Piadas recentes

Um homem disca o número errado e uma garota atende. Depois de ouvir a voz, ele sente que ela é linda, então começa a conversar, perguntando de onde ela é, e sugere um encontro, já que ela vive perto dele.
— Onde você quer encontrar?
— Vamos nos encontrar naquela casa de sucos a poucos quarteirões daqui.
— Eu estou livre às 18:00. Mas como poderei te reconhecer?
— Eu vou estar segurando um copo de suco de manga. E como vou reconhecê-la?
— Ah, eu vou estar usando um vestido vermelho e vou levar um guarda-chuva azul.
O homem corre para o local suco poucos minutos antes das 18 e pede ao atendente um copo de suco de manga.
— Oh, sinto muito senhor, estamos hoje sem suco de manga.
— O quê? Você tem algum na cor laranja? Suco de laranja? Alguma coisa?
— Não, hoje apenas limonada.
Então, o homem segura a limonada e espera até às 18 na esperança de que ele vai reconhecer a garota. É 18:00 e agora a garota entra com o vestido vermelho e um guarda-chuva azul. No entanto, o homem percebe que ela é extremamente feia. Ele pensa consigo mesmo:
"Graças a Deus eles não tem a меrdа do suco de manga."
A menina ainda caminha até ele.
— Você não é o homem com que eu vou me encontrar?
— Desculpe-me?
— Você é o cara do telefone.
— Me desculpe, eu não tenho nenhuma ideia do que você está falando.
— Não! Você é o cara! Eu reconheço a sua voz!
— Você deve estar me confundido com outra pessoa. Eu não sou esse cara.
— Sim, você é, eu disse que iria encontrá-lo aqui com um vestido vermelho e segurando um guarda-chuva azul.
— Por favor, pare, eu não sei sobre nada que você está dizendo.
— Olha, eu sei que é você! Por que você está dizendo que não é?
— Рuта que pariu! Qual é o problema com você mulher! Isto se parece com suco de manga para você?
Joãozinho, ceguinho de nascença, ia fazer dez anos. Faltavam poucos dias e, uma tarde, o pai de Joãozinho chega pra ele e diz:
— Meu filho, mandei vir dos Estados Unidos um colírio que vai curar a sua cegueira. É um remédio maravilhoso, milagroso. Só uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar! Joãozinho ficou todo feliz e disse:
— Que bom, pai. Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo! Que dia o remédio chegará?
— Eu te aviso. — disse o pai.
E todo dia o pai chegava do trabalho e Joãozinho corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:
— Chegou, papai? Chegou?
No dia 28 de março, o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.
— Sabe o que é isto, Joãozinho?
— Sei, sei! — gritou o menino. — É o colírio! É o colírio!
— Exatamente, meu filho. É o colírio.
Que bom! — disse Joãozinho.
— Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos!
— Não. Hoje, não — disse o pai.
— Mandei chamar seus avos, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui em sua volta...
E Joãozinho disse meio conformado:
— É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou poder ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.
E foi dormir, mas não dormiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. Quando foi no dia seguinte, dia 29 de março, cedinho, ele acordou o pai.
— Papai, pinga num olho só. Num olho só. Eu fico com ele fechado até a vovó chegar, juro!
O pai disse:
— Não. Aprenda a esperar!
— Mas, papai, eu quero ver a vida, papai. Eu quero ver as coisas.
— Tudo tem a sua hоrа, meu filho. No dia do seu aniversário você verá.
Joãozinho passou sem dormir o dia 29, o dia 30 e o dia 31.
Quando foi ali pelas dez horas da noite ele chegou pro pai e disse:
— Papai, só faltam duas horas para o meu aniversário. Pinga agora, papai.
O pai pediu que ele esperasse a hоrа certa. Assim que o relógio terminasse de bater as doze badaladas, ele pingaria o colírio nos olhos de Joãozinho. E Joãozinho esperou.
A meia-noite, toda a família de Joãozinho se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. Joãozinho ouviu uma por uma, sofrendo. Bateram as dez, as onze e as doze!
— Agora, papai. Agora! O colírio.
O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.
— Posso abrir os olhos? — perguntou Joãozinho.
— Não! — disse o pai. — Tem que esperar um minuto certo, senão estraga tudo. Vamos lá: Sessenta, cinquenta e nove, cinquenta e oito, cinquenta e sete — e foi contando — e Joãozinho de cabecinha erguida esperando — vinte e seis, vinte e cinco, e foi, quinze, quatorze — e toda a família em volta esperando — e dez, e nove, e oito, e sete, e seis, e cinco, e quatro, e três, e dois e um e já!
O menino abriu os olhos e exclamou:
— Ué. Eu não estou enxergando nada!
E a família toda grita:
— Primeiro de Abril!
Já no clima da festa de sábado, três mulheres – uma noiva, uma casada e uma amante – estavam conversando sobre seus relacionamentos e decidiram agradar seus homens. Aquela noite todas as três iriam testar sensualidade e o poder que exerciam sobre seus companheiros, usando corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto. Após alguns dias, elas tornaram a se encontrar. Cada uma relatou sua experiência.
Disse a noiva:
— Naquela noite, quando meu namorado chegou em casa encontrou-me usando o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos. Ele me olhou intensamente e disse:
"Você é a mulher da minha vida. Eu te amo". Então fizemos amor a noite inteira.
A amante contou sua versão:
— Ah, comigo também foi parecido. Naquela noite encontrei meu amante no escritório. Estava usando um corpete de couro, mega saltos, máscara sobre os olhos e... mais nada. Usava uma capa de chuva para cobrir meu corpo. Quando abri a capa, ele não disse nada. Seus olhos me devoraram. Ele me agarrou e fizemos sеxо a noite toda.
E aí a casada contou sua história:
— Naquela noite mandei as crianças para a casa da minha mãe. Arrumei-me como combinado: corpete de couro, super saltos, máscara sobre os olhos. Então resolvi incrementar o visual. Aproveitei para inaugurar um perfume novo e um batom vermelho que nunca tinha usado antes. Lembrei-me de um comentário que meu marido fez sobre a sensualidade da roupa íntima preta e coloquei a que acabara de comprar: um fio dental com um lacinho de cetim em ponto estratégico. Quando meu marido chegou do trabalho, abriu a porta e me encontrou em pé no meio do quarto fazendo caras e bocas. Olhou-me de cima abaixo e disse:
"E aí, Batman, o que temos para o jantar?"
— Os médicos disseram que ele voltará a andar em um mês.
Um grupo de amigos de 50 anos discutia para escolher o restaurante onde iriam jantar. Finalmente, decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque as garçonetes usavam mini-saias e blusas muito decotadas.
Dez anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque a comida era muito boa e havia uma excelente carta de vinhos.
Dez anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Decidiram-se pelo Restaurante Tropical porque lá havia uma rampa para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador...
Dez anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram para escolher o restaurante. Finalmente, decidiram-se pelo Restaurante Tropical. Todos acharam que era uma grande ideia porque nunca tinham ido lá...