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Piadas sobre Dinheiro - Page 10
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É o primeiro de ia de aula e a professora quer saber o que os pais dos alunos fazem.
— Agora, eu quero saber qual a profissão do pai de cada um de vocês. Alberto, o que é que o seu pai faz?
— Ele é comerciante, professora.
— Ah, muito bem. E você, Bartolomeu? O que o seu pai faz?
— Ele é gerente do banco, professora.
E assim ela vai percorrendo a lista de chamada até que chega a vez de Juquinha.
— Juquinha, o que é que seu pai faz?
— Professora, sniff! sniff! meu pai morreu na semana passada.
— Ah, eu não sabia, Juquinha. Os meus pêsames. Mas o que ele fazia antes de morrer?
— Toss, toss, arrghhh! Arrghh! Plufft!
Um cara vivia sozinho, até que decidiu que sua vida seria melhor se ele tivesse um animalzinho de estimação como companhia. Assim ele foi até a loja, falou ao dono da loja que queria um bichinho que fosse incomum. Depois de um tempo, chegaram a conclusão que ele deveria ficar com uma centopéia. Um bichinho tão pequeno, com 100 pés... é realmente incomum!
A centopeia veio dentro de uma caixinha branca, que seria usada para ser a sua casinha. Bem... ele levou a caixinha para casa, achou um um lugar para colocar tão pequenina caixinha, e achou que o melhor começo para sua nova companhia seria levá-la até o bar, para tomarem uma cervejinha. Assim, ele perguntou à centopeia, que estava dentro da caixinha:
— Gostaria de ir comigo ao bar tomar uma cerveja?
Mas não houve resposta da sua nova amiguinha. Isto deixou-o meio chateado. Esperou um pouco e perguntou de novo:
— Que tal ir comigo até o bar tomar uma cervejinha, hein?
Mas, de novo, nada de resposta da nova amiguinha. E de novo ele esperou mais um pouco, pensando e pensando sobre o que estava acontecendo. Decidiu perguntar de novo, mas desta vez, chegou o rosto bem perto da caixinha e gritou:
— Ei, você aí! Quer ir comigo até o bar tomar uma cerveja?
Uma vozinha veio de lá de dentro da caixinha:
— Ei, não precisa insistir! Eu já ouvi desde a primeira vez! Eu estou calçando os sapatos!
Uma moça escreveu um e-mail para uma revista financeira pedindo dicas sobre "como arrumar um marido rico".
Contudo,mais inacreditável que o "pedido" da moça, foi a disposição de um rapaz que, muito inspirado, respondeu à mensagem, de forma muito bem fundamentada.
Segue:
Mensagem da moça:
"Sou uma garota linda (maravilhosamente linda) de 25 anos. Sou bem articulada e tenho classe.
Estou querendo me casar com alguém que ganhe no mínimo meio milhão de dólares por ano.
Tem algum homem que ganhe 500 mil ou mais neste site?
Ou alguma mulher casada com alguém que ganhe isso e que possa me dar algumas dicas?
Já namorei homens que ganham por volta de 200 a 250 mil, mas não consigo passar disso. E 250 mil por ano não vão me fazer morar em Central Park West.
Conheço uma mulher (da minha aula de ioga) que casou com um banqueiro e vive em Tribeca! E ela não é tão bonita quanto eu, nem é inteligente.
Então, o que ela fez que eu não fiz? Qual a estratégia correta? Como eu chego ao nível dela?" (Rafaela S.) Mensagem/resposta do (inspiradíssimo) RAPAZ:
"Li sua consulta com grande interesse, pensei cuidadosamente no seu caso e fiz uma análise da situação.
Primeiramente, eu ganho mais de 500 mil por ano. Portanto, não estou tomando o seu tempo a toa...
Isto posto, considero os fatos da seguinte forma:
Visto da perspectiva de um homem como eu (que tenho os requisitos que você procura), o que você oferece é simplesmente um péssimo negócio.
Eis o porquê: deixando as firulas de lado, o que você sugere é uma negociação simples. Você entra com sua beleza física e eu entro com o dinheiro. Proposta clara, sem entrelinhas.
Mas tem um problema.
Com toda certeza, com o tempo a sua beleza vai diminuir e um dia acabar, ao contrário do meu dinheiro que, com o tempo, continuará aumentando.
Assim, em termos econômicos, você é um ativo sofrendo depreciação e eu sou um ativo rendendo dividendos.
E você não somente sofre depreciação, mas sofre uma depreciação progressiva, ou seja, sempre aumenta!
Explicando, você tem 25 anos hoje e deve continuar linda pelos próximos 5 ou 10 anos, mas sempre um pouco menos a cada ano. E no futuro, quando você se comparar com uma foto de hoje, verá que virou um caco.
Isto é, hoje você está em "alta", na época ideal de ser vendida, mas não de ser comprada.
Usando o linguajar de Wall Street , quem a tiver hoje deve mantê-la como "trading position" (posição para comercializar) e não como "buy and hold" (compre e retenha), que é para o quê você se oferece...
Portanto, ainda em termos comerciais, casar (que é um "buy and hold") com você não é um bom negócio a médio/longo prazo! Mas alugá-la, sim!
Assim, em termos sociais, um negócio razoável a se cogitar é namorar. Cogitar...
Mas, já cogitando, e para certificar-me do quão "articulada, com classe e maravilhosamente linda" seja você, eu, na condição de provável futuro locatário dessa "máquina", quero tão somente o que é de praxe: fazer um "test drive" antes de fechar o negócio... podemos marcar?"
Em São Paulo, um cara passou mal no meio da rua, caiu, e foi levado para o setor de emergência de um hospital particular, pertencente à Universidade Católica, e administrado totalmente por freiras.
Lá, verificou-se que teria que ser urgentemente operado no coração, o que foi feito com êxito.
Quando acordou, a seu lado estava a freira responsável pela tesouraria do hospital e que lhe disse prontamente:
— Caro senhor, sua operação foi bem sucedida e o senhor está salvo. Entretanto, um assunto precisa sua urgente atenção: como o senhor pretende pagar a conta do hospital? O senhor tem seguro-saúde?
— Não, Irmã.
— Tem cartão de crédito?
— Não, Irmã.
— Pode pagar em dinheiro?
— Não tenho dinheiro, Irmã.
— Em cheque, então?
— Também não, Irmã.
— Bem, o senhor tem algum parente que possa pagar a conta?
— Ah… Irmã, eu tenho somente uma irmã solteirona, que é freira, mas não tem um tostão.
E a freira:
— Desculpe que lhe corrija, mas as freiras não são solteironas, como o senhor disse. Elas são casadas com Deus!
— Magnífico! Então, por favor, mande a conta pro meu cunhado!
A paciente era maravilhosa e o médico um fauno. Quando ele tentou avançar, ela fugiu seminua para a sala de visitas.
— Socorro, acudam-me, esse médico é um таrаdо.
O médico, surpreso, rapidamente tomou uma atitude perspicaz. Abriu a porta e de alto e bom tom, disse aos clientes na sala:
— Não acreditem nessa mulher. Ela é neurótica. Só porque a aconselhei a procurar um psiquiatra ela saiu gritando que não era louca e fazendo esse escândalo todo, dizendo que eu sou um таrаdо.
A seguir bateu a porta, tocou a campainha, chamou a recepcionista e perguntou:
— Seja franca, fui convincente, os clientes acreditaram?
— Bem... doutor. Realmente o senhor falou com bastante energia e acredito que todos teriam acreditado, mas faltou um detalhe.
— Detalhe? Qual foi?
— O senhor se esqueceu de vestir as calcas.
Um professor de filosofia parou na frente da classe e, sem dizer uma palavra, pegou um vidro de maionese vazio e encheu-o com pedras de uns 2 cm de diâmetro.
Então perguntou aos alunos se o vidro estava cheio.
Eles concordaram que estava. Então o professor pegou uma caixa com pedregulhos bem pequenos e o jogou dentro do vidro agitando-o levemente. Os pedregulhos rolaram para os espaços entre as pedras.
Ele perguntou novamente se o vidro estava cheio. Os alunos concordaram: agora sim, estava cheio. Aí o professor pegou uma caixa com areia e despejou-a dentro do vidro preenchendo o restante.
— Agora, — disse o Professor, — eu quero que vocês entendam que isto simboliza a sua vida! As pedras são as coisas importantes: sua família, seus amigos, sua saúde, seus filhos, coisas que preenchem a sua vida.
Todos ficaram cheios de admiração pelo professor.
Então ele continuou:
— Os pedregulhos são as outras coisas que importam, como o seu emprego, sua casa, seu carro. A areia representa o resto. As coisas pequenas.
Mais uma vez a classe se espantou com a sabedoria do mestre.
E ele concluiu:
— Se vocês colocarem a areia primeiro no vidro, não haverá mais espaço para os pedregulhos e as pedras. O mesmo vale para a sua vida.
Cuidem das pedras primeiro. Das coisas que realmente importam. Estabeleçam suas prioridades. O resto é só areia!
Nessa hоrа um aluno pegou o vidro que todos concordaram que estava cheio, e derramou um copo de cerveja dentro.
A areia ficou ensopada com a cerveja preenchendo todos os espaços restantes dentro do vidro, fazendo com que ele desta vez ficasse realmente cheio.
Moral da estória: Não importa o quanto a sua vida esteja cheia, sempre sobra espaço para uma cervejinha.
Certo dia um padre de uma pequena cidadezinha vinha andando pela rua quando olhou em cima de uma árvore e viu uma menina de aproximadamente 14 anos, em cima dela, de saia e sem calcinha. O padre imediatamente disse:
— Ô minha filha não faça isso, é muito feio, desça desta árvore tome 10 reais. Vá comprar uma calcinha para você...
A menina então desceu pegou os dez reais e foi, chegando em casa ela disse para a mãe:
— Mãe eu tava em cima da árvore, aí o padre passou e meu deu 10 reais pra eu comprar uma calcinha...
A mãe ouviu aquilo meditou e, como estava na maior dureza, resolveu no outro dia subir na mesma árvore de saia e, também sem calcinha, ficar à espera do padre. E então, como de costume, o padre passou novamente olhou para cima e, vendo a cena, disse:
— Ô minha filha não faça isso, é muito feio, desça desta árvore e tome 1 real. Vá comprar um prestobarba para você...
Montado em seu carrão reluzente, o sujeito viajava pelo interior quando passa a toda velocidade diante de uma fazenda e acaba atropelando um galo. Desce imediatamente e, consternado, vê que o bichinho está morto. Nisso, olha de lado e vê um matuto capinando muito próximo à cerca.
Virando-se para o matuto, o sujeito diz:
— Desculpe, amigo! Foi realmente culpa minha...
O matuto fiса olhando pra ele.
E ele, sem jeito, continua:
— Puxa, eu não deveria estar correndo tanto... sinto muito, por ter matado o seu galo. Mas eu faço questão de substituí-lo.
E o matuto:
— Vóismicê fique à vontade! O galinheiro é logo ali..
O casal discute:
— Eu já estou cheia, Zé Eduardo! — reclama ela. — Tudo nesta casa sou eu quem tem de decidir...
— Mas, Solange...
— Se a empregada vai embora, eu tenho de arranjar outra, se as crianças vão mal na escola, eu tenho de descobrir o motivo, falar com os professores...
— Mas, Solange...
— Se a pia entope, eu tenho que arranjar um encanador...
— Mas, Solange...
— Se sobra dinheiro, tenho que procurar o melhor investimento...
— Mas, Solange...
— Se falta dinheiro, tenho que saber onde economizar... Pra mim chega!
— Tá bom, meu bem! Você tem toda razão! — e depois de uma pequena pausa. — O que você acha que nós devemos fazer?
O sujeito engravidou a secretária e para esconder o caso, deu-lhe uma boa soma em dinheiro e mandou-a para Itália, onde ela poderia ter o bebê tranquilamente e ninguém ficaria sabendo de nada.
Antes de ela partir, ele advertiu-a:
— Por favor, Lucinha, independente do que acontecer, não me telefone!
— E como eu vou fazer para te avisar quando o bebê nascer?
— Basta me mandar um Cartão Postal. Nem coloque remetente, escreva apenas “Spaghetti“, que eu já sei do que se trata.
E ela vai viajar.
Alguns meses depois ele recebe um Cartão Postal com os seguintes dizeres:
“Spaghetti, Spaghetti, Spaghetti, Spaghetti. Dois com salsicha e almôndegas, dois sem!“