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Ricardo está no bar, tomando uma cervejinha e jogando baralho com os amigos quando de repente um mendigo, todo maltrapilho, com a barba enorme, vem falar com ele:
— Cara, por favor... Me paga um café!
— Claro! — diz Ricardo, muito bondoso — Quer uma cerveja também?
— Não, obrigado... Eu não bebo! Só quero o café mesmo!
— Então senta aí! — insiste Ricardo — Vamos jogar baralho com a gente!
— Eu também não jogo — diz o mendigo — Só quero o cafezinho mesmo!
— Então pega um cigarro aqui, cara!
— Eu também não fumo... Só quero o cafezinho!
— Já sei! — diz Ricardo — Vamos dar um pulinho lá em casa! É aqui pertinho! Aí a gente toma o café da minha mulher, que é uma delícia!
— Isso eu aceito! — diz o mendigo, sorrindo.
Chegando em casa, Ricardo toma uma bronca:
— Por que você trouxe esse mendigo aqui? Você é louco?
— Só pra te mostrar como fiса um homem que não bebe, não joga e não fuma!
O sujeito tinha uma esposa escultural, eles se amavam muito e viviam em uma harmonia quase perfeita, por causa de um pequeno detalhe: A sua mulher nunca conseguia atingir o orgasmo!
Um dia ela propôs ao marido:
— Amor, eu sempre tive uma fantasia sеxuаl de transar com você enquanto um homem bem alto e musculoso, vestido como um escravo árabe, ficasse nos abanando... Que tal se tentássemos só pra ver se funciona?
— Tudo bem, meu amor — diz o marido, sem opções e preocupado com o problema.
Então eles ajeitam tudo, chamam um garoto de programa para fazer papel de Eunuco, fazem uma decoração árabe, e começam a transar no tapete, enquanto o garotão sarado, com sua roupa de eunuco árabe, abanava suavemente...
E vai, e vem, e geme e... nada! A mulher não chegava lá.
E o rapaz, assistindo tudo, foi ficando excitado, ao passo que a mulher, vendo o estado do moço, choramingou ao marido:
— Amor, troca de lugar com o escravo só um pouquinho!
O marido, sem outra alternativa, acabou concordando: Mandou o garotão deitar-se com sua mulher e, desesperado com a situação, começou a abaná-los freneticamente, histericamente, com toda sua força, até que finalmente o orgasmo veio...
O marido então, jogou o abanador em cima do moço, e disse, todo arrogante:
— Está vendo, sua besta? Vê se aprende como é que se abana!
Faltando dois dias para o casamento, o noivo muito católico vai procurar o padre:
— Padre, eu vim aqui propor um negócio. Eu lhe trouxe mil reais, mas em troca eu quero que o senhor corte algumas coisinhas daquele discurso de casamento:
"Amar, honrar, ser fiel...". É só não falar essa parte!!
O padre aceita o dinheiro, não fala nada e o noivo fiса todo satisfeito. Quando chega o dia do casamento, o padre olha bem para o noivo e diz:
— Promete viver apenas para ela, obedecer a cada uma de suas ordens, levar café na cama todos os dias e jurar perante Deus que nunca terá olhos para nenhuma outra mulher?
O noivo, completamente sem graça e sem saída, acaba concordando. Mais tarde, durante a festa, chama o padre num canto:
— Poxa, eu pensei que a gente tinha feito um acordo!
O padre lhe devolve os mil reais:
— Sinto muito, meu filho. Mas ela triplicou a sua oferta!
A mulher vai ao sеx shop e compra uma roupa de Tiazinha para fazer uma surpresa sеxuаl ao seu marido. À noite, o maridão chega do trabalho, cansado, toma um banho, janta e finalmente se deita para descansar. Quando eis que surge do banheiro sua mulher, vestida com aquelas roupas de couro, rebolando, se insinuando, passando a língua vagarosa e sensualmente em volta dos lábios! O marido, não aguentando, diz:
— Nossa, meu amor, só de olhar pra você assim eu não tô aguentando... Eu já tô com vontade de gozar!
— Calma, meu bem, ainda é muito cedo!
— Mas eu não tô aguentando... Deixa eu gozar logo, vai?
— Aguenta um pouquinho, né, amor! — diz a mulher, agora começando a tirar o espartilho.
— Não vou aguentar... Deixa eu gozar, vai?
— Vai! — responde a mulher, brava — Goza então! — Gorda! Gorda! Gorda!
Os economistas, vocês sabem, expressam-se num dialeto pouco compreensível para um cidadão comum. A seguir, um breve relato de um fato em um coquetel com a participação maciça de Economistas. No meio aos comes-e-bebes, um clássico economista estava galinhando as mulheres presentes ou, como ele preferia dizer:
"Especulando no mercado feminino de opções"
. Vi quando ele se aproximou de uma economista do IBGE e disse-lhe, galanteador:
— Sabe que você é o melhor investimento desta festa?
Ela virou-se para o coleguinha e respondeu, séria e surpresa:
— Se você está procurando aplicações a curto prazo, pode reduzir seus gastos de palavras. Sou uma mulher de renda fixa!
O galanteador considerou que deveria aumentar seu capital de risco!
— Gosto de mulheres assim. Oferecem mais segurança. Essas palavras só garantiram sua valorização!
A mulher, nervosa, remexeu uns papéis na bolsa e subscreveu um lote de desconfiança:
— Quer dizer que minha cotação não caiu?
O economista sorriu, um sorriso cheio de superávits:
— Pelo contrário. Eu já não consigo conter a inflação dos meus sentimentos... juro!
— De quanto?, ela perguntou.
Ele cochichou-lhe qualquer coisa no ouvido e ela arregalou os olhos.
— Com certeza, há tempos não encontrava um homem oferecendo taxas tão altas.
Insegura, oscilando com as variações da TR, ela permaneceu em silêncio e ele foi em frente, decidido a obter seu ganho.
— Você parece triste, em déficit com a vida. Seu IBV médio está em baixa?
— É claro. Há um grande desequilíbrio entre a oferta e a procura — disse ela — os homens não parecem interessados em aplicações a longo prazo. Além disso, sofri uma queda e tive um corte no orçamento esquerdo.
O rapaz achou que era o momento de iniciar uma promessa de vendas:
— Escuta. Por que não saímos daqui? Vamos para um lugar mais tranquilo. Acho que poderemos fazer um belo programa de ajuste fiscal.
A mulher fez uma expressão superior e respondeu por cima do ombro:
— Isso é muito commodities para você!
— Ora vamos. Prometo não lhe envolver em ações ordinárias.
Enquanto ela fazia a conversão da dúvida, ele aumentou os incentivos:
— Percebo, pelas projeções dos meus desejos, que temos um grande mercado futuro pela frente. Podemos até adotar um redutor.
Era o que ela precisava ouvir para que a noite rendesse dividendos e bonificações. Ao chegarem ao apartamento dele, ele, como bom investidor, não perdeu tempo e remunerou o ouvido dela com um pedido:
— Posso transferir alguns recursos líquidos?
A mulher empurrou-o.
— Você está muito ativo! Respeite ao menos minha poupança interna.
O economista, porém, não estava ali para ficar ouvindo sermões e pregões e, antes que a moça resolvesse iniciar uma negociação — que sabe-se lá quando terminaria —, ele aproximou-se e disse baixinho:
— Sabe do que eu gostaria? De aplicar imediatamente no fundão! Posso?
A moça transferiu suas ações (preferenciais) para o fundo e disponibilizou-o como um cheque ao portador:
— Pode! — mas fez uma ressalva: — Desde que o seu PIB não cresça acima de 15% da base atual, para não prejudicar meu budget. Ok?
O português estava reunido com os amigos, quando eles começaram a falar de lição de moral, e um dos amigos diz:
— Outro dia eu estava andando na rua, quando eu vi um moleque de 12 anos comendo um doce, e quando ele acabou, ele jogou o papel no chão.
E os amigos perguntaram:
— E o que você fez?
— Eu peguei ele pelo braço, fiz ele pegar o papel, levei ele até a lata de lixo e disse pra ele. É ai que se joga.
O português não se conteve e contou sua história.
— Aconteceu comigo também, mas foi com um homem, eu cheguei em minha casa e falei pra Maria. Maria, parece que tem algo dentro do guarda-roupa, está fazendo barulho. E quando eu abri a porta do guarda-roupa, eu vi um homem pelado agachado dentro dele.
E os amigos perguntaram.
— E o que você fez?
O português olhou sério para os amigos e disse:
— Eu peguei-o pelo braço, o levei até o banheiro, mostrei a privada e disse. É aí que se caga, e não dentro do meu guarda-roupa.
Uma mulher acompanha o marido em um consultório médico e depois de fazer um check-up completo, o médico a chama dentro de outra sala e diz:
— O seu marido está com stress profundo e se a senhora não seguir estas instruções, ele certamente morrerá!
— Tudo bem, doutor... Pode falar! — concorda a esposa, apreensiva.
— Toda manhã, prepare-lhe um café da manhã reforçado. Seja agradável e faça tudo para que ele se sinta bem. Para o almoço, ofereça-lhe uma refeição nutritiva. Para o jantar, prepare pratos especiais. Não o chateie com reclamações porque ele provavelmente terá tido um dia exaustivo. Não discuta seus problemas com ele. E, mais importante, faça sеxо com ele várias vezes por semana e satisfaça todos seus desejos.
No caminho de casa o marido pergunta o que foi que o médico disse. Ela responde:
— Meu filho, você vai morrer!
O homem estava tendo um caso com a secretária. Após um tempo, ela lhe disse que estava grávida. Não querendo que sua mulher soubesse, deu dinheiro à secretária, mandou que ela fosse para a Itália e tivesse o bebê por lá.
— Mas como vou avisar você quando o bebê nascer? — ela perguntou.
— Apenas mande um postal e escreva "espaguete". Cuidarei de todas as despesas da criança.
Sem alternativa, ela pegou o dinheiro e voou para a Itália. Alguns meses se passaram e uma noite, quando o homem chegou em casa, a esposa disse:
— Querido, você recebeu um cartão-postal da Europa pelo correio hoje, e eu não consigo entender o significado da mensagem.
O homem leu o cartão, caiu no chão com um violento ataque cardíaco, e foi transportado imediatamente à emergência do hospital. O chefe do plantão perguntou à esposa:
— Aconteceu algo que possa ter causado o ataque cardíaco?
— Ele apenas leu este cartão postal onde está escrito:
"Espaguete, espaguete, espaguete, espaguete e espaguete. Três com linguiça, e dois sem."
Após uma longa doença, a mulher morreu e chegou aos portões do céu. Enquanto aguardava São Pedro, ela espiou pelas grades e viu, sentados à mesa, apreciando um maravilhoso banquete, seus pais, amigos e todos que haviam partido antes dela. Quando São Pedro chegou, ela comentou:
— Que lugar lindo! Como faço para entrar?
— Para ser admitida aqui, você tem de soletrar uma palavra e acertar de primeira — respondeu ele.
— Que palavra?
— Amor.
Ela soletrou corretamente e passou pelos portões.
Um ano depois, São Pedro pediu que ela vigiasse os portões. Para surpresa dela, o marido apareceu.
— Que surpresa! — disse ela. — Como você está?
— Muito bem. Casei-me com aquela bela enfermeira que cuidou de você, ganhei na loteria e fiquei milionário. Vendi a casa onde morávamos e comprei uma mansão. Minha mulher e eu viajamos pelo mundo todo. Estávamos de férias e hoje fui esquiar. Caí, o esqui bateu na minha cabeça e cá estou. Então, como faço para entrar?
— Você tem de soletrar uma palavra e acertar de primeira.
— Qual palavra?
— Otorrinolaringologista.
No meio da noite o casal é acordado por um disco voador que pousa em seu quintal. Um casal de marcianos desce da nave e, passado o susto, inicial, os quatro começam a conversar amigavelmente e logo estão sentados no sofá tomando um uísque.
Uma dose aqui, outra ali, daqui a pouco todo mundo estava muito alto e eles resolvem fazer uma troca de casais.
Ansiosa por uma aventura extra-conjugal, a mulher se tranca no quarto e rapidamente tira a roupa do seu parceiro. Mas qual não foi a sua decepção ao ver o órgão sеxuаl do marciano, devia ter no máximo uns cinco centímetros.
Ao perceber o tom de decepção no rosto da parceira, imediatamente o marciano torceu uma de suas orelhas e seu orgão dobrou de tamanho, uma nova torcida, e o negócio ficou enorme.
Na manhã seguinte, não cabendo em si de tanta satisfação, a mulher vira-se para o marido e pergunta:
— E então, querido, como foi a sua noite com a marciana?
— Horrível! Esta mulher é completamente maluca! Passou a noite inteira torcendo as minhas orelhas!