Um senhor entrou num banco de primeira linha, se dirigiu ao caixa e falou:
— Eu quero abrir uma роrrа de conta nessa меrdа de banco.
A caixa totalmente atônita respondeu:
— O senhor me perdoe, mas eu acho que não entendi direito o que o senhor disse. Poderia repetir por favor?
— Vê se ouve dessa vez, саrаlhо! Eu disse que quero abrir uma роrrа de conta nessa меrdа de banco!
Ela pediu licença e se dirigiu ao gerente para informá-lo da situação desagradável. Ele concordou que ela não era obrigada a ouvir palavreado tão chulo. O gerente se dirigiu junto com ela ao caixa e falou:
— Senhor, o que está ocorrendo? Algum problema?
— Não existe меrdа de problema nenhum, роrrа! Eu acabei de ganhar R$58 milhões na mega-sena e quero abrir uma роrrа de conta nessa меrdа de banco, саrаlhо!
— Entendo… e essa рuта está dificultando as coisas para o senhor?
Três exploradores, um americano, um francês e um português, se perdem na floresta amazônica. Depois de muitos dias são capturados por uma feroz tribo indígena.
Amarrados num tronco no meio da aldeia, ouvem assombrados a proposta do chefe:
— Cada um pode fazer qualquer pedido. Se chefe não realizar, chefe liberta prisioneiro. Mas se chefe satisfizer o pedido, chefe manda guerreiros arrancarem a pele do prisioneiro para fazer canoa.
Apontando para o americano, pergunta:
— O que prisioneiro quer?
— Eu quero que você me traga aqui a estátua da liberdade.
Com a sua lança mágica, o chefe faz aparecer a estátua da liberdade no centro da aldeia e ordena aos guerreiros que arranquem a pelo do americano e façam uma canoa.
— Agora, chegou a vez do francês. Qual o seu pedido? — pergunta o chefe.
— Eu quero a torre Eiffel e as garotas do Moulin Rouge dançando cancan.
A lança mágica entra em ação novamente e faz realidade o pedido do francês. O chefe ordena em seguida que lhe arranquem a pele e que se faça uma canoa.
Finalmente, é a vez do português, que pede um garfo. Um simples garfo...
Diante de pedido tão simples, o chefe imediatamente entrega o garfo ao português. O nosso amigo de além mar, espetando o garfo em todo o seu corpo, gritava:
— Índios filhos da рuта, vão fazer canoa de mim lá na рuта que o pariu!