amo!
Um homem e uma mulher estão fazendo sеxо, quando o marido dela chega em casa mais cedo.
— Rápido, se esconda! - diz ela, de modo que o homem pega suas roupas e pula para dentro do armário. O homem ouve a voz abafada de um garoto.
— Está escuro aqui.
— Realmente está escuro mesmo - responde o homem.
— Eu tenho uma bola de futebol -, diz o menino.
— Isso é bom -, responde o homem.
— Vou vendê-la por 200 reais.
— 200 reais? Isso é um preço um pouco alto para uma bola de futebol, garoto.
— Bem, meu pai tem uma espingarda. Quer que ele te mostre ela?
— Vou te dizer uma coisa, negócio fechado -, diz o homem, e ele paga os 200 reais pela bola.
Uma semana depois, o homem ea mulher estão fazendo sеxо, quando mais uma vez o marido da mulher chega em casa mais cedo. Agarrando suas roupas, o homem salta para dentro do armário.
— Está escuro aqui, diz o menino.
— É você de novo.
— Eu tenho uma luva de goleiro.
— Tudo bem, e quanto você quer por ela?
— Quero 700 reais.
— 700 reais? Isso é um absurdo!
— Bem, meu pai tem uma espingarda. Você prefere ver ela?
— Tudo bem, tudo bem, 700 -, então ele paga o garoto.
Naquele domingo, o pai diz ao filho:
— Vá buscar a sua bola e a sua luva. Vamos no parque jogar bola.
O menino diz:
— Eu não posso, pai. Eu vendi a minha bola e a luva.
— Por quanto? - pergunta ele.
— 900 reais.
— Por 900 reais? Filho, é errado enganar as pessoas. Vou levá-lo à igreja para você se confessar.
Eles dirigem até a igreja e o garoto se ajoelha no confessionário.
— Está escuro aqui -, diz o menino.
O padre diz:
— Não comece com essa меrdа de novo.