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Um mineirim tava no Ridijaneiro, bismado cas praia, pé discarço, sem camisa, caquele carção samba canção, sem cueca pur dibacho.
Os cariocas zombano, contano piada de mineiro. Alheio a tudo, o mineirim olhou pro marzão e num se güentô: correu a toda velocidade e deu um mergúio, deu cambaióta, pegô jacaré e tudo mais.
Quando saiu, o carção de ticido finim tava transparente e grudadim na pele. Tudu mundo na praia tava oiano pro tamanho do "amigão" que o mineirim tinha. O вiсhо ia até pertim do juêio… A turma nunca tinha visto coisa igual. As muié сuм sorrisão, os homi roxo dinveja, só tinham olhos pro вiсhо.
O mineirim intão percebeu a situação, ficou todo envergonhado e gritou:
— Qui qui foi, uai? Seus bobãum… vão dizê qui quando oceis pula na água fria, o pintim doceis num incói tamém?
A sala de espera estava lotada de passageiros para o vôo 171, da Gaivota's Airlines, que já estava meia hоrа atrasado. As aeromoças tentavam tranqüilizar os passageiros, dizendo que a equipe de vôo ainda estava a caminho, quando de repente aparece o co-piloto, todo uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, tateando pelo caminho. Uma das aeromoças da companhia o encaminha até o avião enquanto os passageiros não acreditam no que vêem. Ela logo trata de se explicar:
— Sei que pode parecer estranho, mas apesar do Comandante Walter Bengala ser cego, ele é o melhor co-piloto da companhia!
Os passageiros ficam apreensivos e, alguns minutos depois, chega um outro funcionário, também uniformizado, de óculos escuros e de bengala branca, amparado por uma prestativa aeromoça, que toma a frente e diz, cheia de convicção:
— Senhores passageiros, apesar do piloto Inácio Bengala ser cego, ele é o melhor co-piloto da companhia e, juntamente com o seu irmão, formam a melhor dupla que esta empresa já teve!
Todos os passageiros ficam chocados e surpresos com a cena, mas mesmo assim embarcam no avião. O comandante avisa que o avião vai levantar vôo ele começa a correr pela pista, cada vez mais rápido. Todos os passageiros se olham, suando e com muito medo da situação. O avião vai aumentando a velocidade e nada de levantar vôo. A pista está quase acabando o avião nem dá sinal de sair do chão. Todos começam a ficar cada vez mais apavorados. O desespero toma conta dos mais medrosos, enquanto alguns ainda ficam firmes, confiando na competência cega dos pilotos. Alguns segundos depois nem esses se seguram e todos começam a gritar histericamente e só se acalmam quando o avião decola, ganhando o céu, subindo suavemente e provando a competência dos pilotos cegos.
Todos ficam aliviados até que o piloto, que ainda não havia desligado o microfone, vira-se para o co-piloto e diz:
— Já pensou se algum dia o pessoal não gritar?
Joãozinho ia ser examinado pela professora em prova оrаl, e a professora, que era nova na escola, iria ser observada pelo diretor. Sentam-se a Professora e o Joãozinho, um de frente para o outro, e o Diretor ficou em pé, atrás do menino. A professora pergunta:
— Joãozinho, o que D. Pedro I disse quando proclamou a independência do Brasil? — Enquanto isso a professora derruba o lápis no chão, e abaixa-se para pegar.
Quando a professora se levanta, pergunta:
— E, então, Joãozinho o que ele disse?
— Hummm... peitinhos maravilhosos!
— Não é nada disso! Zero! — diz a professora, nervosa.
Joãozinho vira-se pro diretor:
— Pô, cara! Se não sabe... não sopra!
O indivíduo surpreende a mulher em sua cama com outro. Tirou o revólver da cintura, armou o gatilho e já ia metendo bala nos dois, quando parou pra pensar e foi percebendo como a sua vida de casado havia melhorado nos últimos tempos. A esposa já não pedia dinheiro pra comprar carne, aliás, nem para comprar vestidos, joias e sapatos, apesar de todos os dias aparecer com um vestido novo, uma joia nova ou uma sandalinha da moda. Os meninos mudaram na escola pública do bairro para um cursinho super-chique, na zona Sul. Sem contar que a mulher trocou de carro, apesar dele estar há quatro anos sem aumento e ter cortado a mesada dela. E o mercado então, nem se fala, eles nunca tiveram tanta fartura quanto nos últimos meses. E as contas de luz, água, telefone, internet, celular e cartão de crédito, fazia tempo que ele nem ouvia falar delas. O caso é que a mulher dele era mesmo um avião, uma mistura de Tiazinha com Vera Fisher, temperada no caldo da Feiticeira. Coisa de louco.
Guardou a arma na cintura e foi saindo devagar, para não atrapalhar os dois.
Parou na porta da sala e disse pra si mesmo:
— O cara paga o aluguel, o supermercado, a escola das crianças, as contas da casa, o carro, o shopping, todas as despesas e eu ainda vou pra cama com ela todos os dias...
E fechando a porta atrás de si, concluiu:
— Pô, o соrnо é ele!
Era o primeiro dia de serviço da вiсhа no elevador, quando entra um sujeito com um charuto aceso, e a вiсhа diz toda delicada:
— Escute moço, não é permitido fumar no elevador, eu não posso subir dessa forma!
O sujeito responde:
— Olha aqui! Não é a primeira vez que eu fumo nesse elevador, e não vai uma "bichinha" que vai me proibir! Entendeu?
— Sinto muito, não posso subir dessa forma, com o charuto acesso. — insiste a ascensorista.
— Escute aqui, imbecil, se você não subir agora, sabe onde vou enfiar esse charuto?
E a вiсhа responde:
— Não adianta me agradar, regulamento é regulamento!
Um brasileiro, visitando Buenos Aires, saiu para passear com seu amigo argentino, que o levou para conhecer o famoso obelisco, um dos "cartões postais" da cidade portenha. Maravilhado, o brasileiro, comentou:
— Que belo monumento! Olha só o tamanho!
O argentino pergunta:
— Sabes em qual modelo foi inspirado?
— Não imagino. Algo tão grandioso... — responde o brasileiro.
— Foi no pênis do meu pai! — diz o argentino, com um sorrisinho sacana.
O brasileiro deu uma risadinha amarela, ficou pê da vida com o cara, mas deixou de lado.
No dia seguinte, o argentino telefonou e combinaram um encontro no mesmo lugar, junto ao obelisco. Quando o argentino chegou, viu o brasileiro com mais 10 pessoas, todos de mãos dadas, circundando o monumento.
— O que é isso? O que vocês estão fazendo? — pergunta o argentino, curioso.
O brasileiro, com a cara mais cínica do mundo, disse:
— Estamos tentando calcular o tamanho da vаginа da tua mãe.
O motorista do táxi disse:
— Olha que mulher bonita! Nossa, ela é um avião!
E o passageiro respondeu, gritando:
— Feia!
O motorista:
— Feia nada! Ela é gostosona pra caramba!
E o passageiro, de novo:
— Feia!!!
— Que feia o quê! Tá louco? — retrucou o motorista.
E o passageiro, aos berros:
— Feia! Feia! Feia!
O motorista, que não estava olhando para a frente, bateu em outro carro. Ficou louco da vida e exclamou:
— Pô, cara! Você viu que eu ia bater! Por que não me avisou?
E o passageiro, histérico:
— Aralho! Eu ava alando há ua hоrа: feia, feia e ocê não feiô. É... urdo, é? Eu ilho da uta!
Haviam três amigas, uma loira, uma morena e uma ruiva, passeando de carro no deserto. De repente, o carro que elas estavam quebra, e a ruiva fala:
— Tive uma ideia, vamos cada uma pegar uma parte do carro que vamos usar. Eu vou levar os bancos, que se der canseira eu me sento.
— Eu vou levar a água, se me der sede eu bebo! — diz a morena.
— Eu vou levar o vidro! — diz a loira.
Não entendendo nada, a ruiva pergunta:
— Mas por que você vai levar o vidro?
— Dã! Porque nesse calor, eu posso abrir o vidro!
Mais ou menos 29 anos, executivo, bem apessoado, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha, depara-se com uma morena escultural sentada na poltrona junto à janela. Pernas cruzadas, perfeitas, saia curta deixando entrever um belíssimo par de coxas, seios no tamanho exato, empinados, lábios carnudos, mas sem volume demasiado, enfim, uma deusa....
Decola a aeronave, céu de brigadeiro, uma vontade enorme de puxar conversa, mas a morena, impassível, lê um grosso volume com muita atenção. Após 15 minutos de voo e o cavalheiro não se contém:
— É a primeira vez que vai a New York?
Ela, gentil, com uma voz muito sensual, mas de certa forma reservada:
— Não, é uma viagem habitual...
Ele, agora animado:
— Trabalha com moda, por acaso...?
— Não, viajo em função de minhas pesquisas...
— Desculpe-me a curiosidade, é escritora...?
— Não, sou sexóloga.
— Muito interessante e raro. Suas pesquisas dedicam-se, na sexologia, a quê, especificamente?
Ela, tranquila e sempre com a mesma voz de veludo:
— No momento, dedico-me a pesquisar as características do membro masculino, o que julgo ser um trabalho de fôlego e muito difícil.
— Nas suas pesquisas, a que conclusão já chegou?
— Bom, de todos os pesquisados, já concluí que os Índios, sem dúvida, são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e, em contrapartida, os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito, antes de entrarem em gozo. Logo, são os que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Além disso... Oh! Desculpe-me senhor., eu estou aqui falando sem parar e nem sei seu nome...
— Mohammed Pataxó!