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O sujeito entra no seu restaurante favorito e senta na mesa de sempre. Depois de ver uma morena escultural sozinha na mesa ao lado, ele chama um garçom conhecido e pede para que ele entregue um bilhete a ela acompanhado do vinho mais caro da casa. O garçom foi até a mesa da moça e disse:
— Isto é um presente daquele cavalheiro da mesa ao lado! A mulher, muito antipática, examina o vinho e decide enviar um bilhete de resposta. O bilhete dizia:
'Para que eu aceite este vinho, você tem que ter um Mercedes na garagem, um milhão de dólares no banco e 20 centímetros dentro das calças.' O homem leu o bilhete e resolveu responder:
'Para sua informação, eu tenho uma Ferrari Testarossa, um BMW 850C, um Audi TT e um Mercedes S600 na minha garagem. Além disto, tenho em torno de 12 milhões de dólares na minha conta. Mas, nem por uma mulher bela como você, eu cortaria cinco centímetros do meu bonitão! PS: Devolva o vinho !'
Ai vai a descrição de uma situação triste. Um estudante ia passando em frente a uma loja, e acabou por comprar um par de luvas para sua namorada. Pediu a balconista para embrulhar e foi pagar, deixando o embrulho junto com outro igual, só que neste ultimo, havia um par de calcinhas. Acabou que o embrulho foi trocado e o estudante o enviou junto com uma carta que dizia assim: Meu amor: Sei que hoje não e seu aniversario, mas passei em frente a uma loja e resolvi comprar-lhe este presente, mesmo sabendo que você não costuma usar, mas eram muito bonitas. Não sei se e do seu tamanho nem se você gosta da cor, mas a balconista experimentou na minha frente e eu gostei muito. Ficaram um pouco larguinhas na frente e dos lados mas assim as amos entram com maior facilidade alem de deixar os dedos mais livres para se movimentarem, fazendo também com que fique mais fácil de tira-las. A balconista mandou lembrar que ponha um talquinho quando tira-las a fim de evitar o mau cheiro. Meu amor, gostaria muito que as usasse, pois elas cobrirão o que lhe pedirei algum dia. Um grande beijo aonde vai usa-las.
Num determinado país, havia uma lei que favorecia a natalidade. Necessitando de mão de obra, foi criada a lei que obrigava os casais a terem um número X de filhos. Previram também uma tolerância de cinco anos! Os casais que completassem cinco anos de casamento sem ter pelo menos um filho, receberiam a visita de um agente especial que o governo destacaria para "auxiliar" o casal. Assim, tivemos o seguinte fato, onde marido e mulher dialogavam:
— Querido! Hoje completamos o quinto aniversario de casamento!
— É, e infelizmente não tivemos um herdeiro.
— Será que eles vão enviar o tal agente?
— Eu não sei!
— E se ele vier?
— Bem, eu não tenho nada a fazer!
— Eu muito menos...
— Vou sair. Já estou atrasado para o trabalho!
Logo após a saída do marido, batem a porta. A mulher vai ver que era e encontra a sua frente, um homem! Era um fotografo que se enganara de endereço.
— Bom dia! Eu sou...
— Ah! Já sei! Pode entrar!
— Seu marido está em casa?
— Não! Ele foi trabalhar!
— Presumo que ele esteja a par.
— Sim! Ele esta a par e também concorda.
— Ótimo! Então vamos começar?
— Mas... já? Assim tão rápido?
— Preciso ser breve pois ainda tenho 16 casais para visitar.
— Puxa! O senhor aguenta?
— Aguento sim, pois adoro o meu trabalho! Ele me dá muito prazer.
— Então, como vamos fazer?
— Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá, uma no corredor duas na cozinha e a ultima na varanda!
— Nossa!!! Não é muito?
— Assim eu garanto que acerto de primeira!
— O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
— Não! Mas tenho comigo algumas amostras dos meus últimos trabalhos! (falava, mostrando foto de crianças) São belos, não?
— Como são lindos estes bebes! O senhor os fez?
— Sim. Este aqui... (mostrando outra foto) foi conseguido na porta do supermercado.
— Que horror!
— Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz!
— Imagino...
— Esta foi feita num parque de diversões.
— Credo! Como o senhor conseguiu?
— Não foi fácil! Se não bastasse a neve caindo, tinha ainda uma multidão em cima de nos. Quase não consegui acabar!
— Ainda bem que sou discreta! Não quero que ninguém nos veja!
— Ótimo. Eu também prefiro assim. Agora se me der licença, vou armar o tripé...
— Tripé? Pra que?
— Bem, madame... é necessário. O meu instrumento além de pesado, depois de pronto para funcionar, mede metro e meio!
A mulher desmaiou.
Um sujeito após a morte chega no céu, onde é recebido por São Pedro. Após os cumprimentos, São Pedro lhe explica que, para entrar, os homens têm que cortar o bilau fora. - Pára com isso, São Pedro! Como é que eu vou cortar umnegócio que me deu tanta alegria na terra? - Não tem jeito, meu filho. Aqui no céu não há sеxо. Ou corta ou não entra. O cara olha pra baixo, vê as caldeiras fumegantes do inferno e acaba aceitando. É levado a uma sala onde há três pessoas esperando. Logo depois chega uma baita de uma anjinha gostosa, e manda entrar o próximo. Segundos após, ouvemse vários gritos de dor. E aí silêncio. Volta a anjinha e chama mais um. Desta vez ouve-se apenas um grito forte de dor, e, depois, silêncio. Quando chega a vez do terceiro, nada se ouve. Silêncio profundo. Chega a vez do sujeito. Ele pede uma explicação a respeito dos gritos diferentes pra anjinha. A anjinha cortador se surpreende:
— Não te explicaram? é o seguinte: aqui a gente corta o negócio de acordo com a profissão do cara na terra. O primeiro gritou muito porque teve o bilau serrado, já que ele era serralheiro O segundo deu só um grito forte porque foi cortado de uma só vez. Ele era açougueiro. Oterceiro não gritou porque era médico e foi anestesiado antes. A essas alturas o cara ria às gargalhadas. Sem entender nada, a anjinha fiса olhando pro cara que, na mesma hоrа, tira o раu pra forae vai ordenando à anjinha:
— Toma, anjinha. Chupa até acabar! Na terra eu era sorveteiro...
Uma linda garota (20 aninhos, loirinha do olho azul...), entra na loja um turco e pergunta o preço de um belo tapete. - São 400,00 reais responde o turco. - Moço! Eu só tenho 300,00. Vende por 300,00? - Não tem como, moça. Esse tapete me custa quase isso! - Ah! Moço! Vende pra mim? - Não posso... E apesar da longa choradeira da menina o turco não baixou o preço, mas fez uma proposta para ela:
— Se você aguentar uma 'trepada' em cima desse tapete, pode levar ele de graça. - O que? Тrераr? Meter? Transar? O senhor quer dizer fazer sеxо? - Exatamente! Se você der prá mim em cima do tapete, pode levar ele de graça, mas com uma condição: NÃO PODE PEI*DAR'. - Tá bom, eu topo. Eu quero muito esse tapete. O turco foi lá fora, deu uma olhada para os lados e fechou a porta do estabelecimento. A menina já estava pelada em cima do tapete. Quando o turco baixou a calça, apareceu um negócio que parecia uma tromba de elefante. A ponta quase batia no joelho do infeliz. Era bem dotado mesmo. A moça arregalou o olho, mas, o negócio já estava combinado. O turco se posicionou sobre a garota e quando deu a 1ª encostada com força, ela gemeu, suspirou e... pei*dou. Voltou prá casa chorando, desesperada, nada lhe consolava. Contou a história para sua mãe. - O que????? - disse a mãe - Eu vou lá e vou resolver isso. Vou trazer esse tapete. É uma questão de honra! Foi até a loja. O turco fez a mesma proposta. - Não pode pei*dar! - Lembrou ele... E foi só o turco encostar o 'mandiocão' que a mulher prendeu a respiração,mordeu o lábio e .. pei*dou. Voltou prá casa chorando, lamentando, xingando o desgraçado. A vovó que ouviu toda a história disse que esse era um problema para ela resolver. E foi lá prá loja do turco. Após uma hоrа, mais ou menos, lá estava chegando a velha,carregando o tapete enrolado no ombro... A mãe e a filha, que haviam ficado em casa aguardando, fizeram a maior festa, pulavam alegremente, felizes perguntaram como ela havia conseguido. Ela respondeu:
— Eu não consegui nada! Eu só estou trazendo ele para lavar. Eu caguei nele!