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O marido acorda, vira para a mulher, dá um beliscão na bunda dela e diz:
— Se você fizesse exercício para firmar essa bundinha, poderíamos nos livrar dessa calcinha!
A mulher se controlou e achou que o silêncio seria a melhor resposta.
No outro dia, o marido acorda, dá um beliscão nos seios da mulher e diz:
— Se você conseguisse firmar essas tetinhas poderíamos nos livrar desse sutiã!
Aquilo foi o limite, e o silêncio definitivamente não seria uma resposta.
Então ela se virou, agarrou no pênis do marido e disse:
— Se você conseguisse firmar esse pauzinho, poderíamos nos livrar do carteiro, do jardineiro, do personal trainner, do meu chefe e até do seu irmão!
O turco Salim chega ao banco e fala para o gerente:
— Eu quer fazê uma embréstimo!
Surpreso, o gerente pergunta para Salim:
— Você, Salim, querendo um empréstimo? De quanto?
— Uma real.
— Um real? Ah, isso eu mesmo te dou.
— Não, não! Eu querer embrestado da banco mesmo! Uma real!
— Bem, são 12% de juros, para 30 dias...
— Zem broblema! Vai dar uma real e doze zentavos. Onde eu assina?
— Um momento, Salim. O banco precisa de uma garantia. Sabe como é, são as normas.
— Bode begá meu Mercedes zerinha, que tá lá fora e deixá guardado no Garagem da banco, até eu bagá a embréstimo. Tá bom azim?
— Feito!
Chegando em casa, Salim diz para Jamile:
— Bronto, nóis já bode viajá вrа Turquia zem breogubazon. Conzegui dexar a Mercedes num garagem do Banco do Brasil bor 30 dias, e eu só vai bagá doze zentavos.
Com a aproximação do inverno, os índios foram ao cacique perguntar se o inverno seria rigoroso. O chefe, vivendo tempos modernos, não tinha aprendido os segredos de meteorologia como seus ancestrais. Mas claro, não podia mostrar insegurança ou dúvida. Por algum tempo olhou para o céu, estendeu as mãos para sentir os ventos e em tom sereno e firme disse:
— Teremos um inverno muito forte... é bom ir colhendo muita lenha!
No dia seguinte, preocupado com o chute, foi ao telefone e ligou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
— Sim, o inverno deste ano será muito frio!
Sentindo-se mais seguro, dirigiu-se a seu povo novamente:
— É melhor recolhermos muita lenha... teremos um inverno rigoroso!
Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Meteorológico e ouviu a confirmação:
— Sim... este ano o inverno será rigoroso!
Voltou ao povo e disse:
— Teremos um inverno muito rigoroso. Recolham todo pedaço de lenha que encontrarem, teremos que aproveitar os gravetos também.
Uma semana depois, ainda não satisfeito, ligou para o Serviço Meteorológico outra vez:
— Tem certeza de que teremos um inverno tão forte?
— Sim. Este ano teremos um frio intenso, nós temos certeza.
— Como tem tanta certeza?
— É que os índios estão recolhendo lenha pra сасете este ano...
Na favela dois homens entram num barraco arrastando um cara pelos braços. Lá dentro, o Djalmão, um negão enorme limpa as unhas com um facão.
— Djalmão, o chefe mandou você comer o cu desse cara aí, que é para ele aprender a não se meter a valente com o nosso pessoal.
— Pode deixar ele aí no cantinho que eu cuido dele daqui a pouco.
Quando o pessoal sai o rapaz diz:
— O seu Djalmão, faz isso comigo não, depois de enrabado minha vida vai acabar, tem piedade pelo amor de Deus!
— Cala a boca e fiса quieto aí!
Pouco depois mais dois homens arrastando outro cara:
— Esse ai o chefe mandou você cortar as duas mãos e furar os olhos é para ele aprender a não tocar no dinheiro da boca.
— Deixa ele aí que eu já resolvo.
Daí a pouco chega outro pobre coitado:
— Djalmão, esse o chefe quer que você corte o pinto e a língua para ele não se meter com mais nenhuma mulher da favela!
— Já resolvo isso. Bota ele ali no cantinho junto com os outros.
Mais alguns minutos entra outro:
— Aí Djalmão, esse aí é pra você cortar em pedacinhos e mandar cada pedaço pra família dele.
Nisso o primeiro rapaz diz em voz baixinha, baixinha:
— Seu Djalmão, por favor, com todo respeito, só pro senhor não se confundir: O cara do cu sou eu, tá?
Moral da História: Conforme a gente vai conhecendo os problemas dos outros, percebemos que o nosso nem é assim, um grande problema.
O sujeito estava tranquilo na barraca de feira, vendendo melancias e gritando:
— Olha a melancia, boa e barata, apenas 20 reais cada.
Nisso, encosta um homem enorme de quase dois metros de altura, tipo 4x4, e diz:
— Ô meu amigo, 20 reais tá muito caro... não quero nem saber... só vou levar a metade, pode ir cortando aí.
O coitado, apavorado diz ao homem:
— Olha senhor, eu não sou o dono da barraca e não posso cortar... mas o senhor aguarde um instante que o patrão está em outra barraca ali na frente e eu vou falar com ele. Se ele autorizar, eu corto a melancia pro senhor.
Disse isso e foi falar com o patrão, só que ele não notou que o homem foi atrás dele. Chegando lá ele falou pro patrão:
— Ô patrão, tem um fi da égua aí, querendo compra só a metade da melancia...
Quando ele olhou pra trás e viu o homem, complementou.
— E esse cavalheiro aqui, vai levar a outra metade.
Certo dia o pai do Joãozinho chega mais cedo do trabalho e diz:
— Joãozinho, hoje o chefe do papai vai vir aqui em casa pra jantar com seu filho. Dependendo do resultado do jantar o papai pode até ser promovido, mas como eu te conheço moleque, vou te pedir pelo amor de Deus não me apronte nada!
Quando era umas oito horas a campainha tocou e o pai do Joãozinho foi atender a porta, quando ele olhou viu seu chefe e seu filho, mas o filhinho do chefe não tinha as duas orelhas!
Logo ele pensou: Meu Deus, quando o Joãozinho vir isto...
O pai do Joãozinho tentou disfarçar e pediu-lhe para entrar perguntando se estava tudo bem, se tinha pego transito, quando de repente o Joãozinho chega e olha aquilo e arregala aquele olhão!
O pai de Joãozinho tentando consertar a situação fala pra todos vamos jantar! Todos se sentam a mesa e o Joãozinho não para de olhar pro filho do chefe. O pai do Joãozinho percebendo as olhadas do Joãozinho da-lhe um pontapé por debaixo da mesa e olha feio pra ele, quando sem mais nem menos o Joãozinho olha pro chefe do seu pai e solta:
— Que Deus ilumine os olhos do seu filho!
Todos da mesa olham pro Joãozinho sem reação diante daquelas palavras tão bonitas. O pai do moleque sem orelhas olha pro Joãozinho com lágrimas nos olhos de emoção e diz:
— Nossa garoto, nunca ninguém disse algo sobre meu filho tão bonito pra mim, mas me diga uma coisa, por que, que Deus ilumine os olhos do meu filho? E então o Joãozinho responde:
— Ah, tio, porque se ele precisar usar óculos ele tá fudido!
O cara era muito, muito gordo e descobriu um spa que garantia resultados realmente rápidos. Chegando lá, pediu informações sobre o preço:
— Bem, nós temos dois pacotes – explicou o gerente. – No primeiro, você paga cem reais e perde 10 quilos em dois dias. No segundo, o preço é maior: mil reais. Mas você perde 30 quilos no mesmo tempo.
Ele se decidiu pelo plano mais barato e foi para seu quarto desfazer as malas. De repente, entra em seu quarto uma loira maravilhosa que diz:
— Se você me pegar, você me come!
Ele saiu feito louco atrás da loira, correu pelo spa inteiro e nada de conseguir alcançá-la. Depois de meia hоrа correndo, descobriu que já tinha perdido 2 quilos! Ele pensou e concluiu que, se por cem reais tinham mandado um loira daquelas, imagine se pagasse os mil reais! Pensou mais um pouco e resolveu que valia a pena. Já pensou? Um morena, uma ruiva, depois outra loira... Pagou os mil reais e foi pro quarto esperar. Minutos depois, entra pela porta um negão, que vai logo avisando:
— Se eu te pegar, te como!
Um advogado casou com uma mulher que havia sido casada oito vezes. Na noite de núpcias, no quarto do hotel a noiva disse:
— Por favor meu bem, seja gentil. Ainda sou virgem!
Perplexo, sabendo que ela havia sido casada oito vezes, o noivo pediu para que ela se explicasse.
— Ela respondeu:
— Meu primeiro marido era psicólogo. Ele só queria conversa sobre sеxо;
— Meu segundo marido era ginecologista. Ele só queira examinar o local;
— Meu terceiro marido era colecionador de selos. Ele só queria lamber;
— Meu quarto marido era gerente de vendas. Ele dizia que sabia que tinha o produto, mas não sabia como utiliza-lo;
— Meu quinto marido era engenheiro. Ele dizia que compreendia o procedimento básico, mas que precisava de três anos para pesquisar, implementar e criar um método de utilização;
— Meu sexto marido era funcionário público. Ele dizia que compreendia perfeitamente como era, mas que não tinha certeza se era da competência dele;
— Meu sétimo marido era técnico de informática. Ele dizia que se estava funcionando, era melhor ele não mexer;
— Meu oitavo marido era analista de suporte. Depois de dar uma olhada, ele disse que as peças estavam todas perfeitas, mas que não sabia porque o sistema não funcionava.
— Por isso agora estou me casando com um advogado.
— Por que eu? — Disse o advogado.
— Porque tenho certeza que você vai me fоdеr!
José e mais três amigos de trabalho faltaram um dia anterior ao serviço. E logo pela manhã o patrão chama um por um na sua sala. Entrando o primeiro, veio o interrogatório:
— Posso saber por que o senhor faltou ontem?
— Sabe, senhor! É que a minha avó ficou doente e eu tive que levá-la ao hospital...
— De novo esta desculpa esfarrapada! Está suspenso por dois dias. Dona Vilma mande entrar o próximo.
A secretária chama mais um dos faltosos, que ao entrar o chefe não deixa ele nem se explicar:
— Presumo que a sua desculpa seja alguma coisa relacionada com a sua avó?
— Como o senhor sabe, chefe?
— Simples, meu caro, você já contou esta história anteriormente nas suas duas últimas faltas, e seu amigo acabou de falar a mesma coisa.
Com a cara de раu ele comenta:
— Pois é, né chefe! Coitadinhas das nossas avós. A minha anda tão doente.
— Então tá, aproveite que você levou ela ao hospital, agora vá buscá-la, porque você está suspenso! Que entre o próximo.
Agora foi a vez de José, que estava muito tenso:
— Até você José, faltando? Quero saber qual é a sua desculpa? E não me venha com história de avó ou mãe doente.
José sem rodeios responde:
— Bem, o meu problema é que eu sai anteontem para tomar umas cervejas, fiquei com muita ressaca e resolvi faltar o trabalho.
O patrão surpreso então fala:
— Certo, só desta vez vou lhe dar uma chance, pode voltar para seu trabalho, e por favor, espero que você não venha mais faltar por estes motivos.
Um dos funcionários suspensos que estava ouvindo atrás da porta, ficou espantado e aborda José:
— Cara, você foi muito corajoso! Não imaginei que você teria coragem de contar a verdade pro chefe.
— E quem disse a você que esta é a verdade?
— Ué! E não é? Qual seria então a verdade?
— A verdade que eu tive que levar minha avozinha ao hospital, porque ela estava doente...
— Desculpe-me, chefe, posso falar com o senhor?
— Claro, venha. O que posso fazer por você?
— Bem, chefe, como o senhor sabe, eu tenho sido um empregado desta prestigiada empresa há mais de dez anos.
— Sim.
— Eu não vou ficar enrolando. Chefe, eu gostaria de um aumento. Eu tenho atualmente duas companhias atrás de mim e então por respeito eu decidi falar com o senhor primeiro.
— Um aumento? Gostaria muito de lhe dar um aumento, mas esse não é um bom momento.
— Eu entendo a sua posição, e eu sei que a recessão econômica tem tido um impacto negativo sobre as vendas, mas você também deve levar em consideração o meu trabalho durо, proatividade e lealdade com esta empresa por mais de uma década.
— Levando em conta esses fatores, e considerando que eu não quero perder funcionários, eu estou disposto a te oferecer um aumento de dez por cento e cinco dias extras nas suas férias. O que acha disso?
— Está ótimo! Eu aceito! Obrigado, chefe!
— Antes de ir, só por curiosidade, quais companhias estavam atrás de você?
— Ah, a companhia de luz e a companhia de água!
O gerente chama o empregado da área de produção, negão, forte, 1,90m de altura, 100 kg, recém admitido, e inicia o diálogo:
— Qual é o seu nome?
— Eduardo — responde o empregado.
— Olhe — explica o gerente —, eu não sei em que espelunca você trabalhou antes, mas aqui nós não chamamos as pessoas pelo seu primeiro nome. É muito familiar e pode levar a perda de autoridade. Eu só chamo meus funcionários pelo sobrenome: Ribeiro, Matos, Souza. E quero que me chame de Mendonça. Bem, agora quero saber: Qual é o seu nome completo?
O empregado responde:
— Meu nome é Eduardo Paixão.
— Tá certo, Eduardo. Pode ir agora...
Um matemático estava a caminho de uma conferência, quando o seu motorista comentou:
— Patrão, já ouvi tantas vezes a sua palestra que tenho certeza de que poderia fazê-la no seu lugar.
— Isso é impossível!
— Quer apostar?
E fizeram a aposta! Trocaram de roupa e, quando chegaram no local da conferência, o motorista foi para a tribuna enquanto o matemático instalou-se na última fila, como se fosse seu motorista.
Depois da palestra, começou a sessão de perguntas, que ele respondeu com precisão. No final, levantou-se um sujeito que apresentou uma questão dificílima. Com muita calma, ele respondeu:
— Meu jovem, essa pergunta é tão fácil... mas, tão fácil... que vou pedir para o meu motorista responder!