Skip to main content
Muito bonita e gostosa, a loira entra pela porta do cassino. Vai ao caixa, troca cinco mil dólares por fichas e segue para mesa da roleta. Para espanto de todos que estavam jogando, ela avisa que vai apostar todo o seu dinheiro e que vai acertar na primeira. Olhando para os funcionários que cuidavam da roleta, diz também:
— Desculpem, espero que vocês não se importem, mas tenho mais sorte quando estou todinha nua.
Por isso, foi logo se despindo e colocou as fichas todas sobre a mesa. Completamente assustado, o croupier girou a roleta. Enquanto a bolinha rolava pelos números, a loura, rebolando nua em frente a mesa, dizia em voz alta sem parar:
— Mamãezinha preciso comprar roupas novas. Preciso de um sapato novo. Um vestido novo. Mamãezinha preciso comprar roupas novas. Preciso de um sapato novo. Um vestido novo.
Assim que a roleta parou, ela pulou em cima da mesa e começou a gritar:
— Ganhei! Ganhei! Ganhei! Ganhei! Ganhei!
Abraçou e beijou cada um dos croupiers. Em seguida debruçou-se sobre a mesa e recolheu todo o dinheiro e as fichas. Vestiu-se rapidamente e foi-se embora. Os croupiers ficaram se olhando com cara de bobos. Finalmente, um deles, voltando a si perguntou:
— Em que número é que ela apostou?
E o outro:
— Sei lá? Pensei que você estivesse olhando.
Um homem entra num restaurante com uma avestruz atrás dele. A garçonete pergunta o que querem.
— Um hambúrguer, batatas fritas e uma coca — o homem pede.
E vira-se para a avestruz:
— E você, o que vai querer?
— Eu quero o mesmo — responde a avestruz.
Um tempo depois a garçonete traz o pedido e a conta no valor de R$ 32,50. O homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta... No dia seguinte o homem e a avestruz retornam e o homem diz:
— Um hambúrguer, batatas fritas e uma coca.
— E você, o que vai querer?
— Eu quero o mesmo — responde a avestruz.
De novo o homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta. Isto se torna uma rotina até que um dia a garçonete pergunta:
— Vão querer o mesmo?
— Não, hoje é sexta e eu quero um filé à francesa com salada — diz o homem.
— Eu quero o mesmo — diz a avestruz.
Após trazer o pedido, a garçonete trás a conta e diz:
— Hoje são R$ 87,60.
O homem coloca a mão no bolso e tira o valor exato para pagar a conta,colocando em cima da mesa. A garçonete não controla a sua curiosidade e pergunta:
— Desculpe, senhor, mas como o senhor faz para ter sempre o valor exato a ser pago?
E o homem responde:
— Há alguns anos eu achei uma lâmpada velha e quando a esfregava para limpar, apareceu um gênio e me ofereceu dois desejos. Meu primeiro desejo foi que eu tivesse sempre no bolso o dinheiro que precisasse para pagar o que eu quisesse.
— Que ideia brilhante! falou a garçonete. A maioria das pessoas deseja ter um grande valor em mãos ou algo assim. Mas o senhor vai ser tão rico quanto quiser, enquanto viver!
— É verdade, tanto faz se eu for pagar um litro de leite ou um Mercedes, tenho sempre o valor necessário no bolso, respondeu o homem.
E a garçonete perguntou :
— Agora, o senhor pode me explicar a avestruz?
O homem faz uma pausa, suspira e responde:
— O meu segundo desejo foi ter como companhia alguém com uma bunda grande, pernas compridas e que concordasse comigo em tudo...
Gervásio, dono de uma casa lotérica daquela cidadezinha, descobre que quem ganhou a Sena acumulada foi o Aparício, que além de ser pobre pra сасете, não podia ter emoções fortes porque era cardíaco. E por isso Gervásio pensou:
— Como é que eu vou dar essa notícia para o Aparício? Se eu disser que ele ganhou toda essa fortuna sozinha, ele vai morrer... Já sei! Vou falar pra ele que se ele por acaso ele ganhasse na loteria... é isso mesmo!
Chegou na casa do Aparício e ficou no papo furado...
— Ô Aparìcio... cê não tem móveis aqui, só esses caixotes velhos?
— É... eu sou pobre.
— Não tem luz aqui, não?
— Só lamparina. Eu não tenho dinheiro, sabe?
— Aparício... cê precisava ganhar na Sena, né?
— Que jeito? Eu só jogo uma vez por mês...
— Mas e daí? A sorte não escolhe cara. Ô, Aparício... vamos supor que se por acaaaaaaaaaaso... eu tô dizendo por acaso, cê ganhasse sozinho uma Sena acumulada. O que cê faria?
— Eu dava metade procê!
E o Gervásio caiu morto no chão!
Terminado meu banho, lá estou eu na frente do espelho, comentando com meu marido que acho meus seios pequenos demais em comparação à minha bunda grande..
Ao invés do esperado 'imagina, não são não', ou de uma promessa de Cirurgia para aplicação de silicone, ele me vem com uma sugestão insólita.
— Pode parecer estranho, mas eu já vi funcionar... Se quiser aumentar seus seios, pegue todos os dias um pedaço de papel higiênico e esfregue-o entre eles durante alguns segundos.
Aquilo parecia uma brincadeira sem graça, ou uma simpatia sem qualquer fundamento científico - ainda mais para mim... Mas, disposta a tentar qualquer coisa, pego um pedaço de papel higiênico, fico na frente do espelho e começo a esfregá-lo entre meus seios para ver o resultado da estranha dica!
— Quanto tempo demora para funcionar? - eu pergunto..
— Claro que não é um negócio automático, bem eles vão aumentar de tamanho ao longo de alguns anos. - responde meu marido.
Parei e, meio que me sentindo idiота, perguntei:
— Você realmente acha que esfregar um pedaço de papel higiênico entre meus seios todos os dias vai fazer aumentá-los em alguns anos?
Sem hesitar um segundo e às gargalhadas me sacaneando, ele diz:
— Funcionou com a sua bunda, não funcionou???
Notícias do marido:
Está respirando ainda com a ajuda de aparelhos e, talvez, com muita fisioterapia, até que volte a andar novamente...
O fazendeiro resolve trocar o seu galo por outro que desse conta das inúmeras galinhas. Ao chegar o novo galo e, percebendo que perderia suas funções, o velho galo foi conversar com seu substituto:
— Olha, sei que já estou velho e é por isso que meu dono o trouxe aqui, mas será que você poderia deixar pelo menos duas galinhas para mim?
— Que é isso, velhote? Vou ficar com todas.
— Mas só duas... — ainda insistiu o galo.
— Não. Já disse! São todas minhas!
— Então vamos fazer o seguinte: Apostamos uma corrida em volta do galinheiro. Se eu ganhar, fico com pelo menos duas galinhas. Se eu perder, são todas suas.
O galo jovem mede o galo velho de cima abaixo e pensa que certamente ele não será capaz de vencê-lo:
— Tudo bem, velhote, eu aceito!
— Já que realmente minhas chances são poucas, deixe-me ficar a vinte passos a frente — pediu o galo velho.
O mais jovem pensou por uns instantes e aceitou as condições do galo velho.
Iniciada a corrida, o galo jovem dispara para alcançar o outro galo. O galo velho faz um esforço danado para manter a vantagem, mas rapidamente está sendo alcançado pelo mais jovem.
No momento em que o mais velho ia ser alcançado pelo mais novo, o fazendeiro pega sua espingarda e atira sem piedade no galo jovem. Guardando a arma, comenta com a mulher:
— Num tô intendendo, uai! É o quinto galo viаdо que a gente compra esta semana.
A mulher acabava de sair do banho e começou a se olhar na frente do espelho. Ela olha para o marido e comenta que acha seus seios pequenos demais.
O maridão, ao invés do esperado "imagina, não são não", ou de uma promessa de cirurgia, faz uma sugestão insólita:
— Sabe amor, pode parecer estranho, mas eu já vi funcionar... Para aumentar seus seios, pegue um pedaço de papel higiênico e esfregue-o entre eles durante alguns segundos.
Ela ficou surpresa com a simpatia sem qualquer fundamento científico. Mas como não custava nada tentar, pegou o papel e começou a esfregar o papel nos seios.
Depois de alguns minutos sem qualquer resultado, ela:
— Quanto tempo demora para funcionar?
— Claro que não é um negócio automático! Eles vão aumentar de tamanho ao longo de alguns anos. — responde o marido.
Se sentindo um tanto idiота, a mulher pergunta:
— Você realmente acha que esfregar um pedaço de papel higiênico entre meus seios todos os dias vai fazer aumentá-los em alguns anos?
Sem hesitar um segundo, ele responde:
— Funcionou com o seu traseiro, não funcionou?
Um político ia andando pela rua, passou em frente a um banco e lembrou-se de que precisava de algum dinheiro. Entrou no banco e viu que estava sem a carteira, sem o cartão do banco, sem cheques e sem documentos. Mesmo assim foi falar com o gerente para ver se ele quebrava o galho.
— Bem, — disse o gerente — é difícil atender o seu pedido. Eu não conheço o senhor, o senhor não tem documentos. Agora, se o senhor provar quem é, talvez eu possa fazer alguma coisa.
— O que é que você está querendo dizer? Eu sou um deputado muito importante — falou o político com a peculiar arrogância.
— É o seguinte: um dia desses entrou aqui no banco o cantor Alceu Valença. Ele não tinha documentos, mas cantou um trecho de "Morena Tropicana". Com isto, ele comprovou a identidade dele e eu autorizei o saque. Outro dia, isso aconteceu com o Romário. Ele não tinha documentos, mas comprovou a identidade dele dando um show de bola. Entendeu?
— Ah, entendi.
O político pensou um pouco e falou:
— Mas eu não sei fazer nada, só faço trampolinagens, maracutaias, safadezas, essas coisas...
— Quanto é mesmo que o senhor quer sacar? O senhor quer em notas de cinquenta ou de cem reais?
O sujeito engravidou a secretária e para esconder o caso, deu-lhe uma boa soma em dinheiro e mandou-a para Itália, onde ela poderia ter o bebê tranquilamente e ninguém ficaria sabendo de nada.
Antes de ela partir, ele advertiu-a:
— Por favor, Lucinha, independente do que acontecer, não me telefone!
— E como eu vou fazer para te avisar quando o bebê nascer?
— Basta me mandar um Cartão Postal. Nem coloque remetente, escreva apenas “Spaghetti“, que eu já sei do que se trata.
E ela vai viajar.
Alguns meses depois ele recebe um Cartão Postal com os seguintes dizeres:
“Spaghetti, Spaghetti, Spaghetti, Spaghetti. Dois com salsicha e almôndegas, dois sem!“
O casal discute:
— Eu já estou cheia, Zé Eduardo! — reclama ela. — Tudo nesta casa sou eu quem tem de decidir...
— Mas, Solange...
— Se a empregada vai embora, eu tenho de arranjar outra, se as crianças vão mal na escola, eu tenho de descobrir o motivo, falar com os professores...
— Mas, Solange...
— Se a pia entope, eu tenho que arranjar um encanador...
— Mas, Solange...
— Se sobra dinheiro, tenho que procurar o melhor investimento...
— Mas, Solange...
— Se falta dinheiro, tenho que saber onde economizar... Pra mim chega!
— Tá bom, meu bem! Você tem toda razão! — e depois de uma pequena pausa. — O que você acha que nós devemos fazer?
Montado em seu carrão reluzente, o sujeito viajava pelo interior quando passa a toda velocidade diante de uma fazenda e acaba atropelando um galo. Desce imediatamente e, consternado, vê que o bichinho está morto. Nisso, olha de lado e vê um matuto capinando muito próximo à cerca.
Virando-se para o matuto, o sujeito diz:
— Desculpe, amigo! Foi realmente culpa minha...
O matuto fiса olhando pra ele.
E ele, sem jeito, continua:
— Puxa, eu não deveria estar correndo tanto... sinto muito, por ter matado o seu galo. Mas eu faço questão de substituí-lo.
E o matuto:
— Vóismicê fique à vontade! O galinheiro é logo ali..
Certo dia um padre de uma pequena cidadezinha vinha andando pela rua quando olhou em cima de uma árvore e viu uma menina de aproximadamente 14 anos, em cima dela, de saia e sem calcinha. O padre imediatamente disse:
— Ô minha filha não faça isso, é muito feio, desça desta árvore tome 10 reais. Vá comprar uma calcinha para você...
A menina então desceu pegou os dez reais e foi, chegando em casa ela disse para a mãe:
— Mãe eu tava em cima da árvore, aí o padre passou e meu deu 10 reais pra eu comprar uma calcinha...
A mãe ouviu aquilo meditou e, como estava na maior dureza, resolveu no outro dia subir na mesma árvore de saia e, também sem calcinha, ficar à espera do padre. E então, como de costume, o padre passou novamente olhou para cima e, vendo a cena, disse:
— Ô minha filha não faça isso, é muito feio, desça desta árvore e tome 1 real. Vá comprar um prestobarba para você...