João era um menino pobre que mandou uma carta para Papai Noel. Assim que a carta chegou ao correio, os funcionários, sem terem para quem mandar a carta, resolveram abri-la.
Nela, João dizia que não queria presentes e sim R$ 200,00 para comprar remédios para sua mãezinha que estava muito doente. Disse também que era pobre, porém trabalhador, e que tinha sido um bom menino durante o ano.
O pessoal do correio, sensibilizado com tamanha pureza, fez uma vaquinha e, cata daqui, pede de lá, angariou R$ 100,00, que foram enviados a João em nome de Papai Noel. Passado algum tempo, eis que chega uma outra carta de João para Papai Noel. A carta dizia:
"Caro Papai Noel, muito obrigado pelo dinheiro que o senhor me mandou. Minha mãe já está melhor e manda agradecer. Gostaria apenas de lhe pedir um favor: da próxima vez que o senhor mandar dinheiro para mim, entregue diretamente no meu endereço, pois aqueles filhos da mãe do correio passaram a mão em metade da minha grana!"
Um homem e uma mulher estão fazendo sеxо, quando o marido dela chega em casa mais cedo.
— Rápido, se esconda! - diz ela, de modo que o homem pega suas roupas e pula para dentro do armário. O homem ouve a voz abafada de um garoto.
— Está escuro aqui.
— Realmente está escuro mesmo - responde o homem.
— Eu tenho uma bola de futebol -, diz o menino.
— Isso é bom -, responde o homem.
— Vou vendê-la por 200 reais.
— 200 reais? Isso é um preço um pouco alto para uma bola de futebol, garoto.
— Bem, meu pai tem uma espingarda. Quer que ele te mostre ela?
— Vou te dizer uma coisa, negócio fechado -, diz o homem, e ele paga os 200 reais pela bola.
Uma semana depois, o homem ea mulher estão fazendo sеxо, quando mais uma vez o marido da mulher chega em casa mais cedo. Agarrando suas roupas, o homem salta para dentro do armário.
— Está escuro aqui, diz o menino.
— É você de novo.
— Eu tenho uma luva de goleiro.
— Tudo bem, e quanto você quer por ela?
— Quero 700 reais.
— 700 reais? Isso é um absurdo!
— Bem, meu pai tem uma espingarda. Você prefere ver ela?
— Tudo bem, tudo bem, 700 -, então ele paga o garoto.
Naquele domingo, o pai diz ao filho:
— Vá buscar a sua bola e a sua luva. Vamos no parque jogar bola.
O menino diz:
— Eu não posso, pai. Eu vendi a minha bola e a luva.
— Por quanto? - pergunta ele.
— 900 reais.
— Por 900 reais? Filho, é errado enganar as pessoas. Vou levá-lo à igreja para você se confessar.
Eles dirigem até a igreja e o garoto se ajoelha no confessionário.
— Está escuro aqui -, diz o menino.
O padre diz:
— Não comece com essa меrdа de novo.