Há muito tempo, quando os galeões singravam os mares, um capitão e sua tripulação estavam para serem atacados por um navio pirata.
Quando a tripulação ameaçou entrar em pânico, o Capitão ordenou ao Imediato:
— Traga-me minha camisa vermelha!
O Imediato trouxe rapidamente a camisa vermelha do Capitão. Ele a vestiu e liderou a tripulação na batalha contra os piratas. Embora algumas baixas tivessem ocorrido, os piratas foram repelidos.
À noite, os homens estavam sentados no convés relembrando o evento do dia, quando um marujo olhou para o Capitão e perguntou:
— Capitão, por que o senhor vestiu sua camisa vermelha antes da batalha?
O Capitão, olhando para o marujo de uma forma que somente um capitão sabe fazer, exortou:
— Se eu fosse ferido na batalha, a camisa vermelha impediria que se visse o sangue, e vocês, homens, continuariam a lutar valentemente.
Os marinheiros ficaram em silêncio, rendendo homenagem à coragem deste homem.
Na manhã seguinte, apareceram dois navios piratas querendo abordar o galeão. A tripulação começou a entrar em pânico, mas o Capitão, calmo como sempre, ordenou:
— Traga-me minha camisa vermelha!
Mais uma vez, o Capitão e sua tripulação repeliram o ataque dos dois navios piratas, embora as baixas desta vez fossem maiores.
Mais tarde, entretanto, os piratas se rearmaram, e apareceram dez navios para enfrentá-los. Os homens ficaram em silêncio e olharam para o Capitão, esperando a ordem. O Capitão, calmo como sempre, ordenou:
— Traga-me minha calça marrom!
Um certo comandante de um certo navio já estava enojado ao ver o seu convés sujo de esperma dos marinheiros que se masturbavam em qualquer canto. Um belo dia ele tomou a decisão de proibir a рunhета aleatória e baixou uma lei que todos os marinheiros só deveriam saciar a sua angustia em um tonel que ficaria no meio do navio e esse, depois de cheio seria lacrado e jogado ao mar. Não demourou mais que algumas horas para que o primeiro tonel estivesse completamente cheio e prontamente o lacraram e atiraram-no ao mar.
Algum tempo depois uma equipe de cientistas, padres e teólogos foram designados a esclarecer um mistério: em uma ilha-convento onde estavam enclausuradas centenas de freiras, onde não havia nenhum contato com o mundo exterior e onde era proibido o acesso de homens, quase todas as freiras pareceram grávidas. Chegando a ilha os cientistas interrogaram a Madre Superiora:
— Há quantos anos não entra um homem, além de nós nessa Ilha?
— Há quatro décadas senhores. — respondeu a Madre.
Os cientistas continuaram...
— Houve algum fato estranho, que chamasse a atenção nos últimos meses?
E a Madre:
— Nada que possa me lembrar... espere, houve sim... há poucos meses surgiu na práia um tonel lacrado cheio de parafina que acreditamos ter caído de algum navio cargueiro...
E o cientista perguntou-lhe:
— E o que foi feito com essa parafina?
Madre:
— Ora, velas!
Na beira do cais, no Rio de Janeiro, estava uma maravilhosa loira gritando que iria se suicidar, até que apareceu um marinheiro que gritou:
— Moça, não faça isso com sua vida!
— Eu vou me jogar, a minha vida não presta — disse a loira, desesperada.
— Não! Você é linda e ainda tem muita vida pela frente! — dizia o marinheiro, tentando convencê-la — Olha, o meu navio está de partida para a Europa. Por que você não vem comigo, e depois pensa no que faz?
— Ah, não sei... — disse ela, indecisa, como toda boa loira.
— Se você chegar lá e ainda quiser se matar, pelo menos você conheceu a Europa!
— Ah, até que é uma boa ideia — disse ela, animando-se e acompanhando o marinheiro até um bote salva-vidas onde ela viajaria, clandestina.
O marinheiro ficou de trazer comida e água todas as noites pra ela. E assim foi durante mais de um mês. Ele trazia comida, água e como não resistia aos belos dotes da loira, aproveitava pra dar uma trepada.
Até que um dia o Capitão foi fazer uma inspeção nos botes e então se deparou com a linda loira, ficando boquiaberto:
— O que uma mulher como você faz por aqui?
E ela, sem outra saída, resolveu contar a verdade:
— Olha, eu estou aqui seguindo para a Europa porque um marinheiro me trouxe. Todas as noites ele me traz comida, água e nós damos uma trepada, e vai ser assim ate chegarmos à Europa. O senhor sabe se ainda falta muito?
— Olha moça, eu acho que ainda vai demorar um bocado — disse o Capitão — Esta é a barca que faz a travessia Rio-Niterói!
Um advogado foi surpreendido por uma blitz em alta velocidade. O guarda chegou para ele e disse:
— Por favor, posso ver sua habilitação.
— Não tenho, ela foi caçada na última blitz por eu ter estourado os pontos permitidos.
— Você não tem habilitação? Então me deixe ver o documento de propriedade do veículo.
— Não o tenho, porque o carro é roubado.
— Como é? O carro é roubado?
— Aliás, pensando melhor, quando foi guardar a arma no porta-luvas, lembro-me de ter visto uma pasta que acredito ser os documentos do carro sim.
— Você tem uma arma em seu porta-luvas?
— Claro meu amigo. Tive que matar a dona do carro e jogar seu corpo no porta-malas, afinal, se não houvesse violência seria um furto e não um roubo.
O guarda desesperado disse ao advogado:
— Aguarde um minuto por favor.
Nisto chamou o Capitão pelo rádio, relatando todos os detalhes. O Capitão enviou vários policiais em reforço ao local, os quais ao chegarem cercaram o carro e com suas armas em punho, exigiram que ele descesse do carro.
Nisto, chega o Capitão ao advogado e diz:
— Posso ver sua habilitação?
— Claro, aqui está, diz o advogado, entregando-a ao Capitão.
— O veículo é seu?
— Sim Senhor. Aqui estão os documentos.
— Por gentileza, abra seu porta-luvas bem lentamente.
O advogado todo solícito, abriu o porta-luvas que estava vazio.
O capitão então pediu que ele abrisse o porta-malas do veículo, no que também foi prontamente atendido, onde se averiguou, também estar vazio.
Então o Capitão indignado disse ao advogado:
— Eu não entendo, o guarda que o abordou chegou para mim e disse que o Senhor não tinha habilitação, que o carro era roubado, que o Senhor estava armado e que havia um corpo no seu porta-malas...
No que diz o advogado com cara de espanto:
— Olha que mentiroso, aposto que disse também que estava trafegando em excesso de velocidade.