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O homem estava tendo um caso com a secretária. Após um tempo, ela lhe disse que estava grávida. Não querendo que sua mulher soubesse, deu dinheiro à secretária, mandou que ela fosse para a Itália e tivesse o bebê por lá.
— Mas como vou avisar você quando o bebê nascer? — ela perguntou.
— Apenas mande um postal e escreva "espaguete". Cuidarei de todas as despesas da criança.
Sem alternativa, ela pegou o dinheiro e voou para a Itália. Alguns meses se passaram e uma noite, quando o homem chegou em casa, a esposa disse:
— Querido, você recebeu um cartão-postal da Europa pelo correio hoje, e eu não consigo entender o significado da mensagem.
O homem leu o cartão, caiu no chão com um violento ataque cardíaco, e foi transportado imediatamente à emergência do hospital. O chefe do plantão perguntou à esposa:
— Aconteceu algo que possa ter causado o ataque cardíaco?
— Ele apenas leu este cartão postal onde está escrito:
"Espaguete, espaguete, espaguete, espaguete e espaguete. Três com linguiça, e dois sem."
Três mulheres conversavam. Disse a primeira:
— Sabem, o saco do José, meu marido, é frio...
Disse a segunda:
— Hoje, verei como é o saco do Manuel...
No dia seguinte, falou a segunda mulher:
— É, também o saco do Manuel é frio, que engraçado...
A terceira disse:
— Bem, hoje verei como é o saco do Joaquim...
No outro dia, Maria, mulher do Joaquim, foi encontrar as amigas. Ela estava toda quebrada, com os olhos roxos, cheia de hematomas.
— O que houve, Maria? perguntaram as duas.
— Imaginem. Peguei no saco do Joaquim e era quente. Disse-lhe apenas que como poderia o dele ser quente se o do Manuel e o do José eram frios...
Após uma longa doença, a mulher morreu e chegou aos portões do céu. Enquanto aguardava São Pedro, ela espiou pelas grades e viu, sentados à mesa, apreciando um maravilhoso banquete, seus pais, amigos e todos que haviam partido antes dela. Quando São Pedro chegou, ela comentou:
— Que lugar lindo! Como faço para entrar?
— Para ser admitida aqui, você tem de soletrar uma palavra e acertar de primeira — respondeu ele.
— Que palavra?
— Amor.
Ela soletrou corretamente e passou pelos portões.
Um ano depois, São Pedro pediu que ela vigiasse os portões. Para surpresa dela, o marido apareceu.
— Que surpresa! — disse ela. — Como você está?
— Muito bem. Casei-me com aquela bela enfermeira que cuidou de você, ganhei na loteria e fiquei milionário. Vendi a casa onde morávamos e comprei uma mansão. Minha mulher e eu viajamos pelo mundo todo. Estávamos de férias e hoje fui esquiar. Caí, o esqui bateu na minha cabeça e cá estou. Então, como faço para entrar?
— Você tem de soletrar uma palavra e acertar de primeira.
— Qual palavra?
— Otorrinolaringologista.
— Doutor, estou sofrendo demais com estas constantes crises de hemorroidas. Fico privado das melhores iguarias da comida baiana, que adoro. Qualquer dose de whisky me faz mal. Nem caipirinha posso tomar. Estou desesperado.
Após o exame do médico:
— Seu caso realmente e bem grave. Não ha nenhuma esperança de resolve-lo com medicação. Só uma cirurgia de transplante resolveria em definitivo. O senhor estaria disposto a tentar? Existem 99% de chance de cura total.
— Faço qualquer coisa, doutor. Podemos fazer hoje mesmo?
— Hoje não. O transplante necessita de um doador jovem, pois de nada adiantaria o senhor receber um órgão já cansado e sujeito ao aparecimento das hemorroidas. Alem disto, o doador não pode ser uma pessoa viva, por motivos óbvios. Mas não se preocupe. Trabalho em um hospital onde eventualmente falecem jovens vitimas de acidentes e assim que eu encontrar um ânus em condições marco o transplante.
Alguns dias depois, nosso amigo foi chamado pelo médico e submetido ao transplante.
Três meses depois, apos um exame de controle de transplante.
— Acho que posso lhe dar alta. O resultado me parece magnífico. O senhor esta satisfeito?
— Ah doutor, que maravilha! A vida agora tem significado para mim. Tenho comido em restaurantes baianos quase todos os dias, muito vatapá, muita pimenta, muita cachaça, tenho mesmo abusado. Nunca mais tive qualquer problema de hemorroidas. O rаво esta novinho. Beleza pura!
— Mas, hummm, o senhor não esta estranhando nada? Esta tudo 100% mesmo?
— Bem, tem uma coisinha acontecendo, nem sei se vale a pena comentar.
— Fale.
— Bem, e que de vez em quando me da uma agonia, uma coceirinha estranha, uma vontade de dar...
— Eu tinha medo disto. Não quis lhe dizer antes, mas depois que fiz o transplante, soube que o rapaz que morreu naquele acidente e de quem aproveitamos o ânus era gаy. Não pensei contudo que o fato iria ter qualquer influencia. Mas diga-me uma coisa, o que o senhor faz quando acontece essa coisa estranha?
— Ora doutor, já que o rаво não e meu mesmo, eu dou, né?
Um camarada estava morrendo de fome e entrou no primeiro restaurante que viu pela frente. Ao chegar ele desesperado chama o garçom, que lhe entrega o menu e lhe fala:
— O senhor deseja alguma coisa de entrada?
— Sim, eu gostaria de uma sopa.
Passam-se alguns minutos e lá vem o garçom com a sopa. Mas com um detalhe: para carregar o prato o garçom enfiava o dedão dentro da sopa. O cara ao ver isso achou estranho, mas resolveu não comentar, pois afinal era a primeira vez e ele não estava com muito saco de reclamar.
Depois de algum tempo o camarada terminou a sopa e pediu pro garçom uma feijoada de almoço. Passado algum tempo lá vem o garçom com a feijoada. E lá veio o garçom com o dedão dentro do feijão. O camarada ao ver isso ficou рuто, mas como estava com muita fome resolveu não reclamar e comer a feijoada assim mesmo, que era para não comprar briga com o garçom.
Terminada a feijoada o garçom pergunta se ele quer alguma sobremesa, ao que ele responde que não, mas que gostaria de um cafezinho. E lá vem o garçom com o cafezinho, e mais uma vez com o dedão dentro do cafezinho... A essa altura, fome já saciada, o cara não se agüentou:
— Роrrа cara, porque é que sempre quando eu te peço alguma coisa você tem que trazer com seu dedão enfiado dentro?
— Eu explico doutor. E que esse dedão daqui, que enfiei na sua comida, está com uma tremenda frieira. O meu médico disse então que eu deveria sempre mantê-lo num lugar quente...
— Se você quer lugar quente, porque é que não enfia no seu cu?
— Pois é doutor, o dedo estava lá, mas tive que tirar porque o senhor me chamou para te servir...
No meio da noite o casal é acordado por um disco voador que pousa em seu quintal. Um casal de marcianos desce da nave e, passado o susto, inicial, os quatro começam a conversar amigavelmente e logo estão sentados no sofá tomando um uísque.
Uma dose aqui, outra ali, daqui a pouco todo mundo estava muito alto e eles resolvem fazer uma troca de casais.
Ansiosa por uma aventura extra-conjugal, a mulher se tranca no quarto e rapidamente tira a roupa do seu parceiro. Mas qual não foi a sua decepção ao ver o órgão sеxuаl do marciano, devia ter no máximo uns cinco centímetros.
Ao perceber o tom de decepção no rosto da parceira, imediatamente o marciano torceu uma de suas orelhas e seu orgão dobrou de tamanho, uma nova torcida, e o negócio ficou enorme.
Na manhã seguinte, não cabendo em si de tanta satisfação, a mulher vira-se para o marido e pergunta:
— E então, querido, como foi a sua noite com a marciana?
— Horrível! Esta mulher é completamente maluca! Passou a noite inteira torcendo as minhas orelhas!