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Melhores piadas - Page 173
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A mulher vai ao sеx shop e compra uma roupa de Tiazinha para fazer uma surpresa sеxuаl ao seu marido. À noite, o maridão chega do trabalho, cansado, toma um banho, janta e finalmente se deita para descansar. Quando eis que surge do banheiro sua mulher, vestida com aquelas roupas de couro, rebolando, se insinuando, passando a língua vagarosa e sensualmente em volta dos lábios! O marido, não aguentando, diz:
— Nossa, meu amor, só de olhar pra você assim eu não tô aguentando... Eu já tô com vontade de gozar!
— Calma, meu bem, ainda é muito cedo!
— Mas eu não tô aguentando... Deixa eu gozar logo, vai?
— Aguenta um pouquinho, né, amor! — diz a mulher, agora começando a tirar o espartilho.
— Não vou aguentar... Deixa eu gozar, vai?
— Vai! — responde a mulher, brava — Goza então! — Gorda! Gorda! Gorda!
Ao perceber que o touro reprodutor do seu patrão está indisposto para reproduzir, o tratador vai até o veterinário e explica o problema. O doutor recomenda o medicamento:
— Carlos, encha esse tudo com esse pó branco. Depois é só colocar nas narinas do touro e soprar. Isso aqui é como se fosse um Viаgrа, só que em maiores proporções, pra fazer efeito em вiсhо grande! Você vai ver, amanhã o danado tá cheio de disposição. No dia seguinte o Calos volta ao consultório do veterinário.
— E então, Carlos? O remédio...
— Doutor, doutor! — interrompe o tratador, afoito — O senhor sabe onde tem um puteiro por aqui, doutor?
— Puteiro? — estranhou ele — Mas pra que puteiro, Carlos? Tá louco?
— É que ontem eu coloquei o pó no tubo, fui soprar no nariz do touro... E o filho da mãe soprou primeiro!
As duas dançarinas no grupo É o Tchum estavam fazendo o maior sucesso no Brasil inteiro.
Sempre nas colunas sociais, nas festas de elite, nos principais desfiles, programas de televisão, eventos...
Certo dia um jornalista estagiário resolveu desvendar um mistério: por que as dançarinas do É o Tchum fazem tanto sucesso?
Então ele foi até a cidade natal das moças.
Uma cidadezinha muito humilde no interior da Paraíba e, inconformado com o sucesso das moças, que tiveram uma origem tão pobre e agora estavam no auge da fama, ele perguntou a uma velha moradora da cidade:
— Minha senhora, na sua opinião, por que as dançarinas do É o Tchum fazem tanto sucesso?
— Ah, elas podem... Elas podem...
— Sim, elas são bonitas, têm um corpo escultural! Mas, me diga, como elas conseguiram, tendo nascido aqui nessa cidadezinha, estar tão famosas, em todas as colunas sociais, bem-relacionadas, ricas...
— Ah, moço... Essas meninas podem...
— Mas elas vivem cheias de jóias, com vestidos caríssimos, dirigindo carros importados! Será que não existe uma explicação pra esse estouro?
— Claro que existe... Elas podem...
Vendo que não ia conseguir grande coisa com a velhinha, o repórter se despediu:
— OK, senhora! Muito obrigado pela participação!
— Ah, de nada, meu pilho!
Batman e Robin estão voltando de uma festa. Caindo de bêbado, Batman pede para que Robin vá dirigindo o Batmóvel. Emocionado pelo fato de dirigir aquele carrão pela primeira vez, Robin senta-se ao volante, engata a primeira e sai cantando os pneus. Engata a segunda, acelera mais, põe a terceira e entra numa curva a 140 Km por hоrа. O carro começa a derrapar, ele reduz a marcha, dá um cutucão no freio, corrige o percurso, acelera novamente, põe a terceira novamente e assim vai até chegarem a Batcaverna. Assim que o carro para, Batman vira-se para ele e pede:
— Robin, me dá um beijo?
— Que é isso, Batman? Tá me estranhando?
— Não se faça de besta Robin, você está cansado de saber que o cambio do Batmóvel é automático.
Certo dia, em uma cidadezinha no interior de Minas em um boteco haviam quatro caipiras jogando cartas, quando de repente surge um carioca em sua linda pick-up. Ele entra na birosca, pede uma bebida, vai em direção aos caipiras que jogavam, soca a mesa e diz:
— Tá vendo aquela pick-up dentro dela tem um pit bull assassino.
Um dos caipiras diz:
— Óia sinhô, tenhu náda cu issu naum, máis tem um tar de cumpadi Totonho qui tem um cachorru brabu.
O carioca ao ouvir começa a rir e faz a seguinte proposta:
— Pago mil reais por um, que o meu pit bull vai liquidá-lo em cinco minutos!
O caipira levanta e vai buscar o cumpadre Totonho, de repente surge o cumpadre Totonho cheio de cana com o seu сасhоrrо leproso e cheio de bicheiras. O carioca cai na gargalhada e zomba:
— É esse bichado que vai detonar o meu pit bull?
O carioca pede ajuda de dez caipiras para retirar o pit bull de dentro do carro. Quando todos estavam preparados para a grande briga, cumpade totonho diz para o seu сасhоrrо:
— Naum vái me decepicionár naum hein meu bichinhu...
Então soltaram o pit bull que saiu em direção ao сасhоrrо de compadre Totonho, que continuava imóvel. Quando se aproximou para morder levou uma patada e caiu durо. O carioca se aproximou do cão e falou:
— Levanta meu bichinho!
Compadre Totonho respondeu:
— Uai, é ruim! Tá moito sô.
Perplexo o carioca quis comprar o cão, mas o compadre Totonho disse que não estava a venda. O carioca perguntou qual era o seu pedigree e compadre Totonho curioso perguntou:
— Uai, que isso?
O carioca falou:
— Como o senhor conseguiu esse сасhоrrо?
E Totonho respondeu:
— Ah, a muito tempo atrás teve um circo aqui, quando foi embora o dono me deu este cãozinho que eu levei pra casa e aparei a cabeleira dele!
Conversa de um casar de véios minero:
— Que horas são?
— São seis hоrа véi, vamo levantar...
— Pra que a gente levantá tão cedo se a gente num tem nada pra fazer?
— Pra proveitá a vida, uai?
— Eu proveitava a vida quando era moço e sortêro.
— Se quiser ficar sortêro é só falá!
— Eu não. A única vantagem do casamento é tê arguém pra turar a gente dispois de véio, eu queria era vortá a sê moço, uai.
— Pare de sonhá e vamo levantá pra proveitá esse dia grorioso!
— Nossa, como a senhora tá bem humorada hoje, heim véia? Sonhô com o passarin verde?
— Muito mió, eu sonhei que era o meu aniversário e eu ganhei um balaio enoooorme cheio de pinto!
— Piiiinto?
— É véio, pinto... Desses que ocê usava até um tempinho atráis...
— Mas ocê sonhou com um balaio cheio de pinto?
— Cheim de pinto; tinha pinto de tudo quanté jeito; tinha pinto grande, piqueno, fino, grosso, preto, branco, um mais bunito que o outro...
— E o meu? O meu tamém tava no balaio?
— O seu? Tava lá num cantinho incuidinho, todo ismiriguido coitadinho!
No dia seguinte:
— Boooom dia, vamo levantá minha véia, vamo levantá, vamo proveitá a vida.
— Nossa? Como ocê tá bem humorado hoje véio! Sonhô com o passarin verde?
— Muito mió. Eu sonhei que era o meu aniversário e eu ganhei um balaio enooooorme, cheio de xoxóta.
— Verdade véio?
— Verdade verdadeira! Tinha xoxóta de tudo a qué jeito: piquinininha, grandona, loira, morena, ruiva, raspada, piluda; uma mais linda que a outra.
— E me diga uma coisa véio, a minha tamém tava lá?
— Ora, craro! A sua é que era o balaio!